História All Of Me - Capítulo 17


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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Visualizações 1.515
Palavras 1.735
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


// Preciso De Tua Ajuda

Não foi meu capítulo preferido, mas espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 17 - I Need Your Help


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 17 - I Need Your Help

Sophie Davis

Los Angeles, Califórnia.

Acordei confusa. Muito confusa.

Aquilo de “eu já gostei do Justin” não estava certo. Não existia um passado nessa história. Eu ainda não tinha superado esse sentimento e agora eu estava me sentindo desesperada por ter dito aquelas palavras para o Christian na noite anterior e ter acordado assim, na certeza que nada do que disse, era verdade. Ainda existia algo dentro de mim que pulsava sempre que ouvia o seu nome. Sua banda favorita. Sua música favorita. Seu filme preferido. Tudo. Neste exato momento, eu estava pensando em tudo isso e em tantas outras coisas que tinha a ver com Justin Bieber.

Porra, eu ainda amava aquele idiota e só agora a ficha caiu. Com a presença de Christian diariamente, eu imaginei que tinha colocado um fim no que sentia pelo Justin, mas não, eu ainda sentia algo e se não conseguisse combater isso, alguém sairia machucado. Eu menti para o Christian. Eu menti para mim mesma quando disse que com o Justin me sentia especial sendo amiga, e com Christian, como mulher. Isso não fazia sentido. Nunca fez. Nunca faria.

Saí da cama com cuidado. O relógio marcava quase cinco da manhã e eu não iria conseguir voltar para a cama tão cedo. Peguei meu celular e fui para a sala, fechando a porta devagar para não acordar Christian. Eu precisava fazer alguma coisa, não podia deixar as coisas continuarem assim, me sufocando. Digitei o número do Justin e fiquei encarando a tela do celular durante longos minutos até decidir colocar para chamar.

Ele atendeu no terceiro toque.

“Alô!”

“Justin.”

“Sophie?”

“Sim.”

“Aconteceu alguma coisa?”

“Sim.”

“Onde você está? O que aconteceu?”

“Não é nenhuma tragédia, pelo menos acho que não.”

Então ouvi aquela voz. Não uma voz conhecida, mas eu estava ciente que era a voz de uma mulher. Justin estava acompanhado e eu senti meu estômago revirar. A voz desconhecida o chamou algumas vezes e depois revelou estar esperando-o. Era madrugada, ela estava esperando ele foder ela. Justin não iria mudar nunca. Nunca.

“Acho que liguei na hora errada.”

“Sophie, não desliga essa merda de celular.”

“Você está ocupado, podemos conversar outro dia.”

“Você não está bem e eu como amigo preciso saber o que está acontecendo.”

“Pode continuar o que estava fazendo, não tinha intenção de te atrapalhar.”

“Sophie, não começa, por favor”.

“Não quero que sua peguete da noite fique com raiva.”

“Eu quem estou começando a ficar com raiva.”

“Christian me pediu em namoro, oficializamos essa noite.”

Não, não era isso que eu queria falar para ele. Não era isso que eu iria dizer para Justin em plena madrugada, mas o meu cérebro preferiu que fosse. Eu iria dizer que o amava e que nós nascemos para ficar juntos. Ia dizer que queria fugir com ele para bem longe, mas não consegui, o outro lado ficou mudo, assim como o meu lado ficou. Estávamos apenas escutando a respiração um do outro e eu estava quase chorando.

“Um pedido oficial no jogo do Lakers com direito a aliança.”

“Eu entendi Sophie, não precisava contar detalhes”.

“Desculpa.”

“Tudo bem, preciso desligar.”

“Justin.”

“Oi?”

“Não vai falar nada?”

“O que eu deveria falar?”

“Sei lá, somos amigos e você deveria estar feliz por mim”.

“Parabéns, Sophie, eu estou feliz por você, Christian é um cara de sorte e você merece ser tratada como uma dama”.

