História All Of The Stars - Clexa - Capítulo 28


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Categorias The 100
Personagens Bellamy Blake, Clarke Griffin, Costia, Lexa
Tags Clarke, Clexa, Elycia, Lexa, The 100
Visualizações 196
Palavras 2.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Survival
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 28 - Clexa - Tonight


Fanfic / Fanfiction All Of The Stars - Clexa - Capítulo 28 - Clexa - Tonight

Lexa

Nem me dei ao trabalho de esperá-la, realmente achava que ela ia me dar um pé na bunda e não ia aparecer, mas me enganei, Clarke veio tarde, mas apareceu.

Uma hora da manhã o telefone do meu quarto tocou e autorizei sua subida.

- Uma hora? Virou amante? - Perguntei assim que abri a porta do quarto e ela entrou.

- Você tem namorada, então acho que sou sua amante. - Clarke falou de costas para mim enquanto trancava a porta.

- Veio só para transar comigo? É muito cara de pau mesmo. - Parei a sua frente.

- Você que propôs isso, mas se quiser eu vou embora.

- Bem Clarke, você já esta aqui, então se é para fazer, vamos fazer direito.

Ela não esperou que eu terminasse de falar, jogou seu corpo contra mim, me encostando na parede, descendo beijos pelo meu pescoço.

Desci minhas mãos coladas ao seu corpo e tirei sua blusa. Agora tinha acesso livre, apertei meus dedos e a palma da mão contra sua pele firme e quente e ela estremeceu chupando meu pescoço com força.

A empurrei, jogando seu corpo na cama, tirei meu shorts e joguei de lado, depois apoiei minhas pernas na cama e minhas mãos trabalharam seu corpo até retirar seu shorts por completo.

Meu corpo caiu sobre o dela e ela tirou minha blusa antes de me beijar de um jeito selvagem, sua mão bagunçava meu cabelo loucamente e a minha passava pelo seu sutiã sentindo o volume que havia ali embaixo.

- Quero sentir você Lexa. - Ela cochichou em meu ouvido e meu corpo se arrepiou.

Comecei chupando seu pescoço, descendo pelo peito, seios, barriga, eu amava sentir o gosto do seu corpo em minha boca e amava sentir as reações do seu corpo com cada chupada, minhas mãos como sempre me acompanhavam pelas laterais, moldando cada centímetro do seu corpo.

O calor do seu corpo aumentou quando desabotoei seu sutiã, levando minha boca aos seus seios e cobrindo gentilmente um deles com meus lábios, ouvia um gemido controlado sair de sua boca quando o chupava suavemente ou o segurava entre os dentes por alguns instantes.

Clarke passava a mão por todo meu corpo sentindo intensamente cada curva e cada centímetro, eu percebia seus movimentos lentos e precisos.

Minhas mãos desceram por ela e meus dedos passeavam por suas pernas, próximos a sua intimidade, conseguia ouvir sua respiração descontrolada. Tirei sua calcinha lentamente e fixei meus olhos em seu rosto quando meus dedos massagearam seu clitóris antes de penetra-la bem devagar.

Seus olhos se apertavam e ela mordia os lábios quando movimentava meus dedos nela, cada vez mais forte e mais rápido.

Tirei meus dedos tomando o corpo dela sobre o meu e ela tirou meu sutiã.

- É só isso? - Ela perguntou.

Coloquei novamente meus dedos nela aumentando a força enquanto sentia seu corpo estremecer sobre o meu, ela dava fortes chupões em meu pescoço para controlar seus gemidos. Então tomava meus lábios com uma mordida no meu lábio inferior, pedindo passagem para sua língua que não poupava espaço.

.....

Clarke

"Reunião urgente, hoje às 8." - Mensagem da empresa.

Quem manda uma mensagem às 5 horas da manhã?

Meu plano era ficar em casa pelo resto do dia e descansar dessa noite maravilhosa, mas meu descanso teria que esperar, o pior era que essas reuniões urgentes costumavam demorar a manhã toda e eu não estava psicológicamente preparada para isso.

.....

- Preciso ir... - Falei acariciando seus longos cabelos.

- Já? - Ela perguntou mantendo a cabeça em meu peito.

- Tenho uma reunião importante daqui algumas horas. - Senti sua respiração pesada bater em minha pele.

Lexa apoiou os braços um sobre o outro em meu peito, manteve os olhos verdes em mim por alguns minutos sem dizer nada.

Meu coração batia forte e eu tinha a certeza que ela estava sentindo as batidas.

- Você me ama? - Perguntei quebrando o silêncio.

- Lá vem você com essa história de "amor".

- Você me ama? - Insisti.

- Na verdade, eu odeio você!

