História All Of Me - Capítulo 61


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Rock, Rock And Roll, Romance, Shows, Tour
Visualizações 589
Palavras 1.519
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, este seria o último capítulo, mas estava escutando meu Bruno Mars e uma de suas músicas tem o título perfeito para o final de uma fanfic, então, preparem-se, pois o próximo será o último e eu peço que não me odeiem, pois não sou tão boa com finais.
Boa leitura.

Capítulo 61 - Lorenzo


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 61 - Lorenzo

Sophie Davis

“Justin, precisamos ir agora” disse num tom baixo com as mãos na barriga. Fazia uma semana que havíamos voltado da Califórnia e nosso Lorenzo estava pronto para vir ao mundo. As contrações iniciaram durante a madrugada, me acordando algumas horas após eu cair no sono. Justin não se mexia e eu comecei a sacudi-lo com certa dificuldade. Não doía como quando estava grávida de Melanie, mas estava me incomodando bastante e eu comecei a ficar irritada com a demora de Justin para acordar.

— Qual é Sophie? — resmungou com os olhos fechados.

— Levanta dessa porra e ajude-me, Lorenzo está anunciando que está a caminho. — anunciei e Justin levantou-se assustado.

— Eu estava tão cansado que não ouvi meu amor, desculpe-me.

— Sem pedidos de desculpas, eu estou precisando ir ao médico com urgência porque as contrações estão aumentando. — fechei os olhos e acariciei minha barriga — Rápido.

Justin se vestiu rapidamente, pegou a minha bolsa e a bolsa onde estavam às coisas do bebê e colocou uma de cada lado do braço antes de ajudar-me a sair da cama e caminhar até a maldita garagem. Melanie estava na casa de Beatrice, que curtia a sua filha de pouco mais de dois meses. Ela adorava a ideia de ter um bebê no nosso ciclo de amigos e insistiu bastante para passar essa noite na casa da minha melhor amiga e eu acabei aceitando, o que foi bom. Não sei como, mas Justin conseguiu descer as escadas me segurando em seus braços e carregando duas pequenas bolsas. Ele depositou um beijo em meus lábios assim que travou o cinto de segurança ao redor do meu corpo e corria feito louco pela estrada até chegar ao hospital. No caminho telefonei para meus pais, Pattie e nossos amigos. Dentro do carro, as contrações passaram a ser de cinco em cinco minutos e muito dolorosas. Doutor Adam já estava nos esperando na entrada do hospital com uma cadeira de rodas. Justin me entregou a bolsa maternidade e foi até a recepção para preencher uma ficha antes de acompanhar-me para a sala onde aconteceria o parto, de repente comecei a chorar e Justin se desesperou assim que entrou no quarto.

— Meu Deus, Sophie, o que aconteceu?

— Eu não sei.

— Como não sabe? Ninguém chora sem motivos.

— Justin, isso é um acontecimento normal em momentos como este. Gestantes em si são emotivas, no momento em que o nascimento se aproxima elas tendem a ficar ainda mais. Provavelmente ela recordou-se de algo e acabou se emocionando, vou deixá-los a sós.

— Mas e o bebê?

— Sophie está com seis centímetros de dilatação. As contrações vão ficando mais fortes e mais frequentes, talvez mais longas, então você terá que ajudá-la com a respiração para diminuir um pouco a dor, daqui a pouco retorno para verificá-los.

— Por favor, fique por perto. — pediu ofegante.

— Eu não vou sair do seu lado, então, não se preocupe.

— Essa é a pior parte de estar grávida.

— Dói muito?

— Muito é pouco.

— Estranho.

— Mas essa é a resposta que mais se encaixou — respondi sorrindo.

— A dor vai e vem?

— Sim, é rápido, porém doloroso. — fechei os olhos e senti as mãos de Justin massageando os meus pés enquanto a contração voltou. — Eu ainda não acredito que você estará lá para segurar a minha mão. — sorri e enchi os olhos de lágrimas.

— Se você não acredita, imagina só como eu estou me sentindo. — disse ele muito animado e emocionado.

— Por mais doloroso que seja, é um momento muito bonito e especial, você nunca irá se esquecer. AH! — gritei e minha respiração começou a acelerar.

— Sophie, o que eu faço? — Justin perguntava assustado e eu não conseguia respondê-lo porque estava sentindo muita dor, então ele começou a massagear as minhas costas.

— Onde está o doutor Adam? Isso é insuportável, meu Deus! — enquanto dizia, doutor Adam entrou na sala.

— Veja só, já podemos ir conhecer o rostinho do seu bebê, Sophie.

— Dessa vez foi rápido.

— A primeira gravidez sempre é mais demorada.

— Eu quero anestesia. Anestesia, por favor.

—Você não quer anestesia.

— Por favor, estou sentindo fortes dores.

— Sophie, você tá indo muito bem, estou orgulhoso de você.

— Eu nunca concordei com ela.

— Ela optou porque a anestesia causa sono e ela queria estar disposta após o parto para curtir os primeiro minutos de vida do bebê.

