História All Of The Stars - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Emma Swan, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Morrilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen
Exibições 379
Palavras 3.734
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Orange, Romance e Novela, Saga, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Geentee! Relou, mais um capítulo e espero que gostem. Fiz ele um pouco mais grande do que o normal para compensar o fato de que vou dá uma sumidinha outra vez e não vou poder postar caps essa semana <\3

Espero que entendam e boa leitura e não se esqueçam de comentar, hein?^^

Capítulo 12 - A Poção



Regina e Zelena caminharam entre as pessoas correndo e gritando de um lado para o outro. Todos que chegavam perto da porta de saída, eram arremessados para trás, indicando um feitiço para que ninguém saísse. Mills viu Gancho segurando o braço de Swan com força, sentiu a raiva esquentar seu corpo, e sem perceber, apertou o braço de Zelena, que resmungou, procurando com os olhos Belle. A morena correu em direção à Emma.


— Regina! — A voz de Swan era grave. Tentava se soltar de Gancho. Ele se aproximou do ouvido da loira, sussurrando algo, que a fez parar de se debater e olhá-lo fixamente, séria. 
— Solte ela agora, pirata vagabundo! — Ela ergueu a palma de sua mão, chamando por sua magia, que não veio. Ela ficou confusa.
— Você não pode usar sua magia das trevas nesse lugar, — Gancho a olhou dos pés à cabeça, enojado. — Rainha lésbica. — Era visível o desprezo em suas palavras.
— Hum! — Se pronunciou Gold, arrastando Belle para perto de Gancho, e a colocando uma pulseira feita  de ouro. A mulher de pele pálida protestou, mas foi ignorada pelo homem. — Eu sempre desconfiei de você,  Regina.
— O que é isso que colocou em mim? — Perguntou Belle, quase gritando.
— Só quero me certificar que você não fuja com o meu filho. — Disse, dando um sorriso forçado. — Não importa aonde você vá ou o que faça, eu saberei, e irei atrás de você. — Completou,  em um tom ameaçador.  Aproveitando a distração de Gancho, Regina o empurrou, fazendo o mesmo tropeçar na cadeira atrás dele. Puxou Emma para si, se afastando do homem , indo em direção a Zelena, que  tremia de nervosa, enquanto pessoas corriam para a porta de onde as duas haviam saído.  David correu e, junto com os anões, seguraram Gancho. Gold revirou os olhos por seu companheiro daquele momento ser tão fraco.


— Você é o quê, Regina? — Mesmo no meio do alvoroço, uma voz no fundo ecoou. 
— Isso não vai ficar assim, Swan, você vai voltar para mim. — Afirmou, gritando. — Lembre-se do que eu disse, Emma. —  A loira respirou fundo, Regina a encarou. — Eu vou fazer da sua vida um inferno.
— O que ele disse, Emma? — A morena a perguntou. A xerife a olhou, o medo em seus olhos era eminente.
— Você vai comigo. — Afirmou Gold para Belle, que já estavam com os olhos cheios de lágrimas. 
— Eu não vou! — Disse, dando passos para trás,  enquanto seu marido se aproximava.
— Não dificulte as coisas. — Enunciou.
— Por que você faz isso comigo? — Perguntou. As lágrimas teimosas de Belle caíram sem piedade.
— Você sabe o porquê. Porque eu amo você. — Rumple ficou à poucos passos  da amada, passando a costa da mão em seu rosto, na tentativa de limpá-lo, porém ela recuou, tirando sua mão do contato de sua pele.


— Swan! — Gancho a chamava, irritado. Regina envolvendo seu braço no dela, Emma o apertou.
— Zelena? — Mills percebeu que a irmã estava mais branca do que o normal, estava suando e com os olhos arregalados. A ruiva a olhou desesperada, vendo Belle se virar para ela, chorando calada. A ruiva respirou fundo e abriu um sorriso, indo em direção à Gold, quase desfilando. 


— Ora, Ora, se não temos aqui dois relacionamentos abusivos. — Disse, sorrindo, olhando para o marido de Belle e logo para Gancho.
— Não se meta onde não é chamada. — Gold se irritou.
— E quem é que vai me impedir? — Provocou, pegando Belle e a colocando atrás da mesma, junto com Regina e Emma. Rumple observou a cena, sério. Deu um sorriso debochado e tentou sufocar Zelena com sua magia, mas logo desistiu, pois havia sentido uma falta de ar horrível, que o fez parar tudo e se esforçar para respirar. Zelena gargalhou escandalosa.


