História All Of Me - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Visualizações 3.777
Palavras 1.570
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fiquei durante muito tempo com bloqueio e não conseguia escrever mais do que 3 capítulos de uma fanfic. Agora, pretendo continuar com essa até o fim e irei me esforçar MUITO para que isso aconteça.
Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 1 - Prólogo

Sophie Davis

Esperar por Justin Bieber estava no topo da minha lista de coisas proibidas. Mas, vê-lo gemendo em cima do palco, levando a plateia à loucura, transformou o meu cérebro em geleia. Aquilo ia contra tudo o que eu acreditava. Tenho regras. Parâmetros.

Eu poderia muito bem perguntar para a minha melhor amiga o que ela achava dessa minha loucura de querer algo com o Justin, mas ela estava muito ocupada e apaixonada por um dos amigos de Justin. Provavelmente, Beatrice iria dizer que aquilo era só uma atração por um homem que não faz meu tipo, mas sei que não tem nada a ver com isso.

Justin é único. Todo mundo naquele bar lotado só tinha olhos para ele e nenhuma garota conseguia parar de olhá-lo. Ele conseguia fazer com que a plateia sentisse o que estava gritava no microfone. Era impressionante. Odeio heavy metal. Para mim, é muita gritaria por cima de um som superbarulhento, mas aquele show e aquela energia que ele transmitia usando a voz, fizera eu arrastar a Beatrice até à frente do palco. Eu não conseguia parar de olhar.

Ele é muito bonito. Aliás, todos os rapazes que andavam com o namorado da Beatrice são bonitos, mas ele tinha algo diferente de todos os outros. Confesso que, tempos atrás, rostos bonitos e corpos atraentes eram uma fraqueza que me causavam muita encrenca.

As doses de tequila que eu tinha tomado me fizera esquecer os meus novos parâmetros de homem. Em um momento do show, Justin tirou a regata preta que estava usando e revelou um tórax musculoso, e as tatuagens que cobriam seus braços ficaram ainda mais sexys. Estava usava um jeans justo decorado com várias correntes e aquela calça revelava quase tudo, não deixava nada para imaginação. Ele gritava com os olhos fortemente fechados e a cada nota da música era possível ter um orgasmo espontâneo. Eu estava começando a entender aquele tanto de garotas de frente ao palco gritando como malucas e tentando de todas as formas pegar em seu corpo suado.

Justin é o conquistador da turma e não tem vergonha de usar seu charme e aquele sorriso de matar para conseguir o que quer com as garotas que lhe agrada. Estava tão destraída o observando, que levei um susto quando Trice chegou me chamando para ir embora.

— Eu vou com Fredo. E você?

Me abaixei para berrar no ouvido dela, pois estava impossível com aquelas guitarras ensurdecedoras e os vocais de furar os tímpanos em cima daquele palco.

— Vou ficar mais um pouquinho. — Percebi a desconfiança no olhar dela, mas ela apenas sorriu sem graça.

— Qualquer coisa me liga.

— Pode deixar.                                                                               

Não sou do tipo que precisa de companhia para ir para balada, já me acostumei a sair sozinha porque eu sempre iria embora com um cara. Beatrice daria um jeito de me buscar se eu não conseguisse carona. E saber que posso contar com ela já está bom.

Quando o show acabou, Justin jogou o microfone no chão e piscou para mim, mandando uma dose de uísque pra dentro em seguida. Confesso que me arrepiei só de imaginar o que poderia acontecer mais tarde. O pessoal da banda saiu do palco e eu fui para o balcão do bar. Observeia atentamente o ambiente e avistei Ryan, melhor amigo do Justin, se amassando com uma menina qualquer. Quando meu amigo parou para respirar, encarei-o feio com uma olhada que dizia “Você podia ter se dado melhor” e ele sorriu mostrando o dedo do meio. Retribui.

Já estava irritada com as cantadas daqueles metaleiros que fediam a cigarro velho e pinga. Logo uma mão cheia de tatuagens, usando um monte de anéis pousou no meu joelho. Olhei para cima e dei de cara com os olhos cor de mel do Justin, que sorria maliciosamente.

— Ficou na mão? Do jeito que aqueles dois se olhavam, imagino que estava loucos para chegarem logo em casa.

— Acho que o Ryan brigou com a tequila e a tequila levou a melhor. — apontei o copo em sua direção e Justin sorriu.

Ele se virou para falar com dois garotos que queriam dar parabéns pelo show e ao virar-se de volta, sorria de um jeito meio envergonhado.

— Acho isso tão estranho. — Justin disse. Fiz cara de espanto e cheguei mais perto, quando percebi que uma ruiva de roupa justa estava circulando por ali.

— Por quê? — fiz cara de espanto. —Vocês são ótimos, claro que as pessoas gostam.

Justin jogou a cabeça para trás e riu, e foi aí que reparei que ele tem um piercing na língua. Cara, que sexy. Minha vontade foi de puxá-lo para um beijo.

