História All Of The Stars - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Emma Swan, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Morrilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen
Exibições 377
Palavras 2.861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Orange, Romance e Novela, Saga, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Desabafo



Emma encarava o chão, a raiva havia entrado em seu corpo de forma avassaladora. Ela cerrava os punhos, de maneira que os mesmos tremiam. 


— Amor, me desculpe, eu não sabia... — Disse Killian, se aproximando. A loira, em levantar a cabeça,  o encarou profundamente. Gancho viu em seus olhos a maior das ondas de raiva. Ela começou a dizer  coisas que era impossível de entender. Batendo na parede para ganhar impulso, ela  avançou em cima de Killian. Ele tentava controlar as mãos que lhe davam fortes pancadas, até um soco tomar conta de seu rosto, o afastando da moça. Ela ergueu sua mão e, com a força de sua magia, começou a estrangular Killian. O rosto de Swan exalava raiva, estava segura e entendia muito bem o que queria naquele momento. 


— Eles tinham razão. — A loira se pronunciou, lembrando da conversa que teve com seus pais quando Gancho estava amarrado na cadeira. — Eu deveria ter quebrado seus ossos, sem piedade nenhuma. — Ela se mantinha firme no pescoço de Gancho.
— Emma... — Killian já nem conseguia mais falar direito. Estava roxo, e Swan estava gostando daquilo. Talvez, ainda existisse trevas em seu coração. — Você não é assim, não é capaz de matar ninguém, pois seu coração é... — Ele não completou sua fala, pois Emma o apertou mais. Com seu punho fechado em direção à Killian, a xerife se aproximou, o observando por alguns instantes o homem mudar de cor.


— Você quer apostar? — Seu tom era de amargura. Com a mão que estava livre, limpou os rastros que as lágrimas haviam deixado em seu rosto.  O barulho que a porta fez, sinalizando que alguém tinha entrado, fez Swan desviar o olhar para ver quem era. Henry, que estava ofegante.


— Solte ele! — Disse, se aproximando dela e a tocando no braço.  Ela olhou para seu filho, e depois voltou a encarar Killian, que parecia perder a consequência aos poucos. — Regina foi para casa, e eu estava lá. Falou para mim o que havia acontecido, estava desamparada. —Afirmou, triste. — Deixe-o, ele não vale o tempo que você está perdendo com a minha outra mãe. — A loira o olhou surpresa, cedendo. Killian caiu no chão, quase sem forças, massageou seu pescoço. 
— Como você sabe que... — Emma não completou a pergunta, mesmo assim o garoto soube interpretá-la.
— Ela me contou. — Disse. — E parecia muito feliz e aliviada por ter me dito. — Ele segurou a mão da mãe,  lhe dando confiança. — Agora, você e deixou triste. Conserte isso indo em sua casa, explicando seja lá o que for que o pirata estava fazendo aqui. Ela vai entender. — As palavras de Henry a deram esperança, ela sorriu. Ela correu em direção à porta, mas parou, olhando para Gancho. 
— Da próxima vez que invadir minha casa, — ela olhou para Henry, e em seguida para o homem. — você irá virar comida para peixes. — Ela voltou a correr, se trocando rapidamente com magia.


Regina estava deitada em sua  cama, em prantos.  A morena sabia o quanto o amor podia doer, por isso, se culpava por ter se envolvido com Swan. Mas o que ela poderia esperar?  Era vilã,  e vilãs... não tem finais felizes.  Escutou a campainha tocar, seus pensamentos se voltaram na esperança que fosse Emma. O amor era uma coisa estranha, mesmo querendo se afastar da pessoa, a desejava nunca vê-la longe. A queria, mas sabia do seu destino, que era sofrer as consequências do mal que causou. A campainha toca novamente, mas agora mais desesperada, soube assim que era Emma em sua porta. A morena, enxugando seu rosto, se levantou da cama e foi em direção à porta, hesitando ao abri-la. 


— Eu sei que está aí, Regina. — Disse Swan, batendo na porta. — Abra! — A prefeita escutou a voz da loira, sentiu uma energia boa, mesmo estando brava com ela. — Abra essa porra antes que eu a arrombe! — Berrou a loira.
— Vá embora! — Gritou em seguida. Ela não queria que Swan fosse, mas sabia que era o melhor a fazer.
— Eu não vou embora até eu explicar o que estava acontecendo comigo e Gancho quando você apareceu.
— Eu não quero saber, não me interessa. — O choro rodeava Mills novamente, mas ela segurava. — Você e eu não temos nada, faz o que bem quiser da sua vida. Se quer de volta um homem que quase a matou, vá em frente. — Regina queria saber, se interessava, seu coração gritava isso, mas não queria sofrer e nem mostrar sua fraqueza  para mulher nenhuma.


