História All that matters - A vida antes do Apocalipse - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Michael Rooker, Nina Dobrev, Norman Reedus, The Walking Dead
Personagens Daryl Dixon, Merle Dixon, Nina Dobrev, Personagens Originais
Tags Daryl, Daryl Dixon, Drama, Família, Festas, Infecção, Irmãos, Merle Dixon, Morte, Morto, Nina Dobrev, Pai, Poder, Riqueza, Romance, Roubo, Tragedia, Twd, Zumbi
Exibições 17
Palavras 2.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais ummmmm!!!
Espero que gostem! :)))


Opinem, galera <3
Bjus

Capítulo 5 - The Dixons


Fanfic / Fanfiction All that matters - A vida antes do Apocalipse - Capítulo 5 - The Dixons

Dois dias antes…

Eram 3 horas da tarde. Uma leve brisa movia as folhas das árvores da rua Southland. O sol a pino esquentava as grandes peças de metal que estavam expostas no quintal da casa 24. Dentro da pequena oficina, um homem careca com leves rugas na testa e ao lado dos olhos estava ajoelhado, passando um pano úmido em sua nova Harley Davidson. A Fatboy brilhava com seu tom amarronzado e o homem a admirava, sorridente. Sua boca fina estava envolta numa barba mal feita, grisalha e rala. Seus largos ombros estavam suados, assim como seus braços e costas. Sua blusa sem manga estava suja e malcheirosa. Ele ­­­­­se levanta e joga o pequeno pedaço de tecido em cima da caixa de ferramentas. Ao sair do galpão, ele deixa a porta aberta.

Ao abrir a porta de casa, o homem ele tirou sua camisa e se dirigiu ao banheiro para tomar um banho. A sala de estar era pequena. Uma grande televisão de tela plana chamava atenção na parede. Em sua frente, um pequeno sofá de dois lugares e uma mesa de centro. Em cima dela haviam grandes pacotes brancos e dois esverdeados. Havia pó espalhado por todo o móvel. No canto direito, discos de vinil de bandas de rock antigas estavam cobertos por uma fina camada de poeira. Na cozinha, a geladeira estava, como de costume, quase vazia. Nela havia apenas algumas latas de refrigerante e cerveja e uma caixa de pizza. Para chegar ao banheiro, o homem passou por um corredor, que dava em dois quartos.

- Ei, irmão. Acorda, preciso de você. – O sujeito disse em alto tom enquanto caminhava pelo corredor. Em um dos quartos, um sujeito moreno estava deitado em sua cama, agarrado a uma figura pequena e delicada. Seu grande cabelo preto lhe tampava os olhos, e sua boca exalava um forte odor de álcool. A ausência de resposta faz com que Merle bata com força três vezes na porta do quarto. – Porra, levanta, Daryl. Tá na hora já, vamos.

Uma menina loira, com a maquiagem borrada e as pupilas dilatadas levanta em um susto. Seus pequenos seios se descobrem dos lençóis. Daryl abre os olhos devagar. Estava com uma dor de cabeça horrível. Haviam roupas espalhadas por todo o chão. A menina cutuca o rapaz que até então, se mantinha inerte aos chamados do irmão.

- Para com isso. – Ele diz, bloqueando a mão da jovem com a sua. – Que horas são?

- Três. – Ela responde olhando a hora pelo celular.

– Puta que pariu... – Daryl bufa enquanto tira o cabelo do rosto. - Se veste logo aí, vai. – Ela se levanta e põe as roupas intimas. Daryl se senta na beirada da cama e esfrega os olhos com a mão direita, seguido de mais uma leve ajeitada no cabelo. Estica o braço e alcança sua cueca no chão, vestindo-a. O sol entra pelas frestas da cortina. A menina termina de se vestir e ele continua imóvel, na beira da cama. Ela se aproxima dele.

- Me liga depois, tá?

- Tá, Tchau.

E pela porta sai a jovem loira, da qual Daryl nem do nome se lembrava. Ele abriu a primeira gaveta da mesa de cabeceira ao lado da sua cama e tirou dois comprimidos de aspirina. Em cima da mesinha, havia um pequeno copo de vidro, que ele pegou e levou até o banheiro, onde Merle estava tomando banho.

- Preciso que você quebre uma pra mim. – Merle dizia enquanto ensaboava seu peito. Daryl permaneceu quieto. Seu cotovelo direito apoiava-se no espelho, preso na parede, enquanto que com a mão esquerda, ele enchia o copo com água da pia. – Termina de embalar aquele pó na sala, tenho que levar hoje para um moleque na Preston Hollow. Grana alta, maninho, grana alta. – O homem careca diz sorrindo.

