História All I Ask - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Bts, Jimin, Suga, Sugamin, Twoshot, Yoonmin
Visualizações 65
Palavras 4.294
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


*socorro é a primeira vez q escrevo lemon gente, to nervosa*

Consegui escrever mais de 4k, e to satisfeita com o resultado <3

Boa leitura!

Capítulo 2 - I can't promise that.


Fanfic / Fanfiction All I Ask - Capítulo 2 - I can't promise that.

Era um dia de celebração para a BigHit: o comeback do Bangtan havia sido um sucesso, como esperado. O novo mv já ultrapassava 20 milhões de visualizações no dia do lançamento – hoje – e a música ocupava a primeira posição nos charts da Coréia e de vários outros países. Por isso estou aqui em frente ao meu quarto, abotoando os botões da camisa de manga comprida preta que estou usando, passando as mãos nos meus fios pretos apenas para bagunçá-los um pouco, borrifando meu perfume adocicado favorito novamente pelo meu pescoço e na parte de trás das minhas orelhas. Eu estava quase pronto para a festa que ocorreria no prédio da empresa, apenas uma singela comemoração entre todos os funcionários regada a muita bebida, como eu gosto. Calcei meus sapatos sociais que conversavam com a calça de couro preta e as pulseiras em ouro branco que adoravam meu braço. Notei Jin aparecer no meu lado do quarto, e encarei-o pelo espelho.

– O que foi hyung? – indaguei, enquanto pegava meu celular, que estava conectado à tomada. O mais velho vestia uma camisa jeans escura e calças brancas.

– Está bonito, Yoongi. – comentou – Pretende impressionar alguém? – me virei para o mais alto e o vi sorrir ladino, erguendo as duas sobrancelhas.

– Vai à merda. – desconversei, passando pelo espaço restante entre ele e a estante com os presentes que ganhamos dos armys ao longo dos vários fansigns que já fizemos, indo para o lado do quarto do mais velho.

– O Jimin está estranho. – ouvi Jin falar, e parei onde estava, me virando para encará-lo, tentando não parecer tenso.

– E eu com isso? – respondi com desdém.

Jin, assim como Namjoon, sabia dos sentimentos que eu tinha pelo Park – juro que tentei a todo custo esconder, porém os dois pareciam me ler como uma revista – e desde então ambos sonham com a possibilidade de que eu e Jimin tenhamos um relacionamento incrível e que seremos felizes para sempre, como nos filmes e dramas clichês. O Kim mais novo era o mais indiscreto, às vezes deixava algumas indiretas vazarem em momentos inoportunos, deixando-me envolvido numa bolha de constrangimento e um Jimin extremamente confuso. Seokjin era mais discreto e cuidadoso, e se preocupava com o tamanho dos meus sentimentos, sempre me questionava se eu estava bem com aquilo. Eu o acalmava, dizendo que um amor não correspondido não me mataria, eu já havia passado por coisas piores e superado. Eu vejo que estas palavras não eram o suficiente para fazê-lo sossegar, então apenas o deixava me arrastar para o seu lado do quarto para vermos juntos algum filme do Tarantino acompanhado de um pote de sorvete.

– Você falou algo para ele? – sondou.

– Não. – menti, Jin não poderia nem sonhar com a possibilidade de eu ter feito uma carta daquelas para Jimin. Com certeza o Kim esmagaria o meu crânio. – O que eu falaria? Quase não tivemos tempo para fazer qualquer coisa essa semana.

– É, talvez ele apenas esteja sentindo a pressão do comeback e das performances ao vivo, você o conhece – acenei, concordando – Poderia conversar com ele, por favor? Ele sempre te escuta.

– OK, amanhã eu faço isso. Acho que ele precisa beber, assim como eu.

– Bebida nunca é a melhor solução para nada e você sabe. – ponderou Jin.

– Olha quem fala, – eu respondi, caminhando até a porta já entreaberta, sinalizando para o mais velho que estávamos atrasados – É mais provável que você saia arrastado pelo Namjoon ou sendo carregado pelo Kook de tão bêbado que vai estar.

