História All Of Me - Capítulo 43


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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Visualizações 1.163
Palavras 1.161
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


// Baby, esta noite é a sua noite

Peço que não sintam ódio de mim e nem me desejam mal antes da hora, levem em consideração o fato de eu ter que estar dormindo para fazer prova amanhã e ao invés disso, decidi escrever este capítulo para aproveitar a inspiração da madrugada.
Boa Leitura!

Capítulo 43 - Baby, tonight is your night


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 43 - Baby, tonight is your night

 

Justin Bieber

Acordei Sophie no meio da noite beijando todo seu corpo. No início ela não se moveu, mas conforme os beijos foram ficando molhados ela se remexeu até me encarar com um lindo sorriso nos lábios. Eu não conseguia acreditar que ela estava em meus braços novamente.

— Já amanheceu?

— Não quis esperar até o amanhecer. — puxei seu corpo para mais perto do meu e acariciei a lateral até descansar minha mão em seu quadril. — Você se arrepia facilmente.

— Você causa isso. — ela revelou mordendo os lábios com um sorriso tímido.

— Imaginei este momento diversas vezes desde o dia que você foi embora.

— Eu também, pensei que nunca mais fosse acontecer.

— Ainda bem que nós dois nascemos um para o outro e o destino nos ajudou outra vez.

— Quando você descobriu sobre nossa filha, o que pensou? Todas aquelas palavras ditas e o desejo de me fazer sofrer era verdade?

— No começo, sim. Eu fiquei cego quando descobri que era pai de uma menina com quase dois anos e senti vontade de matar você por ter escondido algo tão importante de mim durante todo este tempo, depois a ficha caiu e eu comecei a ligar as coisas e eu teria feito o mesmo se fosse você. Eu nem quis te escutar naquele dia, fui um monstro te expulsando do meu quarto, desculpe-me, Sophie.

— Esqueça isso. — ela sorriu e acariciou meu rosto. — Estes acontecimentos ficaram para trás e nosso foco agora é a felicidade da nossa filha.

— Eu amo quando você diz nossa filha e amo ainda mais as pessoas que nos tornamos.

— Compreensíveis.

— Exatamente. Sem brigas banais como quando morávamos juntos ou indiretas sem sentido.

— Éramos imaturos e estávamos confusos com nossos sentimentos, a vida nos ensinou como deve ser feito para as coisas funcionarem e eu estou adorando isso.

— E eu adoraria fazer amor com você novamente. — agi rapidamente ficando por cima dela e sustentando o meu peso para não machucá-la. — Eu quero deixar você sem forças. Sophie, eu vou te comer em todas as posições possíveis e até as impossíveis.

Sentei-me na cama e puxei-a pelo cabelo para beijá-la. Sophie sentou-se no meu colo e notei que ela já estava molhada. Lentamente acariciei a extensão de seu corpo e aproximei-a ainda mais. Ofegávamos devido ao longo e selvagem beijo, mas não interrompemos. Suas mãos puxando meu cabelo me fazia delirar, então rocei meu pênis na sua entrada e sem avisar penetrei profundamente de uma vez. Seu grito estremeceu o quarto e não nos importamos, nossa vontade era fazer o mundo ver que estávamos felizes matando este desejo um do outro. Sophie quicava rapidamente enquanto eu acariciava seus belos e redondos seios. Sentia tanta falta do calor do seu corpo que agora eu estava em dúvida se essa falta era mais difícil ser controlada com ela distante ou com nossos corpos tornando-se apenas um. Eu queria ficar dentro dela até não aguentar mais e sabia que ela também tinha este desejo. Poucos minutos depois, Sophie estremeceu e gozamos juntos, abracei-a e deitei nossos corpos lentamente sobre a cama. Selei nossos lábios novamente e comecei a fazer uma trilha de beijos até sua boceta, ela puxou meu cabelo com força quando sentiu minha língua em seu clitóris.

— Justin eu não vou conseguir por muito tempo, oh céus.

