História All Of Me - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Visualizações 2.404
Palavras 1.939
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


// Eu Quero Essa Mulher

Espero que gostem, boa leitura.

Capítulo 4 - I Want This Woman


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 4 - I Want This Woman

Justin Bieber

Penso na Sophie o tempo todo. Com a cabeça, quando tento trabalhar e com a pele, quando estou com outra mulher, e juro que aquele ela me vira do avesso toda vez que ela fala comigo.  Sempre foi fácil para mim arrumar mulher, mas a Sophie é tudo, menos fácil. No ano passado, tive a oportunidade de satisfazer todas as minhas fantasias com ela, que são muitas. Para falar a verdade, eu quero essa mulher.

É um milagre a gente não ter se pegado ainda. Mas Ryan deixou bem claro que, se eu magoar a Sophie, a porrada vai rolar. Eles tem uma ligação muito forte, desde que ela se mudou para cá. Como se fossem irmãos. Então fiz a coisa certa ao dizer “não” para Sophie quando tudo o que eu mais queria era dizer “sim”. Agora estou aqui nessa situação horrível de ser amigo dessa mulher. Tenho sonhos intermináveis com ela, e às vezes sinto vontade de atravessar aquele mini corredor e atacá-la em seu quarto. Sou Justin Bieber, não consigo controlar meus pensamentos safados.

Arrumei a área de gravação e folheei a setlist que estava em cima da mesa. O som da banda que estava começando a se formar é muito pop para o meu gosto, mas é pesado o suficiente para os meninos adolescentes curtirem. Ser de uma banda dá trabalho.

Por três horas e meia, ajustei os vocais e mixei instrumentos para terminar as primeiras cinco músicas. Eu precisava entender o que tem por trás de cada música antes de deixar tudo no jeito. O pessoal sabe quando estou de mau humor e hoje eu me sentia assim. Tudo por causa de Sophie. A gente é amigo antes de ser colega de banda, e eles entendem como me sinto sem eu precisar falar.

Depois de gritar e suar todas as coisas ruins que me aconteceram hoje na porta do estúdio, joguei o microfone no chão e limpei o rosto com a camiseta. Sentia-me bem melhor. Uma parte minha estava aliviada, mas a outra um dia acabaria me matando.

— Aquela música que você estava escutando quando chegamos, é sua voz? — o vocalista me perguntou na dúvida.

— Sim.

— Vocês cantam aquele estilo? Não recordo de ouvir em seus CDs.

— Estava aqui no estúdio e de repente a letra foi surgindo na cabeça e por incrível que pareça, gostei dela nesse ritmo. Combinou muito.

— Porque não cantam no show?

— Não combina com a banda.

— Mas as pessoas iriam gostar. Eu não curto esse ritmo, mas essa ficou ótima.

— Acha mesmo?

— Muito. Foi para alguma garota? A letra é meio diferente.

Soltei um suspiro e fomos caminhando para fora do estúdio.

— As melhores músicas não são todas sobre mulheres? É aquele tipo que você não pode viver sem, mas nunca consegue conquistar.

— Você tem uma dessas?

Soltei uma gargalhada amarga e parei perto do meu carro.

— Pode crer que sim.

Mandei um torpedo para o Ryan avisando que estava a caminho, e ele avisou que era melhor eu me apressar, pois o bar estava cheio. O bar está sempre lotado. Até aí, nada de novo.

Quando entrei, reparei que Candice estava me olhando, mas nem dei moral. Sei que a Sophie a odeia e que minha obrigação de amigo é ter inimigos em comum, mesmo achando ela muito gostosa.

Cruzei o olhar pelo bar a procura dos meninos e assim que vi Sophie sorri para ela, que me olhou por um segundo e virou o rosto sem esboçar nenhuma expressão. Mesmo quando há uma forte tensão sexual entre a gente, ela sempre sorri quando me vê. Achei estranho.

— O que foi que deu nela? — perguntei me aproximando da mesas dos garotos.

