História All For You | Justin Bieber - Capítulo 31


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fanfic chegando ao final, que tal torturar um pouco vocês? Haha, adoro.

Capítulo 31 - 30: Speak now or shut up forever.


Fanfic / Fanfiction All For You | Justin Bieber - Capítulo 31 - 30: Speak now or shut up forever.

P.O.V's Justin Bieber.

Concluí que estava extremamente fora desse mundo quando ouvi batidas desesperadas na porta.

- Entre. - falei conferindo no espelho em minha frente se meu rosto não estava molhado, eu havia chorado e ninguém precisa saber.

Olho para trás, a porta não foi aberta e não bateram mais.

Fui até lá, abrindo e olhando por todo o lado externo do closet em que eu estava, não havia sinal de ninguém. Estranhei e voltei para onde estava, me sentindo mais seguro, fechei os olhos e deixei que meus pensamentos falassem por lágrimas.

Eu a perdi.

Seja lá qual tenham sido os planos que fiz do jeito que pude com os garotos, acabou. Faltam apenas quinze minutos para eu estar naquele altar, ao lado de alguém que ainda não sei predominar.

Não há como definir minha situação de outra forma, eu não iria viver assim. Se fosse para ter uma vida inteira longe de Sophie para protegê-la, chegou minha hora. O pior não é ter que me casar com alguém que teve a capacidade de tirar a vida do meu pai e está indo até aquele altar hoje para tomar tudo o que eu tenho, o pior é estar de mãos atadas para proteger quem eu amo.

- Sei que a verdadeira razão de você ter nos deixado não foi como cobriram ou varreram para um tapete, com uma faixada de "suicídio" eu sei quem tirou você de mim e agora parece que estou no mesmo barco. Mas não serei refém, eu sou um risco. Sou como uma bomba que não pode ser desativada, um carro que não tem conserto, uma pilha que não tem mais utilidade. Eu não vou falhar com a última pessoa que me fez sorrir e amar como nunca amei antes. - sussurrei tudo aquilo de uma forma leve, deixando que tudo que havia de ruim dentro de mim fossem junto daquelas palavras. - Eu vou para junto de você. Pai, me ajuda.

Abri os olhos após colocar tudo aquilo para fora, até sentir um peso em meu ombro. Olhei com o canto do olho e não vi ninguém, senti apenas um arrepio. Até que olhei o espelho.

- Jeremy. - era ele, o meu pai. Ele estava ali comigo! - Pai, eu...

- Sua hora não é agora.

Aquilo saiu num sussurro, quase inaudível.

- Eu te amo, pai. - eu sabia que aquilo náo passavam de minhas ilusões. - Não vai embora, não me deixa aqui de novo. - minha voz saiu mais grave e embargada do que eu esperava.

- Confie em mim. Eu amo você, meu filho.

- Porque me deixou?

- A dor é necessária. - havia um sorriso leve em seus lábios.

Sorri ao lembrar de quando estávamos juntos, sempre que eu me machucava ia chorando para seus braços, ele olhava o machucado e dizia: A dor é necessária. Logo, beijava minha testa e continuava: Para que possamos crescer.

Após lembrar de tudo aquilo, fechei os olhos e senti com a alma. É como se hoje, finalmente, eu entendesse essa frase como ninguém.

Quando abri os olhos ele não estava mais lá. Me certifiquei de que seu corpo, sua presença não estava em lugar nenhum dali, e então tentei me recompor.

Ouço duas batidas na porta e dessa vez, entram.

- Senhor Bieber, está na hora. - era Joana. Sim, Joana, minha empregada.

Dona Pattie nem sonha no que está acontecendo e eu agradeço muito por isso.

Dias antes de todo esse caos, ela precisou viajar para conseguir um emprego mais digno. Quem sabe ela me perdoe por tudo o que estou escondendo dela e isso se torne uma boa história para compartilharmos juntos.

Entrelacei meus braços nos de Joana, ela sorriu fraco e não tive a mínima vontade de fazer o mesmo.

