História All I Need - Camren - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Selena Gomez
Tags Camren, Fifth Harmony, Lauren G!p
Exibições 463
Palavras 1.335
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Será que tem alguém acordado aí? 0.0 decidi postar mais um cap espero que gostem hehe ♥

Capítulo 5 - Fantasiei sobre esse momento por várias noites


Fanfic / Fanfiction All I Need - Camren - Capítulo 5 - Fantasiei sobre esse momento por várias noites

Eu não sabia se estarmos no mesmo voo era o destino ou mera coincidência, mas isso não importava mais, se ela já tinha sido agarrada. Independente disso, eu não conseguiria sentar no terminal perto dela e morrer de curiosidade pela próxima hora. Suspirando, puxei o braço de Dinah.

  - Vamos até o bar, beber alguma coisa.

Quando embarcamos, eu a vi, mas eu não tinha certeza se ela reparou em mim, já que Dinah e eu estávamos sentadas na parte de trás do avião e ela, na frente. Eu não sei o que eu teria feito se estivéssemos sentadas juntas Se eu não fosse tão tímida, eu poderia ter me aproximado dela e puxado assunto.

A última coisa que eu esperava, ao chegar ao aeroporto, era encontrá-la lá e, certamente, eu não poderia imaginar que ela estaria no mesmo voo que eu. Queria saber onde ela estava hospedada e por que ela estava indo para Vegas. E então, me repreendi - nada disso importava se ela tivesse namorado.

Nós aterrissamos em Las Vegas por volta das oito horas Aproximadamente uma hora depois, Dinah e eu finalmente chegamos ao hotel. Passamos a hora seguinte nos preparando para sair: retocamos nossas maquiagens e acabamos com uma garrafa de champanhe, para abrir a nossa noite festeira. Decidimos colocar saias curtas com tops brilhantes, sandálias de salto alto de tiras que, com certeza, fariam com que nossos pés doessem de tanto dançar.

Olhando no espelho, parecíamos modelos e fizemos altas poses, rindo muito, tirando foto atrás de foto, para postar no Facebook. Desde que viramos amigas muitas pessoas achavam que éramos gêmeas ou, no mínimo, irmãs.

  - Ei, que cor de sombra devo passar nos olhos? - Dinah perguntou, enquanto se espremia dentro do pequeno banheiro, onde eu estava me arrumando.

  - Eu gosto da roxa. Ela vai ressaltar o castanho dos seus olhos - Eu disse, enquanto passava a chapinha no cabelo.

  - Legal, que cor você vai usar? - Perguntou Dinah.

  - Eu vou me inspirar na prata. - Eu respondi.

  - Oh, eu gosto. Acho que vai ficar bem com seus olhos castanhos e o top azul. - Disse Dinah.

  - Sim, foi isso que eu pensei. - Eu disse.

Quando ficamos prontas partimos em busca de uma balada. Sabíamos que se mostrássemos um pouco do corpo, atrairíamos atenção de várias pessoas e esperávamos conseguir alguns drinques. Não é como se quiséssemos ficar com uma mulher aleatória ou qualquer coisa assim, mas comprar bebidas em Vegas era o caminho mais rápido para esvaziar a conta bancária de uma garota. Nós só queríamos ter uma noite divertida, dançar bastante e esperávamos que não tivéssemos uma ressaca muito braba na manhã seguinte.

Descemos para explorar a Strip, rua popular que algumas pessoas chamam de “Disneylândia para Adultos”. Fazia algum tempo que Dinah e eu não íamos a Vegas, e nós parecíamos crianças em lojas de doces.

Finalmente encontramos um cara que estava distribuindo convites VIPs para uma boate. Ele nos entregou dois para o Lavo, no The Palazzo. Felizmente, conseguimos furar a longa fila e entrar de graça. Quando conseguimos entrar na balada, dei uma pequena batida com o meu quadril na bunda de Dinah e sorri para ela. Era lindo lá dentro. O bar estava lotado, mas eu consegui caminhar por entre as pessoas e comprei dois drinques Red Headed Sluts.

  - Eu vou precisar de, pelo menos, mais um desses antes que eu seja capaz de ir para a pista de dança. - Eu gritei sobre a música alta, para que Dinah pudesse me ouvir e ela balançou a cabeça, concordando.

Bebemos nossos drinques e me virei para pedir outra rodada, mas o garçom me entregou mais dois antes que eu dissesse uma palavra.