— Scot apareceu faz uns minutos e, desde então, ela está agindo estranho.

Por mais que eu me esforce, tenho absoluta certeza que minha cara entrega tudo quando olho para essa mulher. Virei a dose de tequila e peguei a outra, que Ryan nem tinha encostado ainda, e mandei para dentro. Ela era muito gostosa e estava sendo muito difícil não trepar com ela. Minha vontade era fazer com ela o que faço com as outras. Eu queria apenas dormir com ela, mas por ela ser a melhor amiga do guitarrista da banda, que por sinal é o meu melhor amigo, seria impossível.

— O mané do Scot trouxe um buquê de flores gigante para Sophie. Acho que ele quer aprofundar a relação deles, mas ela falou que vai ao show, com o Alfredo e eu no dia dos namorados. — finalizou Beatrice.

É um show importante para banda e é muito importante para mim, quero a presença dela. Ela não seria louca de faltar.

— Já faz um tempinho que eles estão saindo. Acho que ele está pressionando muito a Sophie. — disse Alfredo.

— Quem sabe eles não oficializam o namoro?

Espremi os olhos e quando os abri, Sophie me encarava de cara feia.

— Para com isso.

Tentei fazer cara de inocente, mas essa não é uma cara que sei fazer.

— Que foi? — perguntei.

— Para de fazer essa cara sempre que vê o Scot. Falei para ele vir sentar com vocês, mas aí ele viu o Justin com cara de quem estava planejando um assassinato e não aceitou. Você é um idiota.

Ignorei pegando o copo e passei os olhos pelo seu corpo gostoso. Ela usava uma saia curta e uma blusa superjusta que deixava tudo do jeito que eu gostava. Eu estava perdido nos meus pensamentos, imaginando aquelas pernas enroladas em volta da minha cintura, mas a Sophie me deu um tapa do lado da cabeça atrapalhando.

— Pode parar. Se liga Justin. Tem certeza que não bateu a cabeça no chão quando a gente caiu hoje mais cedo?

— Você vai me dar o cano no show do dias dos namorados? — percebi a intensidade do meu tom de voz e foi impossível disfarçar a ironia.

— Não sei. — bufou — Beatrice e Alfredo somem todas às vezes. Você vai estar em cima do palco e sempre me troca por alguma vagabunda. E o Scot me convidou para jantar.

Seus lindos olhos verdes pararam em mim e ela mordeu o lábio. Meu pau latejou, mesmo sabendo que ela fez isso de nervosismo.

— Não sei ainda. — finalizou.

A gente ficou se olhando em silêncio por um tempo. Acabou ficando um clima esquisito. Queria pedir para ela dar o fora no Scot e ir ao show, e acho que era isso que ela queria ouvir. Ela faria isso.

— Bom, você precisa se divertir. Vai para sua noite romântica no dia dos namorados. Você merece ter uma noite especial.

Uma expressão que não consegui interpretar formou em seu belo rosto. Ela é ótima para disfarçar. Seja o que for, a expressão desapareceu rapidamente, assim como ela.

 

Sophie Davis

Liguei para o número da chamada perdida todos os dias, mas não completava a ligação. Fiquei apreensiva só de imaginar que poderia ser meu irmão, eu não conseguia me livrar desse sentimento ruim que estava tomando conta.

Voltei a pensar na proposta de Scot e para ser sincera, não quero passar o dos namorados com ele. Apesar de ser um cara legal, quando ele entrou no bar com aquelas flores ridículas, tudo o que eu queria era jogá-las na sua cara. Que tosco. Não consigo sentir pelo Scot um pouquinho do desejo que sinto pelo Justin.

A última vez que transei com alguém, foi com um cara da faculdade. Fiquei com ele assim que levei um fora do Justin ano passado. Só serviu para eu me sentir pior ainda. Sou tão atraída pelo Justin e ultimamente está ficando difícil fingir esse sentimento. No fundo, o que quero de verdade, o meu desejo mais profundo, não combina muito comigo. Dei um pulo quando vi minha melhor amiga se sentar na cadeira do meu lado.

