História All In - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Personagens Originais, Xiumin
Tags Baekhyun, Drama, Exo, Hetero, Romance
Exibições 40
Palavras 1.578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Player 2, PCY


Fanfic / Fanfiction All In - Capítulo 4 - Player 2, PCY

Ailee cochilou um pouco no sofá e acordou num pulo. Precisava se apressar se não quisesse chegar atrasada no seu primeiro dia de trabalho no cassino que deveria pertencer à seu pai. 

Baekhyun foi muito claro quanto às regras: Ailee trabalharia todos os dias no cassino até que ele se cansasse dela. 

Ela trabalharia como uma das garotas que ficam nas mesas distribuindo cartas. Porém, era apenas um truque do filho de Byun: Ailee deveria entregar cartas altas para ele, para que o rapaz ganhasse todas as grandes apostas.

Alguns homens ricos davam dinheiro para as garotas da mesa, apenas por as acharem bonitas ou acreditarem que ganhariam alguma carta alta por esse motivo. Portanto, além da Kim receber um salário, ela poderia ficar também com estas gorjetas caso ganhasse alguma. 

A Kim encarou seu reflexo no espelho outra vez antes de constatar que estava ridícula. 

Ela usava um vestido social preto justo e decotado, que ia até a metade das coxas. As alças eram um pouco grossas, mas ainda sim a deixava praticamente nua. Nos pés ela usava um scarpin também preto. O cabelo estava solto, e seus olhos estavam bem contornados com delineador escuro. Nos lábios usava um batom vinho. 

Antes de sair, vestiu um sobretudo grosso sobre o vestido. O frio lá fora estava castigando quem vestia apenas uma roupa curta. 

Ailee caminhou em passos apressados até chegar no cassino que trabalharia. 

Os seguranças da porta a reconheceram como a nova escrava de Baekhyun, e ela entrou sem dificuldades. 

O local estava lotado de homens em todo canto. As máquinas de caça-níqueis eram ocupadas por cerca de duas pessoas em cada uma.

Alguns homens vibravam em volta das mesas de bilhar, e a Kim pôde notar a quantidade de wons em cima das mesmas. 

Caminhando mais um pouco, foi interrompida por uma mulher que não lhe era estranha.

 

- O Sr. Byun pediu para que eu lhe acompanhasse, venha comigo. - A mulher não deixou que Ailee falasse, pois logo puxava a garota para um canto do imenso cassino. 

O lugar era uma pequena salinha, escura e com algumas mesas e poltrona espalhadas. Algumas garotas estavam ali dentro, umas se maquiavam e outras apenas estavam acomodadas. 

- Coloquei isto debaixo do vestido. - A mulher deu a Ailee alguns pares de ás. 

- Por que está me dando essas cartas? - A garota perguntou, enquanto era forçada a pegar. 

- Um milionário virá ao cassino hoje para jogar na equipe do senhor Byun, seu nome é Park, Park Chanyeol. Você passará essas cartas à ele quando o mesmo apostar todas as fichas. Entendeu? - A mulher instruiu, e Ailee assentiu com a cabeça. 

- Mas isso não seria trapaça? - Questionou.

- Não me faça perguntas idiotas, criança. Até parece que não carrega o sangue de seu pai em seus veias, o maior trapaceiro de Seul. - Ela sorriu com desdém, e Ailee apenas tentou lembra-se da onde conhecia aquela mulher. 

- SoJung? - Arriscou, mesmo sem ter certeza.

- Acertou, querida. Agora vá, Byun deseja vê-la antes de começar. - SoJung a enxotou da sala, fazendo-a estar novamente no corredor do último andar, onde ela já estivera uma vez com Baekhyun.

 

O mesmo segurança a guiou até a sala de Baekhyun, batendo na porta antes de empurrar a garota lá dentro. 

 

- Aish! - Ailee murmurou após ter se desequilibrado seus saltos. A garota se recompôs e assustou-se ao encarar Baekhyun em sua frente. O maior estava encostado na frente da enorme mesa de madeira escura que havia no cômodo. Um copo de whisky estava em sua mão, e a outra estava apoiada sobre a mesa. Byun vestia uma calça justa de cor escura, acompanhada de um blazer preto e camisa social com os botões exageradamente abertos. 

- Está bonita. - Comentou bebericando um gole de seu whisky. - Poderia ser uma das minhas garotas, mas infelizmente não quer... Ganharia bem melhor. - Baekhyun deu um sorriso sugestivo, e a garota revirou os olhos. 

- Não sou uma prostituta! - Ailee rosnou para o mais alto, que apenas riu em desdém. Largou o copo de bebida em cima da mesa e aproximou-se da garota. À medida que Baekhyun aproximava-se, Ailee dava alguns passos para trás. 

- Nunca disse que era, meu amor... - Ele sorriu, e a garota acabou batendo as costas contra a porta. As mãos Baekhyun passearam suavemente pelo rosto da menina, e ela apenas encolheu-se. 

- Deixe-me ir. - Pediu com a voz firme. 

- Não prefere ficar aqui comigo? Podemos nos divertir. - Baekhyun sugeriu, mordendo o lábio inferior na tentativa de provoca-la. 

- Isso não faz parte do meu trabalho. - Respondeu secamente.