Antes de fechar a porta, olho novamente todo o quarto.

- Obrigado. - sussurrei para onde o vi segundos atrás.

Caminhamos até a limousine em total silêncio, Joana sabia de tudo e talvez por isso não quis tocar no assunto.

Durante o trajeto até a igreja, ela não saía de minha mente. O que caralho eu fui fazer da minha vida?

Desde quando tudo isso começou a acontecer, eu realmente achei que conseguiria sair dessa. Mas parece que me enganei.

Antes mesmo de Joana levantar-se, vi que havíamos chegado até o local onde vou encenar a maior farsa da minha vida.

Desci do carro, esperando que ela fizesse o mesmo e em seguida ficamos de frente a entrada da igreja.

- Sorria um pouco, Sr. Justin...

Achei melhor ignorar o comentário, não estava nem mesmo com ânimo para ironias agora.

Haviam uma boa quantidade de pessoas ali, não me importei com seus olhares curiosos, acenos ou câmeras, apenas caminhei em direção ao altar. Quanto antes isso acabar, melhor.

Não demorou muito para o lugar encher de muitas outras pessoas, não vejo o porque de tudo isso. Avisto um casal familiar entrar. Que merda.

Kennya e Jackson, os padrinhos do casamento.

Ela abriu o sorriso mais falso que possa existir, Jackson, por sua vez, ficou em pé ao meu lado e perto do meu ouvido...

- Não ouse negar.

Meu sangue esquentou, apertei as mãos com força atrás de mim para evitar outros acontecimentos.

Quando menos esperei, iniciou-se aquela melodia clichê de casamentos, e óbvio, lá estava Hailey. Mas seu vestido parecia mais as roupas da Lady Gaga, pensei.

Poderia rir dos meus próprios pensamentos, mas nem isso.

Ela vinha acompanhada de seu pai, todos a olhavam como se fosse a pedra mais rara do mundo. Se soubessem quem é a verdadeira Hailey Baldwin... Oh céus, como desejo isso.

Chegando perto de mim, o pai da mesma beija a mão dela e aquilo me deu ânsia de vômito. Pensar que ela estaria masturbando Jackson antes de entrar na igreja e seu pai beijou sua mão logo depois foi bizarro.

Entrelaçamos nossos braços em silêncio, eu mal quis olhar para aquela vadia desgraçada.

Um senhor baixo e vestido adequadamente se aproxima de onde estávamos, o padre.

- Essa noite, irmãos, iremos celebrar a união de Hailey Rhode Baldwin e Justin Drew Bieber.

Tudo aquilo me irritava a cada segundo que se passava, me desconectei por um instante e imaginei como seria ter uma vida com minha Sophie. Sem dúvidas, seria meu maior sonho.

- Muito bem. - o padre falou mais algumas coisas que estavam me doendo na cabeça e me deixando ainda mais tenso. - Senhorita Baldwin, aceita Justin Bieber como seu legítimo esposo?

- Sim, eu aceito. - nojo descrevia a forma como eu estava enxergando-a nesse momento, ela falava pausadamente, claramente era um deboche.

- Senhor Bieber, aceita Hailey Baldwin como sua legítima esposa?

Parei, gelei.

Olhei para cima, mas rapidamente baixei o olhar por ter visto aquilo, eu estava gelado e soando frio, provavelmente estragaria tudo se abrisse minha boca agora.

Tudo em minha volta parecia ter parado. Nem mesmo um ruído foi capaz de ter sido notado por mim, apenas senti meu coração acelerar e tudo o que eu havia pensado algum tempo atrás tornou-se o contrário.

Todos me encaravam em busca de algo, principalmente os três mais marcados. Mas eu não iria falhar, isso precisa ser feito.

- Sim. - falei, fazendo Hailey dar um sorriso de alívio. Mas claro, apenas eu percebi.

- Se alguém se opõe a este matrimônio, fale agora ou cale-se para sempre.

- EU.



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