— Caralho, Regina! — Resmungou. — Eu vou contar até três,  e se até lá  não abrir essa porta por bem, vai abrir por mal. — Anunciou. 
— Me deixe em paz! — Gritou.
— Um, dois... — A loira começou a contar, impaciente. Escutou o barulho da chave rodar na fechadura da porta. Sorriu.
— Sua filha da puta! — Regina a puxou agressivamente pelo braço e a jogou para dentro da casa. — Por que faz isso comigo?
— E-Eu não fiz nada! — Disse, dando passos na direção da morena. — Ele apareceu em minha casa, eu o estava expulsando. Depois do que ele fez, eu não o quero nunca mais na minha vida, acredite em mim. — Emma se aproximou mais, a prefeita suspirou, convencida.
— Eu poderia bater em você,  mas sei que iria gostar. — Provocou, a loira deu um leve sorriso e arqueou as sobrancelhas em resposta. — Você me destrói, Swan. — O tom de voz de Mills mudou, ficando mais suave. Emma sentiu o impacto das palavras, abaixando a cabeça para encontrar as mãos da morena. Ela a guiou até o sofá, e lá sentaram.


— Eu não quero magoar você,  Regina. — Disse, acariciando seus braços. — Temos que parar com essas briguinhas por qualquer coisa. Você tem que deixar de ser cabeça dura e perguntar as coisas antes de se precipitar. — Afirmou. Mills abaixou o olhar, observando e sentindo o toque de Emma.
— Você não quer mais nada com ele? — Perguntou, voltando a olhá-la nos olhos. Swan sorriu, fechando os olhos e negando com a cabeça.
— Eu quero você. — Sussurrou, se aproximando de seu ouvido. — Só você,  minha rainha. — Um sorriso tomou conta de Regina, nunca ninguém a havia dito isso, não como Emma. As duas se abraçaram e, afastando uma mecha de cabelo do rosto de Swan, Regina a beijou. Os lábios quentes de Emma encontraram os lábios macios de Mills. A língua da loira abraçava a língua de Regina, por mais que pudessem repetir aquele ato, a sensação nunca era repetida. Era única, a cada novo beijo, novas sensações. A mão de Swan apertava a cintura de Regina, que a segurava pela nuca, intensificando o beijo. As duas pararam para respirar, Emma respirava o ar que Regina soltava que, por sua fez, respirava o ar que Swan soltava.


— Eu preciso ir agora, amanha acordarei cedo para ajudar a minha mãe arrumar o Ganny’s para o aniversário de Neal. — Afirmou Swan, levando suas mãos para o rosto de Regina.
— Durma comigo essa noite. — Pediu, segurando as mãos de Emma em seu rosto. 
— Por mais que eu queira, não posso. — Lamentou. 
— Por favor. — Pediu, novamente, beijando os braços da loira.
— Mas o Henry... Está me esperando. — Disse, se sentindo muito mal por está recusando ficar com Regina.
— Eu ligo para ele, o chamo para que venha para cá. Só não me deixe sozinha hoje, Emma. — Mills parecia fragilizada, não queria que Swan a deixasse, sentiria muito a sua falta, por mais que pudessem se reencontrar horas mais tarde.
— Você me deixa cair na perdição, senhorita Mills. — Brincou, sorrindo. 
— Você não pode evitar. — Retrucou, dando um selinho da loira e se levantando, indo em direção ao telefone.
Minutos depois Regina voltou, saltitante.
— Não foi um trabalho fácil convencer Henry a vim para cá. — Disse, fazendo Emma a dar atenção. — Ele disse que ficaria na casa de seus avós, para nós nos “reconciliarmos” — Sorriu, fazendo aspas com as mãos na última palavra. — Mas o convenci. — Completou, orgulhosa de seu feito. Emma gargalhou.
— Ora, ora, se não temos aqui uma convencedora nata. — Provocou, a fazendo revirar os olhos, entrando na brincadeira.
— Está com fome? — Perguntou Regina. Emma fez um “sim” com a cabeça. — O que quer comer? — Ela caminhou em direção a cozinha.
— Você. — A respondeu, com um sorriso malicioso. Regina parou, a olhou rindo. Emma soltou uma risada alta, se levantando e indo em direção a Mills.
— Me deixe para mais tarde, senhorita Swan. — As duas caminharam até a cozinha. — Você vai adorar a minha lasanha. — Disse, se gabando de seus dotes culinários.
— Eu estou  ansiosa por prová-la. — Admitiu, se sentando em cima da mesa, admirando Mills, que ia de um lado para o outro, pegando os ingredientes para sua receita.
 


Meia hora se passou, as duas ainda estavam na cozinha, conversando enquanto a lasanha ficava pronta. Entre as pernas de Swan, Regina a beijava e sussurrava besteiras no ouvido dela, que sorria e a beijava intensamente. A campainha tocou, as fazendo interromper os carinhos que se davam.