  -Com os cumprimentos da moça ali. - Ele acenou com a cabeça para o outro lado do bar.

  - A de blusa preta. - Eu virei a cabeça para ver quem era a moça legal que tinha nos comprado uma bebida. Claro que era ela.

Eu me virei para Dinah, batendo no braço dela para chamar sua atenção.

  - Puta merda, a Sra. Gostosa nos comprou uma bebida!

  - Quem? - Ela perguntou enquanto dava uma olhada pelo salão.

  - A mulher da academia. O que eu faço? Oh, meu Deus, o que eu devo dizer? Talvez ela não tenha namorado.

Eu estava começando a surtar um pouco. Ela me comprou uma bebida... Eu tinha que dar o próximo passo e falar com ela. Certo, Camila, está na hora de crescer, agir como adulta e seguir em frente.

Virei para agradecê-la, mas ela tinha desaparecido. Que porra é essa? Ela estava lá há um segundo e, no segundo seguinte, sumiu. Será que ela era uma espécie de ninja? Eu juro que ela estava ali. Olhei pelo salão, que estava lotado, mas não a vi. Meu rosto desabou.

  - Ahh, Dinah... Eu acho que ela foi embora. Ela encolheu os ombros.

  - Estranho. Oh, bem... Esvazie o copo e vamos dançar.

Nós fizemos “tim tim” com nossos copos e, alegremente, jogamos nossos shots para dentro e fomos dançar. A pista era levemente iluminada por luzes estroboscópicas e rodeada por mesas com cadeiras de assentos coloridos.

Estávamos dançando há quase meia hora com pessoas diferentes, às vezes, um grupo de meninas, outras vezes com alguns rapazes. Eu estava prestes a deixar a pista de dança e fazer uma pausa para descansar meus pés exaustos, quando senti alguém começar a dançar por trás de mim. Quem quer que fosse, colocou suas mãos em meu quadril. Quanto mais ligada eu ficava, não conseguia pensar em mais nada, e continuei a dançar.

Aproximadamente um minuto depois, Dinah se virou para me dizer alguma coisa. Seus olhos se arregalaram e, naquele momento, percebi com quem eu devia estar dançando. O desejo ultrapassou minhas emoções. Esperei quase três semanas pelo seu toque. Fantasiei sobre esse momento por várias noites, quando tudo o que eu podia fazer era pensar nela e no seu sorriso, enquanto tentava cair no sono.

A música vibrava em minha cabeça. Seus braços em volta da minha cintura, por trás, me puxando contra ela. Seu quadril se movia contra o meu. Com o seu comprimento duro pressionando minha bunda, eu podia sentir o quanto ela me queria. E eu a queria da mesma forma.

A batida de Jeremih, Down on Me, com participação do rapper 50 Cent, brincava com nossos corpos, que se moviam com a música. Estendi o braço direito e minha mão segurou a parte de trás do pescoço dela, deslizando os dedos pelo seu cabelo. Ela me puxou ainda mais contra sua ereção. Parecia que tudo ao redor tinha desaparecido. Tudo o que eu podia fazer, agora, era fechar os olhos e aproveitar o passeio que eu tanto havia desejado.

Nossos quadris explodiram no ritmo da música. Conforme tocava o refrão, eu esfregava minha bunda nela. Senti seu rosto enterrar no meu cabelo quando ela beijou meu pescoço levemente, enviando arrepios por todo meu corpo. A umidade aumentava entre as minhas pernas. Meu coração começou a bater mais rápido e minha respiração ficou ofegante. As luzes estroboscópicas brilhavam sobre a pista de dança, refletindo em uma bola espelhada que girava conforme a vibração da música que batia em nossos ouvidos. Parecia que estávamos dançando há horas. Tudo parecia estar em câmera lenta, no entanto, Jeremih e 50 Cent ainda estavam cantando.

Assim que a música terminou, o DJ começou a tocar uma das minhas favoritas, um remix da canção de Alex Clare, Too Close. Ela me virou de frente para ela, de modo que sua perna direita encaixou confortavelmente entre as minhas pernas. Ela olhou para mim, seus olhos verdes presos nos meus. Passei meus braços em volta do seu pescoço e passei os dedos pelo seu cabelo novamente, amando a textura sedosa. Senti suas mãos deslizarem pelas minhas costas, segurando minha bunda, balançando na batida da música.



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