História All I Need are the Things I Like - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Vocaloid
Tags Akaitoxneru, Gumixpiko, Kaitoxmiki, Lukaxlily, Mayuxfukase, Mikuxlen, Oliverxteto, Rinxmikuo, Vocaloid
Visualizações 31
Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei!

Capítulo 3 - 3


Fanfic / Fanfiction All I Need are the Things I Like - Capítulo 3 - 3

As coisas estavam inteiramente borradas, mas os sons, as palavras, nunca desejara tanto ser surda.

“HASTUNE-SAN!!!!!!!”

De quem era a voz, ela não sabia.

Há quanto tempo foi ela não sabia.

Miku só podia ver a água, as sombras, as ondas, sentir o pavor dentro de si.

Mais ou menos como agora.

 

As extremidades molhadas do tubo terminaram, liberando o corpo de Miku numa bolha de água.

Gakupo:- Senhorita, O que faremos—Ressoou a voz do robô pingente.

Miku estava um tanto calma.

Apesar de odiar emoções, não podia evita-las, fato, mas, não tinha pânico.

Não precisava de ar, iria viver pra sempre, atravessar as eras, apenas se preocupava com o fato de que, como havia tirado suas roupas num momento de divagação, provavelmente teria problemas.

Sem responder Gakupo, ela olhava a imensa escuridão levemente desfeita por pequenos pontos de Luz.

De repente, queda livre.

Miku:- Gakupo, que lugar é aquele:-- perguntou, olhando pra o planeta Terra.

Gakupo:- É a Terra senhorita. O planeta humano. É lá onde eles vivem agora.—Respondeu, como se fosse algo trivial.

De repente, um choque doloroso atingiu Miku.

Gakupo:- Este é um dos mares da Terra.—Comentou.

Miku viu as coisas que mais detestava afundando, se sentiu feliz, até notar que ela também afundava.

 

 

 

 

Len e Piko estavam no barco, vigiando.

Luka estava observando os mares, á procura de peixes.

Gumi continuava tricotando, feliz da vida.

Um barulho de água os assustou.

Gumi:- Mais cenouras? Seria essa uma benção de Kami-sama? —Perguntou, se levantando.

Luka:- Parece... um corpo?!—Perguntou, chocada.

Piko:- Rápido! A frota do povo Eng já vem vindo!—Alertou.

Len, chocado e apressado, virou com dificuldade o pesado barco, jogando sua longa rede com a ajuda de Piko.

 

Miku:-  Pra mim, não seria ruim afundar pra sempre...—Comentou mentalmente, como sempre fazia em suas conversas com Gakupo.

Gakupo:- Não acho que seja esse nosso destino, por mais agradável que pudesse ser.—Miku olhou pra cima, e logo, uma sombra quadriculada de formou.

Logo a rede a envolveu, amassando-a com berinjelas, alhos-poró, frutas, coisas coloridas, estava perigosamente perto, com as coisas tocando sua pele, odiava aquilo.

Foi tirada da água, trazida a superfície, encostada no navio.

Podia ouvir vozes.

-- Mais uma remessa!

-- Oba! Finalmente posso ir embora!

-- POR KAMI! QUE CHATA!

-- Você me respeita sua piranha safada! —Eram vozes femininas e masculinas.

As coisas começaram a ser retiradas de cima dela.

Logo, os olhares foram direcionados para ela.

Um garoto loiro gritou, derrubando-a de novo na água.

Miku sorriu, caindo embolada na rede.

Gakupo: -  Será que lhe reconheceram?

Miku: - Acho que não. —Comentou mentalmente.

 

Luka: - Por Kami, Len-san! – censurou duramente.

 

 

Miku agarrou a rede.

--Calma, iremos puxar! —Gritou uma rosada. —Len-kun, faz alguma coisa! —Berrou ela ao loiro.

Gakupo: -  Senhorita, está bem?

 Miku: -  Estou, eles são... Divertidos.

 

O loiro esticou a mão, puxando a rede.

Quando Miku sentiu seu toque, sentiu algo. Nunca quis sentir nada, mas havia gostado da sensação.

Com cuidado o loiro a puxou pra cima.

 

Ao sentir sua pele, Piko foi o primeiro a comentar.

Piko:- Ai. Ai! Ai!!! – Ele olhava pra cima se recusando a olhar pra garota.

-- Por Kami-sama, ela está nua! Virem de costas seus pervertidos!!!—Os homens se viraram, corados.—Luka-chan , hã... nada.—Disse uma esverdeada.—Ela parece tonta.

Miku piscou os olhos sonolenta. Antes que desse por si, estava desmaiada.

 

 

 

Mikuo:- E então, a dama avançou na escuridão quando—Ele foi interrompido, novamente por Rin.

Rin:- Mikuo-kun!

Mikuo:- É oficial, você faz pra me provocar!—Alegou, levantando-se da roa de crianças.

Rin:- Não! Eu juro que é importante!—Protestou.

Mikuo:- Bem diga então!—Disse, já irritado com Rin.

