História All For You | Justin Bieber - Capítulo 40


Escrita por: ~

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Palavras 3.545
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


PRIMEIRAMENTE: MUITO OBRIGADA PELOS 118 FAVORITOS. Pra muita gente isso parece pouco, realmente é, mas pra mim é muito gratificante saber que existem pessoas que gostam ao menos de uma coisa que eu faço. Vocês são os melhores, amo vocês. ❤❤❤
(Leiam as notas finais, é importante)

Capítulo 40 - 39: The End / Hot.


Fanfic / Fanfiction All For You | Justin Bieber - Capítulo 40 - 39: The End / Hot.

P.O.V Sophie

Corri até seu abraço com certa urgência, onde deixei a emoção de alívio tomar conta de mim. Suspirei sentindo seus braços me apertarem contra si, olhei de relance para o lado, onde vi um corpo sem vida. 

 Algo que passou a me incomodar, foi perceber que mesmo ali, morto, eu não me sentia bem com sua morte. Talvez eu não deva ter noção, ou simplesmente não tenha o sangue tão frio assim. 

 - Você tá bem? - sua voz rouca sussurrou em meu ouvido. Assenti, com algumas lágrimas no rosto. - Vamos para casa. - ele fez gesto para Ryan, que foi na frente abrindo as portas do carro, que por sinal não estava num estado tão ruim apesar da pancada. 

 Dei espaço para que Justin entrasse e só então pude ver que o mesmo mancava, corri novamente em sua direção. 

- Não é nada grave, vai pro seu lugar.

 - Justin, eu quero ver. - insisti segurando em seu braço.

 - Há coisas graves vindo por aí, Sophie. Isso é o de menos, acredite. Entra no carro. - notei que ele estava exaltado por seu tom de voz e decidi não insistir, mas continuava preocupada. - Está tudo preparado, Butler? - Justin questionou, fiquei parada no ar sem entender.

 - Tudo nos conformes.

 - Ótimo. - ele apenas deu de ombros e se ajeitou em seu banco carona.

 - Do que vocês estão falando? - fui ignorada. - Justin, do que estão falando? 

- Sophie, dá um tempo. Acabei de passar por muita raiva nas mãos daquele desgraçado e agora vou ter que me virar com isso da morte dele...

 - Engraçado, de mim você não pensa o mesmo. - falei irônica. - Não pensa o que eu posso ter passado ou o que iria passar e mesmo assim procurei por você. 

 - O que você quer dizer com isso? - Ryan me observou com o canto do olho e Justin acompanhou seu olhar. - Vocês podem me falar o que... 

 - Hailey levou Sophie também. E se eu não tivesse chegado a tempo... 

 - Ryan, esquece. Vamos deixar isso pra lá já que temos coisas mais importantes a se preocupar. - citei a última parte num tom mais claro e me encostei no banco, de braços cruzados. 

 - Para esse carro. - Justin disse. Revirei os olhos.

 - EU JÁ DISSE QUE É PRA ESQUECER ESSE ASSUNTO... 

 - VOCÊ NÃO GRITA PORQUE NINGUÉM AQUI ESTAVA GRITANDO COM VOCÊ, PORRA.

 - ELA IA SER ESTUPRADA POR UM VELHO GORDO E ELA QUASE ARRANCOU O PAU DELE PRA FUGIR. É ISSO. Satisfeito? - Ryan intelijumencia Butler resolveu ajudar na situação.

 - Você... Você o quê? - Justin balançava a cabeça negativamente de olhos fechados.

 - Caralho, Justin. Você sabe o que ele poderia fazer com a garota? - ele iria falar algo, mas fechou a boca. - Se vocês não calarem a boca vou esfolá-los e deixar aqui nessa estrada mesmo. O caminho prosseguiu-se em silêncio, e só então vim notar o clima pesado que se tornou por uma discussão minha e de Justin, num momento onde deveríamos estarmos unidos. 

 Em poucos minutos chegamos até a mansão de Justin, me admirei pela quantidade de carros que haviam na porta e...

