História All For You | Justin Bieber - Capítulo 38


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI BEBÊS, TÔ DE VOLTA. ❤❤
O MOTIVO DA DEMORA ESTARÁ NAS NOTAS FINAIS. LEIAM, PLEASE.

Capítulo 38 - 37: I'm back.


Fanfic / Fanfiction All For You | Justin Bieber - Capítulo 38 - 37: I'm back.

P.O.V Justin


 Não existia sensação melhor do que olhar pro lado e vê-la adormecendo em meu peito. Minha mão acariciava de leve seus cabelos e por seu rosto bem desenhado. Essa mulher nasceu para ser minha

 - Lembra quando me disse que sempre que Lívia falava de mim você surtava? - dei uma leve gargalhada me recordando de quando bebemos juntos enquanto ela ressaltava o quanto me achava inconveniente. - Você fez a maior cara de bunda quando me viu no estúdio para a sessão de fotos que ainda estão por todos os lugares. - fechei o riso ao lembrar de tudo o que aconteceu depois disso. - De quando você estava seminua na minha frente, então... Isso eu lembro bem. Acha que não percebi que você me secou por me ver apenas de toalha? - levei minha mão direita até a sua, apertando-a levemente.  - Fez o maior chilique quando me viu no hotel, falou e demonstrou várias vezes que me odiava, coisa que lá no fundo qualquer pessoa perceberia que tudo não passava de fachada sua. Você me desejava, sei disso. Mal sabe o quanto fiquei maravilhado desde que te vi pela primeira vez. Foi impossível não acontecer, e mesmo que eu quisesse, seria inevitável não me apaixonar por você. E me apaixono cada dia mais por me deixar te mostrar que não sou o que a mídia insiste em falar. Você, sem dúvidas, é tudo que mais precisei. Não vou te perder. Estarei sempre com você de alguma forma. 


Ela estava atenta a cada palavra me olhando com seu sorriso perfeito. 

 - Sempre foi um disfarce. Sempre foi um segredo apenas meu, nunca quis que o mundo soubesse que eu enxergava o quão incrível você é. Talvez por medo de não ser alguém importante por isso. E mesmo cheio de defeitos, eu te vejo perfeito. Nossos defeitos fazem das nossas virtudes únicas quando estamos juntos. Se eu pudesse, faria tudo de novo. Só pra "odiar" você de novo, seu grande idiota. - sorri e recebi um leve selinho nos lábios. 


 - Não, eu quero mais... - fiz charme.  

- Sem escovar os dentes? Nem morta. 


 - Eu não tava falando do beijo. - respondi e vi Sophie pensar por alguns momentos. - Anta lerda. 


 - Babaca. - a loira arremessou uma almofada em minha direção e correu até o banheiro, trancando-o. Porque eu sou um namorado super confiável


 Meu celular vibrou na escrivaninha e me estiquei para olhar e era uma ligação de Ryan. Deslizei o dedo pela tela atendendo. 


 - Fala. 


 - Preparado para voltar chefe Bieber? 


 - Quê? E aquele... 


 - Você já sabe quanto tempo está sem a responsabilidade da empresa? Chegou a hora de voltar, Justin. 


- Ótimo, então mande os funcionários de volta ao trabalho amanhã mesmo. Passarei lá hoje e vou deixar algumas coisas em dia para voltarmos ao trampo. - falei e por fim encerrei a chamada. 


 - Me colocando chifres? - Sophie saiu do banheiro apenas de toalha. Puta que pariu.


 - Tô, tô louco pra meter um outro tipo de chifre em você. - olhei-a maliciosamente e suas bochechas ficaram vermelhas. - Era o Ryan. Vou ter que voltar para a empresa.


 Vi seu sorriso se transformar em um biquinho frouxo, levantei e abracei-a. 


- O que acha de ser minha secretária? - apertei fortemente suas coxas, imaginando que ela estivesse com aquela saia social sexy. 


 - Nesse caso, não íamos trabalhar.


 - Claro que iríamos. - falei com firmeza. - Gravando filmes pornô. 


 Recebi alguns tapas em troca enquanto estávamos em uma crise de riso infinita. - Tá bom, chega. - segurei em suas mãos, puxando-a para um beijo caloroso, com desejo e amor.


 - Vou falar com a Pattie e vou para o hotel. Você passa lá?


 - Vou arrumar o que estiver atrasado e voltarei cedo, prometo. Eu amo você. - beijei o topo de sua cabeça e peguei uma toalha qualquer, seguindo até o banheiro. Sophie sussurrou um "também te amo" e foi deixando o quarto. 

 ××× 


 - E então, como estou? - dei um mini-giro no meio da sala, meio convencido. 


- Perfeito, filho. - seus olhos pareciam estar sorrindo também. - Fazia tanto tempo que não ia naquele lugar. - mordi os lábios esperando que nenhuma pergunta comprometedora fosse feita. - Como vai ficar sabendo o que houve com o Liam? - sua mão pousou em meu ombro. 


 - Mãe, desde que aquele assalto seguido da morte dele aconteceu, sabe que não gosto muito de falar no assunto. - cortei-a com uma bela mentira, não era hora dela saber ainda. 


 - Tudo bem. Tenha muito cuidado lá, querido. 


 - Relaxa, amanhã mesmo todos os funcionários estarão de volta em seus devidos lugares. - dei um beijo em sua mão e me olhei mais uma vez no espelho, olhando se tudo estava nos conformes e finalmente saindo de casa. 