- Aquele playboy? Ele não tá te devendo?

- Combinamos de ele me pagar hoje. Se não rolar, não forneço mais pra ele. – Daryl assente com a cabeça, dando ao irmão seu típico sorriso torto. Depois, joga os dois comprimidos em sua boca e, com dois grandes goles d’agua, ele os engole.

Ao chegar na cozinha, ele abre a geladeira e dela tira um pedaço de pizza que estava guardado dentro da caixa, depois a fecha e vai em direção ao sofá. Enquanto comia seu café-da-manhã, ele ligou a televisão.

- Ei, Merle, essa televisão é do caralho mesmo, ein? Mandou bem. – Ele diz em alto tom, para que seu irmão pudesse escutar.

- Ah é! Ela é foda mesmo. – Merle responde, aparecendo na sala de estar, com a toalha amarrada em seu quadril. – Me passa essa blusa aí. – Ao lado de Daryl havia uma blusa quadriculada marrom, jogada e amarrotada. Ele pega e dá para seu irmão. – Termina de comer e começa logo a empacotar esse pó. Tô atrasado já.

Daryl, ao terminar de comer seu pedaço de pizza, limpa suas mãos engorduradas em sua cueca e puxa a mesa de cabeceira para si. Com cuidado, ele cavava os pequenos montinhos e os jogava em pequenas sacolinhas de plástico transparentes. Ele e seu irmão são traficantes desde jovens, Merle começou por influência de seu pai. Daryl, de início, não concordou com aquilo, mas logo seguiu o caminho do irmão. Para ele, Merle era seu melhor amigo, seu protetor. Seu irmão não pensava diferente. Com o passar dos anos, seus negócios foram ampliando, e a renda que antes era destinada a pagar alimentos para a família, agora dava a eles a oportunidade de comprar eletrônicos caros, como a televisão de tela plana.

 

- Terminou aí? – Merle perguntou enquanto terminava de dobrar a manga direita da blusa. Daryl estendeu a ele os pequenos pacotes.

- Tá aqui.

- Beleza. Aí, mais tarde vamos ter uma reunião importante. Tem coisa grande vindo por aí, maninho.

- Sobre o quê? – Daryl pergunta enquanto alcançava uma caixa de cigarros mentolados em cima da mesa.

- Só se prepara. Um cara que eu conheço vai nos botar em uma parada pesada. Se der certo, acho que a gente vai ganhar mil vezes mais do que ganhamos esse mês. – A sobrancelha de Daryl subiu, involuntariamente. A proposta o animou, dando a ele, um leve brilho nos olhos. – Mais tarde a gente se vê. Esteja pronto às onze. – Merle então, pegou seus produtos, os guardou em sua mochila e assim, partiu. Daryl foi até seu quarto com o cigarro aceso na boca. Ele abriu a cortina, deixando a claridade adentrar. Depois, deitou-se para poder fumar com tranquilidade. Em sua mente, várias ideias se passavam. O que será que vem por aí? Será que vamos assaltar um banco? Ele riu ao pensar aquilo, mas não podia descartar aquela possibilidade. Merle faz tudo por dinheiro. Daryl até desconfia que ele já tirou a vida de um homem para rouba-lo, porém, eles preferem não discutir sobre esse assunto.

A noite chega. Daryl estava vestindo sua jaqueta preta, enquanto enfiava os pés em um par de sapatos fechados e escuros. Ele caminha até o espelho do banheiro e, com os dedos ajeita seu cabelo negro e molhado. Suas olheiras eram profundas e sua barba estava mal feita. Ele não ligava a mínima para isso. Eram onze e meia no relógio e o homem escuta o roncar da Fat Boy do lado de fora da casa. Ele espirra um pouco de perfume em si e parte para a reunião com seu irmão.

A reunião seria no pub. Pra eles, seria uma noite típica no bar, com poucas pessoas, mas naquele dia, o Trinity Hall comemorava 13 anos de funcionamento e uma festa foi organizada.

- Que merda... – Merle resmungava ao ver cada vez mais gente entrando pela porta. Reuniões como a de hoje requerem o máximo de privacidade, aquela quantidade de gente entrando pela porta o deixava desconfortável. Daryl estava mais tranquilo, encostado na moto fumando um cigarro, fazendo com que o cheiro de nicotina com mentol se impregnasse em sua roupa e cabelo.

Minutos se passaram e um rapaz moreno se aproxima da dupla. Sua blusa de botão por baixo de um casaco cinza lhe dava um ar de Mocinho.