— Você não pode fazer nada comigo, pois fizemos um acordo no dia que eu salvei sua vida. — Disse, se aproximando de Gold, descomposto. — Você não pode me machucar, — Ela pausou, mas continuou rapidamente. — Querido. — Falou, imitando sua voz. O homem bufou ao lembrar desse acordo. Gancho, percebendo a distração de todos, se soltou das mãos de David e dos anões e correu para a direção de Emma, que, foi empurrada para trás de Regina pela mesma ao ver  o pirata se aproximar,  ficando, assim, ele de frente para a morena, séria. 


— Não se atreva a tocá-la de novo, eu acabo com você. — Ameaçou.
— Você não vai fazer nada, nem tem magia aqui. — Afirmou, tentando chegar em Emma.
— Aqui não, você tem razão. — Disse, se aproximando mais dele em um tom superior, tal de rainha.— Mas eu não vou ficar aqui para sempre e, quando eu sair, você não vai querer se esbarrar comigo por aí. — O pirata recuou, dando dois passos para trás,  olhando para Swan.
— Eu voltarei por você, Belle. — Advertiu Gold. Uma fumaça tomou conta de seu arredor, fazendo o mesmo desaparecer. A grávida lutou contra a pulseira, tentando tirá-la, mas era impossível. David pegou Gancho.
 — Você vem comigo. — Disse, apertando seu braço forte. — Dessa vez é para valer.
— Eu sei um lugar perfeito onde ele pode ficar. — Afirmou Regina, se aproximando. 

 


                                      ***

 


Emma estava em sua casa, deitada no sofá, pensando no que havia acontecido. Ela estava exausta, se sentindo culpada por estragar a festa de aniversário de Neal. A campainha toca, tirando Swan de seus pensamentos. Ela vai até a porta, era Regina. A loira sorri para ela, a dando um selinho demorado.


— E então,  onde o levou? — Perguntou,  dando passagem para a morena entrar.
— Para onde levamos Hyde, lembra? — Ela parou de andar, esperando Swan fechar a porta.
— O que vai fazer com ele? — Ela pegou a mão de Regina, a levando para o seu quarto. 
— Amanhã cedo vou preparar uma poção, que tirará a raiva e a dor de Killian. — Disse, adentrando no cômodo completamente desordenado. — Jekyll irá me ajudar, ele sabe como fazê-la, foi ele quem deu essa ideia. — Emma assentiu com a cabeça,  se aproximando de Regina e a abraçando. — Tudo vai ficar bem, meu amor. — Completou, intensificando o abraço. As duas se afastaram, até ficar cara a cara, Emma fechou os olhos, roçando seus lábios nos de Mills, que sorriu. A morena agarrou a boca de Swan, pedindo passagem para que sua língua entrasse em contato com a sua. O beijo era lento, não havia luxúria, havia carinho. Regina passageava a nuca da loira que, por sua vez, deslizava suas mãos devagar pelas costas da prefeita.


— Você quer dormir comigo hoje? — Perguntou manhosamente Emma, quase implorando para que a mesma dissesse sim.
— Me perguntando desse jeito, durmo com você todos os dias. — A boca de Regina foi direto para o pescoço de Emma, que fechou os olhos, sentindo o êxtase que a morena a deixava. — Deite na cama, irei fazer uma massagem em você,  está precisando. — Swan arregalou os olhos, mas depois relaxou, se deitando na cama de costa para Regina.
— Assim? — Perguntou, virando sua cabeça para olhar Regina, que sorriu.
— Sim. — Afirmou,  ficando de joelhos na cama. — Mas tire a roupa. — Mills a levantou pelo braço,  a mesma se sentou. Emma levantou os braços para que sua companheira tirasse sua blusa branca. Regina a tirou cuidadosamente, tocava na pele da loira. Tirou seu sutiã, fazendo seus seios ficarem a mostra. A morena não conseguia desviar seu olhar,  salivava, desejava tê-los em sua boca. Ela os massageou, fazendo Emma dar um leve gemido.


— Algum problema, senhorita Swan? — Perguntou rindo, ficando em cima da loira para desabotoar sua calça. 
— Você me deixa excitada quando me chama assim, sabia? — Ela se contorcia de prazer, mesmo depois de Regina ter cessado a massagem em seus seios. Em segundos, já  não se via a calça de Emma, assim como sua calcinha.