– Tem razão – concordou, rindo de si mesmo – Meu corpo pede vodca.

– Então vamos logo hyung, vamos nos entregar às bebidas. - encerrei a conversa em um tom humorado, apagando a luz e deixando o mais velho no escuro. Vi Jin me seguir pelo corredor e dar uma tapa em minha nuca. Espero ficar bêbado essa noite, pensei enquanto descia as escadas e encontrava o resto do grupo.

Fomos na van até o enorme prédio da BigHit, mesmo sendo uma distância relativamente curta da casa em que morávamos, mas mesmo assim não podíamos ir andando por motivos de: paparazzis.Era extremamente desconfortável caminhar por entre câmeras colocadas bem em seu rosto disparando flashes e mais flashes. Mesmo sendo uma consequência da fama que o grupo ganhou, nenhum de nós sete havia se acostumando com aquilo. Pegamos o elevador juntos com dois dos nossos staffs, Jimin estava me evitando a todo custo e eu sabia disso – sabia também o porquê – o garoto tentava não me olhar e sempre tentava se distrair brincando com o Jungkook ou mexendo no celular. Com certeza o mais novo devia pensar que eu sou algum tipo de sedutor barato que usava cantadas ruins para obter sexo, não o culpo. Estava quase morrendo sufocado naquele cubículo pequeno, busquei controlar a minha respiração, encarando o teto que parecia ser o lugar mais interessante agora.

 Chegamos ao último andar, encontrando todos os funcionários com taças de champanhe em mãos, erguendo as mesmas e gritando quando adentramos ao recinto. Passei por todos os presentes, fiz questão de cumprimentar a todos, agradecendo pela presença e pelo trabalho duro. Todos ali estavam presentes e nos ajudaram nesse projeto, e eu me sentia orgulhoso do nosso trabalho. Nesse meio tempo acabei tomando algumas taças de champanhe e vinho, mas não o suficiente para me deixar bêbado, eu não me embebedava tão fácil como os outros membros. Parei por um momento, apoiando meu corpo na mesa mais próxima, corri os olhos pelo ambiente e todos riam, conversavam e faziam brindes. Meu olhar acabou encontrando com o de Jimin, este que me encarava com um sorriso um pouco sexy (?) e olhares ferozes. Ele parecia querer atentar contra a minha sanidade, há minutos atrás o mais novo nem me olhava nos olhos e agora me encarava daquele jeito. O que esse garoto quer, afinal? Me provocar?

Eu estava tão confuso com aquilo, contudo decidi devolver o olhar na mesma intensidade, e acabamos entrando num jogo de provocações que não sabia onde iria acabar. Até o vi se afastar de súbito, sumindo no meio dos presentes. Andei até perto do banheiro com a intenção de procurá-lo, queria entender o que estava acontecendo de fato, porém parei de andar ao sentir uma mão envolver meu braço.

– Vem comigo. – Jimin ditou firme, soltando meu braço e abraçando-me de lado, nos guiando até a saída. Soltei-me dele quando chegamos à frente do elevador.

– O que? – perguntei confuso.

– Eu falei 'pro Jin hyung que estava passando mal e que você disse que me levaria pra casa, então vamos. – apertou o botão para chamar o elevador, e este logo abriu suas portas.

– Espera, você está bem? Jin me disse que estava estranho... – meu tom de voz saiu preocupado.

– Claro que estou hyung, só preciso fazer algo com você... – entrou no elevador antes e eu o acompanhei, me encostando na parede oposta, cruzando os braços e encarando-o, meu semblante mergulhado numa preocupação com o mais novo  – Mas se você prefere com plateia a gente pode transar aqui mesmo. – falou como se não fosse nada, sorrindo malicioso para mim. Senti meu corpo ficar quente, tenho certeza que as minhas orelhas estavam em brasa.

Então ele aceitou fazer o que pedi? Aquilo parecia bom e louco demais para ser verdade.