 - Merda. - ouvi a voz do mesmo assim que descemos do carro. A mansão estava cercada de policiais, alguns nos encaravam feio e a maioria seguravam armas, apontando-as em nossa direção. 

 - Foram eles. ELES MATARAM JACKSON! 

 Oh Céus. Porque não matamos ela antes de Jackson?

 - LEVANTEM OS BRAÇOS. - um policial gritou e aos poucos fomos fazendo como ordenado. - Vamos resolver isso na delegacia, Senhor Bieber. - o homem apontou para seu carro e Justin foi na frente, fiquei parada por alguns segundos sem saber o que fazer. - Tá esperando o quê? - novamente a voz afiada do policial me chamou a atenção e dessa vez era comigo. Merda. Entrando no veículo apenas uma coisa me veio em mente: Puta merda

Justin olhou em minha direção antes de entrar no carro e deu uma piscadinha junto de um sorriso maravilhoso. Estávamos brigados mesmo

 ×××

 - Não. Ela não nos apresentou nada que comprove que vocês assassinaram o... - o homem barbudo estreitou os olhos para ler algo em um papel que estava em sua mesa. - Jackson Collins. 

 - Não há como me fazer passar por todo esse constrangimento sem provas desse homicídio, Sr... - Justin se esticou e olhou para uma espécie de crachá que o homem usava. - Lockwood. 

 - Certamente sim, Sr. Bieber. Mas até então o indivíduo está desaparecido e Senhorita Hailey os acusa desse assassinato. Então devemos apurar o caso com mais calma. 

 - Provavelmente esse caso pode ser avaliado por outras pessoas, afinal são apenas meras acusações falsas. Temos um acordo a te propôr. - Justin sorriu cínico e olhou para Ryan. 

 - Podemos falar em particular, Sr. Lockwood? - Ryan disse. 

 Lockwood assentiu e seguiu com Ryan até uma pequena sala, porém com mais privacidade do que essa.

 - Eu achava que tudo isso tinha acabado. - Justin disse.

 - Eu não aguento mais. - falei sentindo que não conseguiria terminar sem lágrimas nos olhos. - Eu não sei qual o amor resiste a tantos perigos, tanta negatividade. Seria o universo conspirando contra algo que eu achei que poderia dar certo em minha vida? - Justin me olhou, parecendo sentir profundamente o que eu dizia, compreendendo. - Afinal, até onde alguém iria por amor? Será o amor capaz de superar qualquer coisa?

- Sophie, eu amo você. E por você, eu iria... Até onde minhas forças se esvaíssem. - ele se aproximou, segurou em meu queixo e ergueu minha cabeça. Com o polegar, ele limpou algumas lágrimas que insistiam em cair. - O amor é... Tudo. Ele será o suficiente para ultrapassar qualquer obstáculo. Seja ele impossível ou não pra você. Onde há amor, há esperança de lutar. Eu nunca perdi a minha, e não vai ser agora que vou perder. Eu vou com você até o fim do mundo. Não importa o quanto eu sangre nessa luta. Eu vou vencer por nós. - ele colou nossas testas e suspiramos juntos. - Nessa luta, nós somos os vencedores. 

- Me desculpa por mais cedo. - mordi o lábio. - Fui egoísta com você. Ele permaneceu calado, apenas me encarando. 

 - Eu que fui. Eu sou o primeiro errado quando não cumpro o meu papel que é te proteger.

 - Não fala isso... Você também sofreu, nós dois sabemos disso. Não se culpa.

 - Eu não vou cometer o mesmo erro. Eu juro. - ele sorriu e selou nossos lábios rapidamente. - Agora eu preciso encerrar essa guerra.

 - O que você vai...- corri em sua direção, mas era tarde. Ele já estava indo diretamente até a sala que Ryan estava. 

P.O.V Justin Bieber.

 - Mas não tem a menor condição, francamente! - o velho passava as mãos na cabeça, impaciente com algo que Ryan havia falado enquanto eu entrava naquela sala. 

 - Eu desejo fazer uma acusação. - falei com meu melhor ar cínico. 