- E aí, meu amigo – Merle diz ao abracar o homem. – Esse aqui é meu amigo, Jack Brock. Jack, esse é meu irmão, Daryl.

- E aí. – Daryl diz de longe, enquanto estava debruçado na moto.

- Cara, você não acha muito arriscado fazer a reunião aqui? Está muito cheio. – Merle diz num tom de preocupação.

- Fica tranquilo, ninguém vai escutar a gente. E além do mais, temos que comemorar, porque a noite de hoje promete! – Jack diz animado, enquanto dá um tapa no ombro esquerdo de seu amigo. Eles andam a caminho da porta, e Daryl joga o resto de seu cigarro no chão e os acompanha.

O som estava alto. Havíam algumas pessoas na pista de dança, mas o trio precisava de uma mesa para conversar. Uma atendente atraente vem recebê-los.

- Boa noite, rapazes. Desejam alguma coisa? – Ela diz em um tom amistoso.

- Por enquanto, só o seu rabo. – Merle diz com seu timbre grave, de forma maliciosa. A jovem menina olha para ele, sem graça e assustada. Daryl solta uma risada.

- Queremos uma mesa, por favor. – Jack diz de forma educada.

- Desculpe, senhor, mas todas as mesas foram retiradas para dar lugar à pista de dança. Vocês podem se sentar nos sofás ou no balcão do bar.

Os três homens se sentaram no balcão. Jack ficou no meio dos dois irmãos, para que os dois pudessem ouvir atentamente o que ele tinha a dizer. O garçom veio atende-los.

- Três cervejas. – Jack pede e o garçom assente com a cabeça. – É o seguinte, rapaziada... Estou sabendo que o ramo de vocês é o tráfico e ouvi falar que seus produtos são os melhores. – Merle olha para o amigo, convencido e com um leve ar esnobe. – Mas eu tenho uma proposta para vocês que vai além de simplesmente vender pó. – O olhar semicerrado de Daryl mostrava-o ansioso para saber o que estava lhe aguardando. Seus ombros estavam tensos. – Rapazes, nós vamos roubar uma companhia de petróleo.

Os dois irmãos ficam atônitos ao ouvir aquela frase. O quê? Como assim? Que ideia é essa. Merle solta uma forcada gargalhada, mas Daryl permanece sério.

- Como assim? De onde você tirou essa ideia, cara? – O homem careca pergunta enquanto ria.

- Clinton’s Corporation. Estou trabalhando como assistente de um dos administradores financeiros. Eu e meus colegas estamos planejando aplicar um golpe.

- Fale mais... – Daryl se mostra interessado, enquanto acaricia sua barba mal feita.

- Tudo tem que ser feito antes do dono da companhia chegar, senão vai dar merda. – Jack continua. – Vamos criar uma empresa de contabilidade fantasma e administrar o pagamento de uma empresa do Chile. – Os dois irmãos gelam. Para eles, seria algo menor, algo em Dallas. Um roubo internacional estava fora de seus padrões.

- Que empresa? – Merle pergunta, preocupado.

- Uma que produz derivados, nova, pouco conhecida. – Jack diz dando um gole em sua cerveja. – Ao receber o dinheiro, vamos declarar apenas dois terços do lucro. A outra, enviaremos para vocês. Vocês receberão em sua casa um caminhão, e dentro dele, uma quantia de vinte e cinco milhões de dólares. Esse din...

Daryl engasga com sua cerveja. Ele olha para Jack, seus olhos estão arregalados.

- O que você disse?! Eu ouvi bem? Vinte e cinco milhões? – Ele diz perplexo. Merle reage da mesma forma, mas não consegue encontrar palavras para comentar sobre o que ouviu.

- Me deixe concluir, Daryl. Esse dinheiro não vai ficar todo com vocês. Vocês serão responsáveis por guarda-lo em sua casa. Eu pensei no seu quintal, será que dá? – Os irmãos se olharam. – Se vocês colaborarem e conseguirem manter o dinheiro lá por umas duas semanas, podem ficar com dois milhões para vocês.

- Espera, eu quero saber como esse dinheiro vai parar lá em casa. E você acha mesmo que a gente vai guardar uma quantia tão alta por tão pouco? – Merle reclamava, tentando ganha um lucro maior.

- Merle, são dois milhões de dólares, só pra gente, irmão! Só tenho medo de dar merda. É muito dinheiro, Jack.

- Fica tranquilo, está tudo planejado. Vocês estão lidando com profissionais. – Jack responde, sorrindo. – A única coisa que vocês precisam fazer é guardar as notas. Ninguém vai incomodá-los.