Sophie inverteu as posições e segurou meu pênis fazendo movimentos de vai e vem antes de lamber toda a extensão. Em seguida colocou-o em sua boca macia, segurando a base para servir de apoio. Quando senti que ia gozar, puxei-a de volta e novamente penetrei nela, que gemeu alto de prazer apertando meus braços com suas unhas grandes. Os movimentos que começaram lentos foram aumentando gradativamente e nossos gemidos eram incontroláveis. Agora ela arranhava minhas costas sem piedade conforme eu aumentava os movimentos.

— Vai Justin! – ela sussurrou enquanto eu desci os beijos para seus seios.

Ela soltou um gemido alto, que me agradou, fazendo com que eu investisse rápido contra sua boceta e agarrasse seu bumbum com mais força. Eu chupava seus seios enquanto segurava suas belas coxas para pegar sustentação para que a penetração permanecesse forte e rápida. Sophie rebolava com muita vontade, roçando todo o resto do corpo. Continuei metendo por algum tempo até que sentimos nossos corpos estremecerem e com um baque forte e uma última penetração ela gemeu alto e eu fui diminuindo os movimentos até tirar meu pênis de dentro dela.

— Aonde você vai? — perguntou curiosa assim que me levantei.

— Eu preciso limpar você.

Com ela era diferente, sempre foi. Trocamos os lençóis para dormirmos confortáveis e eu pedi a ela que não se vestisse. Precisava acordar sentindo o calor de sua pele. Deitei-me e ela descansou sua cabeça sobre o meu peito abraçada ao meu corpo enquanto eu acariciava seus cabelos.

— Eu amo você, Sophie. — seus olhos já estavam fechados, mas seu leve sorriso me mostrou que ela tinha me escutado.

 

Sophie Davis

— Eu sempre vou amar você. — sussurrei quase inaudível.

Após tantos anos imaginando mil coisas, todas negativas, tive a certeza que este era o nosso momento e que enfim, iríamos ficar juntos. Durante muito tempo pensei que não o veria mais, ou que ele jamais me perdoaria, mas o que nós dois sentimos um pelo outro era mais forte que qualquer pessoa ou algo que queira nos derrubar. Essa noite ficaria marcada para sempre em nossas vidas, pois foi o nosso recomeço. Aconcheguei-me em seus braços e dormimos como na nossa primeira noite de amor. Respirei fundo, aliviada e feliz por isso estar acontecendo e caí no sono.

O relógio próximo à cama marcava sete e cinquenta quando acordei com a claridade. Justin não estava mais na cama e o medo tomou conta do meu corpo. Sentei-me e aguardei alguns segundos para me levantar e comecei a chamar pelo seu nome. Sem respostas. Abri a porta do banheiro e ele não estava lá., e relembrei do nosso jantar e vesti sua camisa para sair do quarto na esperança de encontrá-lo. Fechei os olhos agradecendo a Deus quando o vi no parapeito observado a cidade.

— Justin? — ele continuou na mesma posição, aproximei-me. — Bom dia, está tudo bem?

— Tudo ótimo, Sophie. — respondeu friamente me encarando com desprezo. — Como você foi tola.

— Justin.

— Acha mesmo que eu pedi para você voltar porque te queria de volta? — ironizou gargalhando. — O que aconteceu entre nós ficou no passado, um passado bem distante e eu não vou devolver Melanie, muito menos pedir você em casamento. A intenção foi fazer você criar falsas esperanças até você se entregar de corpo e alma novamente para depois chutar você da minha vida, como há dois anos, é a minha vingança. Tire a minha roupa, coloque a sua, vá para minha casa, faça suas malas e volte para a Califórnia o quanto antes. Acabou, para sempre. — finalizou me empurrando e saindo logo em seguida.

Eu não conseguia respirar. Meu coração acelerou de uma maneira descontrolável, minhas pernas bambearam, minhas vistas embaçaram e após escurecerem totalmente, desmaiei. 



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