 - Senhor Bieber, você está...

 - Vamos falar no popular: Estou aqui para entregar provas dos verdadeiros assassinos da morte de Jeremy Bieber. 

 - Mas.. Jeremy Bieber não foi assassinado. Suicidou-se.

 - É mesmo? Onde estão as provas? - Finalmente vi o tal Lockwood me olhar com seriedade, então prossegui. 

 Peguei em meu bolso e senti o aparelho que havia usado com Ryan e os outros garotos em algumas buscas, sentindo-o ali e um alívio passar por meu coração. 

 - Há pouco mais de um ano, meu pai foi assassinado, mas muitos acreditam que ele houvesse cometido suicídio. Notando-se que, ele foi o único dono da maior empresa de Nova York, um dos homens mais bem-sucedidos do mundo, com uma excelente carreira profissional e pessoal. O que o levaria a se suicidar? Pense comigo: Quantas pessoas no mundo teve uma história como a de Jeremy Bieber por todos esse anos. Quem nunca desejou ser Jeremy Bieber em algum momento? - fiz uma pausa e ele me olhava parecendo compreender. - O que estou tentando dizer é: Meu pai foi assassinado porque um dia tudo ficaria nas mãos de seu único filho e herdeiro, eu. Com quem eu estive durante a fase em que ele estava vivo e a fase que ele morreu...? Ryan? 

Ryan pesquisou algumas imagens no mesmo tempo, na internet. E claro, eu era quase parte dela. 

 Na tela mostrava uma pequena parte do começo de meu relacionamento com Hailey, até o término. 

 - Eu lembro dessa garota. - ele disse olhando. - Ela é a... 

 - A mesma que tentou nos culpar pela morte do... - mordi o lábio com força, impedindo que certas palavras saíssem. - Jackson. Senhor Lockwood, podemos mostrar nossas provas, as quais achamos suficientes para pôr os verdadeiros criminosos atrás das grades? - um pouco confuso, ele acabou assentindo. - ótimo. - olhei para Ryan, que já procurava o que queríamos. 

Colocamos o vídeo para reproduzir e virei o laptop de forma que ele pudesse ver claramente cada passo do vídeo. 

 - No caso de dúvidas, deve ter em alguma ficha ou principalmente na internet... - levantei, andando impacientemente pela pequena sala. - o dia que Jeremy Bieber foi encontrado morto. O horário que nos deram após recolherem o corpo, foi de aproximadamente duas da tarde. E se olhar no vídeo...

 - O dia e a hora constam. - ele disse e finalmente entendi que ele estava compreendendo tudo exatamente como deveria ser. - Bom, eu preciso de uma ajuda. Oh meu Deus o que é isto? - ele pôs as mãos na boca. Havia chegado as cenas desagradáveis.

 - Ah, mas ainda nem começamos. - falei. - Isto? É Jackson Collins. Que como você pode ver, após esse... Trabalho que eles fazem, apenas ele permanece no elevador. Após sair, ele se dirige ao corredor que dava em uma das salas principais, onde meu pai ficava. 

 - Sr. Bieber, só um momento. - ele levanta-se e entra por alguma porta a mais do local. Alguns minutos se passaram e logo ele apareceu novamente, junto de outra pessoa. - Infelizmente não podemos incriminar os dois supostos assassinos por falta de provas claras. - os dois olharam para mim e Ryan.

 - Eu tenho mais uma. - peguei meu iPhone que estava em meu bolso, no mesmo terno que usei depois de tanto tempo longe da empresa. Acabou

 P.O.V Sophie

 Eu estava impaciente, com fome e exausta. Justin e Ryan estavam ali faziam horas, pareciam séculos. 

 - Oi. - Sorri automaticamente. Sabia a quem essa voz pertencia. Abracei-o, inalando seu perfume. Sim, mesmo que tenhamos passado um dia horrível, ele estava com seu cheiro sem igual.

 Ainda andava meio torto por causa da perna e um sentimento de ódio me consumia pensar sobre tudo o que nos aconteceu. Sobre descobrir que não estávamos livres. Não ainda. 