Rin:- Nos mares, acharam uma pessoa, uma mulher, estava nua, e, ela lembrava um pouco você!! Ninguém sabe de onde ela é, talvez seja de um distrito e tenha se perdido!—Dizia dando pulinhos.

Mikuo:- Me mostra onde é.—Rin pega sua mão e sei correndo.

 

 

 

Kaito:- Ela já acordou?

Miki:- Não, ainda está desmaiada. Pelo menos, achamos um pingente com ela.—Comentou.

Luka chegou nervosa, discutindo com Len.

Luka:-Onde já se viu? Derrubar a menina no mar, ela podia ter morrido! – Len parecia estar chorando, com os olhos vermelhos e inchados.

Len:- Desculpa, é que, eu tomei um susto, eu-eu.. não sabia...—E começa a chorar.

Kaito:- Luka-san, você é muito grossa. – Comentou, abraçando Len.

Piko saiu do cômodo, limpando o suor da testa.

Piko:- Não tem perigo, ela está bem. – Ele vê o estado de Len—Cara, não chora!—Ele ri—Bom, podem entrar pra ver.

Mikuo e Rin chegam correndo.

Mikuo:-- E aí, ela se parece comigo?

Miki:- Oi, tudo bom? Mas, sim, ela se parece com você.—Comenta, por fim.

Todos entram no pequeno quarto na casa de Gumi.

O quarto extremamente decorado com tudo oque era possibilidade pra artesanato era até agradável.

Na grande cama com uma colcha de retalhos, A moça estava deitada, respirando com cuidado, com uma camisola vermelha.

Miki deixou o pingente ao lado da garota desmaiada.

Kaito:- Alguém conhece?´´-- Todos negaram com a cabeça.

Piko:- Gumi-chan, já chamou Neru-san? Talvez Haku-san?—Perguntou, se referindo ás amigas curandeiras.

Gumi:- Bem, eu tentei berrar no ouvido dela e  nada deu certo, vamos esperar que ela acorde de boas.

Rin:- Pelo pingente, talvez ela seja de Aoki. Tem MUITAS pedras preciosas por lá.—Comentou.

Luka:- Ou talvez de 00001, Pelo avanço da tecnologia. Prece um pingente robótico.

 

 

A noite caiu em Vocaloid

Gumi saiu do quarto onde a jovem estava hospedada, vendo Len jogado na porta do quarto.

Len sentiu uma manta cair por seus ombros.

Gumi:- Len-kun, a culpa não é sua.

Len:- Eu sei! É que... Eu me preocupo, e se ela tivesse morrido?

Gumi:- Mas não morreu, sabe que a Luka-chan fica um pouco grossa sem a Lily-san por perto, né?—Riu.

Len:- Posso ficar de vigia?—Pediu.

Gumi:- Claro, mas, tenta dormir um pouco, amigo.—Acariciou seu ombro, se dirigindo ao próprio quarto.

Ao ver a distância da amiga, Len abriu uma fresta da porta do quarto.

Ia entrar, mas se deteve ao ver a garota desconhecida levantar.

Conteve um grito quando o pingente se tornou um alto homem de cabelos roxos.

-- Então é aqui que eles vivem.—Disse a azul esverdeada.

-- Uma das muitas instalações pelo que vejo. – Comentou o arroxeado.

-- Eu não sabia que eles eram bons e gentis.—Ela comentou, com pesar na voz, mas sem nenhuma expressão.

Len se aproximou um pouco mais, quando caiu de joelhos abrindo completamente a porta.

Só dou mancada.—Pensou.

Gakupo:- Olá! Um ser humano! Parece uma fêmea.—Comentou, após analisar.

Len se levantou, engrossando a voz.

Len:- Perdão, a, intromissão...—Começou.

Miku:- Perdoado.—Interrompeu.

Len:- V-Você é mesmo do 000001? Já que você tem um robô...—Começou, paralisado.

Miku:- Ah... claro...—Disse, com insegurança.

Len:- Ah, sim. Bom, eu sou o Kagamine Len.—Mais a vontade, se sentou ao lado de Miku na cama.

Miku:- Sou...—O nome Hatsune ressoou de novo em sua mente.—Hatsune Miku. Este é Gakupo.

Len:- Então você não lembra o Mikuo só de aparência, mas também pelo sobrenome! – Ele sorriu.—Melhor você descansar! Vamos preparar um bom café pra você.—Ele deitou-se no chão, se cobrindo com a manta.

Gakupo:- Hum costume humano?—Perguntou.

Len:- Vou ficar de vigia!—Se virou—Boa noite!—Silêncio.

Miku voltou a se deitar em silêncio.

Com as mãos cruzadas sobre a barriga, sentiu Gakupo voltar a ser um pingente.

Era normal que humanos tivessem intimidade a este ponto ou este garoto/ garota era diferente de todos?

Um sorriso se formou em seus lábios.

Pela primeira vez, não ouviu gritos antes de fechar os olhos.

 

 

Naquele mundo agora inabitado, onde Deux já não se encontrava mais, uma pequena rachadura se formou no cenário.


Notas Finais


Até o próximo!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...