Não era bem o que esperava ouvir, mas entendi o que ela quis dizer, me odiava não só por tudo o que fiz, mas, também, pelo jeito que a deixava, não fraca, ela se tornava desejável.

- Porque me deixou sozinha? - Ela perguntou.

- Quando?

- Um dia antes da minha viagem.

De verdade? Eu passei mal durante a noite e Bellamy me levou ao hospital assim que amanheceu. Enquanto fazia os exames, ele foi para o compromisso dele e essa foi minha sorte. Naquele dia descobri que estava grávida, de imediato, decidi que contaria a Lexa, talvez ela resolvesse ficar, mas minha pressão estava baixa e por outros N motivos o médico só me liberou as 23 da noite.

Pensei em ligar, mandar mensagem, mas a esse ponto ela já estaria uma fera comigo, então optei por não falar nada, nem para Lexa, nem para Bellamy.

Logo em seguida me arrependi, em relação a Lexa, só que ela já não me atendia mais.

- Um dia eu te conto.

- O que quer dizer com isso?

- Ainda não é a hora. - Eu sorri e ela riu, deve ter achado que era uma brincadeira.

Lexa me olhou por mais alguns minutos sem dizer nada, então rolou para o lado, me deixando levantar. Vesti minhas roupas enquanto ela continuava ali, deitada.

- Até qualquer dia Griffin. - Ela falou quando coloquei minha blusa.

- Qualquer dia? - Apoiei minhas mãos na cama, voltando minha atenção a ela. - Isso vai acontecer de novo?

- Se você quiser...

Lhe dei um beijo intenso de despedida e ela correspondeu na mesma hora, colocando a mão por alguns segundos em minha nuca.

"Eu ainda te amo." - Queria tanto ter dito, mas não tive coragem suficiente para isso.

Sai daquele hotel com o coração nas mãos, a vontade de voltar e tacar o "FODA-SE" na reunião me consumia loucamente, mas eu não poderia trocar uma vida, por uma noite.

.....

Assim que cheguei em casa? tomei um banho rápido, ao sair do banheiro, passei pelo quarto do Brian. Meu bebê de cachinhos pretos dormia feito anjo, sem nem se quer imaginar que um dia eu e a "amiga" que ele tanto gosta tivemos algo. Adentrei em seu quarto e deixei um beijo de boa noite em sua testa.

Finalmente cheguei ao meu quarto e me deitei para aproveitar as poucas horas de sono que me restavam.

.....

Não demorou muito e o despertador tocou, parecia que meu sono havia durado apenas um minuto, estava cansada mas me forcei a levantar. Vesti a primeira roupa social que vi a minha frente, e desci. Quando cheguei a mesa para tomar o café, Brian ainda não estava lá.

Subi as escadas novamente e bati na porta de seu quarto, entrei ao perceber que ainda estava dormindo e não iria responder.

- Brian? Acorda filho... - O chamei com um tom de voz suave passando a mão de sua testa para os cabelos.

Brian só mexeu a cabeça em um "Não" e resmungou baixinho, seu rosto estava quente e, quando abriu os olhos, percebi que estavam bem caídos, não tive dúvidas, Brian estava queimando de febre.

- Brian, olha para mim filho. - Pedi e ele virou de barriga para cima.

Levei minhas mãos às suas bochechas rosadas, que assim como o resto do rosto, estavam quentes.

- Posso ficar em casa mamãe?

Eu diria que sim, Brian era mais importante que qualquer coisa em minha vida, mas seriam apenas algumas horas, eu o buscaria assim que a reunião acabasse. Poderia deixá-lo com os empregados, mas sabia que não teriam tempo para cuidar dele, na noite anterior foi uma exceção, mas durante a manhã toda? Sem chance!

Lhe dei um remédio, o ajudei a colocar o uniforme e o levei para tomar café da manhã e ele, mais uma vez, nem tocou na comida, nem mesmo uma fruta, Brian sempre foi ruim para comer, mas ultimamente esta mil vezes mais complicado. Sua carinha fazia meu coração arder, isso era judiar dele ao extremo, mas colocava em minha cabeça: "São só algumas horas..."

Lexa

Naquele dia, Brian chegou de cabeça baixa. Quando me abraçou, pude sentir seu rosto quente encostar no meu.

- O que você tem pequeno? - Perguntei assim que ele me olhou com aqueles grandes olhos bem azuis.

- Febre. - Sua língua enrolou ao falar aquela palavra, saindo um "L" no lugar do "R".

- E sua mãe te mandou para a escola mesmo assim? - Ele fez que sim com a cabeça.

Levei o garotinho de olhos azuis até sua sala e contei a professora que ele não estava muito bem, ela o pegou no colo e disse que se acontecesse algo, ela me avisaria.

