História All that matters - A vida antes do Apocalipse - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Michael Rooker, Nina Dobrev, Norman Reedus, The Walking Dead
Personagens Daryl Dixon, Merle Dixon, Nina Dobrev, Personagens Originais
Tags Daryl, Daryl Dixon, Drama, Família, Festas, Infecção, Irmãos, Merle Dixon, Morte, Morto, Nina Dobrev, Pai, Poder, Riqueza, Romance, Roubo, Tragedia, Twd, Zumbi
Exibições 56
Palavras 1.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, gente!
Essa é a minha primeira fanfic e é a primeira história assim, real, que eu escrevo!
Estou muito empolgada com as ideias, e, como sou iniciante, gostaria muito de opiniões!
A personagem principal é interpretada pela atriz Nina Dobrev, e o ator Evan Peters interpreta o namorado dela, Adrian Quatar.
Beijosss

-
25/11/16 - Gente!!! Eu fiz umas alterações no capítulo, para deixar a história mais rica em detalhes!!! Desculpa essa vacilada, é a primeira história que eu escrevo. Minhas ideias estão pipocando na cabeça e eu quero que vocês imaginem tudo da mesma forma que eu imagino ao escrever!! Beijossssss!!!!!

Capítulo 1 - Adrian


Fanfic / Fanfiction All that matters - A vida antes do Apocalipse - Capítulo 1 - Adrian

- Mas que porra é essa?? – Angelina abre a porta do quarto de Adrian e se depara com ele sentado no chão, seus olhos estavam envoltos em olheiras profundas, como se há dias estivesse acordado. Seu cabelo comprido e sem vida quase lhe tocava o ombro esguio, seu corpo estava magro e abatido. A cor da sua pele era sem vida, como se ele estivesse ali, mas sua alma há tempos havia partido. Uma bandeja no chão estava cheia de cocaína espalhada. Trouxinhas estavam espalhadas pelo chão e um pequeno canudo se encontrava em sua mão. Ao lado dele, uma menina que, pelo rosto e formato do corpo, aparentava ter 16 anos, estava em êxtase, com o nariz envolto do mesmo pó branco. Adrian olhou para a porta e levou um susto ao ver sua namorada olhando para eles, boquiaberta.

- Angelina? O que você está fazendo aqui??? – Ele pergunta limpando o nariz desesperadamente.

- Adrian, você tá cheirando essa merda? – Ela pergunta com tom de ódio, o rosto avermelhado com o sangue pulsando em suas veias. – Cheirando, cara? E quem é essa piranha?? – Angelina pergunta apontando para a menina, que também limpava o nariz, atrás do travesseiro. Seu cabelo era liso e sem brilho. Seu pequeno corpo era claro e delicado como uma boneca de porcelana, deixando claro que ainda estava em formação. Era uma criança. A onda da cocaína misturada à adrenalina do momento a deixava com o olhar desesperado.

- Adrian, faz alguma coisa! – Ela suplicava com os olhos cheios d’agua.

- Ela é uma criança, Adrian! Seu pervertido, imundo! – Angelina gritava, e a cada palavra, ela jogava um travesseiro em cima dele.

- Cara, por favor, não me dedura! – A jovem menina dizia em um tom desesperado, apavorada com o desandar daquela manhã. O convite de Adrian, que antes parecia tentador, agora a fez se arrepender amargamente.

Ao ouvir o inocente pedido da criatura, Angelina olha fixamente para ela. Sua pele estava tão quente que era capaz de queimar qualquer coisa que a encostasse. Seus punhos estavam fechados, apertando e bloqueando a circulação de seus finos dedos. Ela rapidamente levanta a mão direita e aponta para a porta, com firmeza.

- Garota, sai dessa casa logo, antes que eu chame a polícia! – A criança se levantou rápida como um coelho em perigo, fugindo de seu predador. Ela sai correndo, abandonando para trás seu celular e sapatos, e lágrimas no chão. Seu coração batia ferozmente, como se fosse explodir. A droga causou um efeito devastador naquele corpo tão frágil.

- Quem você pensa que é pra sair entrando pela minha casa, como se fosse sua? HÃ? Sua BABACA. – Adrian berra como se fosse um leão rugindo, enquanto levanta, cambaleando do chão - Você é uma imprestável mesmo.

- Você estava dando cocaína para uma CRIANCA, ADRIAN! Você passou dos limites completamente!

- E você não tem nada a ver com isso! Você não tem mais nada a ver com a minha vida e com o que eu faço. – Adrian continua com o seu timbre médio, enquanto Angelina simplesmente sai do quarto, desorientada, procurando por algum pertence seu. Na cozinha, algumas blusas e uma saia. No banheiro, sua escova de dentes, sua chapinha e seu pequeno estojo de maquiagem. Ela, em passos largos, retorna ao quarto de Adrian, no intuito de remover qualquer vestígio seu daquela casa.

