História All Of Me - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Exibições 925
Palavras 1.913
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, boa leitura!

Capítulo 31 - Califórnia


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 31 - Califórnia

Dois anos depois...

Justin Bieber

Haviam se passado setecentos e vinte dias e nada de Sophie aparecer. Procuramos por ela durante todo este tempo e infelizmente não conseguimos uma pista sequer. Eu estava me sentindo um inútil por não ter sido capaz de encontrá-la no dia que ela fugiu. Se eu não tivesse a expulsado aquele dia que fizemos amor pela última vez, nada disso teria acontecido. Ela teria me procurado e estaríamos juntos. O problema é que eu sempre agi na impulsividade e estragava tudo.      Desde aquele dia doze de outubro, não conseguimos encontrá-la ou entrar em contato. Pensei nela todos os dias e ultimamente não estava conseguindo fazer um show sem esquece à letra de duas ou três músicas. No momento nem me importo se ela não quiser ficar comigo, eu só preciso saber se ela está bem. Preciso saber se ela está viva e se tem alguém cuidando dela.

Há um ano me informaram que ela estava de volta na cidade em que nascera e imediatamente peguei um voo na esperança de encontrá-la. Assim que cheguei a casa em que sua mãe morava, uma vizinha revelou que Valentine havia se mudado e não avisara para onde iria. Aquilo tinha sido a gota d’água. Ela sabia o tamanho do meu desespero de encontrar a sua filha e estava ajudando-a a se esconder de todos. Voltei para Atlanta decepcionado. Os meninos da banda não estavam querendo acreditar, ao contrário de Beatrice, que estava muito tranquila. Se ela soubesse do paradeiro de Sophie, eu iria matá-la. Juro que faria isso.

 

(...)

Hoje era nosso dia de folga e os meninos da banda estavam reunidos no meu apartamento para curtirmos um pouco antes de voltarmos para a estrada. Uma batida na porta atrapalhou a partida de futebol que Ryan e eu estávamos jogando no vídeo game. Pausei o jogo e fui ver quem estava ali, já que todos os convidados estavam espalhados bebendo e conversando uns com os outros.

— O que você veio fazer aqui? — perguntei travando o maxilar de raiva ao me deparar com Christian na minha frente.

— Eu precisava ver isso pessoalmente. — respondeu descaradamente Christian. — Por sua culpa ela fugiu e fico feliz em saber que após tanto tempo ela não voltou para encontrá-lo.

— Acabou que você não conseguiu o que queria.

— Digo o mesmo. E digo mais... — comentou pegando o celular. — Você se lembra do bilhete: “Sophie, precisei sair cedo para dar os passos seguintes do meu sonho. Não quis acordá-la e achei melhor usar este pequeno pedaço de papel para avisar que não irei atrás de você. O que aconteceu entre a gente ficou neste quarto e eu espero que não fique chateada com isso, mas você sabe que é o melhor a ser feito. Adeus.”? — perguntou Christian olhando nos meus olhos enquanto sorria.

— Foi você?

— E você que achou que teria uma noite com a minha garota e a teria para sempre? — ironizou sorrindo.

— Por isso ela me mandou aquela mensagem neste mesmo dia.

— Você é um idiota, Justin. Mais idiota ainda por acreditar que ela faria isso com você!

— Não foi ela quem escreveu aquilo?

— Claro que ela nunca teria feito aquilo. Ela nunca esqueceu você e acabou que nem eu e muito menos você, ficou com ela no final. Agora o que te resta, é chorar pelo leite derramado. Você é um perdedor. Acabou sozinho por não ter valorizado Sophie e eu ainda tenho Patrícia e meu filho.

— Você é um lixo. Como pôde enganar as duas de tal maneira? Nunca imaginei que você se tornaria um monstro. — rosnei antes de dar-lhe dois socos no rosto e um no estômago.

— JUSTIN! — gritou Beatrice assustada — O que é isso?

— EU VOU MATÁ-LO.

— ACALME-SE, JUSTIN. — apareceu Alfredo me segurando com ajuda de Ryan.

— Christian, o que aconteceu?

— Apenas abri a mente dele dizendo que ele não vai ficar com a Sophie.