 - Justin, o que...

 - Vencemos, meu amor. - recebi um beijo na testa. 

 - Co-como assim? E Jackson? 

 - Shhh. - Ele esperou que eu assentisse e retirou o celular do bolso, erguendo-o para mim. - Eu gravei tudo. - franzi a testa. - Quando voltei até a empresa, eu sabia que ele não desistiria e uma hora as gravações iriam servir. E serviu. 

 - Então... Você gravou tudo? - ele assentiu. - Tudo mesmo? 

- Uhum.

-Acabou? - ele assentiu sorrindo. - O que vão fazer a respeito? - me referi a Hailey.

 - Explico tudo no caminho. - Justin me puxou brutalmente pelo braço e fomos até o carro, mas não era o que Ryan dirigia.

 - De quem é esse carro? 

 - Alguém já falou que você pergunta demais? - Justin revirou os olhos e eu bufei. - É meu, Sophie. Entra logo. - sentei no banco de trás, deixando o carona livre para Ryan. 

 Justin rapidamente deu partida e acelerou. Confesso que gosto.

 - E então o que vai ser feito em relação a... 

 - Hailey? - ele perguntou e eu assenti sem que ele pudesse ver, mas mesmo assim ele pareceu entender. - Tenho uns contatos para ela. Alguns amigos meus cuidarão disso. - ele sorriu para Ryan.

 - E seu carro apareceu magicamente aqui? - Cruzei os braços e ele me olhou ligeiramente pelo espelho. 

 - Como eu disse, tenho meus contatos. 

 - Aquele carro, que era meu, agora será usado pra outras coisas... Outras pessoas. - Ryan disse. Revirei os olhos e quando dei por mim, havíamos chegado novamente até a mansão, que finalmente estava vazia e não há quem diga que aqui esteve cercado de carros e policiais horas atrás.

 - Onde é que está a barriga de assopro? - Ryan perguntou colocando as mãos na cintura de forma engraçada. 

Justin apenas me encarava estranho, sério e seus olhos caramelados estavam num tom escuro. 

 - Chris pediu pra avisar que foi ao médico com Lívia. - Ryan apareceu voltando da cozinha. - Cara, eu to com fome. - ele fez cara de choro e passou a mão na barriga, dramático. 

 - Tem alguma coisa aqui? - perguntei me direcionando a cozinha, olhando os armários. Pipocas, biscoitos, refrigerantes, enlatados. - Como é que vocês sobrevivem? - questionei ao observar a quantidade de baboseiras que haviam ali. - Ryan, você pode comprar algumas coisas? - ele assentiu e eu rasguei um pedaço de papel de um caderno qualquer, escrevendo alguns ingredientes. - Leva isso aqui até o mercado e compra. Vocês precisam comer.

 Levantei a cabeça e dei de cara com Justin, novamente me encarando sério.

 - Justin... O que você tem? 

 Ele não falou nada. Continuou a me encarar daquela forma e eu já estava começando a me sentir incomodada com aquilo.

 Senti seus dedos acariciarem minha bochecha levemente, fechei os olhos instantâneamente com aquele toque. Ele se aproximou, beijando a área e fazendo uma curta trilha até meus lábios, tocando-os com os seus. 

Coloquei meus braços ao redor de seu pescoço e dei passagem, onde Justin iniciou um beijo calmo. Seus beijos desceram até meu pescoço, onde ele passou os lábios e logo em seguida a língua, dando leves mordidas. Suas mãos foram até minha cintura, onde ele me apertou contra si sem parar seu trabalho em meu pescoço e agora ombros e clavícula. 

Senti uma leve alteração em sua calça, mas decidi torturá-lo um pouco e não o toquei. Impaciente com a situação, ele me empurrou bruscamente contra a mesa, fazendo com que minhas pernas ficassem ao redor de sua cintura e o prendendo ainda mais num beijo caloroso. 