– Jimin... – sussurrei ao vê-lo caminhar até mim, como se estivesse em câmera lenta, claramente me torturando, passando a língua pelos lábios, os olhos castanhos vidrados nos meus. Encolhi quando senti sua mão quente tocar minha bochecha esquerda num carinho contido.

– Eu vou fazer tudo o que me pediu hyung. Tudo. – sussurrou a última palavra ao mesmo tempo me que seu rosto foi se aproximando do meu, nossos narizes se encostaram, num beijo de esquimó. Park roçou deus lábios nos meus, fechei meus olhos para sentir melhor cada sensação que ele me proporcionava. No momento em que Jimin ousou intensificar o beijo ouvimos a porta do elevador se abrir, revelando que já estávamos no térreo.

O caminho até a nossa casa foi bem tenso, eu sentia que poderia ter um ataque cardíaco a cada segundo, a cada momento em que Jimin me encarava de relance, com aqueles olhos que eu tanto amava. Park apoiou a cabeça em meu ombro, abraçando meu braço direito com o seu, fechando os olhos. Me permiti admirá-lo durante esse tempo, cada poro do seu corpo exalava uma beleza etérea, que eu nunca cansaria de admirar. Descemos do carro, acenando para o nosso motorista, que logo acelerou com a van voltando para a sede da BigHit, já que precisaria estar lá para a volta dos outros membros.

Assim que passamos pela porta, Jimin me empurrou contra as costas da mesma, tomando meus lábios em um beijo ardente, suas mãos possessivamente em minha cintura, unindo ainda mais nossos corpos, intensificando o ósculo. O senti me pressionar ainda mais contra a madeira fria, sua perna se posicionou entre as minhas, sua coxa iniciando uma fricção lenta sobre o meu membro.

– Eu quero isso desde que eu li aquela maldita carta, hyung. – falou pausado. Seus lábios carnudos deixavam selares pelo meu maxilar, descendo pela lateral do meu pescoço. Minhas mãos estavam agarradas em seus cabelos rosados, puxando os fios de leve. – Você deveria ter escrito aquilo quando estávamos com tempo livre.

Acabei deixando uma risada sarcástica escapar pelos meus lábios, vendo-o se arrepiar. Gemi rouco quando o mais novo apertou a bunda com demasiada força.

– Melhor subirmos. – finalizou, voltando a me beijar com volúpia. Jimin levantou o meu corpo, e eu enlacei as minhas pernas em sua cintura, sentindo sua ereção já aparente. O mais novo foi subindo as escadas, tomando cuidado para que não caíssemos. Eu me sentia tão carente, tão necessitado que comecei a me esfregar em seu corpo, buscando um pouco de alívio, distribuindo beijos molhados pelo pescoço do Park. Após segundos que pareceram horas, desci do colo de Jimin, apenas para que ele conseguisse abrir a porta.

Ele voltou a me beijar, me conduzindo devagar até meu lado do quarto, tomando cuidado para não derrubar nada pelo caminho. Aquilo parecia durar séculos, eu me sentia cada vez mais quente e necessitado, cada centímetro de mim implorava pelos toques de Park Jimin. Meu corpo respirava e implorava por Park Jimin. Meu corpo amava Park Jimin. Suspirei de alívio e prazer ao sentir a parte de trás das minhas pernas se chocarem com o móvel, deixando-me cair sobre o colchão, os braços enlaçados no pescoço do mais baixo, arrastando-o junto comigo e sentindo seu corpo cair sobre o meu.

– Achei que nunca fosse a-aceitar o q-que eu pedi, Jiminie... – consegui falar.

– Como eu diria não hyung? Você é muito gostoso para dizer não. – falou, direcionando seus lábios para os meus apenas para mordê-los de leve, vendo me arfar com o ato, sorriu ladino e levou as mordidas até o meu maxilar.

– Seu pervertido.

– Eu sou o pervertido, hyung? Você escreve uma carta pedindo ‘pra ser fodido com força e eu sou o pervertido? – senti as mãos do mais novo irem em direção a minha calça, depositando a mão sobre a minha ereção, massageando-a numa lentidão torturante.  – Hm?

