História All Of Me - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Visualizações 2.288
Palavras 1.488
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


// Eu Quero Você

Boa Leitura !!!

Capítulo 6 - I Want You


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 6 - I Want You

Sophie Davis

Ele estava de costas para mim, inclinado sobre a pia. Quando nossos olhos se cruzaram pelo espelho, não tive como não notar a expressão selvagem naqueles olhos cor de mel. Seu bíceps estava tenso e flexionado, parecia que ele ia arrancar a pia da parede e atirar bem na minha cara.

— O que é que você quer aqui, Sophie?

— Só queria saber o que você tem. Você agiu indiferente à semana inteira. — falei me aproximando. — Não consigo te entender Justin. Moramos na mesma casa, precisamos saber conviver juntos até você ir para Atlanta.

Notei que ele apertou as mãos e dobrou os dedos.

— Por que trouxe aquele idiota para o meu show? — perguntou — Você sabe o quanto eu odeio aquele cara. Tenho meus motivos para isso.

O banheiro era pequeno e abafado. Minha pele estava vibrando com a energia do corpo dele. Nunca vi o Justin assim, a não ser em cima do palco, e não sabia se ia conseguir dar conta disso num espaço tão pequeno.

— Eu não trouxe o Scot. A gente foi jantar, imaginei que ele só ia me deixar aqui, mas ele insistiu para entrar comigo. Não pode ficar bravo porque estou com alguém. Todas as manhãs aquelas garotas desconhecidas saem de dentro do seu quarto na minha casa e eu nunca reclamei ou fiquei brava com você por isso. — fiquei em silêncio e ele nem se moveu — Qual é Justin?

Achei que Justin ia me dizer que não tenho direito de julgá-lo. Achei que ia gritar ou me bater. Achei tudo. Só não achei que ele fosse vir na minha direção com fogo nos olhos. Ou que aquelas mãos enormes iam me grudar na porta do banheiro e depois subir pelo meu corpo. E menos ainda que Justin grudasse sua boca na minha com tanta força me fazendo amolecer.

Quando meu cérebro voltou a funcionar, ele começou a se afastar, mas agora seria impossível me impedir a fazer o que eu queria.

Cruzei os braços em volta do pescoço dele, selando nossos lábios novamente. O tesão fez eu apertar meu corpo contra o dele e sentir seu joelho subir por baixo do meu vestido. Nesta altura, eu estava na ponta dos pés, e suas partes íntimas estavam roçando nas minhas. Não me lembro de um simples beijo ter sido tão poderoso.

 

Justin Bieber

Eu estava vivendo num estado de fúria. Não conseguia tirar a Sophie da minha cabeça e estava irado por ter dito a ela que ela merecia sair para um jantar romântico com o babaca do Scot. Eu o conheci muito bem. Ela pensava que o conhecia tão bem quanto eu, mas ela estava enganada. Caso o Alfredo repita para eu levar a Sophie para cama e parar com essa bobeira, vou quebrar todos os dentes dele. Ou a cama dela.

Eu só queria fazer o show logo e ficar longe de uma loira que não posso levar para a cama e despachá-la depois. Mas aí ela apareceu de vestido vermelho e justo, parecendo que tinha acabado de sair de uma revista de carros antigos, acompanhada por aquele babaca. Assim que o casalsinho se aproximou, saí andando furioso e fui para o camarim. Eu precisava me controlar.

Estava com dificuldade para respirar e observei a furia em meus olhos através do espelho. Ia jogar uma água fria no rosto e tentar recuperar, mas ouvi a voz dela chamando pelo meu nome e nem tive chance de impedí-la de entrar. Só consegui ficar olhando para ela enquanto os sentimentos que eu estava tentando reprimir vieram à tona de uma só vez.

Nem notei quando caminhei em sua direção. Empurrei-a contra a porta com meu corpo. Fiz ela ficar sem fôlego quando minha língua alcançou aquela boca quente e macia. Eu ia me afastar, pedir desculpas, sei lá. Mas, antes que eu pudesse fazer isso, ela passou os braços em volta do meu pescoço me fazendo perder todo o controle. Assim como fiz ela perder o dela.

Quando Sophie sussurrou meu nome, qualquer pensamento racional que eu tinha, de não encostar nessa mulher assim, dessa maneira, muito menos no banheiro do meu camarim, foi para o espaço.

Por mais que isso tenha sido mais gostoso do que qualquer coisa que eu senti há muito tempo, ficar grudado nela não estava sendo suficiente, então coloquei as mãos por baixo daquele vestido e senti sua pele arrepiar-se. Passei as pernas dela em volta da minha cintura e pus meus dedos em sua intimidade e ela suspirou o meu nome.