Em poucos minutos avistei um prédio grande e bem vistoso com letras altamente visíveis: The Office Kings, minha e do meu pai, e só pra ressaltar: a maior de NY. 


Estacionei meu carro na enorme garagem que havia dentro de The Office e desci, observando cada detalhe do local vazio, já que fazia alguns dias que ninguém assumia por aqui. 


 Fechei alguns botões do meu terno e fui em direção à entrada, que também se encontrava vazia já que só estarão aqui amanhã. Abri o portão principal normalmente, chegando até algumas portas giratórias, onde coloquei minha digital sob o aparelho que garantia a segurança do lugar e finalmente cheguei até a grande recepção. Entre tantas outras portas e o espaço enorme, avistei os elevadores, onde passei direto indo em direção às escadas, odeio elevadores. Por alguns motivos e também por ter claustrofobia. 


 Após subir uma infinidade de escadas, cheguei até o sofisticado corredor avistando rapidamente a porta do meu escritório. Senti saudades desse lugar. 


 Cada porta de madeira lisa e quase espelhada mostravam o papel que cada funcionário desta empresa tem aqui. Assim como os quadros abstratos e alguns com fotos da família: Eu, meu pai e minha mãe. Uma família que cresceu através do esforço de todos para que tudo valesse a pena um dia. 


 E então o sonho que estávamos vivendo de uma família feliz foi por águas abaixo após a morte do meu pai, cometida de forma covarde. Cada músculo do meu corpo implora para que o necessário seja feito, para que cada segundo que gastei parado observando os detalhes de um grande patrimônio, o qual devo preservar mais do que qualquer coisa, valesse a pena. 


Cada passo e o silêncio ensurdecedor que se formava no enorme corredor, ouvindo apenas meus sapatos sociais e bem polidos contra o chão extremamente liso e espelhado, deve valer a pena. 


 Cada objeto sofisticado na melhor qualidade e geração, seja ele apenas decorativo ou necessário, faz parte de um todo. Todas as coisas se transformaram e tornaram-se necessárias nesse lugar foram de puro esforço, suor e dedicação do meu pai, e hoje meu. 


 Talvez seja hora de deixar o passado no passado. 


Ouvi uma suave voz. Não como de uma pessoa falando, mas algo que surgiu em minha mente como se houvesse sido inserida ali, e eu sei por quem.


Entenda, que, tudo acontece por uma razão. O passado é doloroso, mas viver o presente e planejar o futuro se faz necessário. Tudo o que fiz aqui foi por isso; Por você e para você. 


 Suspirei e fechei meus olhos, colocando novamente minha digital para que pudesse entrar em meu escritório. Tudo em seus devidos lugares. Observei a mesa, a grande poltrona, os sofás exclusivamente para visitas importantes, a pequena mesa que ficava entre eles e os objetos decorativos que me agradavam. 


 A parte que eu mais gostava era colocar minhas mãos dentro do bolso daquele terno e observar o mundo lá fora pela grande e inteira parede de vidro, que me dava uma bela visão diariamente. 


 - Faz algum tempo, Bieber. - parei e fiquei por raciocinar de onde e de quem viria aquela voz. Eu estava sozinho aqui. Não estava? - Nesse exato lugar... Nessa mesma parede admirável e sempre tão sofisticada. Tenho que admitir, ele tinha bom gosto.


 - Então é você. - não virei, continuei de costas. Na verdade eu estava pensando em como reagir. As alternativas eram inúmeras. 


 - Achou mesmo que a história iria acabar com você saindo ganhando dessa? - uma risada podre rondou. - Nunca


 - Tão cedo. Achava que as crianças rebeldes gostavam de brincar pela noite. Mas eu estava esperando por você, Jackson. 


- Eu acho que não. - finalmente fiquei de frente ao ser que estava bem na minha frente. - Seu pai não estava quando eu... Bom, quando eu o empurrei facilmente por este vidro. - Fechei o punho, sem pensar em nada. - Parece que a história poderá se repetir por gerações. E agora chegou a sua vez. - observei seu rosto com tamanha sede de poder. Seu corpo se moveu em minha direção, caminhando em alguns passos apressados. 


 Por um breve momento, memórias do que aconteceu mais cedo me vieram na mente. 


 "Não vou te perder. Estarei sempre com você de alguma forma."


 "Vou arrumar o que estiver atrasado e voltarei cedo, prometo. Eu amo você." 


 "Eu amo você, Justin." 


Só então nossos breves momentos e crueldades sofridas por quem já havia estragado minha vida uma vez me vieram à tona. Tudo o que ela, tudo o que Sophie sofreu nas mãos deles e eu também. Não merecemos passar pelo mesmo.


 Sophie, eu te amo. Estarei sempre com você. 


Sussurrei para mim mesmo. Talvez fossem minhas últimas palavras


 - Eu estive esperando muito por esse momento. Mais do que você imagina, Collins. - acelerei os passos com os punhos fechados e podia sentir: meus olhos tinham sede de sangue.

  


Notas Finais


Primeiro peço desculpas pela demora que eu sei que foi muita, o motivo foi MUDANÇA. Gente, passei uma semana direto vindo da escola e arrumando coisas, logo após me mudar teve a questão da internet, esperar a transferência e tals que só chegou ontem. Enfim, espero que compreendam. ♡


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