História All I Need - Camren - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Selena Gomez
Tags Camren, Fifth Harmony, Lauren G!p
Exibições 432
Palavras 1.723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura meus amores, espero que gostem ♥

Capítulo 6 - Obrigada


Fanfic / Fanfiction All I Need - Camren - Capítulo 6 - Obrigada

Minha saia era muito curta, e deslizava lentamente sobre minhas coxas, o que fez com que a frente da minha calcinha ficasse em contato com sua coxa coberta pelo jeans. Meu coração disparou ainda mais quando minha calcinha umedeceu e meu clitóris pulsou com uma necessidade quase dolorosa demais. Seus dedos apertaram minha bunda, enquanto ela me puxava mais firme, contra sua perna. O suor escorria pelas minhas costas era quase demais.
Ela estava esfregando a coxa contra o meu clitóris, enquanto eu pensava no quanto a desejei por semanas. Eu estava, finalmente, dançando com ela  embora eu ainda nem soubesse o seu nome. Mas com o curso dos meus pensamentos e com a sensação esmagadora de tocá-la e dançar com ela, eu não conseguiria segurar meu clímax, mesmo que eu quisesse. Eu não podia acreditar na intensidade dos sentimentos que ela me despertava, em público, rodeada de pessoas.

Eu puxei seu cabelo com mais firmeza, enquanto tentava não entrar em colapso, por causa da onda de prazer que percorria meu corpo. Apoiei a cabeça no peito dela para abafar o gemido que escapou da minha boca quando cheguei ao clímax. Eu tentei parar de dançar para desfrutar do orgasmo, mas suas mãos agarram minha bunda com mais força contra sua perna, para que nossos corpos continuassem balançando com a música.

Se ela tivesse me pedido para ir até seu quarto, naquele momento, eu teria concordado. Eu nunca tinha me ligado a uma estranha, muito menos em Vegas... em uma balada. Eu nunca tinha feito sexo em público, nunca tive um orgasmo em público. Mas eu não me importei.

Por fim, lentamente, paramos de dançar, mas ela ainda estava me puxando com força sobre sua perna e seus olhos estavam presos nos meus. Ela me deu um sorriso, aquele que eu lembrava tão bem. Eu estava tentando relaxar e deixar meu coração voltar ao normal, mas olhar em seus olhos só o fez acelerar mais. Eu ainda não conseguia falar, mal conseguia respirar. Alguns segundos depois, a música terminou. Ela se inclinou, esfregou o nariz no meu pescoço e eu pude sentir sua respiração quente contra a minha bochecha, quando ela sussurrou “Obrigada” e depois
foi embora.

Obrigado? Mas que porra foi essa?

Fiquei parada ali, atordoada, pelo que pareceu uma eternidade. Dinah parou na minha frente.

  - Oh, meu Deus, Camila, essa foi a dança mais sexy que já vi!

  - Eu preciso de uma bebida...
Talvez até mesmo de um cigarro. - Eu nunca havia fumado antes, mas me parecia apropriado para o momento.

Nós caminhamos para o bar, já que eu precisava sentar um pouco. Me espremi entre as pessoas para chamar a atenção do garçom e pedi quatro shots de tequila. Nós sentamos tempo suficiente para virar nossos shots. Estávamos nos sentindo bem, realmente, muito bem. Eu estava, definitivamente, nas nuvens sem nenhuma nuvem!
Depois de uma passada rápida no banheiro, para olhar no espelho, retomamos nossa dança na pista. Eu só dancei com Dinah, pelo resto da noite, e fiquei um pouco chateada porque ela não voltou a dançar comigo de novo. Mas eu nem tinha certeza se ela ainda estava aqui, pois eu não a vi mais. Fiquei repetindo nossa dança várias vezes na minha cabeça.
Estava quase amanhecendo. Eu bati no ombro de Dinah.

  - Di, é hora de dormir. - Eu estava acabada. Já tinha trabalhado o dia inteiro, antes de sairmos para Vegas, e considerando que minha cabeça já estava uma grande bagunça naquele momento, eu precisava urgentemente da minha cama.

Dinah concordou e decidimos encerrar a noite, retornando para o nosso quarto. No dia seguinte, nós tomamos um brunch no Café Vettro do hotel Aria, onde estávamos hospedadas. Levando em conta que tínhamos “bebido” nosso jantar ontem à noite, nós duas estávamos morrendo de fome. Depois do brunch, decidimos ir a área de piscinas do hotel. Lá havia duas piscinas para adultos, que eram perfeitas para nós. De jeito nenhum eu queria passar o dia com crianças gritando e correndo por todo lado. O lounge também proporcionava serviço de bar completo e tinha, até mesmo, menu de comida light. Dinah e eu programamos o nosso dia.

Aproveitar o sol do deserto, no meio de setembro, era perfeito. Quando eu estava quase pegando no sono, na chaise, duas moças se aproximaram de nós.

— Olá, garotas. Eu sou Alexa e esta é minha amiga Verônica. Nós gostaríamos de saber se podemos comprar uma bebida paras as moças bonitas.

É claro que nós não deixaríamos passar uma bebida grátis.

Dinah falou primeiro. - Podem sim. Eu sou Megan e esta é minha amiga Carol - Nós os cumprimentamos com um aperto de mão.