- Sai da minha frente, Adrian. – Ela passa se esquivando dele, enquanto ele bufa apoiado no batente da porta.

- Você tá ouvindo o que eu tô falando, caralho? – Ele diz, puxando ela com forca pelo braço. Ela olha pra ele com os olhos arregalados, surpresa com sua ação.

- Não encosta um dedo em mim, ou eu ACABO com você, ou melhor, MEU PAI acaba. – Ao ouvir as últimas palavras da frase, Adrian gela, e solta o corpo de Angelina. Ela abre o armário e puxa mais um punhado de roupas mal dobradas, jogadas no canto. Anda rápido para a sala e enfia todo aquele monte na sua grande bolsa preta.

- Angelina! – Adrian a grita, tentando de alguma forma conter os atos desesperados dela, sem sucesso. Angelina, sem nem olhar para trás, sai pela porta da frente.

Ao entrar no carro, Angelina põe sua bolsa no banco do carona, e sem vergonha de segurar, pôs-se a chorar. Soluçava alto, sem medo de que alguém escutasse. Seu coração havia se esfriado, apesar de seu corpo estar em chamas. Uma forte dor lhe incomodava no peito. Dor de agonia, dor de decepção. Tudo que ela construiu com Adrian Quatar de finalmente acabou. O típico romance mágico de jovens se revelou uma verdadeira mentira com seu triste fim.

Angelina Parker era uma menina bela e jovem. Seu fino rosto era magro e simétrico, seus olhos, escuros e penetrantes, sua boca rosada e fina como uma pincelada. Seu cabelo longo e castanho esvoaçava ao vento, chamando atenção ao seu charme. Seu corpo era esguio e seu quadril acentuado. Ela é uma menina que vive em uma boa família. Seu pai, Anthony Clinton, é dono de uma das companhias de petróleo mais importantes dos Estados Unidos, a Clinton’s Corporation. Seu nome é importante internacionalmente, o que o torna um homem bastante ausente em casa, devido às viagens de negócios. Porém, pouco se importava com os negócios de petróleo do pai. Sempre ligada ao lado artístico, Angelina se envolveu desde sempre com arte, dança e música. Hoje, aos vinte e um anos, ela trabalha em uma famosa Agência de Design em Dallas e seus trabalhos são sempre muito bem avaliados. Adrian Quatar surgiu um pouco mais de um ano antes de seu término. Seu tio, Benjamin Quatar, é um grande empresário e sócio de Anthony. Em um dos eventos da companhia, Angelina e Adrian foram apresentados e logo uma faísca entre os dois acendeu uma forte paixão. Em todas as festas, jogos, eventos, eles estavam juntos. Entretanto, depois de cerca de seis meses, tudo começou a mudar. A fama subiu pela cabeça de Adrian. Festas regadas a álcool e drogas aconteciam em sua casa todo fim de semana. Das drogas, o vício se impregnou no jovem rapaz de 24 anos, fazendo com que sua vida se desfizesse lentamente, e com isso, sua relação com Angelina.

Depois de alguns minutos soluçando e lamentando o ocorrido, Angelina dá partida no carro e segue em direção a sua casa. A porta escura e de vidro, ao abrir, dá numa grande sala, dividida em dois ambientes. A grande mesa de jantar dá lugar a grandes eventos em família, que há muito tempo não acontecem. Desde a morte de sua mãe, a casa não combina com um ambiente festivo. Foram árduos anos batalhando contra o tumor em sua mama direita. Todos em vão, uma vez que o câncer se desenvolveu e provocou metástase, atingindo outros órgãos. Sua morte tornou a relação entre Angelina e seu pai ainda mais fria. Poucas vezes no mês eles se viam.

Angelina, ao entrar, caminha direto para a lavanderia e joga suas roupas, que antes estavam na casa de Adrian, no cesto de roupa suja. Retorna para a sala, pega sua bolsa e se dirige ao seu quarto, no andar de cima. Na varanda, ela acende um cigarro e traga, admirando sua vizinhança. O ar puro de Preston Hollow a fazia esvaziar a mente. O cheiro cítrico trazido com a brisa, junto ao canto das rolinhas dava ao lugar um ar nostálgico e acolhedor. Depois de uns minutos pensando sobre nada e tragando seu cigarro, Angelina o apaga, traz o cinzeiro para dentro do quarto e fecha a porta da varanda. Desce rapidamente as escadas, passando, em seguida, a mão pela cadeira da sala, onde estava pendurada sua blusa jeans. Ela vestiu e saiu de casa. Um encontro com Sasha Stone lhe faria bem. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!!


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