– Puta-a que pariu... – a frase saiu tremida, seguida de um gemido manhoso. Segurei o rosto do Jimin com as duas mãos e o puxei para um beijo intenso, adentrando a sua boca com a minha língua com demasiada brutalidade. Eu o desejava muito, e ereção já bem visível na calça do mais novo dizia que ele se sentia da minha forma. Acabei deixando um sorriso escapar entre o beijo, Jimin descolou nossos lábios apenas para sorrir de volta, aquele sorriso que eu amo tanto. Fiz menção para tirar a jaqueta e camisa que ele usava, empurrando-o de cima de mim, sentando na cama para conseguir admirar melhor o corpo à minha frente.

– Perdeu alguma coisa aqui? – Park perguntou, vendo que meus olhos passeavam pelo seu corpo, desde seus ombros, tórax e abdômen, até seu pênis já desperto coberto pela calça jeans que usava. Apertou sua própria ereção devagar, inclinando a cabeça para o lado, sorrindo malicioso após me ver morder o lábio inferior, completamente hipnotizado. O mais novo cansou daquele momento de contemplação e empurrou-me novamente, deitando em cima de mim. Apoiou o peso do corpo sobre as mãos, senti seus lábios já inchados entrarem em contato com a minha pele branca e quente, sua língua passeando livremente pela parte descoberta. Eu apenas gemia e arfava com olhos fechados e boca entreaberta, envolvido em um prazer que eu jamais havia sentido.

Jimin sentou-se sobre o meu abdômen, e começou a desabotoar cada botão da camisa social que eu usava, fazendo questão de beijar cada pedaço de pele que ia sendo descoberta, marcas avermelhadas aparecendo a cada segundo que passava. Passou a língua em um dos meus mamilos sensíveis, mordiscando de leve, usando os dedos para apertar o outro. Apoiei meu corpo com os cotovelos com a intenção de ver bem cada movimento do mais novo, vendo-o continuar com a trilha de beijos, meu pênis fisgando ao sentir seus lábios se aproximando de onde eu mais ansiava contato. Ele desabotoou e abriu a minha calça de couro, puxando-a até meus tornozelos, retirando-a e jogando em algum lugar no cômodo levemente escuro. Enquanto isso eu sentei, retirando a camisa preta, largando do lado da cama. O menor encarou a minha ereção, minha cueca já umedecida com pré-gozo, lambendo os lábios.

– Ficou desse jeito só com uns beijinhos, hyung? Bom saber que eu te excito desse jeito.

– Vai logo... – eu já estava bem impaciente, meu membro pulsava pedindo atenção e já havia deixado bem claro que eu o queria, o que mais esse garoto quer de mim?

– O que você quer que eu faça, hein hyung? – falou pausado, distribuindo beijos na parte interna das minhas coxas, chegando até próximo à virilha – Quer que eu faça assim? – senti seus dedos pequenos segurarem a base do meu pênis, começando uma masturbação lenta, o deslizamento facilitado devido ao pré-gozo que eu já expelia.

- Puta merda, Jimin... – Suas mãos subiam e desciam pelo meu falo, meus lábios emitindo gemidos cada vez mais roucos e altos, meu abdômen se contorcendo, exibindo o prazer imenso que eu sentia. Eu só conseguia emitir gemidos e frases desconexas em resposta.

 Ou prefere que eu use outra coisa? – ouvi o menor proferir aquela frase com um tom levemente inocente, que contrastava com o semblante malicioso e olhos que exalavam desejo e luxúria. – Você tem que me dizer o que quer...