“Obrigada.”

Ele não disse tchau. Ele apenas deu um fim naquela ligação desligando na minha cara. Eu queria sumir. Eu queria matar o Justin e depois me matar. Por mais que ele tivesse dito que estava feliz, eu o conhecia muito bem para notar seu tom repleto de raiva.

 

Justin Bieber

Atlanta, Georgia.

Kristen me encarava confusa enquanto eu me aproximava e sentava no canto da cama, abaixei a cabeça, ainda com o celular nas mãos. Eu estava voando. Meus pensamentos iam a mil por hora. Era muita informação. Ela parecia estar a fim de me contar outra coisa, mas assim que Kristen me chamou, Sophie ficou indiferente e me jogou essa bomba. Ela não é assim. Ela não falaria isso na lata. Essas coisas merecem ter um preparo.

— Está tudo bem?

— Sim, só preciso de um tempo.

— Não vai me dizer que Justin Bieber está apaixonado? — ela sorriu e massageou meus ombros.

— Jamais, esse feitiço não cai sobre mim.

— Tem certeza? Caiu sobre mim, que sou sua versão feminina.

— Mulheres sempre caem nessa.

— Virou menina?

— Idiota. — gargalhamos.

— Seja sincero comigo, está apaixonado e a garota tem outro cara?

— Não estou apaixonado.

— Pelo menos a fim dela?

— Não sei.

— É disso que estou falando. — ela puxou um puf e se sentou em minha frente — Justin, não tente ignorar esse sentimento, porque você vai acabar ficando louco e vai ferrar com sua vida tentando esquecer essa garota.

— Ela se chama Sophie, mora em Decatur e está namorando com Christian Beadles. Sim, aquele meu amigo Christian. Ontem ele a levou para o jogo do Lakers e pediu ela em namoro, algo oficial, com direito a aliança e tudo mais.

— Ela disse isso durante a ligação?

— Eu insisti.

— Por quê?

— Ela disse que não estava bem, mas assim que ouviu sua voz, jogou essa bomba e eu fui obrigado a desligar sem me despedir.

— Meu Deus, Justin, me desculpe.

— Você não tem culpa.

— Vá atrás dela.

— Não.

— Justin, larga de ser bundão.

— Ela gosta dele.

— Claro que não.

— Kris, ela está namorando ele. Sophie não teria aceitado se não estivesse gostando dele e eu digo isso porque a conheço bem. — passei as mãos no rosto e respirei fundo — Ela merece estar com ele. Christian sabe como tratar uma garota e Sophie é muito especial.

— Acha isso mesmo?

— Sim.

— Ela sente o mesmo?

— Já sentiu, mas fui um grosso com ela.

— Você a magoou.

— Exatamente.

— Nada que uma boa conversa possa resolver.

— Não estou a fim de estragar um relacionamento.

— Tudo bem, não vou insistir.

 

Christian Beadles

Acordei sozinho na cama. Peguei o celular e faltavam apenas alguns minutos para podermos sair em direção à praia. Imaginei que ela tinha colocado seu despertador antes do meu, mas mudei de ideia quando a escutei chorando. Coloquei minhas chinelas e saí do quarto cambaleando rapidamente e a vi sentada em uma cadeira na varanda com as mãos cobrindo o rosto. Aquela cena era de partir o coração.

— Sophie, o que aconteceu? — ela não conseguia falar — Fala o que aconteceu, estou ficando preocupado.

Seu olhar piedoso fizera que eu a abraçassasse bem forte. Suas mãos tremiam assim como suas pernas. Ela parecia uma criança que tinha se perdido da mãe. Sophie não conseguir dizer nada, apenas chorava e chorava. Ela estava confusa, assim como eu. Deveria existir um motivo para ela estar assim, e eu já imaginava do que se tratava.

— Desculpa. — enfim ela disse algo para me aliviar — Não posso te enganar.