- Considere como uma hora extra. Pagarei essas horas. - Ele insistiu novamente. 

- Já disse que não sou uma prostituta! - Ailee bufou, virando o rosto para não encara-lo. 

- Eu não te chamei para ir para a cama comigo, Kim Ailee. Que inferno! - Baekhyun se afastou transtornado. Seu rosto estava avermelhado por conta da irritação repentina, e ele não ousou encarar a garota. - Some daqui antes que eu me arrependa! - Gritou. Ailee não esperou que ele falasse novamente, e em um instante já estava batendo à porta atrás de si. 

A garota desceu as escadas e logo estava novamente no hall de entrada do local. Um dos seguranças a indicou até uma mesa vazia, e era uma das de maior extensão do local. 

Ailee sentiu seu estômago embrulhar, mas manteve-se firme. Sentou-se na ponta, nunca cadeira um pouco mais alta que dos outros jogadores, pois assim poderia ser vista. 

Algumas cartas de baralho estavam lacradas sobre a mesa, e Ailee abriu uma, inserindo os pares que estavam consigo debaixo de todas as outras cartas. 

A mesa abriria às nove da noite, portanto, ainda estava vazia. 

A garota aguardou por alguns minutos até que alguns homens bem vestidos se aproximaram, a cumprimentaram e sentaram-se à mesa. Porém, um em especial lhe chamou atenção. 

 

- Deseja algo para beber, senhor Park Chanyeol? - SoJung surgiu de repente com uma bandeja em mãos. 

- Um bom vinho, por favor. - Ele respondeu, sorrindo educadamente. Chanyeol era milionário, e isso era claramente provado principalmente por suas roupas de marcas francesas que Ailee não conseguia pronunciar o nome. Além disso, a quantidade de fichas que ele havia trago consigo eram até exageradas, mas aquilo não parecia lhe fazer falta. 

Chanyeol sentou-se em sua frente, e só então deu-se conta da garota. Ele a encarou com uma feição divertida, provavelmente estranhando o novo rosto ali. 

- Tão jovem, não deveria estar estudando? - Ele perguntou, intrigado. 

- Boa noite, senhores. Será uma honra apostar convosco. - Num passe de mágica, Baekhyun surgiu e acabou livrando Ailee de responder aquela pergunta. 

Baekhyun sentou-se no único lugar vago das doze cadeiras, e logo despejou algumas fichas, que eram o número da aposta mínima da mesa. Ailee estranhou, mas não disse, e nem poderia dizer nada. 

A rodada iniciou-se, e todos os jogadores pareciam muito descontraídos. A sensação de estar à beira de uma mesa de pôquer era familiar e desagradável para a Kim, mas não havia nada que ela pudesse fazer. 

SoJung surgiu novamente, trazendo a taça de vinho que o Park havia pedido. Ela anotou o pedido dos outros homens, mas quando estava prestes a sair, foi chamada pelo rapaz novamente. 

- Traga uma bebida para a garota, é por minha conta. - Ele disse alto para que a mulher escutasse. Ambas o encararam, surpresas e desentendidas. 

- Não é permitido que as funcionárias bebam durante o horário de trabalho. - SoJung respondeu enquanto recebia um olhar especial de Baekhyun. Ele praticamente a manipulava apenas com os olhos. 

- É uma pena. - Chanyeol acabou soltando um suspiro, e recebeu um olhar maldoso do Byun.

Ailee podia perceber a troca de olhares discreta de Chanyeol e Baekhyun, certamente, eram bons jogadores. Chanyeol fazia sempre uma careta e ria quando a garota virava outra carta, já Baekhyun permanecia sério, imóvel. 

- All in! - A voz de Chanyeol foi recebida com júbilo pelos outros jogadores, e a Kim deu-se conta do que precisava fazer. Ela tinha a opção de não entregar as cartas extra que trazia junto a si, mas provavelmente, acabaria morta depois. 

Ailee virou as últimas três cartas da mesa, e ali estavam as que a mulher havia lhe dado. Chanyeol riu, bebericou seu vinho e abaixou as cartas, revelando seu jogo. 

O restante dos jogadores fizeram a mesma coisa, porém, não estavam nada contentes.

Chanyeol acabou ganhando todas as fichas da mesa, inclusive as de Baekhyun, mas claro, já era tudo combinado. 

Os demais homens levantaram-se da mesa e saíram, em busca de novas fichas. Chanyeol e Baekhyun cumprimentaram-se, e o Byun fez sinal para que o mais alto o seguisse. 

Chanyeol levantou-se e caminhou primeiramente até a garota, deixou algumas notas sobre a mesa onde ela estava e sorriu docemente, atitude que fez Ailee estranhar, mas ela não disse nada, apenas curvou-se em resposta. 

Os dois homens saíram em direção à escada que dava andar ao de cima, mais especificamente ao escritório de Baekhyun. 

A Kim pegou aquelas notas e guardou dentro do decote de seu vestido antes que mais alguém pudesse ver. 

Em seguida, levantou-se e foi até o banheiro. Não parecia, mas havia passado quase três horas naquela mesa. 

Pelo menos receberia algo no fim da semana, e aí poderia ajudar seu pai. 

 



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