– Me-e chupa lo-ogo! – ditei rápido, vendo Jimin aproximar seu rosto da minha área sensível. Apenas sua respiração quente sendo expelida ali me fez arquear as costas, meu corpo inteiro estava necessitado. Park segurou meu membro novamente, passando a língua pela glande devagar, limpando o gozo que escorria pela fenda. O vi colocar apenas a cabeça do meu pênis na boca, chupando-a devagar, me encarando e sorrindo. Aquela definitivamente era a visão do paraíso e do inferno ao mesmo tempo. Passou me chupar com vontade, meu falo inchado adentrava a sua boca e atingia a sua garganta com facilidade, o som que aquilo emita era excitante demais, eu não sabia que Jimin já havia feito garganta profunda. Aquele garoto era mais experiente no sexo do que eu pensava.

Parou o ato, se fastando para conseguir tirar as peças de roupa que ainda restavam em seu corpo, logo engatinhando até estar com o corpo colado ao meu, puxando meu rosto para um beijo molhado, línguas brigando por espaço, seu pênis roçando no meu numa masturbação conjunta, aquilo estava melhor do que poderia prever em meus devaneios apaixonados que eu tinha com o mais novo antes de dormir. Mesmo sabendo que aquela seria a primeira e única vez que o teria para mim, eu não conseguia me sentir decepcionado. Eu teria a lembrança de todas aquelas sensações, todos os arrepios, os gemidos e suspiros que eu emitia e o ouvia emitir em resposta, aquilo poderia ser o suficiente. Jimin descolou nossos lábios, levando seus dedos indicador e médio até meus lábios vermelhos e inchados, acariciando devagar e os abrindo, se nem deixar de me olhar nos olhos, buscando enxergar cada reação minha. Passei a língua pelos dedos do jeito mais sexy que consegui, segurei seu pulso o incentivando a estocar a minha boca com os mesmos, o mias novo deslizava os dois dígitos dentro da cavidade, e eu os umedecia o máximo usando a minha língua ágil.

– Você fica tão lindo chupando meus dedos desse jeito hyung... É tão sexy e gostoso... – ouvir Jimin gemer meu nome com aquela sua voz doce e aveludada era a melhor melodia que eu poderia ouvir, seus olhinhos meio fechados, seu corpo intensificando o contato entre os nossos corpos, seus dedos entrando e saindo freneticamente da minha boca, emitindo sons nada puros.

– Posso fazer isso com outra coisa, se quiser. – respondi, retirando seus dedos da minha boca, o som dos meus lábios estralando ao soltar os dígitos soou alto e excitante. Permiti-me encará-lo com olhos desejosos.

– Agora não. – ditou o mais novo – Quero realizar outro desejo seu antes. – finalizou, afastando as minhas pernas, levando os dois dígitos que eu havia umedecido anteriormente até a minha entrada, adentrando o indicador, enquanto mantinha seu rosto atento às minhas reações. Eu apenas emitia sons de puro deleite, rebolando meu quadril de encontro à sua mão. Adentrou o segundo dígito, o médio, me encarando preocupado ao mesmo tempo em que começava a estocá-los dentro de mim lentamente.

– Não precisa me preparar tanto Jiminie... – gemi – Não é a primeira vez que faço isso.

– Eu não quero te machucar hyung... – disse calmo, sem cessar os movimentos de vai-e-vem, usando sua outra mão para iniciar uma masturbação no próprio pênis. – Ahn.

– Eu não vou me machucar, só... – estiquei o braço direito, abrindo a gaveta do criado mudo ao lado que estava localizado ao lado da cama, tirando de lá um preservativo, estendendo-o para Jimin – Me fode logo.

Eu sabia que aquilo me deixaria com uma bela dor no quadril, mas eu estava pouco me fodendo para a dor agora. A dor seria o sinal que me convenceria de que tudo aquilo não fora um sonho.