 O beijo que havia se iniciado calmo, agora estava totalmente diferente. Era excitante, selvagem. Pedia por toques. Levei minha mão até seu membro e ele arfou, encerrando o beijo com leves mordidas em meu lábio. Justin me levantou da mesa e eu continuei com minhas pernas nele, inalando seu cheiro natural. Ambos estávamos um pouco suados.

 Ao contrário do que pensei, Justin não me levou até a cama. Com o canto do olho, observei ele abrir outra porta. Banheiro

 Ele me pôs no chão e me deu um leve selinho, foi até a banheira e ligou para que enchesse. Em seguida, aproximou seu corpo do meu de forma que seu peitoral ficasse próximo ao meu rosto.

 Retirei sua camisa, a qual acredito que ficava por baixo do seu terno e joguei-a em qualquer lugar dali. Cheguei até sua calça, onde retirei até seus tornozelos e rapidamente ele a retirou por completo, jogando junto de sua camisa.

 E ali por mais uma vez eu pude contemplar o quanto esse homem é de tirar o fôlego. Ele me puxou e iniciamos mais uma vez um beijo, senti suas mãos puxarem minha blusa, ele retirou-a jogando em qualquer lugar. Suas mãos foram parar dentro do meu short, onde ele provocou um pouco e o abriu, eu mesma tirei. Por último, ele levou as mãos até meu sutiã que abria na frente, facilitando o trabalho.

 - Quero que tire a calcinha. - falou após apalpar meus seios e entrou na banheira.

 Justin abriu os braços de forma que ficassem apoiados na beirada da banheira, me olhando maliciosamente esperando que fizesse como ele havia pedido. 

 Segurei dos dois lados da minha calcinha de renda preta e comecei a baixar lentamente, observando seus olhos famintos pelo que havia por baixo dela. Após tirar, joguei junto de um monte de roupas que eram nossas e entrei de vez na banheira, ficando de costas para ele. 

 Suas mãos apertaram fortemente minha bunda, subiram até meus seios e delirei, fechando os olhos quando senti seus dedos em meu clitóris, movendo-os em movimentos circulares. Sua boca estava em meu pescoço, onde ele sugava por vezes e provavelmente ficariam marcas.

 Ele retirou suas mãos de mim, bufei em protesto. Justin pegou um sabonete líquido ao lado da banheira e esfregou nas mãos, aproximando-se e passando por meu ombro, pescoço, clavícula e seios. Ele estava provocando. Chegando em minha barriga, ele massageou bem, voltando para minhas costas. 

Massageando minhas pernas, suas mãos novamente encontraram minha intimidade, onde ele voltou com seu trabalho de me masturbar. Não demorou muito e ele me ergueu, de modo que minhas pernas ficassem abertas e sua cabeça na altura dos meus quadris. 

Justin enfiou sua cabeça entre minhas pernas, movimentando sua língua de forma precisa. Não consegui conter meus gemidos, segurei nas bordas da banheira, apertando-as evitando que os gemidos saíssem ainda mais altos. Senti um dedo sendo introduzido dentro de mim, e foi impossível segurar. Passei a mover meus quadris em busca de mais contato com sua penetração e sua língua, fechando os olhos sentindo o prazer que esse homem me proporcionava tão facilmente.

 - Você gosta disso, Sophie? - ele sussurrou pausando seu trabalho de me chupar e substituindo sua língua por seus dedos em meu clitóris. - Responda. - ele acelerou o movimento que seu dedo entrava e saía e eu delirei. 

 - S-sim, Justin...

 - O quê? - um segundo dedo foi introduzido. Era jogo sujo. 

 - E-eu gosto disso. - minha voz saiu falha. Logo senti sua língua macia em contato novamente com minha intimidade. Eu estava prestes a chegar lá. 

 Tombei a cabeça para trás, sentindo meu corpo estremecer violentamente com a chegada do orgasmo, gemendo de forma aliviada. 

Sua mão direita puxou meu corpo rapidamente para frente, mantendo minha cabeça reta encontrando seu lábio. Ele me beijou com pressa, me colocando sentada em seu colo. 

 - Sua vez. 