— Sophie, o que foi?

— O discurso da noite passada. — então a ficha caiu.

— Você gosta dele, não é?

— Eu gosto de você.

— Você está dividida?

— Eu gosto de você.

— Eu sei gosta, você não iria mentir para mim.

— Me desculpe.

— Sophie, não podemos mandar no nosso coração.

— Eu gosto dele, mas quero ficar com você porque vejo um futuro ao seu lado. Você é tão cavalheiro e atencioso, eu amo quando estamos juntos e sinto tanta falta quando estou em Decatur e você em Atlanta. Eu quero você, Chris, você é o cara ideial e eu preciso de você. — ela dizia tudo olhando em meus olhos — Isso é horrível, mas preciso da sua ajuda. Não desista da gente.

— Eu gosto tanto de você, que seria louco em não te ajudar.

— Eu quero você. — Sophie disse selando nossos lábios.

— Você não está bem para fazer isso.

— Não pense que estou fazendo isso para esquecer o que está acontecendo. Você é o cara certo e eu quero ficar com você até você se cansar de mim.

— Eu nunca me cansaria de você.

— Então faça o que estou pedindo.

Peguei Sophie no colo colocando suas pernas em volta da minha cintura e seus braços me envolveram, deslizando pelas minhas costas. Coloquei ela sobre a mesa de sinuca que ficava no centro da enorme sala do meu apartamento e segurei seus seios, massageando-os enquanto ela gemia um “você é magnífico”, fazendo-me delirar. Abri suas pernas e ela arfou, abaixei minha cabeça para lambê-la. Sophie era tão doce. Seu gosto era tão bom. Ela estava enlouquecida de prazer e não iria aguentar por muito tempo. Sophie arqueou o corpo, apoiando-se sobre os cotovelos e assisti ela atingir o orgasmo. Não esperei e agarrei seus quadris investindo rapidamente fazendo-a perder o controle e começar a gritar de excitação.

— Mais rápido.

Sophie envolveu minha cintura com as pernas em sinal de desespero e eu fui o mais fundo que podia. Ela ficou sem ar.

— Eu estou no comando – sussurrei.

Acelerei os movimentos. Não iríamos segurar por mais tempo, estávamos ofegando e o peito de Sophie subia e descia descontroladamente.

 

Sophie Davis

Los Angeles, Califórnia.

Era só dele que eu precisava, ele é o certo, somente ele será capaz de me preencher de me amar me respeitar como mereço e almejo. Eu o amo, sei que sim, não estou sendo hipócrita em dizer isso, acho que podemos carregar conosco vários tipos de amores, com intensidades diferenciadas, mas não significa que não amamos verdadeiramente. Com Christian me sinto inteiramente amada, mas não posso me deixar cegar pela ilusão. O amor não é reciproco quando não amamos a pessoa na mesma intensidade. Fechei meus olhos entregando-me completamente a ele, deixando que ele me possuir por inteira.

— Agora será você e eu, apenas nós dois. Obrigada por me amar e por ter tanta paciência comigo. — selei nossos lábios e ele me abraçou forte, pegando-me no colo em seguida e caminhando em direção ao quarto.

Justin se escondia de seus problemas usando mulheres. Ele as usava para fingir que estava tudo bem, mesmo sabendo que em uma hora ou outra, ele não seria forte o suficiente para suportar tudo. Ele sempre foi assim e não iria mudar de uma hora para outra, mas, por algum motivo, pensei que eu poderia ajudá-lo. Enganei-me. Justin não aceita a ajuda de ninguém, e seu lado mulherengo sempre gritavam quando acontecia algum problema. Justin era assim e iria continuar sendo até alguém bater a real para ele. Eu não estava mais disposta em tentar ajudá-lo, por isso estava desistindo de vez. 


Notas Finais


Vou tentar postar mais capítulos neste feriado. Não prometo, mas farei o possível.


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