Eu não esperava que Dinah fosse lembrar dos nossos nomes de “Vegas”. Nós usamos esses nomes quando não temos interesse nas pessoas que encontramos. Não que Alexa e Verônica fossem desprezíveis, mas Dinah e eu não tínhamos o hábito de pegar pessoas aleatórios fora da cidade. Alexa e Verônica eram altas, com corpos atléticos e tinham ombros de nadadora. Elas tinham abdomens esculpidos, de dar água na boca. De qualquer forma, nenhuma delas fazia o meu tipo. Claro, não havia nada de errado com a aparência das duas moças. Nós estávamos fingindo interesse nelas, mas, na verdade, Dinah não teria sequer que fingir que ambas eram o tipo dela. Eu apenas tinha outra pessoa no meu pensamento.

Elas nos compraram uma bebida e conversamos sobre os nossos planos para a noite, mas naquele momento, não tínhamos ideia. Elas recomendaram que fossemos à boate no Aria, chamada Haze, e nós achamos uma boa ideia, já que ficava no hotel. Após uma hora de conversa, nós nos despedimos e dissemos que talvez nos víssemos, mais tarde, na boate.

Era final de tarde e Dinah quis ir às compras. Depois de nos arrumarmos, fizemos compras pela Strip. Fomos ao Miracle Mile no Planet Hollywood, paramos nas vitrines do hotel The Venetian e passeamos pelas lojas do cassino Bellagio Dinah gastou uma fortuna, mas eu não vi nada que eu quisesse comprar, até que passei pela Louis Vuitton do Bellagio.

  - Eu sempre quis ter uma Louis - Eu disse animada. Dinah cresceu com uma vida privilegiada, enquanto eu fui criada em família de classe média. Então, enquanto ela sempre pode fazer compras em lojas de grife, eu comprava minhas roupas e bolsas na loja de departamentos Target. E ainda que eu amasse a Target, ela não era Louis Vuitton.

  - Por que você não compra uma? Você não comprou nada o dia todo, além de comida - Dinah não entendia o conceito de viver de salário. Não só sua família tinha dinheiro, como ela também ganhava bem mais que eu. Se eu não estivesse vivendo com Dinah em uma das casas de seus pais, eu provavelmente estaria vivendo num apartamento de um quarto que tivesse menos de 50 metros quadrados e que custasse dois mil dólares por mês.

  - Eu não posso pagar uma bolsa de dois mil dólares. - Eu disse, rindo da sugestão supérflua de Dinah.

  - Vamos lá, vamos comer e nos preparar para ir ao Haze.

Mais tarde, naquela noite, nós descemos até o térreo e fomos para o Haze. Embora estivesse lotado e com pouca iluminação, Verônica e Alexa nos identificaram rapidamente. Elas compraram bebidas novamente e nos convidaram para dançar. Eu dancei com Alexa enquanto Dinah dançava com Verônica. Ela parecia estar se divertindo e Verônica foi muito atenciosa, sem sair um instante do seu lado, durante a noite toda.

No entanto, Alexa dançou um pouco perto demais, para o meu gosto, e tudo que eu conseguia pensar era na minha dança da noite anterior, com o minha gata. Mas elas continuaram a nos comprar bebidas, Dinah estava se divertindo e, finalmente, parecia ter tirado Normani de sua cabeça por um tempo, então, eu percebi que o mínimo que poderíamos fazer era dançar com elas.

Estava começando a ficar muito tarde... ou melhor... amanhecendo. Dinah e eu decidimos encerrar a noite. Antes de sairmos, as moças pediram nosso telefone. Elas contaram que viviam em Tacoma, Washington, e poderiam vir nos ver em Seattle. Nós havíamos mencionado, anteriormente na piscina, que éramos de Seattle. Nós duas sabíamos como fazer o papel de Megan e Carol porque tínhamos feito isso várias vezes, ao longo dos anos. Demos os nossos números falsos e dissemos que esperávamos que elas ligassem em breve. Na volta ao quarto, eu disse a Dinah que queria colocar os últimos seis dólares que eu tinha no bolso em uma máquina caça-níqueis.

Paramos em uma máquina Lucky 7. Eu coloquei os meus seis dólares, e pressionei a aposta máxima de três dólares... nada. Apertei o botão novamente e a aposta máxima da primeira linha encontrou um Coringa 7, a segunda linha acertou outro Coringa 7. A terceira linha continuou a girar pelo que pareceu uma eternidade. Prendi a respiração e atingiu mais um Coringa 7! Meu coração parou e Dinah e eu começamos a pular para cima e para baixo, acenando com as mãos e gritando “uhuuu”, enquanto o sino tocava na máquina. Eu tinha tirado a sorte grande! Depois que toda a agitação acabou, o atendente veio me pagar. Eu pensei que eu tinha conseguido um prêmio de milhares, mas, na realidade, o prêmio era de apenas 855 dólares.

  - Camila, você deve jogar Texas Hold'em e tentar ganhar a outra metade para comprar a bolsa da Louis!

  - Eu não sei... Talvez eu apenas o guarde — a ideia de Dinah parecia tentadora, mas eu não tinha certeza. Eu tinha acabado de ganhar e agora tinha 855 dólares, o que era muito mais do que eu trouxe.

  - Vamos lá, Camila, eu vi você levar todo seu dinheiro para sua família no Ação de Graças e você joga o tempo todo online.

Claro, Dinah estava certa. Eu estava apenas nervosa. Eu nunca tinha jogado com pessoas reais antes.

  - Tudo bem, vamos lá. O que eu realmente tenho a perder? Enquanto íamos para a sala de poker, observei a sala do High Roller. Eu poderia ganhar muito ou ir para casa sem nada. Andamos pela sala e eu parei de repente, fazendo Ryan bater em mim, por trás.

  - Ai, Camila, por que você parou?


Notas Finais


Até o próximo...


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