Ele não era nada meu, mas todos ali sabiam que nos dávamos muito bem, já que a mãe dele não se preocupava o suficiente com a sua saúde, eu me preocupava.

.....

Dito e feito! Eu mataria a mãe daquele garotinho se ela resolvesse aparecer na minha frente.

Cerca de 2 horas depois, a diretora mandou me chamar e lá estava ele, com uma cara péssima, deitado em um pequeno sofá no canto da sala.

- Algum problema? - Perguntei mesmo sabendo que, para me chamarem aqui, algo tinha acontecido.

- Brian não esta passando bem, ele disse que você cuida dele e já que não conseguimos entrar em contato com a mãe, peço que acompanhe ele até o hospital.

"Brian", aquele nome soou como sinos em minha mente, então esse era o nome dele.

- O pai dele não esta muito perto daqui mas disse que encontra com ele no hospital.

Não pensei duas vezes e aceitei, Brian precisava de mim e se sua mãe não atendia o telefone, eu não poderia deixá-lo na mão.

Como ele estava consciente, a diretora mandou que um funcionário da escola nos levasse até lá e assim ele fez. O garotinho deitou no banco apoiando a cabeça em minhas pernas, ele era tão pequeno, tão frágil, reclamava de dores no corpo, eu não entendia nada sobre isso mas, talvez fosse apenas uma febre passageira, crianças costumam ter essas coisas.

Chegamos no hospital e os médicos o tiraram de meus braços, deitando Brian em uma maca e o levando para um lugar que eu não podia entrar. Minha única alternativa foi sentar ali na sala de espera até que seu pai chegasse ou até algum médico dizer algo.

.....

Não havia passado muito tempo, talvez 30 minutos no máximo, quando vi um homem de terno e gravata entrar no hospital, sua cara não me era estranha e me levantei assim que ele se aproximou, em suas mãos o celular vibrava sem parar.

- Você acompanhou meu filho? - Aquela voz...Claro!

- Bellamy? - Ele me olhou ao ouvir seu nome.

- Lexa? - Oi? Ele se lembrava de mim? - Não sabia que dava aula na escola que meu filho estuda.

- Eu não dou, bem...é uma longa história, qualquer dia eu te conto.

Ele acenou com a cabeça como se falasse "Ok", então se dirigiu ao balcão da sala de espera e começou a falar com as moças que estavam ali, com certeza estava pedindo informações sobre o Brian.

Bellamy teve um filho, mas com quem? Apenas um nome passava em minha cabeça, "Clarke", mas era óbvio que ela teria me contado.

Acho que me enganei...

- Conseguiu falar com a Clarke? - Bellamy virou e perguntou para mim.

CLARKE? COMO ASSIM?

- Com a Clarke?

- Sim, a diretora me contou, não acredito que ela mandou nosso filho para a escola queimando de febre.

QUE CÍNICA! TEVE A CORAGEM DE OLHAR NA MINHA CARA E DIZER QUE NÃO FEZ NADA DEMAIS!

Sai do hospital e avisei que logo voltaria, Bellamy acenou mais uma vez com a cabeça.

Chamei um táxi e dei o endereço da empresa de Clarke, era o único que eu tinha então desejava fielmente que ela não tivesse mudado de prédio.

E não tinha. Não parei nem mesmo na recepção, trabalhei ali por muito tempo, sabia exatamente onde ela estaria. Subi até o andar de reuniões e por sorte a porta se fechou antes que uma das secretárias me alcançassem.

Quando sai do elevador avistei mais duas secretárias em uma porta e não tive dúvidas que era ali que ela estava, aquele lugar tinha gente até demais.

Como previsto, as duas me barraram na porta.

- Ninguém pode entrar. - Disse uma delas.

- Então chame a Clarke!

- Não podemos. - Disse a outra.

- Lógico que podem, eu já trabalhei aqui.

- É uma reunião importante!

- Mais importante que o filho dela?

As duas se olharam por alguns instantes, era óbvio que elas sabiam de quem eu estava falando.

- Só um minuto. - Disse uma delas entrando na sala.

Eu não fazia ideia do que ela estaria falando para a Clarke, talvez um "Tem uma mulher louca na porta!" ou poderia simplesmente "Aconteceu algo com seu filho.". Enfim! Eu não sabia que continuaria sem saber.

Clarke saiu mexendo no celular.

- Porque não atendeu às ligações? - Ela perguntava enquanto a secretária ao seu lado dava algumas desculpas idiotas.

- Clarke? - Eu a chamei.

Vi que seus olhos se arregalaram por alguns segundos, não fazia idéia do que se passava em sua cabeça, mas senti que naquele momento ela percebeu que eu sabia de tudo referente ao Brian.


Notas Finais


Continuo???
Libero o próximo capítulo com no mínimo 6 comentários💖
~StoriesOfADream


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