Jimin riu soprado, afastando-se de mim apenas para abrir a embalagem plástica, desenrolando o preservativo sobre o próprio membro, masturbando-o com dedos trêmulos, fechando os olhos em deleite. Quando voltou a me olhar, eu já estava posicionado no meio da cama, minhas pernas estavam apoiadas sobre os pés e abertas. Eu estava completamente exposto para Park Jimin, para que fizesse tudo o que quisesse comigo, assim como pedi naquelas palavras tortas. O mais novo voltou a ficar sobre mim, segurando seu pênis pela base e adentrando-o devagar na minha entrada, a mesma apertando o seu membro e envolvendo. Desci meu corpo de encontro ao seu para que me penetrasse completamente, e quando sentiu que estava dentro de mim por completo começou a estocar de forma lenta, segurando firmemente a minha cintura. Intensificou os movimentos quando entendeu meus movimentos e lamúrias desconexas que saiam dos meus lábios pedindo por mais, sentir seu pênis atingir a minha próstata com tamanha maestria me fazia gozar sem nem precisar ser tocado. Apertei os lençóis abaixo de mim, arqueando as minhas costas e sentindo meu abdômen se contrair com força. Vendo que o meu orgasmo estava próximo, senti Jimin erguer meu corpo para que eu sentasse em seu colo, tornando a penetração ainda mais violenta. Pousei as duas mãos em seus ombros, arranhando o local enquanto rebolava e quicava em seu colo, minha próstata sendo maltratada pela sua glande.

– Você fica tão lindo se fodendo em mim desse jeito, hyung... – disse entre gemidos abafados e um tanto agudos.

– Eu sei. – respondi, encostando a minha testa na sua, abrindo um sorriso ao vê-lo me olhar com um semblante tão carinhoso, observando-o responder ao meu sorriso. Subi as duas mãos trêmulas pelo prazer pelas suas costas num carinho contido, parando os movimentos com meu quadril, chegando com as palmas até seus cabelos cor de algodão doce, deixando um cafuné com meus dedos longos. Suas mãos voltaram a trilhar um caminho das minhas coxas brancas e pálidas, levando as mesmas até a minha bunda, apertando de leve, me fazendo voltar a quicar sobre o seu colo. Nossos corpos exalavam suor e prazer, eu conseguia ver as gotas descendo pela pele levemente bronzeada de Jimin, deslizando pela lateral do deu rosto, pescoço, e pelo meu peitoral, que subia e descia devido ao cansaço e respiração desregulada. Ele era o homem mais lindo do mundo.

– Quero que goze gemendo meu nome e me olhando nos olhos, hm? – assenti em afirmação, tentando manter meus olhos abertos, sentindo Jimin impulsionar seu quadril com mais força ao mesmo tempo em que puxava o meu no sentido oposto. Nossos corpos se chocando e nossos gemidos criavam uma bela sintonia que se espalhava pelo quarto, cômodo esse que agora parecia pequeno, quente e abafado. Eu realmente agradecia aos céus por não termos vizinhos próximos. Foi com uma frase suja falada pelo Park e uma estocada mais forte em minha entrada que eu gozei, sentindo Jimin colocar seu braço entre nossos corpos, me masturbando para que eu eliminasse todo o líquido, sujando suas mãos e nossos abdômens. O mais novo usou sua mão limpa para me tirar de cima de si, e eu o encarei confuso, meu corpo dolorido e cansado.

– Já fiz o que queria, agora precisa me ajudar com esse probleminha aqui. – Jimin falou baixo, quase deitando sobre o colchão, apontando sua mão direita para seu membro ereto e coberto pelo preservativo, assistindo o garoto lamber os dedos sujos com meu esperma. Aquela cena era deveras pornográfica e sem dúvida a minha favorita. Reuni o resto de força que ainda me restava e engatinhei até si, Park apoiou o tronco sobre os cotovelos assim que retirei o preservativo, segurando seu falo pela base, masturbando-o bem lentamente, assistindo Jimin fechar os olhos e gemer em deleite.

– Você quer que eu te chupe, Jiminie? – perguntei inocente, brincando com o dedão na fenda na sua glande, espalhando o pré-gozo que saia em pequenas gotas pela mesma.

– Quero hyung... – respondeu sem nem abrir os olhos, mantendo seu corpo apoiado pelos cotovelos, a cabeça jagada para trás. Era tão bom saber que eu conseguia proporcionar tamanho prazer a ele – Quero que faça o melhor boquete da sua vida.