Sophie me encarou com aqueles lindos olhos, e ao invés de me mandar ir à merda, sussurrou meu nome no meu ouvido e enterrou a ponta dos dedos nas minhas costas. Fiquei louco.

A gente estava se olhando nos olhos e nossas testas se tocavam. Meu pau ficou ainda mais duro quando fitei aqueles olhos verdes. Sophie estava tremendo, eu tinha pegado ela de jeito. Ela estava prestes a ser tocada de todas as maneira que eu sonhava em fazer.

— Porra, Justin.

Ela puxou minha cabeça mais para perto, e quando nossas bocas ficaram alinhadas, ela me beijou.

Suas mãos macias seguravam meu cabelo e minha pele, tensas. Fiquei fazendo movimentos circulares com os dedos na intimidade dela, e alisei aquela parte que queimava de desejo pelo meu toque. Cada gemido, cada suspiro me fazia ir a loucura. Senti ela tremer e seus olhos brilharem de tanto tesão e satisfação. Sua respiração estava descompassada e ela pulou de susto quando ouvimos socos na porta.

— Justin, a gente tem que subir no palco em dez minutos. Dá pra sair de dentro dessa porra? — gritou Alfredo nervoso.

Soltei minhas mãos para longe de Sophie, e a gente ficou se olhando desconfiados e silenciosos.

— Preciso ir nessa — falei indiferente.

— Justin? — disse ela, antes de eu ter tempo de pensar no que acabara de acontecer.

— Nós dois sabemos que você merece algo melhor, mas é só isso que tenho para oferecer. Não vou pedir desculpas, porque não me arrependo de ter feito isso, mas isso não vai voltar a acontecer, tudo bem? Não nasci para isso e você sabe muito bem que o que eu quero, é apenas foder você.

Não estava preparado para ela ficar puta, mas seus olhos se escureceram e antes que eu pudesse reagir, ela deu um tapa em meu rosto com tanta força que senti meu rosto arder.

— Caralho, Sophie!

— Caso você tenha esquecido, fui eu que te ofereci uma noite de prazer numa cama enorme, seu idiota, mas você não quis, disse que eu não fazia seu tipo. — seus olhos se encheram de lágrimas, ela respirou fundo e continuou. — Se parasse de tentar me dizer o que eu mereço, talvez conseguisse enxergar que o lugar não é importante, mas a pessoa, sim. E foda-se se pensamos diferente.

Fiquei em silêncio de tão chocado. Não imaginava isso.

— E, só para saber, terminei com o Scot ontem. Sabe o motivo? Toda vez que ele tentava me tocar, ou me beijar, eu tinha que fingir que era você no lugar dele para conseguir aguentar, mas não se preocupe Justin, isso não vai se repetir. Você só fez eu me sentir uma otária, e nem precisou dormir comigo para isso.

Sophie abriu a porta com força e os rapazes da banda estavam todos me olhando com cara de que tinham entendido tudo. Ryan abriu a boca, mas apontei para ele e disse.

— Nem começa.

Bufei e tentei não pensar na Sophie e como seu gosto é bom. Nunca imaginei que a realidade daria de dez a zero nas minhas fantasias com ela. O técnico de som da casa nos chamou para subir no palco e, assim que a gente apareceu, olhei para o público, procurando pela loira dos olhos verdes no meio da multidão. Dei um sorriso forçado e começamos o show.

Sacudi a cabeça e me juntei aos meninos em direção do palco.

— Quero começar com uma música diferente. Pode ser?

— Então esse vai ser um daqueles shows? — perguntou Alfredo e eu afirmei sacudindo a cabeça.

— Um, dois, um, dois, três, quatro.

Você é uma garota muito sexy

Que é muito difícil agradar

Você pode provar as luzes brilhantes

Mas você não vai tê-las de graça

Bem-vinda à selva

Sinta meu chicote

Eu quero ouvir você gritar

Se você tem fome pelo o que vê

Você vai tê-lo, finalmente.


Assim que terminei de cantar o refrão de Welcome To The Jungle, Sophie me olhava perplexa com os olhos arregalados e com muita ira. Ela estava prestes a socar alguém.

Depois do que aconteceu naquele banheiro, não sei o que fazer a partir de agora. Ryan iria me matar se ela se queixasse para ele sobre eu ter dito aquelas palavras tão rudes, mas, esse era o meu jeito. Normalmente cantores de rock são assim e eu deveria honrar a história. Outras mulheres saberiam como me agradar naquela noite, sem esperar viver um conto de fadas.


Notas Finais


Usei partes da música "Welcome To The Jungle" do Guns N' Roses.
Espero que estejam gostando. Até o próximo!


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