 Esfreguei o sabonete em minhas mãos, da mesma forma que ele havia feito. Comecei em seus ombros, desci até seus braços firmes e cheguei ao seu peitoral, massageando levemente.

 Ele observava cada movimento, alternando de onde minhas mãos iam até o fundo dos meus olhos. Finalmente senti que havia chegado ao ponto, peguei em seu membro que estava ereto e não era pouco, de forma firme e reta. 

Aproveitei que estava com as mãos ensaboadas e comecei a movê-lo para cima e para baixo, vi Justin perder a noção. Prossegui com os mesmos movimentos, mas indo em uma velocidade maior. 

Justin tombou a cabeça para trás e soltou um gemido rouco. Continuei no mesmo processo, ouvi a respiração dele mudar, seus olhos se fecharem e seus baixos gemidos ficarem mais graves. Justin pôs as próprias mãos sobre as minhas, acelerando ainda mais os movimentos. 

 Substitui minha mão pela boca, introduzindo uma parte do seu membro diretamente dentro dela. 

 - CARALHO. - Justin gritou, colocando as mãos em meus cabelos prendendo-o em um rabo de cavalo, auxiliando nos movimentos. 

 Continuei chupando seu membro da ponta até perto da extremidade, o que sobrava eu mantinha em movimentos suaves para cima e para baixo com as mãos. 

- Sophie, eu... - sua voz falha e mais rouca do que nunca pronunciou, mas interrompi sua fala quando introduzi sua glade em minha garganta. 

Senti jatos passarem direto por minha garganta por alguns segundos e retirei minha boca, sem poder apreciar muito seu gosto por conta de ter sido introduzido inteiramente na mesma. Sorri orgulhosa e ergui minha cabeça, encontrando Justin me olhando ofegante. 

 - Meus parabéns. - rimos e Justin selou nossos lábios.

 ××× 

 - Lasanha? - todos assentiram, principalmente Ryan e Chris, Lívia nem se fala. Já havia comido metade dos biscoitos que estavam no armário.

 - Caralho, se eu não andasse com chave nunca mais entrava nessa casa só porque vocês estavam transando. - Chris disse irritado e Ryan ria ao seu lado, enquanto eu estava vermelha igual um pimentão e Justin riu de forma divertida. - Menos, muito menos vocês dois. 

 - Revoltadinho só porque tá sem dar uma. - Justin disse com voz manhosa e eu ri, arrumando os pratos na mesa. - A gente não transou, tecnicamente. - Justin abriu a boca e eu bati em seu braço. 

 - TERMINA LOGO ESSE RANGO. - Ryan reclamou.

 - E você fica na sua, grande é a sua testa, seu estômago não. - Justin disse e foi impossível disfarçar a olhada para a cabeça de Ryan, rimos em conjunto. 

 - Tá bom, tá bom. Vamos comer porque amanhã é dia de trabalho. 

  - Tenho uma surpresa pra você. - sussurrei em seu ouvido e Justin me olhou duvidoso. - Amanhã, Justin, amanhã.  


Notas Finais


Quero deixar claro pra quem começou a ler esse capítulo: Se não leu o anterior, LEIA E VOTE, PLEASE. Por enquanto, "Who Are You?" segue na frente, mas para não ser injusta, vou deixar o capítulo anterior por mais UMA SEMANA. ENTÃO VOTEM! Se não houver mais comentários, a fanfic que será postada é a que está na frente com mais votos.

* MAS, para quem já leu ela no wattpad, vou fazer um Amorzinho: Postarei aqui as duas, mesmo que WAY ganhe, vou postar "Irresistible Temptation" SIM! Espero que acompanhem. * ❤

Sobre a demora pra atualizar: Dessa vez é séria. Meu irmão mais novo fez uma cirurgia tem menos de uma semana, portanto eu tive/tenho que dar atenção redobrada a ele, (ajudar a ir ao banheiro, etc) por correr o risco de abrir os pontos. Então é isso, espero que entendam. Beijos bebês, obrigada pelo carinho e pelos 118 favoritos. ♥


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