— O Alfredo me mandou um torpedo dizendo que você precisa de carona. Se me ajudar com o Ryan, e puder esperar uma meia hora, eu te levo.

Não queria que ele percebesse o quanto eu estava a fim de que me desse outro tipo de carona, então tentei agir o mais normal possível.

— Pode ser.

Ele apertou o meu joelho, e eu tive que me controlar. Definitivamente, Justin tinha algo. Só de encostar nele me senti molhada. Eu simplesmente não conseguia encontrar uma palavra que descrevesse o que eu sentia só de olhar para Justin. E aquela noite eu estava bêbada o suficiente. Quando o Justin voltou, eu estava conversando com um bêbado chato fingindo estar super interessada no assunto. Ele pediu para que o cara se retirasse e assim ele fez.

— Vamos nessa.

— Obrigada. — agradeci seguindo Justin até o estacionamento.

Ryan e o resto da banda estavam dentro da fã gritando todo tipo de bobagem para gente enquanto se mandavam do estacionamento. Justin destrancou seu Dodge Challenger e abriu a porta para mim. Fiquei surpresa e ele achou graça disso. Ele abaixou a música que estava no último volume. Aquela aparelhagem de som do carro, obviamente, tinha custado bem caro.

A gente saiu do estacionamento sem falar uma palavra. Justin tinha vestido uma camiseta branca com a estampa de uma banda que nunca ouvi falar e uma jaqueta de couro que parecia ser a preferida dele. Minha cabeça estava começando a girar. Abri o vidro um pouquinho e fiquei olhando as luzes do centro da cidade.

— Você está bem? — Virei à cabeça na direção dele e dei um sorriso forçado.

— Estou. Eu só não devia ter bebido demais.

— É. Isso não foi uma boa ideia.

Mudei de assunto e fiquei passando a mão pelo interior impecável e novo do carro dele.

— Esse carro é superlegal. A sua banda é tão famosa assim para você ter um carro destes? Não parece que vocês ganham o suficiente para viver só de música. — disse bancando a intrometida.

Ele estava batucando no volante e eu não conseguia parar de olhar. Minha cabeça imaginou várias cenas, e uma envolvia nós dois e pouca roupa.

— Tenho um estúdio na cidade — disse. — Escrevo um monte de músicas que outras pessoas acabam gravando e muitas pessoas ganham a vida só fazendo música. É difícil, e você tem que se dedicar.

Já ia fazer mais perguntas, mas avistei meu apartamento e permaneci calada. Me virei para encarar ele de frente e sorri. Justin levantou a sobrancelha em minha direção, mas não disse nada, nem quando coloquei minha mão na coxa durinha dele. Fazia muito tempo que não me sentia tão atraída por alguém, e era bom saber que ele também sentia alguma coisa. Pelo menos era o que parecia.

— Quer subir e beber algo? Beatrice não volta pra casa hoje.

Ele colocou a mão em cima da minha e apertou de leve. Eu queria beijá-lo. Queria entrar nele e não sair nunca mais.

— Não me parece uma boa ideia — Justin disse com a voz baixa e eu fiquei em choque.

— Por quê? Somos adultos e solteiros. Eu acho uma ótima ideia. — Segurei em seu rosto e o fiz olhar para mim.

Ele deu um suspiro e colocou minhas duas mãos de volta no meu colo.

— Você bebeu meia garrafa de tequila — disse passando as mãos no rosto — Você não é o tipo de garota que leva alguém que mal conhece para casa. Você não faz a menor ideia do efeito que esse seu sotaque do interior me causa nem como seria fácil a gente acabar sem roupa e todo enroscado. — me arrepiei por inteira e fechei os olhos fortemente. Ele continuou — Não me entenda mal. Você é bonita e quando eu relembrar dessa conversa vou querer passar o carro por cima da minha própria cabeça, mas acho que você não quer fazer isso. Se eu tivesse certeza de que a gente nunca mais iria se vir, eu faria isso na maior tranquilidade, mas gosto de você e você é muito especial para o meu melhor amigo. Então, prefiro não estragar as coisas Sophie. Sinto muito.

Ele estava redondamente enganado. Eu queria muito ir para cama com ele, mas essas palavras caiu como um balde de água fria sobre minha cabeça. Joguei minha cabeça para trás com tanta força e respirei fundo. Abri a porta toda atrapalhada e quando sai, a bati bem forte. Ouvi Justin me chamar, mas eu precisava sair de perto dele. Sei lá o que o Justin me fez sentir esta noite, mas era perigoso demais embarcar naquela onda. E tudo acabou em humilhação. Eu ia deixar o Justin Bieber na mesma caixa onde eu havia trancado a Sophie que existia antes de muitas coisas acontecerem. Não valia a pena arriscar, não mesmo.


Notas Finais


Nos vemos no próximo capítulo.


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