Mais duas contrações enquanto Justin empurrava a cadeira de rodas com um olhar animado e assustado. “Anestesia, por favor,” pedia novamente. “Não, respira, você está muito bem sem anestesia”, dizia o doutor e eu desejei cortar o pulso por ter assinado no meu plano de parto que não queria anestesia, toda equipe médica estava instruída a negar a anestesia caso eu pedisse. Chegamos à sala de parto e Adam perguntou se eu estava pronta, assenti com a cabeça e tudo foi preparado rapidamente. Justin segurava a minha mão esquerda e colou sua testa na minha. Eu estava completamente suada e urrava feito uma maluca. Senti uma pressão forte e ouvi o assistente dizer que estava vendo à cabecinha do Lorenzo. Doutor Adam me orientou a fazer força sempre que ele avisasse que uma contração havia chegado.

— Muito bem, Sophie. Falta pouco.

Encarei os olhos de Justin e senti-me calma. Fiz força apenas mais uma vez e escutei o choro do nosso bebê. Nós dois nos emocionamos e Justin beijou a minha testa.

— Parabéns meu amor, você conseguiu. — ele disse em sussurro.

Doutor Adam colocou ele sobre o meu corpo e eu o beijei. Ele nasceu branquinho e o pouco cabelo que tinha era tão claro, que parecia não ter nenhum pêlo na cabeça. Ele abriu o olho rapidamente e a cor era exatamente a mesma dos meus olhos, o formato de coração da boca foi herdado de seu pai, como Melanie herdou. Logo a enfermeira o pegou para dar-lhe banho e minutos após o parto, fui levada de volta ao quarto que estava antes e acabei caindo no sono. Quando acordei, todos estavam conversando sobre vários assuntos. Justin pediu silêncio e os parabéns vieram de todos os cantos do quarto. Melanie sentou-se ao meu lado com a ajuda de seu pai e deu-me um beijo.

— Mamãe, o meu irmãozinho é lindo.

— Tão lindo quanto você minha princesa. — disse a ela feliz.

— Acho que o mais novo membro da nossa família gostou do seu irmão gato. — disse Rome se aproximando.

— Ele acabou de nascer, claro que não iria chorar.

— Você sempre chata.

— Estou brincando Rome, você sabe que é o melhor tio do mundo.

— Sim, eu sei.

 

(...)

Dois meses mais tarde

Hoje seria o batizado do nosso Lorenzo e estávamos todos reunidos na igreja que minha mãe frequentava. Beatrice, por ser minha melhor amiga e Ryan, por ser o melhor amigo de Justin, seriam os padrinhos dele.

— Agradecemos a Deus pelo nosso filho, fruto do amor do criador e do nosso amor de pais. — Justin disse segurando a minha mão e com a outra cobriu a cabeça do nosso bebê. — Lorenzo encheu-nos de alegria quando soubemos da gravidez e o amamos desde antes de conhecê-lo e o vivemos desde seu nascimento. — O padre prosseguiu com algumas orações e finalizou minutos depois.

— Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Almoçamos em família na casa de Beatrice e após muitas horas de papo, retornamos para a nossa casa.

 

(...)

Ser mãe de uma menina pequena que tem muita animação para brincadeiras e mãe de um recém-nascido, cansa. Por mais gostoso que seja também é muito cansativo. Justin viajou para fazer shows quatro semanas após o nascimento de Lorenzo e retornou para casa na semana passada, então ele não esteve por perto neste período para ajudar-me. Ele voltou tão animado para nos rever e disposto na mesma proporção. Decidimos descansar assim que o bebê caiu no sono, o que não durou por muito tempo.

— Fique. — sussurrou Justin me impedindo de sair. — Me deixe cuidar disso.

Justin saiu e eu voltei a dormir. Mais tarde fui acordada com seus beijos molhados e ele sugeriu que fôssemos tomar banho juntos. Assenti e fomos. Ele pegou uma luva de banho e um frasco de sabonete líquido e começou a lavar os meus ombros e costas com muito cuidado. Fiquei parada o observando, ele estava concentrado e cada toque dele parecia reverente. Senti o meu corpo relaxado após o banho.

— Eu não quero ser romântico desta vez. — ele sussurrou, colocando o meu cabelo para trás e beijando o meu pescoço. — Senti muito a sua falta durante a viagem. — Ele caminhou lentamente até eu sentir minhas costas baterem no colchão. — Os seus peitos são perfeitos. Redondos e macios. — disse beijando cada um e passando a língua na ponta do mamilo. Agarrei seu cabelo desesperadamente, para mantê-lo ali. A cada sugada eu sentia ondas de prazer por todo o meu corpo. Justin deslizou a mão para minha intimidade e iniciou movimentos constantes. Já sentia as minhas pernas bambas. “Ah, meu Deus”. Era tudo que eu conseguia dizer. Justin abriu as minhas pernas, olhou pra mim e sua respiração parou enquanto ele metia lentamente. Levantei os quadris e ele enfiou ainda mais, até me preencher completamente. 



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