— Claro que sei. Por que acha que eu chamo você assim? — Provocou, a virando de costas, se sentando em cima da mesma e se aproximando de seu ouvido. — Consigo  imaginar sua coisinha pulsando para mim toda vez que falo isso. — Sua voz causou arrepios em Emma.  De fato, sua vagina pulsava toda vez que escutava “senhorita Swan” vindo de Regina. A morena alcançou um creme na cômoda,  e espalhou por toda sua mão e pressionou contra o ombro de Emma, fazendo círculos no lugar. Ela desceu suas mãos,  as deslizando nas curvas de seu corpo, aquilo estava deixando as duas querendo mais.


Mills desceu mais as mãos, encontrando a bunda de Swan, apertou suas nádegas. 


— Regis... — A chamou entre suspiros.  Enquanto uma das mãos de Regina se apoiava em sua bunda, a outra ultrapassava os limites e massageava sua vagina que, na altura no campeonato, já estava molhada. 


— “Regis”? —  Repetiu o que Emma havia falado, mas com um tom de pergunta. — Desde quando me dá apelidos, Emma? — A morena sorria, sentindo sua mão cada vez mais úmida. 
— Ah! — Swan não conseguia falar, o prazer era tanto que a mesma não se continha. — D-Desde... — Tentava completar a frase, mas era em vão. Regina gargalhou, virando Emma e abrindo suas perna para observá-la assim, daquele jeito, a mercê dela. — Não pare Regina... — Pediu, fechando os olhos.
— O que você quer, senhorita Swan? — Perguntou sensualmente, acariciando a barriga da amada com dois dedos, mordendo os lábios.
— Não faça isso comigo. — Disse, prevendo Regina a fazer implorar por seus carinhos.
— Clame por mim , Emma. — Pediu em um sussurro, abocanhando  o seio direito e brincando com o bico do outro. A loira se derretia, gemia alto.
— M-Me chupe, Regina... — Sentiu vergonha do que havia acabado  de falar, mas a queria tanto entre suas pernas. A morena sorriu, encarando fixamente os olhos verdes com as pupilas completamente dilatadas.
— “Me chupe” o quê? —  O espirito de querer dominar as pessoas, principalmente de dominar Emma, tomou conta de Regina. — Sua... — Incentivou a loira a continuar.
— Me chupe, minha rainha! — Emma cedeu, queria muito sentir a língua quente de Mills penetrar em sua vagina. — Regina sorriu, colocando seu cabelo para trás,  afastou ainda mais as pernas de Swan, se aproximou e lambeu a intimidade da loira, a fazendo se segurar no lençol por não aguentar tanto prazer. Mills chupou a vagina que pulsava em sua cara, enfiava sua língua o mais longe que podia, era tão bom sentir o gosto de Emma. — Tire sua roupa.


— Não. — Negou. — Eu mando aqui, Swan. Você só cala essa boquinha deliciosa e me obedece. — A morena penetrou dois dedos no sexo na amada, a fazendo se contorce com as entocadas rápidas que dava.
— R-Regis, eu vou... Ah! Não! — Regina, além dos dedos, usava a boca para ajudar. Ver Emma se derretendo de prazer a excitava muito. Sentia sua calcinha encharcada. — Eu vou gozar! — Berrou, não aguentando e jorrando o líquido na boca de Regina, que lambeu tudo e subiu para encará-la. Limpou com os dedos sua boca, o tipo de gosma escorria, mas ela o colocava na boca novamente. A beijou, fazendo a mesma sentir seu próprio gosto.


— Preciso fazer mais massagens dessas em você. — Brincou, se deitando ao seu lado. A loira a olhou desapontada, sequer pode apreciar o corpo de Regina, estava coberto pelo roupa.
— Você se aproveitou de mim, e só me deixou na vontade de querer aproveitar você. — Disse, se deitando em seu ombro e massageando o seio coberto dela. A mesma sorriu.
— Um dia da caça, e outro do caçador. — Retrucou, colocando uma de suas mãos sobre a mão de Emma que a acariciava.
— O que é isso que temos, Regina? — Perguntou, séria. Mills não esperava tal pergunta. Quer dizer, não naquele exato momento.
— E-Eu... — Ela pensou, mas não encontrou nenhuma palavra que se encaixe com aquilo a não ser amor. Mas não falaria isso, talvez pudesse assustá-la. — Eu não sei. — Disse, beijando a testa da loira, que abaixou o olhar, triste. Swan queria poder dizer que a amava, mas sentia medo. Medo de não ser correspondida,  medo de que Regina não exatamente gostava dela, e sim estava preenchendo um vazio que Robin havia deixado em seu coração. Ela a abraçou forte.