 — Deve ser Henry. — Afirmou a prefeita, indo em direção ao toque. Emma foi atrás. Regina abriu a porta, e viu Henry sorrir sem graça.
— Oi, mãe! — Cumprimentou, a abraçando forte. Ele entrou, se direcionando à Emma e lhe dando um abraço também. — Gancho não vai incomodar você de novo. — Disse baixinho, de maneira que apenas ela escutou.
— O que você fez? — Perguntou, no mesmo tom.
— Nada. Foi ele quem disse. — Afirmou, se afastando dos braços da mãe. Swan sabia que havia algo de errado naquilo, não que Gancho pudesse desistir dela assim, mas pressentia que algo bom não iria acontecer, mas resolveu guardar para si, vendo seu filho alegre. Regina desconfiou, mas nada perguntou.


— Acho que nossa lasanha está pronta. — Disse, voltando para a cozinha. 


Henry se sentou na cadeira, jogando seu corpo na mesa, observando Emma pegar três pratos e Regina colocar a lasanha sobre a mesa.


— Está com um cheiro ótimo. — Disse Emma, pondo os pratos nos devidos lugares e se sentando, ao mesmo tempo, com Regina.
— A minha mãe faz a melhor lasanha. — Elogiou Henry,  tamborilando a mesa, esperando seu pedaço. Os minutos seguintes se passaram silenciosos, ninguém se atrevia a falar. Emma  e Regina estavam envergonhadas, não sabendo o que fazer, mas Regina tomou a frente.


— Eu fico feliz, Henry, — Disse, parando para olhar Emma. — que você tenha aceitado o que está acontecendo entre mim e sua outra mãe. — O menino sorriu, vendo o nervosismo de Regina. 
—  Eu só quero que vocês sejam felizes, não importa com quem. — Ele deu a última garfada em seu prato. — Mas eu sempre quis vocês juntas, assim. — Completou, apontando para as mãos juntas das duas, que sorriram, envergonhadas.



Sentados no sofá,  os três assistiam televisão, mas visivelmente todos estavam entediados.


— Sabe, — Regina segurou a mão de Henry e Emma. — Vamos lá para fora, a noite está linda, e o céu cheio de estrelas. — Enunciou, se levantando e trazendo os dois consigo. No jardim, os três deitaram na grama : Emma , Henry e Regina, nessa sequência.  Swan  fez de seu braço um travesseiro para a mesma e com o outro, envolveu Henry e entrelaçou os dedos da mão com os dedos mão de Regina. 


— São muitas estrelas visíveis hoje. — Comentou Henry, esticando seu braço em cima da barriga de Swan e ali a deixando.
— Nunca as vi tão brilhantes. — Completou Emma, admirando-as.
— Apresento e os presenteio hoje com as estrelas. — Disse Regina, sorrindo, olhando para Henry e logo para Emma. — Todas as estrelas.
— Todas? — Perguntou Henry, sorrindo para a mãe. 
— Todas. — Confirmou,  igualmente sorrindo e hipnotizada pelo brilho delas. — Se vocês acreditarem nelas, elas acreditarão em vocês. — Regina voltou os olhos para os dois ao seu lado, que a olhavam com atenção. — e então,  verão a verdadeira magia acontecer. — O silêncio veio, mas dessa vez, não os incomodavam, queriam aquilo. Observando as estrelas, acreditaram em um novo começo juntos. 

                           ***


No dia seguinte, Emma acordou com a luz do sol penetrando em seu rosto. Ela se virou, ficando de frente para o chão. Ela abria e fechava os olhos para que os mesmos se adaptassem ao clarão. Olhou para lado e viu Henry dormindo e Regina acordando, colocando suas mãos no rosto para  proteger os olhos do sol. Swan se levantou lentamente.


— Você não vai embora sem falar comigo dessa vez. — Falou Regina, rouca pelo sono que ainda sentia. 
— Quem disse que eu vou? — Perguntou, lhe dando um sorriso. Ela se aproximou de Regina e lhe deu um beijo rápido, logo foi em direção a porta e entrou, enquanto Mills acordava Henry.


Depois de os três terem feito sua higiene matinal,  se encontraram na cozinha. Regina preparava café e algumas torradas, Henry sentou na cadeira, esperando que o café da manhã ficasse pronto. Swan foi até a morena e, a abraçando por trás, depositou um beijo em sua bochecha.