— Sério Christian? Depois de tanto tempo você resolve aparecer para causar intrigas?

— Eu precisava ver que ela não voltou a procurá-lo. Imaginava que ela apenas daria um tempo, mas pelo que vejo ela realmente não quer nada com você.

— Se você não for embora eu juro que te mato. — estava a ponto de explodir.

 

Ryan me soltou e saiu empurrando Christian para fora do meu apartamento. Eu precisava quebrar coisas. Socar as paredes. Eu precisava me acalmar antes que ficasse louco.

— O que ele te disse?

— VÃO EMBORA! Todos vocês. Eu não quero saber de Christian e muito menos de Sophie. Se ela sabia de tudo e mesmo assim preferiu fugir ao invés de me procurar, foi porque ela quis que fosse assim. Nenhum de vocês irá procurá-la. Ela fez a sua escolha e a partir de amanhã, quero que todos se esqueçam dela e arrumem as coisas para nossa viagem. Vou telefonar para o pai de Beatrice agora e pedir para que ele garanta uma agenda lotada. Desde o começo eu sabia que Sophie seria um erro e tudo que ela fez foi ferrar com a minha vida. Esqueça ela como ela fez conosco. A mãe dela esteve presente e viu o nosso desespero para encontrá-la e durante este tempo todo estava ajudando Sophie a se esconder. — respirei fundo e prossegui — Eu juro que se alguém souber dela, espero que suma e não dirija a palavra novamente pra mim. Eu nunca gostei de uma garota como gostei dela, todos vocês sabem. Então, a partir deste momento irei apagar Sophie Davis da minha vida para sempre. Se algum dia ela resolver aparecer, não permitam que ela se aproxime de mim, pois irei cometer uma loucura. — todos estavam me encarando assustados. — Fiquei claro?

— Sim, Justin. — responderam em coro.

— Preciso de um tempo sozinho. Não vou levar o celular comigo, tenho que esfriar a cabeça porque amanhã temos um show muito importante na Califórnia e eu quero fazer dele o melhor de todos. — peguei o moletom e parei na porta já aberta. — Não se preocupem comigo, só vou caminhar. Continuem se divertindo.

Desci pela escada, não estava com paciência de esperar o elevador. A minha vontade era socar algo ou alguém até quebrar meus dedos. Como Christian teve a capacidade de aparecer após tanto tempo? Meu Deus! Se Sophie aparecesse agora na minha frente eu iria enforcá-la. Eu a faria pagar por tudo que me causou desde o dia em que lhe dei carona para casa quando ainda morávamos em Decatur. Desde aquele maldito dia eu soube que ela seria um erro. Por isso não aceitei entrar com ela, mesmo querendo muito. Por isso sempre dormia com outras garotas, para ela cair na real e ver o tipo de pessoa que eu era. Quer dizer, eu ainda sou assim. Eu devo ser ainda pior.

— AAAAAAAAAAAH! INFERNO! — gritei o mais alto que consegui. — POR QUE, SOPHIE? POR QUE VOCÊ FEZ ISSO COMIGO? SUA MALDITA! INFELIZ!

 

(...)

— Justin, acorda senão vamos nos atrasar. — uma voz distante me chamava — Porra, cara.

— O que é? — resmunguei abrindo os olhos com dificuldade.

— Você precisa comer algo, daqui alguns minutos pousaremos na Califórnia e você está dormindo há horas.

— Talvez porque eu esteja com sono e não com fome.

— Não começa a descontar sua ira em mim.

— Desculpa bro.

— Vamos ser entrevistados assim que chegarmos ao Hotel.

— Trice me disse no aeroporto

— Controle-se.

— Não prometo.

Eu amava a Califórnia. No primeiro show que fizemos aqui senti vontade de me mudar. Em minha opinião era um dos lugares mais lindos que tive a oportunidade de visitar. Era verão e a tarde estava simplesmente espetacular. Assim que chegamos ao hotel fomos nos encontrar com a imprensa e aguardamos alguns minutos para sermos chamados ao vivo por um programa local.