— Eu também não sei. — Mentiu, sentindo um apertou em seu coração. Poderia se declarar ali mesmo, que mal tinha? Sabia que Regina a desejava, então por que não a amaria? Claro, eram coisas totalmente diferentes, Emma suspirou, Mills percebeu, mas nada quis falar. A loira podia sentir o coração de Regina acelerar, a encarou, mas a mesma olhava para cima, pensativa. Emma sentiu suas pálpebras pesarem. Mills admirou Swan, observou seus olhos se fecharem lentamente. Logo, os olhos da morena igualmente se fecharam, elas tinham dormido.

 


                                           ***

 


No dia seguinte, Regina acordou atordoada. Olhou ao seu lado e viu Emma, nua. Sorriu. Olhou para o relógio na cômoda, marcavam 10 : 34 am. Bufou, combinou de encontrar Jekyll às 10:00 am na frente de seu cofre. Se levantou rapidamente, fazendo Swan despertar.


— Onde vai com essa pressa toda? — Perguntou  a loira, rouca pelo sono e coçando os olhos.
— Marquei de encontrar Jekyll há meia hora atrás. — Disse, perambulando o quarto todo atrás de seu blazer. — Espero que ainda esteja lá. — Regina tropeçou em um monte de sapatos de Swan. Resmungou, sentada no chão, bateu as duas mãos no chão.— Droga, Emma! Arrume seu quarto, parece de uma adolescente rebelde. — Reclamou, avistando seu blazer no chão ao lado da cama. Swan segurava o riso, vendo a morena desesperada em chegar no seu encontro.


Regina o pegou do chão, dando um beijo rápido em Emma, que a agarrou para mais um beijo, agora mais intenso. A prefeita saiu correndo, colocando seu blazer dobrado no braço e pegando seus saltos. 


— Estou falando sério, senhorita Swan, — Disse, parando na porta, dando ênfase no “Senhorita Swan”. — Arrume seu quarto, é uma bagunça! — Afirmou, a jogando um beijo e piscando de um jeito sexy.
— Tube bem, mamãe. — Brincou, revirando os olhos.
— “Mamãe”? — Perguntou, maliciosa. — Adorei. — Sorriu e correu para longe, se lembrando de seu compromisso.


Swan se levantou e, depois de tomar café,  resolveu ir para a casa de Mary Margaret. Queria saber de fato o que iriam fazer com Killian.


Já na casa da mãe, a loira estava sentada junto com Henry e ela. A tensão no lugar era completamente visível. 


— Emma, — Começou a mãe, coçando a garganta. — Estava pensando... — Pausou, fazendo um mistério. — que você poderia passar um tempo em Boston, com Henry. — O olhou, vendo o menino aos poucos formar um sorriso. — Ele já está de férias e vai ser bom para vocês saírem um pouco daqui. 
— Você está me dizendo para fugir? — Se alterou.
— Não! Regina está trabalhando no caso de Gancho, e quando ela terminar, vai ficar tudo bem, não há do que fugir, Emma. — Disse, tentando explicar. A loira pensou um pouco. Realmente, também achou que seria melhor, pelo menos alguns dias, para sair desse lugar cheio de magia.


— Ela tem razão, mãe. — Afirmou Henry. — Vai ser bom.
— Eu sei, garoto! — Disse, com um sorriso forçado. — Alguns dias?
— O quanto você achar melhor, minha querida. — Enunciou Mary, segurando suas mãos. 


Regina caminhava às pressas até sua casa, para que pegasse seu carro e fosse para o seu cofre. A medida que as pessoas passavam, a encarava. Alguns com cara feia, outros cochichavam, rindo. Mills suspirou, tentando ignorá-las.