— Eu tenho que ir. — Lamentou, apertando forte a cintura da amada.
— Fique pelo menos para comer algo. — Disse, se virando para a loira e a dando um selinho demorado.
— Tudo bem. — Afirmou, se afastando da mulher e indo  se sentar ao lado do filho, que a abraçou em seguida.
— E então, aniversário do Neal? — Perguntou Regina, se juntando a eles e colocando uma jarra de suco e um prato com torradas na mesa. — Ninguém me disse nada. — Completou, tentando esconder seu desapontamento.
— Aconteceu tanta coisa esses dias que, eu acho que esqueceram de avisar, não só você. — Disse Emma, tentando reparar o erro dos pais. Mills sorriu.
— Por que eu não posso ajudar? — Resmungou Henry, colocando o líquido amarelo em seu copo. Swan pegou uma torrada e , colocando um belo pedaço na boca, tomando o  suco que Henry havia posto a ele, se levantou.


— Porque... — Começou, com a boca cheia e tomando o suco para ajudar a digerir. — Você precisa ir para a escola. — Ela deu  alguns tapinha em sua blusa, se livrando dos farelos da torrada. A loira puxou, delicadamente, o cabelo de trás de Regina, para que a mesma a olhasse nos olhos e, em seguida,  lhe deu um beijo rápido. — Tchau, garoto! Preste atenção nas aulas. — Ela o abraçou, depositando um beijo no topo de sua cabeça.  Assim que Swan saiu, Henry e Regina se entreolharam, o menino arqueou as sobrancelhas, sorrindo, enquanto a morena fez um biquinho, apostando em uma careta.


Emma chegou no Granny’s,  se deparando com sua mãe, seu pai e mais algumas pessoas decorando o lugar. Ela entrou e logo foi abraçada por Mary, feliz.


— E como está nosso homenzinho? — A loira perguntou, entrando no entusiasmo da morena do cabelo curto. 
— Está com  duas boas companhias. — Disse,  apontando para um canto.  Belle o segurava com um braço, enquanto o outro segurava um outro bebê. Ela os chacoalhava lentamente, ando um passo para frente e um passo para trás. 
— O bebê da Zelena? —Perguntou, confusa. Sua mãe afirmou com a cabeça. — Como Belle conseguiu esse milagre de sair com a filha dela sem que a própria ficasse no pé?
— Parece que Zelena está mudando de verdade, agora. — Afirmou, cruzando ao braços. — Disse à Belle que a chamasse,  para comemorar com a gente, não sei se aceitará, mas convite não irá faltar.
— Tocando nesse assunto de convite, — Emma se direcionou para uma caixa com enfeites, pegando um. — Você não disse para Regina sobre o aniversário de Neal? Ela me pareceu triste falando que você não a havia dito nada.
— Oh! — Ela levou as mãos a cabeça. — No meio de toda a confusão, acabei esquecendo. — Mary pegou alguns enfeites na mesma caixa que Swan, e os foi pendurou na parede. — Então, isso entre vocês é sério? — Perguntou.  Emma corou.
— E-Eu não sei. — Disse, sem graça. 
— Como assim? — Quis saber mais, direcionando sua filha a se sentar com ela, em sua frente.
— Eu gosto muito da Regina, — Disse, deixando escapar um sorriso, que contagiou a mãe. — mas eu tenho medo que ela me negue. — Confessou, abaixando a cabeça, brincando com seu anel.
— Por que ela faria isso? Qualquer um percebe que ela é apaixonada por você apenas vendo como a olha. — Admitiu, sem entender o que a loira queria dizer.
— Porque — Ela se aproximou de Mary, se deitando na mesa, como se a fosse contar um segredo. — eu sou mulher, e ela também. — Mary lançou um olhar de desaprovação. 
— O amor sempre vence, Emma. Você deveria está cansada de saber disso. — A morena segurou as mãos de Swan, a dando confiança. 
— Mas eu tenho medo. — Afirmou, quase em um sussurro. Mary se levantou e se sentou ao lado da loira, a abraçando com um braço.  — A cada dia que passa tenho a certeza de que o amor é uma fraqueza. — Desabafou.
— Emma! — Sua mãe a chamou atenção, como se a mesma tivesse dito um palavrão. — O amor não é uma fraqueza. — Enunciou. — E mesmo se for, vale a pena, porque é a melhor coisa que alguém pode ter.— Swan deu um sorriso forçado.  Mary Margaret ia se levantando quando Emma a segura, fazendo ela se sentar novamente.


— E se ela estiver comigo apenas para cobrir um vazio que sente? — Receou. A morena sorriu da insegurança da filha.
— Regina não é esse tipo de pessoa, Emma. Principalmente agora. — Disse, passando a mão no longo cabelo de Swan. As duas se levantaram, dando continuidade no que estavam fazendo antes da pequena conversa. Aquele dia seria longo...


Notas Finais


Sábado tem cap novo domingo tbm, hein? Parece que o papai Noel chegou cedo pra gente hauahua ( em falar em papai Noel, vai ter especial de Natal na fic, vão preparando o core, consultem um cardiologista ;) hauahua


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