— Falei seu nome umas cinco vezes. Parece que você estava tentando resolver um assunto muito sério nos seus pensamentos.

Fiquei passando o dedo no contorno da capa do livro e me recusei a olhar para Beatrice.

— Acho que está na hora de terminar com o Scot. — falei.

— Isso por acaso tem a ver com o dia dos namorados?

— Talvez. — respondi.

Ela ficou me observando por um segundo, depois se encostou na cadeira.

— O que você está a fim de fazer amanhã à noite?

— Queria ir ao show com todo mundo. — bufei. — Mas aí o Scot apareceu no bar com flores e me fez um convite para jantar com ele. Então, Justin chegou e disse que eu devia aproveitar, porque mereço. E agora não faço a menor ideia do que estou a fim de fazer, mas acabei me irritando por dois motivos.

— Então me conta quais são os motivos.

— É bobagem.

— Se você está de cara amarrada, não pode ser bobagem. Tem alguma coisa te incomodando.

— Gosto do Scot, acho ele legal e romântico, mas me incomoda ele nunca querer sair com os meus amigos. A gente tem algumas coisas em comum, mas... — respitei bem fundo e continuei — Não deveria ter um “mas”, no entanto tem.

— Mas o que, Sophie? — ela não ia perder a oportunidade.

— Não tem química.

— Isso não é nada bom.

— Jura? — debochei — Não me sinto atraída pelo Scot. Pensa comigo, se o homem que vive no quarto do lado sai de lá sem camisa, eu fico sem reação. Ver o Justin no palco todo suado e sexy, ficar tão perto dele me causa orgasmos instantâneos e é por isso que eu estou irritada. Não quero sentir isso por ele, por mais que eu tente, não consigo de jeito nenhum. — desabafei passando as mãos no rosto.

A Beatrice me encarou por um tempão com cara de quem entendia tudo.

— Bom, você sabe que não dá para manter um relacionamento sem nenhuma atração física. E, quanto ao Justin, talvez só precise tirá-lo da cabeça. O que aconteceu no ano passado continua aí.

— Já tentei isso e ele me deu um fora, o que só fez piorar o meu desejo de tê-lo só pra mim.

— Acha mesmo que se tentar seduzir o Justin novamente, ele vai dizer não?

— Não quero ter que sair às pressas de manhã e sumir, porque não daria certa nossa convivência caso alguma coisa rolasse. E outra, eu não arriscaria levar um fora novamente.

Odeio o fato de ela ter razão. Passei o dia inteiro pensando nisso e não cheguei a nenhuma conclusão.

 

[...]

Estava me preparando para dizer que íamos ter que cancelar os planos, mas Scot me pegou de surpresa avisando que havia se adiantado e feito as reservas no restaurante.

— Isso é muito fofo, mas como eu te disse, não sei se quero passar à noite com você. Acho que não quero a mesma coisa que você sobre esse relacionamento, e já conversamos sobre isso.  Me desculpe, sei que não é isso que gostaria de ouvir.

— A gente pode ir jantar, podemos tentar. O que acha? Depois, você decide.

— Olha, eu tenho planos de assistir ao show da banda do Justin amanhã à noite. Posso jantar com você, mas vai rolar só o jantar. Não vou mudar de ideia. Já está na hora de acabar.

— Não precisa ficar tentando me poupar. Ninguém em sã consciência chamaria seus amigos de legais, especialmente aquele que mora com você.

— Não tem nada a ver. Eu simplesmente sei quando não rola e não vou forçar a barra. Se quiser, cancele o jantar. Não irei me importar.

— Já fiz a reserva e quero te levar. É que pensei que as coisas estavam caminhando numa direção muito mais favorável.

— Não estão. — disse fria.

— Passo para te pegar às oito.

Estava com uma resposta na ponta da língua, mas fiquei quieta, então fui embora.


Notas Finais


Vou tentar postar amanhã, mas não garanto.


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