História All Of Me - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Exibições 1.639
Palavras 2.092
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Infelizmente não consegui postar antes, mas valeu a pena esperar.
Quem apoia ChriSophie vai adorar este capítulo!
Se encontrarem algum erro, me avisem nos comentários.

Boa leitura, espero que goste. ♥

Capítulo 12 - Feel You


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 12 - Feel You

Christian Beadles POV

Justin me avisara que chegaria hoje à noite em Atlanta. Após muita insistência, ele aceitou que eu fosse até Decatur para buscá-lo. Mal sabia ele, que a intenção era me encontrar com Sophie. Ela não esta a par, mas eu liguei para Beatrice e pedi sua ajuda com o endereço de sua casa. Beatrice estava muito animada e me explicou detalhadamente como deveria fazer assim que chegasse na cidade. Revelou que provavelmente estaria na faculdade, mas, hora do almoço ela iria para casa. Resolvi ir direto para a Agnes Scoot e convidar Sophie para almoçarmos juntos.

Sexta-feira, 11:43.

Agnes Scott College, Decatur, Geórgia.

Faltavam alguns minutos para que sua aula acabasse. Estacionei de frente a entrada da faculdade e fiquei oberservando a enorme porta esperando qye ela saísse assim que tocasse o sinal. Desde o dia da festa, não consegui conter o desejo de tê-la em meus braços. De beijar seus lábios quentes e macios novamente. De sentir sua pele arrepiar com meu toque. Eu precisava ter a visão do seu corpo debaixo do meu, com os olhos revirados pelo prazer.

Olhei uma última vez o horário no celular quando a vi sair. Ela estava com os cabelos soltos e um casaco vermelho que destacava sua pele branca naquele início de tarde. Estava um dia frio, e ela conseguia continuar ainda mais sexy. Saí rapidamente do carro e me encostei no capô enquanto observava ela se despedindo de duas garotas. Sophie estava caminhando com um lindo sorriso nos lábios até notar a minha presença. Ela ficou surpresa e parou no meio do caminho me encarando.

— Christian! — exclamou com as mãos sobre o rosto. — O que você está fazendo aqui?

— Resolvi dar um oi. — sorri e ela enfim veio em minha direção.

— Como você está? — perguntou ao se aproximar dando-me um abraço. — Oh meu Deus! São minha preferidas. — disse surpresa assim que lhe entreguei um pequeno buquê de gerberas. — Como soube?

— Telefonei ontem à noite para a Trice.

— E ela contou que neste horário estaria saindo da faculdade. — disse advinhando o que a amiga dissera ao telefone.

— Exatamente. Irei levar Justin para Atlanta mais tarde, então resolvi vir mais cedo e convidar você para almoçar comigo. Aposto que está com fome. E aí, topa? — sorri ao vê-la sorrir.

— Digamos que eu seria louca em não aceitar.

Me afastei e abri a porta do passageiro, acenando com a cabeça para que ela entrasse.

— Que cavalheiro. — ela disse sorrindo. — Se meu carro estivesse no estacionamento, pode ter certeza que eu iria mentir para você.

— Dei sorte?

— Demos sorte. — ela respondeu entrando no carro e assim que fechei a porta, atravessei o carro entrando logo em seguida.

— Eu não conheço os melhores lugares em Decatur, vou precisar da sua ajuda.

— Sinto em lhe informar, mas os restaurantes de Decatur não oferem comidas saborosas.

— Sério?

— Seríssimo. Já estive em alguns diversas vezes, para sugiro uma comida saborosa, já que você veio do outro lado da cidade.

— Então, para onde vamos comer essa comida saborosa?

— Para minha casa.

— Está sugerindo cozinhar para nós dois?

— Exatamente. Sou expert, então, você tem direito a escolher o que gostaria de almoçar.

— Uau! Se eu soubesse que você cozinharia para a gente, teria vindo te ver no dia seguinte a festa. — ela sorriu e me explicou como chegar em sua casa.

Sophie Davis POV

Christian me surpreendeu duas vezes em um curto tempo. Primeiro: aparecer de surpresa na porta da minha faculdade. Segundo: me presentear com um lindo buquê de gerberas vermelhas, minhas preferidas. Por isso o sugeri para fazer o nosso almoço, já que as comidas dos restaurantes daqui não são tão boas. Meus pais sempre foram bons quando o assunto era cozinha, devo ter herdado isso deles.

— Seja bem vindo, Christian. — disse assim que entramos. — Sinta-se à vontade, vou no meu quarto e daqui a pouco volto.

Coloquei o casaco no cabideiro, calcei minhas chinelas, vesti um short e prendi meu cabelo num coque mal feito. Em alguns minutos já estava na sala. Conversamos sobre o que acontecera na semana seguinte da festa e ele insistiu em me acompanhar até a cozinha caso eu precisasse de ajuda durante o preparo do nosso jantar.

