História All I wanted was you - Capítulo 67


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Camreng!p, Hayley Williams, Jeremy Davis, Lucia Vives, Veronica Iglesias
Exibições 550
Palavras 1.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpe os erros!

Comentem!

Capítulo 67 - Segunda temporada: 67


P.O.V Camila.


Olhava para o papel em minhas mãos onde se encontrava o endereço da casa onde eu estava parada em frente.


 Vá embora Camila.

Mama está doente.

Ela mentiu para você idiota.

Mas não foi por que ela quis.

Só vá embora.

Mas...

- Tia Mila!

Ouvi um grito da pequena Sofia me gritar. Ela vem até mim se agarrando em minhas pernas.

- Olá pequena. Como você está?

- To bem. - Ela diz pulando. - Como você sabia onde eu morava?

- É... Eu também. Não sei.

- Não? - Nego e ela abre um sorriso sapeca.

- Sua mãe está em casa?

- Tenho duas mamães qual delas você está procurando? - Sorri com sua ingenuidade em quanto ela ainda abraçava minhas pernas.

- Sinuhe.

Ao falar o nome de minha mãe vejo sua tristeza em seus olhos.

- Mamãe Sinuhe está dodói.

- Eu sei querida. - Ela me olha confusa. - Pode me levar até ela?

- Posso sim. - Pega minha mão me guiando para dentro da casa. - Você conhece minha mamãe tia?

- Conheço sim princesa.

Ao entrar por um grande correndo ainda guiada pela Sofia. Ouço vozes vindo do quarto.

- Você tem que comer querida.

- Não quero!

- Sinuhe! Você é pior que a Sofia. - Solto uma risada baixa. Velha teimosa. 

- Você não pode me obrigar mulher!

- Não tem querer ou você come ou eu enfiarei na sua goela! - Clara falou e imagino à cara de Sinuhe com um bico nos lábios. Sempre manhosa quando está doente.

Sofia solta minha mão abrindo uma das trezentas portas que havia naquele corredor.

- Mamãe mamãe a senhora tem visita!

A pequena grita indo até a cama onde Clara estava com um prato de sopa e minha mãe deitada na cama toda erronlada nos lençóis.

Sinuhe me encara surpresa e Clara com um sorriso de canto. 

- F-Filha! 

Ela se levanta meio atrapalhada e corre em minha direção e me abraçando.

Eu não sabia o que fazer. Desde de o início não fiquei o com ódio dela, e sim decepcionada. 

- S-Sinuhe... - Coloco minhas mãos em seus ombros à afastando.

- Eu sinto tanto filha.

- Podemos conversar? - Digo desviando meu olhar para Clara que pegava Sofia que estava em pé em cima da cama a pequena com um olhar confuso.

- Claro claro. - Clara falou e saiu do quarto com Sofia.

Olhei para Sinuhe que volta a se deita na cama.

- Como você está? - Ela dá de ombros olhando para o prato de sopa na cômoda ao lado da cama. - O que está sentido.

- Dores.

- Dores?

- Sim. Semana passada caí da escada.

Solto uma risada e ela bota uma cara amarrada no rosto.

- Como caiu?

- Sofia. Ela estava na sala brincando e eu disse que ia tomar um banho mal entrei no banheiro e ouvi ela gritando. Ao chegar na escada eu caí peguei uma febre pelo braço inchado. 

Assinto segurando o riso. Isso não é à primeira ou à segunda vez que ela caí de uma escada.

- Por que não quer comer?

- Eu sou a mãe por aqui! - Me repreende tirando o lençol de seu corpo. - E também essa comida é muito ruim.

Olhei para sopa que tinha a cor amarela e fiz uma careta.

- Viu. Até você que é uma esfomeada não gostou da sopa apenas pela aparência. 

- Tem que comer. - Pego a sopa e levando uma colher até sua boca. - Abre. - Ela nega. - Sinuhe! - Nega de novo. - Mama!

Ela revira os olhos abrindo a boca. Sorrir vitoriosa.

- Parece que a página do livro virou né.

Comenta fazendo -me lembra de quando eu estava doente ela me obrigava à comer.

- Parece que sim. - Levei mais uma colher onde ela não negou.- É... A Sofia, ela ela.

- Sim. Ela é sua irmã.

Sinto meu coração errar uma batida acelerado e desesperado batendo dentro do peito. Abrir um grande sorriso ao lembra daquela linda menina.

- C-como. Quer dizer...

- Inseminação né minha filha! - Reviro os olhos.

- Não é isso que eu quis dizer. - Ela levanta as sombracelhas confusa. - Não vi você grávida dela.

- Eu e Clara decidimos que eu ia ter. Teve certo dia que a empresa ia te uma reunião em LA ia ser seis meses aproveitei fiquei nove. 

Abaxei minha cabeça lembrando quando ela ligou dizendo que tinha que ficar mais três meses.

- Desculpa filha. Eu sinto muito de verdade.- Suas palavras saiam com tanta sinceridade. 

- Eu preciso ir...

- Karla. - Suspiro por ser chamada pelo primeiro nome. - Como anda minhas netas?

- Elas vão bem Sinuhe.

- Pode fazer o favor de me chama da mãe? 

- Elas estão bem mãe!

Ela sorri vitoriosa e me chama com os dedos.

- Eu sei que eu errei. Errei com você e seu pai. E mais uma vez eu sinto muito. - Ela me abraça e dessa vez desengonçada pelo braço que estava inchado. 

- Eu realmente preciso ir mama.

- Tudo bem. - Disse num suspiro.

(...)

Ao me despedi dela e da minha pequena. Fui para casa, cheguei em casa 19:00h. Entro na sala vendo minha branquinha minando à Rafa nos braços que estava  com a cabeça no colo de Lauren.

- Oi. 

Digo atraindo a atenção delas.

- Mama! - Rafa ao me vê entende os bracinhos pedindo colo.

- Oi minha princesa. - Ela solta uma risada quando beijei sua barriguinha.  - Oi meu amor! 

Ando até Lauren lhe dando um selinho.

- Então conversou com ela? - Ela diz se referindo á minha mãe. Assinto ela solta um suspiro.- Como foi?

- Foi normal. É como se nada estivesse acontecido. - Entego minha filha para ela. - Sabia que a Sofia é nossa irmã.

Ela arregala os olhos.

- Sério. - Assinto. - Como você sabe.

- Por que eu perguntei pra minha mãe Lauren! - Ela solta um riso baixo. - Vou subi e tomar um banho.

- Que uma acompanhante?

- E essa acompanhante por acaso é você?

- Sim...

- Não quero. Prefiro tomar banho sozinha. - Ela me olha confusa. - Né meu amor. Sua papa é mal.

- Eu não fiz nada!

Ela diz com desespero.

- E eu disse que fez? - Assenti.- Vai tomar banho Lauren.

- Só se for com você.

- Então fique suja. Comigo você não tomará.

Dou mais um selinho nela  e um beijo na minha filha. Ao subir as escadas escuto palavras desconexas vindo do quarto das gêmeas.

- Filha? - Abro a porta vendo Luana em pé se apoiando no berço. - Meu bebê.

- Papa!

Reviro os olhos. Quando ela diz papa eu tenho vontade de matar a Lauren. Mas que culpa ela tem?

- Não amor Mama.

- Papa.

- Mama.

- Papa.

-  O meu amor diz mama.

- Porra!

- Hã? Lu.

- Porra.

- Quem te ensinou isso!

- PAPA!


- MICHELLE!



Notas Finais


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