Entrevistadora: Boa tarde Califórnia, estamos ao vivo com os garotos do momento. Canadian Warriors conquistou os jovens do mundo inteiro há dois anos e desde então não saíram das paradas. Hoje e nas próximas duas noites a banda fará um show no Dodger Stadium e os ingressos já estão esgotados. Alfredo, as fãs estão querendo saber sobre o seu noivado com Beatrice. Alguma previsão para o casamento?

Alfredo: Elas estão mais animadas que Beatrice. — respondeu sorrindo. — Conversamos muito sobre isso, mas ainda não sabemos uma data certa para que aconteça.

Entrevistadora: Vocês também conversam sobre construir uma família?

Alfredo: Beatrice sonha em ser mãe e eu adoro crianças, mas no momento estou focado na banda e o fato de viajarmos pelo mundo complica. Quando for o momento certo, vamos fabricar filhos lindos.

Entrevistadora: Ao contrário do Alfredo, Ryan não parece se preocupar em construir uma família. Segundo seus fãs, você gosta de sair e curtir a noite rodeado de lindas mulheres. Nunca foi fisgado por alguma delas?

Ryan: Gata, você acabou de me fisgar. Desde que coloquei os pés nesta sala, fiquei imaginando as suas pernas em volta do meu corpo. — ele sempre surpreendia todos nas entrevistas, mas hoje ele se superou e eu amo esse garoto.

Entrevista: Se você queria me deixar envergonhada, conseguiu. — revelou a moça com o rosto rosado. — O que pretende fazer durante sua estadia na Califórnia?

Ryan: Sair com mulheres lindas, como você. — respondeu piscando e arrancando gargalhadas de todos.

Entrevistadora: Certo. Justin, em suas redes sociais você revelou adorar a Califórnia. O que te conquistou?

Justin: Lindas mulheres e o pôr do sol.

Entrevistadora: Não querendo bancar a curiosa, mas eu acompanho a banda há algum tempo e tenho em comum com seus fãs uma curiosidade. Quem é a moça de All Of Me?

Justin: Pra mim All Of Me era uma música, não uma mulher. — pelo olhar de Alfredo vi que ele queria me dar um murro.

Entrevistadora: “O que eu faria sem sua boca esperta? Estou me arrastando e você me está me dispensando. Estou com a cabeça a mil, sem brincadeira, não posso te forçar a nada. O que está se passando nessa mente linda? Estou em sua jornada misteriosa e mágica, e estou tão confuso que não sei o que me atingiu, mas eu vou ficar bem.” — a letra da música que fiz para Sophie fazia mais sentido agora do que quando a escrevi. — Jura que te dispensaram? Essa garota deve estar arrependida, tenho certeza.

Justin: Eu dispenso as garotas, não o contrário. — garanti mesmo sabendo que não era bem assim.

Entrevistadora: Surgiram boatos que você estaria saindo com a namorada de um antigo amigo seu, confirma essa história?

Justin: Fazer o que se elas preferem Justin Bieber?

Entrevistadora: Então essa garota foi à culpada pela crise que a banda viveu no ano passado após o seu envolvimento com as drogas?

Justin: Usei drogas naquela época porque eu estava a fim de experimentar. Ninguém me obrigou a fazer aquilo, muito menos colocou uma arma na minha cabeça me ameaçando. Nós fazemos nossas próprias escolhas, não posso fazer nada se jornalistas fofoqueiros se preocupam mais em falar mal dos artistas ao invés de estudarem um pouco mais para saberem o que dizer na hora da entrevista. — ironizei dando um sorriso e acenando para a câmera. Deixei-a sem palavras.

Entrevistadora: É com vocês aí no estúdio. — finalizou a entrevista me dando um olhar maligno e se afastando.

— Precisava disso?

— Já dei muitas entrevistas e sempre falei que odeio quando tocam neste assunto.

— Porra, cara. Por sua culpa já era uma boceta. — reclamou Ryan.

— Garanto que lá fora tem várias molhadinhas esperando por você.

Despedi dos garotos. Distribui autógrafos. Fiz selfies. Peguei todos os presentes e subi para o quarto para poder descansar. O dia seria longo, graças à intromissão da jornalista.


Notas Finais


O que será que está por vir?


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