— Se não me falha a memória, sua cerveja preferida é a Corona.

— Garota esperta. — sorrimos e eu lhe entreguei uma, enquanto abria uma para mim.

— E então, o que deseja para o almoço?

— Eu adoraria almoçar uma lasanha feita por uma linda moça de cabelos loiros. — respondeu dando um gole na cerveja.

— Molho a bolonhesa ou molho branco?

— Com certeza, molho a bolonhesa.

Garoto esperto. — sorri respondendo sua fala anterior.

Peguei todos os igredientes necessários e os coloquei sobre o balcão. Bati a massa por alguns minutos e logo em seguida refoguei o alho, coloquei cebola, carne, molho de tomate e deixei cozinhar por alguns minutos. Após despejar a massa no refratário, coloquei uma parte do molho, uma nova camada da massa, presunto e mussarela, e finalizei com o restante da massa, além de alguns recheiros para dar sabor. Finalizei com o queijo ralado e levei ao forno alto.

— Impressionante como você fica bonita até com farinha no rosto. — comentou Christian levantando e se aproximando.

— Tem farinha no meu rosto?

Antes que eu pudesse me virar para olhar através do vidro da janela, ele sujou seu dedo de farinha e passou sobre o meu nariz e minha testa.

— Agora está. — disse dando uma gargalhada alta.

— Isso não vale.

— Você começou. — retrucou Christian sorrindo.

— Claro! Eu sujei o meu nariz. — falei dando ênfase no meu. — Advinha quem vai limpar essa bagunça?

— Você. Um bom cozinheiro nunca deixa a louça suja.

— Você é muito abusado.

— Sou? — concordei e ele se aproximou ainda mais. Minha vontade era beijá-lo.

— E você é muito branca. — riu despejando toda farinha sobre minha cabeça.

— Seu filho da mãe! — gritei enquanto ele ria. Peguei minha cerveja e virei em sua cabeça.

Comecei a rir da situação e antes que eu pudesse impedí-lo, ele me jogou por cima do ombro.

— Christian, me coloca no chão.

— Não adianta se esforçar, eu sou mais forte que você.

— Não vale, Chris. Você quem começou.

— Você me molhou com cerveja, como vou embora com este cheiro? Vou acabar sendo preso.

— Se quiser, eu te empresto uma roupa minha. — gargalhei. — Brincadeira. O que acha de me colocar no chão?

— Qual a condição?

— Ryan sempre deixa uma peça de roupa aqui, caso aconteça dele beber demais e não conseguir voltar para casa. Você pode usar o banheiro do corredor e eu aproveito para tirar essa farinha do meu cabelo. Assim que terminarmos, a gente almoça.

— Gostei de você, Sophie. Garota esperta. — disse sorrindo dando seu sorriso mais sexy.

Peguei as roupas para ele e logo ele foi para o banheiro. Fiz o mesmo. Tomei um banho rápido e sai torcendo meu cabelo. Sequei com uma toalha, e, em seguida, puxei-o para cima em um coque. Assim quando sai do quarto, bati em um peito largo. Meus olhos passearam entre a camiseta que ele vestia até seus lábios que se curvavam em um sorriso. Seus lindos olhos pararam nos meus e minha respiração acelerou quando ele me segurou pelo quadril.

— Você não imagina a vontade que estou de tocar seus lábios como da primeira vez. — Chris disse, ainda sorrindo.

— Precisamos almoçar. — murmurei, dando um passo para trás. Chris riu.

— Não há pressa.

Então, os lábios de Christian esmagaram os meus. Enganchei meus braços em volta de seu pescoço e ele me empurrou contra a parede, segurando firme minha cintura. Ele tinha um gosto tão bom. Eu queria que isso acontecesse tanto quanto ele. Uma de suas mãos se arrastou por baixo do meu vestido e ele tocou levemente minha intimidade. Eu queria que nossas línguas brincassem uma com a outra o resto da tarde. Eu queria saboreá-lo até que eu não pudesse provar mais nada.

Christian pressionou seu pênis entre minhas pernas me fazendo gemer.

— Porra, Sophie. Eu só quero sentir você. Agora. Porra, eu te quero tanto. Eu te quero desde aquela noite na boate.

Puxei sua cabeça para beijá-lo novamente e ele me beijou de volta, entendendo o que eu queria dizer. Ele me pegou, enganchando minhas pernas em volta de sua cintura e caminho para dentro do meu quarto. Minhas costas bateram sobre a cama. Ele deitou sobre o meu corpo nos aproximando ainda mais.

— Você não pode me dizer que não está sentindo isso. — Eu gravei minhas unhas em seu ombro. — Você não pode negar que está desejando isso.