Tomei aquela responsabilidade para mim, colocando o membro dentro da minha boca quentinha, passando a língua de forma ágil pelas veias saltadas do comprimento. Pude sentir os dedos pequenos do mais novo irem de encontro aos fios negros da minha cabeça, ditando os movimentos, seus lábios entreabertos emitidos gemidos que só me instigavam ainda mais. Retirei o pênis da boca, indo em direção aos seus testículos, lambendo cada um lentamente sem parar a masturbação com a minha mão, buscando manter minha visão focada no menor, eu precisava guardar todas as reações que o fiz sentir essa noite em minha memória.

- Hyung, eu vou... – eu sabia que ele estava perto do orgasmo, então voltei a chupá-lo o mais forte que senti, vendo que ele começou a se contrair sob mim, despejando jatos de esperma dentro da minha boca. Continuei deslizando meus dedos pelo falo até fazê-lo ejacular por completo. Vi Jimin abrir os olhos e em resposta eu abri a boca, mostrando o que ele havia feito, engolindo o líquido salgado em seguida. Abriu os braços, e eu entendi que ele estava me convidando para um abraço. Cansado, deixei meu corpo cair sobre o seu, sendo envolvido pelos seus braços.

 Relaxei meu corpo sobre o seu, apoiando apenas metade do meu corpo. Comecei a trilhar desenhos imaginários em seu tronco ainda suado, eu já sabia o que viria a seguir. Eu preferia apenas que ele fosse embora logo, para que pudesse me afogar em meus sentimentos, sozinho.

- Já pode ir, se quiser. – falei baixo, quase um sussurro. – Ainda pode aproveitar a festa.

- Sabe hyung, - sua voz soou serena e calma. Parecia estar pensando. – Tem algumas coisas que me pediu naquela carta que poderia cumprir.

- O que? – levantei meu rosto para olhá-lo. – Não entendi.

– Sobre aquela coisa de ser só uma vez... Eu não quero que seja só dessa vez hyung. Eu sempre amei você mais que amigo, desde quando nos conhecemos. No começo achei que fosse apenas um carinho mais especial, por ser meu hyung favorito... Mas eu sentia que esse sentimento só crescia dentro de mim. – eu estava completamente surpreso – Quando eu encontrei aquela carta sua nas minhas coisas, eu sabia que seria o momento certo para me declarar, porque sabia que meu sentimento era correspondido. Eu amo você hyung, e mesmo que me bata e não vou deixar você sair dos meus braços.

– Eu te amo tanto, seu pirralho. – falei num sussurro, subindo em cima do mais novo para abraçá-lo, beijando seu pescoço com a intenção de fazer cócegas, apenas para ouvir aquela sua risada infantil que eu tanto amava. Puxei seu corpo para se aninhar ao meu, o mais novo deitou sua cabeça em meu peito, e eu passei a fazer um cafuné em seus cabelos rosados. Jimin respirou fundo e fechou os olhos por um tempo.

– Já vai dormir? – perguntei, recebendo um olhar em resposta, seguido de um sorriso. 

– Só estou ouvindo seu coração, hyung... Continua o cafuné, por favor? – pediu com a voz manhosa, inflando suas bochechas num aegyo improvisado. Eu retiro o que eu disse anteriormente: essa é a minha cena favorita da noite – da vida, melhor dizendo.

– Aish criança. – respondi num tom de falsa reclamação, voltando com os carinhos nos fios suados cor de algodão doce, apertando-o mais contra o meu corpo, fazendo Jimin rir novamente.

Passamos o resto do nosso tempo disponível assim, abraçados e conversando, como tinha que ser. É, talvez nem todos os desejos pudessem ser realizados como queríamos.


Notas Finais


opa, me fala ai o que vocês acharam ((: juro que fiz o meu melhor
jimin provocando e yoongi ditando as regras é o meu conceito favorito <3 e antes que me perguntem: não tenho preferências por yoongi bottom ou top, ou jimin bottom ou top, pra mim sendo yoonmin eu to dentro hahaha

me perdoem os erros e não desistam de mim


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