- E como você pode ter tanta certeza disso?

- Como eu disse, vocês estão lidando com profissionais. Vou dar uma mijada. – Jack diz, se levantando da cadeira.

- Vou com você, quero procurar aquela atendente gostosa. – Merle se levanta e vai atrás do amigo.

Daryl permanece sentado no balcão do bar. Seu corpo estava tenso, aquela conversa o deixou inquieto. Ele e seu irmão nunca tiveram oportunidade de melhorar sua qualidade de vida. Essa era uma chance indispensável, porém, perigosa. Era muito dinheiro envolvido, ele pensava nisso enquanto segurava fortemente sua garrafa de cerveja, dando mais um gole. Para distrair um pouco a mente, ele voltou seus olhos para a grande parede de bebidas a sua frente. Diversas garrafas e copos brilhavam com as luzes do ambiente. Tudo era muito colorido. Ele olha o relógio, eram quase uma hora da manhã. Deu um suspiro, e ao seu lado ouviu o garçom falar, o que lhe chamou atenção.

- Com licença, a senhora deseja alguma coisa? – Ele se dirigia a uma figura pequena ao seu lado. Daryl encarou aquela jovem mulher, seu cabelo escuro e liso brilhava com as luzes da festa, e seu cheiro cítrico de um perfume caro lhe chamaram atenção. Que isso... Os olhos dela estavam bem marcados, com uma maquiagem bem feita, e os encarava. Um jogo de olhares começou naquele balcão seguido de um leve sorriso dela, sua pequena boca era delicada e charmosa como uma pétala de rosa.

- Gelo, o do balde derreteu. – Sua voz era doce, melodiosa. Daryl não pôde evitar um olhar semicerrado por aquele corpo frágil. Seu vestido justo lhe acentuavam as curvas do quadril, o deixando mais interessado no que via. Suas pernas eram definidas e de tamanho médio, nem muito grossa, nem muito fina. Seu olhar se voltou novamente para os olhos dela, mas não conseguiu tirar mais detalhes daquele ser. Ela se virou e voltou para onde estava, um largo sofá colado na parede, cheio de gente. Tudo que deixou naquele balcão foi seu cheiro hipnotizante. Daryl queria mais.

Alguns minutos se passaram e dois homens se juntaram a ele, interrompendo o que ele achava que era uma conversa feita com olhos. A jovem morena se disfarça no meio de seus amigos, que gargalhavam enquanto bebiam.

- Ei, irmão, vamos para a pista, hoje é dia de comemorar! – Merle fala para ele, puxando-o pelo braço. Jack está mexendo no telefone, sorrindo.

- Me deixa só terminar essa aqui e vamos. – Ele disse, balançando sua garrafa. – Cadê a loirinha? – Daryl perguntou para o irmão, se referindo à jovem atendente que os recebeu na entrada.

- Ah, que se foda ela, deve tá fugindo de mim. – Eles riem.

- Aí, caras, acabei de descobrir que tem um amigo meu aqui, vamos procurar por ele. – Jack diz guardando o telefone no bolso da calça. Daryl termina sua cerveja, e ele junto ao irmão o acompanham.

Na pista de dança, Jack estava gesticulando coisas para seu amigo, Owen Barks, enquanto Merle prestava atenção. O volume da música era quase que ensurdecedor e a quantidade de gente deixava o espaço mais apertado e quente. Daryl estava atento em uma cena no fundo do ambiente. Perto daquele sofá, a morena que lhe chamou atenção segurava no quadril de outra mulher, loira e visivelmente embriagada. Ela fazia movimentos com o quadril de acordo com a música e deixavam Daryl inquieto. Era uma visão maravilhosa. Suas curvas prendiam sua atenção como um bebê em frente a uma televisão, onde passava seu desenho favorito. De repente, ela para, um homem a chamou, sentado. Ela o puxa pelo braço e o leva até a área de fumantes. Daryl, ao ver aquilo, se sentiu incomodado e curioso para saber se eles dois tinham um lance.

- Aí, galera, já volto. Vou fumar um cigarro. – Ele diz, em alto tom para que os outros escutassem. Eles fizeram um sinal positivo e Merle disse alguma coisa, que ele pouco fez questão de entender. Chegando perto da porta, ele vê o rapaz que antes acompanhava a garota, saindo no telefone. Daryl, ao ver isso, soltou involuntariamente um sorriso torto e saiu daquele espaço fechado. Lá estava ela.


Notas Finais


Daryl pegador kkkkkkkkk melhor pessoa.
Amanhã tem mais!!!

Beijosss


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