Eu não podia negar. Eu não queria. Agarrei seu cabelo enquanto nossos lábios colidiam pela quarta vez. Christian puxou o meu vestido e passou suas mãos a partir das minhas coxas até meus seios, apertando-os. Eu estava encharcada. Eu estava pronta para ele.

Minha cabeça girou quando Christian puxou-me para a beira da cama colocou minhas pernas sobre seus ombros, em seguida beijando minha coxa. Seus dedos estavam ligados na minha cintura e sua cabeça movendo-se gradualmente. Minha respiração estava descompassada e eu mexia meus quadris. Ele estava me provocando.

E então, sua língua deslizou em meu clitóris e eu fiquei sem fôgelo. O calor me consumiu profundamente quando ele chupou e lambeu.

— Você tem um gosto tão bom, Sophie. — Ele murmurou, com a boca ainda entre as minhas pernas.

Eu estava sentindo meu corpo pegar fogo. Meu peito subia e desci rapidamente. Ele estava girando a língua em volta de mim, gemendo e quando deslizou um dedo dentro e fora, soltei um alto gemido. Meus Deus! A língua de Christian era simplesmente fantástica. Eu gritei quando ele apertou minha cintura, assim que cheguei no meu limite.

— Eu não posso...

— O que? Christian, você ficou maluco?

— Gata, Ryan é meu amigo.

— Ele também é meu amigo e não tem nada a ver com isso.

— Ele me mataria.

— Quem disse que ele precisa ficar sabendo?

Pelo que eu tinha ouvido, Christian era um viciado em sexo. Eu me senti ofendida com isso.

— Eu não sou boa o suficiente para você? — perguntei.

— Sophie, nunca mais repita isso. Você é a garota mais gostosa que eu já bati os olhos. Eu só não quero magoar você.

— Já está magoando.

Ele riu suavemente e me puxou pelo meu quadril. Seus olhos estavam presos nos meus e seus lábios poucos centímetros distantes. Em menos de um segundo, eu consegui o que queria.

Christian apertou seus lábios contra os meus e envolvi seu pescoço com meus braços. Eu adorava a sensação que estava tomando conta de mim. Ele subiu em cima de mim, empurrando minhas pernas com o joelho ficando entre elas, ainda me beijando.

— Sophie. — murmurou Chris, finalizando o longo beijo.

— Sim?

— Não tem nada acontecendo entre você e Justin, não é? — O quarto parou. — Se estiver rolando algo entre vocês, nós podemos parar o que estamos prestes a fazer.

Eu fiz uma careta.

— Justin não é o cara certo para mim.

Puxei-o selando mais uma vez nossos lábios e coloquei as mãos no cós da bermuda que ele estava usando. Ele endureceu. Era como se ele tivesse parado de respirar.

— Ainda quer falar sobre isso? — murmurei.

— Eu vou ser nada bonzinho com você, Sophie. — Ele sussurrou.

— Você não imagina como fico excitada com homens maus, Christian. — Eu sussurrei.

Antes que eu pudesse respirar, ele empurrou seu pau dentro de mim. Fechei meus olhos, deixando que a sensação dele me consumisse. Eu gemia conforme ele aumentava a velocidade. Ele gemeu quando empurrou para dentro de mim, acariciando delicadamente meus seios e abrindo minhas pernas para enterrar-se profundamente. Gritei o nome dele e arranhei suas costas, gemendo em sua boca.

O suor de seu corpo se deparou sobre o meu quando ele caiu em cima de mim. Estávamos respirando pesadamente, mas ele ainda permanecia dentro de mim. Eu estava latejando e a sensação de prazer nos consumia ainda mais.

— Ooh! Não para Christian, por favor. — gritei em voz alta.

Sua boca chupou meu mamilo, esticando-o com os dentes. Meus olhos estavam completamente revirados.

— Eu preciso que você goze para mim, baby. — ele grunhiu.

Seu corpo estava pressionado com tanta força que pude decifrar cada veia. Meus Deus! Como ele era sexy. Joguei minha cabeça para trás e mordi o lábio até sentir gosto de sangue. Minha unha percorreu as costas de Christian, arranhando por inteiro. Eu não conseguia respirar e meu corpo tremia violentamente.

— Porra, Sophie. Você é muito gostosa.

Alcançamos o clímax juntos. O corpo de Christian caiu ao lado de meu e ele me puxou até minha cabeça pousar sobre meu peito, que subia e descia tão rápido quanto o meu.


Notas Finais


Estão gostando? Espero que sim e que continuem acompanhando.
Deixe sua opinião ou sugestão. Obrigada pelos elogios, favoritos e comentários. Vocês são demais!!!

Roupa da Sophie e Christian: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=189565271
Quem não conhece o tipo da flor que Christian deu para a Sophie: http://girassolflores.com.br/site/wp-content/uploads/2013/09/96.jpg
Quem quiser me seguir no TT: twitter.com/trustinmebieber


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