História All Of Me - Capítulo 27


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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Exibições 1.044
Palavras 907
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O título do capítulo é uma merda como o capítulo. Desculpem pelo tamanho e pelo péssimo final.
Logo vocês vão saber sobre o Christian e o passado de Sophie.

Precisei terminar este capítulo assim, para que o próximo não continue com essa mesmice de sempre.
BOA LEITURA!

Capítulo 27 - The Pain Of Loss (a dor da perda)


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 27 - The Pain Of Loss (a dor da perda)

SOPHIE DAVIS

“Sophie, espere por mim”.

Era tudo que eu consegui escutar enquanto corria pelo enorme corredor daquele maldido hotel. Eu estava fora de mim e não sei como estava conseguindo correr após o que acabara de saber sobre meu irmão e das duras palavras que disse ao Justin. Meu Deus! Eu fui tão grossa com ele.

Quando senti as minhas pernas amolecerem, decidi que era hora de parar e tentar me acalmar para voltar pra casa. Eu precisava dirigir de volta e encontrar a minha mãe. Tínhamos um funeral e eu não podia colaborar para que houvesse outro.

— Porra, Sophie. Larga de ser teimosa. — disse Alfredo me abraçando antes que eu caísse naquele chão frio e duro.

— Alfredo. — choraminguei abraçando-o fortemente. — Porque ninguém me avisou?

— Elas tentaram, mas você é teimosa demais e decidiu vir até aqui.

— Eu precisava de respostas.

— Por que não telefonou?

— Ele não iria me atender.

— Claro que iria, ele ama você.

— Não, ele me odeia. Eu fiz isso.

— Você estava nervosa e confusa.

— Eu fui má. Eu fui horrível.

— Ele vai se esquecer disso, fique tranquila.

— Fui expulsa do quarto dele.

— Eu sei. Eu ouvi tudo e sinto muito pelos dois.

Tudo que o Alfredo já fizera na minha vida meu irmão jamais fez. Michael jamais se importou com a minha felicidade, ele apenas queria se dar bem e para isso ferrou com a minha vida. Ele era a única pessoa que sabia das coisas horríveis que fiz no passado e agora que ele está morto, me sinto aliviada por saber que ninguém nunca irá descobrir, e triste, porque apesar de tudo ele era o meu irmão e eu o amava.

— Eu vou levar você para casa.

— Obrigada.

— Justin também vai.

— Não Alfredo, ele não tem esse direito.

— Ele iria antes de você chegar feito uma maluca.

— Mas...

— Sem essa de “mas”. Vou levar você para beber um copo d’água e nos encontramos com Justin no saquão do hotel.

Eu não podia negar isso. Por mais que eu tenha sido grossa com Justin ao falar aquelas coisas horríveis, ambos sabíamos que eu precisava dele por perto neste momento tão delicado. Um pedido de desculpas não estava tão próximo, mas nossa relação era assim desde o dia em que aceitei que ele dividisse o apartamento comigo. Justin estava certo desde o começo, nós dois não daríamos certo juntos. Nunca. Eu preciso seguir em frente sem ele.

 

(...)

O caminho de volta parecia ainda mais longo. Alfredo e Justin estavam na frente e eu atrás com a cabeça encostada na janela enquanto a chuva caía. Eu não parei de chorar um segundo sequer. Quando meu peito aliviava, a dor voltava ainda mais forte e meus pensamentos corriam como flashes. Durante todo o trajeto, eu pensara em meu irmão. Quando éramos apenas duas crianças, nós nos dávamos tão bem. Quando nos tornamos adolescentes, as coisas começaram a desandar e se eu não tivesse acordado a tempo, provavelmente a minha mãe estaria com seus dois filhos sete palmos abaixo da terra.

— Mãe! — sussurrei assim que entrei na minha casa abraçando-a enquanto chorávamos juntas. — Eu sinto tanto. Eu não consigo acreditar. Me perdoe por não estar lá com você quando te avisaram.

— Está tudo bem querida. Seu irmão sabia que este era o fim. Por favor, fique calma. Você está tremendo.

— Sophie, meu amor. — disse Christian se aproximando.

— Por que você não me avisou?

— Você saiu pela manhã.

— Você ficou sabendo antes.

— Eu não sabia como. Sinto muito. — seu olhar ficou frio quando ele notou a presença do Justin. — Obrigado por trazê-la, pode sair.

Antes que Justin se aproximasse, caminhei em sua direção e segurei em seu braço olhando para Christian.

— Ele não precisa sair.

— Nós não precisamos dele aqui.

— Qual o seu problema? Tem medo dela descobrir o seu verdadeiro “eu”? — encarou Justin furioso.

— Vá embora, Justin.

— ELE NÃO VAI SAIR DAQUI! — gritei sem saber o porquê — Eu já estou cansada disso. Sempre é a mesma coisa. Christian, você precisa entender que as coisas não funcionam assim comigo. Eu estou com muita raiva do Justin, mas eu sei reconhecer que preciso dele neste momento. Você é o meu namorado e ele o meu amigo. Coloque isso na sua cabeça.

— Acho que você deveria fazer o mesmo, Sophie.

— CHEGA! Eu me cansei. — finalizei a conversa correndo para o meu quarto e trancando a porta para que ninguém me perturbasse.

 

JUSTIN BIEBER

— Parabéns, Christian.

— Não enche.

— Fique tranquilo. Não irei abrir os olhos dela, deixarei ela descobrir quem é o seu namorado sozinha. Aproveita enquanto ela ainda te aceita.

Eu estava de saco cheio dessas briguinhas sempre que nós três nos encontrávamos. Christian e eu éramos inseparáveis no passado, foi só a Sophie decidir escolher ele para ser seu namorado que as coisas se complicaram entre nós. Eu conheço ele o suficiente para não querer que ele seja seu namorado. Também conheço Sophie muito bem, e sei que ela merece alguém melhor. Melhor que Christian e eu.

— Decidi que é melhor eu ir para casa. Não quero destruir um relacionamento e espero que Sophie entenda. — comentei com Alfredo e Beatrice.

— Espere para ir após o enterro. Ela vai precisar de você.

— Ela tem o Christian.

— Ele vai viajar.

— O que? Sophie precisa dele com ela.

— Já estava marcada a viagem e foi ela quem me contou. Ela também pediu para você não ir embora.

Se existia uma pessoa capaz de me deixar confuso, essa pessoa era Sophie.



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