— Regina! — Uma voz desconhecida a chamou. A morena parou, olhado para trás, de onde vinha a voz. — É verdade o que todo mundo está falando sobre você? — Perguntou. 
— E o que estão falando sobre mim? — Ela se virou em direção à moça. Aos poucos, pessoas se aglomeravam ao seu redor.
— Que você é lésbica, como Gancho havia dito. — Disse. A curiosidade da mulher era tanta que mal se importou em perguntar e falar. Mills olhou ao seu redor, todos os olhares a encarava. Ela se virou, retomando seu caminho, sem a responder.


— É verdade! — Gritou um homem, fazendo um alvoroço na multidão que se havia instalado. As pessoas começaram a gritar.
— Fique longe da minha mulher, prefeita! — Um berrou.
— Que ridículo isso, senhora Mills.
—  Como alguém assim pode   governar uma cidade há tanto tempo?
— Vagabunda sapatona!
— Chega mais perto de mim que eu vou fazer você virar mulher de verdade e não gostar de uma.
— Toda descabelada assim devia está transando com a  filha dos encantados. — Um voz feminina se destacou entre os berros.
— Emma Swan? — Perguntou um homem. — Mas com aquela dali, quem não a queria partir no meio? — Todos os homens presente riram, concordando. A rainha se irritou, se virando para os mesmos.
— Quem falou isso? — Se exaltou.  Todos ficaram em silêncio, a morena dava medo em qualquer um. — Vocês querem saber o que tem há sete palmos do chão? — Ameaçou. — Minha vida não lhe dizem respeito, faço o que bem quiser com ela. — Regina se virou novamente, seguindo seu caminho, completamente estressada. Ouvia vozes baixas ainda a xingando, mas revolveu não ligar, senão ficaria muito tempo discutindo, enquanto deveria estar com Jekyll.


Porém,  isso a fez pensar. Seria realmente lésbica?  Não havia sentido nada por outras mulheres antes.  Se preocupou com Swan, em como reagiria se a cercassem como a havia cercado e a xingasse. Sentiu seu corpo se desequilibrar, passava mal em só imaginar alguém tentando machucar sua amada. 


— Regina, você está bem? — Perguntou Zelena, a segurando.
— Sim. — Se recompôs. — Não tenho tempo para as suas gracinhas agora. Tchau! — Disse, deixando sua irmã para trás. 
— Espera! — Pediu, gentilmente. A ruiva nunca falara nesse tom com Mills, isso a fez parar, mas sem olhar para ela. — Eu preciso de sua ajuda. — Confessou. A morena se virou, sem entender.
— Minha ajuda? — Zelena se aproximou dela.
— É Belle. — Disse, admitindo preocupação. — Me ajude a livrá-la daquela pulseira localizadora. — Regina suspirou fundo, nada podia fazer sobre aquilo.
— Me desculpe, Zelena, mas eu não tenho como ajudar você. — Lamentou. Realmente se sentiu triste por pela primeira vez sua irmã a pedir ajuda e a mesma não conseguir. — Assim como você, não há nada que eu possa fazer. — A ruiva concordou com a cabeça, triste, dando alguns passos para trás antes de se virar completamente e seguir o caminho oposto da irmã. 


Mesmo com muitos imprevistos, a morena conseguiu chegar em seu cofre, suspirou ao não ver Jekyll. Abriu a porta no cofre irritada.


— Regina! — Chamou Jekyll. — Achei que não viria mais. — Disse, ficando ao seu lado.
— E-Eu me atrasei um pouco, desculpe. — Os dois entraram no cofre, e lá passaram o restante do dia, trabalhando na tal poção que usariam em Killian.


A noite veio, e Swan ainda estava na casa da mãe, conversando com a mesma.


— Acho que vou para casa de Regina, lhe perguntar se já terminou a poção. — Emma se pronunciou.
— Em falar em Regina, — David apareceu de repente. — O que está acontecendo com vocês duas? — Perguntou, cruzando os braços, enquanto Henry descia as escadas.
— N-Nada. — Se levantou. — Vamos, Henry.
— Você não vai a lugar nenhum até me falar a verdade. — Disse, rígido. Mary e Henry se assustaram, se entreolharam.
— David... — Mary tentou acalmá-lo.
— Não venha com “David”, você sabia que as duas estavam juntas, não sabia? — Se alterou com a esposa. — Por que não me falou nada? — Levou suas mãos à cabeça. 
— Pai, por que está agindo assim? — Perguntou Swan, indo em sua direção. 
—Porque, Emma — Ela respirou fundo, tentando se conter. Ninguém entendia o motivo de Encantado ter agido assim. — Eu não quero você com Regina! — Gritou, fazendo Henry  o olhar.
— Você não tem o direito de me dizer com quem devo estar. — Alterou a voz, indo em direção a porta. — Nunca imaginei que você fosse tão preconceituoso. — Ela segurou a mão de Henry para que saíssem daquele lugar.
— Emma, eu não.. — A loira nem deixou que o pai completasse sua frase, abriu a porta e assim que já estava do outro lado, fechou bruscamente. Caminhou rapidamente, puxando Henry pelo braço. 
— Eu acho que você entendeu errado, mãe. — Confessou Henry, já na calçada da rua.
— Eu entendi muito bem, garoto. — Disse, desacelerando os passos. O menino nada falou, também estava chateado, mas acreditou que seu avó havia se expressado mal. O celular de Swan tocou, era Regina, dizendo que a poção estava pronta e que iria encontrar Gancho naquele momento. A loira decidiu que também iria.


Com a ajuda de alguns enfermeiros, que seguraram Killian para que não avançasse em Regina, a mesma entrou no quarto. 


— Você vai me pagar caro por isso, Regina! — Gritou, se debatendo.
— Não,  eu não vou não. — Debochou, se aproximando do homem.
— O que vai fazer comigo? — Perguntou. Os enfermeiros o sentaram, enquanto Mills abria o frasco.
— Eu vou fazer você se sentir melhor. — Ela sorriu para o mesmo.
— Regina! — Emma apareceu com Henry, a morena se virou e foi em sua direção,  a dando um selinho. Killian começou a gritar desesperado, se contorcia de raiva por ver aquela cena.
— Vamos logo acabar com isso. — Disse a morena, indo determinada em direção à Gancho.
— Não! — Berrou. — Não deixem que faça isso comigo, Emma. — Implorou, enquanto Regina abria a boca do homem à força,  o fazendo digerir o líquido preto. Killian olhou para Emma, se aproximando devagar, com os olhos cheios de lágrimas. 
— Desculpa... — Disse, com a voz embargada. O pirata foi fechando os olhos, os enfermeiros afrouxaram a força que colocavam em seu corpo, o deitando.


— Quando ele acordar, não vai se lembrar do que aconteceu aqui, mas vai lembrar de seus atos. Sua raiva e dor causado pelas pessoas sumirão. — Afirmou Mills, olhando para Emma. — Ele não vai mais querer machucar você.  Nem você e nem ninguém que ele guardava rancor.
— Isso é bom... — Comentou. Regina concordou com a cabeça. 
— Vamos deixar ele descansar, ver como reagirá amanhã. — Disse Regina.  Todos saíram do quarto,  a morena trancou a porta, levando a chave consigo.


Na casa de Mills, ela e Emma estavam sentadas no sofá, Henry tomava banho.


— Regina, eu tenho que falar algo para você. — Disse, em um tom sério, a morena a deu atenção. 
— O que aconteceu, meu amor? — Perguntou, preocupada.
— Eu vou passar alguns dias em Boston. — Falou, insegura. — Vou levar Henry comigo. — Emma percebeu a tristeza de Regina. A dona do cabelo curto abaixou a cabeça. — E você, se quiser.
— O que? — Ela levantou a cabeça rapidamente, abrindo um sorriso.
— Você quer ir comigo e nosso filho para Boston? — Perguntou, segurando suas mãos e as beijando.
— V-Você está falando sério? — Regina se ajeitou no sofá. A loira afirmou com a cabeça. 
— Ficamos lá por alguns dias, para  desse hospício de cidade. — Mills a abraçou,  feliz.
— Eu vou aonde você quiser,  Emma. — As duas se encostaram no sofá, ainda abraçadas. Na mesma hora, os pensamentos de Regina se deslocaram para Zelena, queria poder ajudá-la, e já sabia como...


Notas Finais


Galera, criei um twitter
https://twitter.com/_OhMyQueen
Me sigam lá ( se quiserem, claro) pra conversamos sobre a fic, me darem dicas e falarem pra mim o que querem nela. Postarei pequenos trechos dos próximos capítulos lá ( maldade? Talvez hauahah), quero vcs mais juntinhos de mim <3
Até breve! Mwaah!😚


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