História All To You (HIATUS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Norminah
Exibições 101
Palavras 3.365
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aqui com mais uma fic Norminahzinha com assassinatos

Capítulo 1 - Cold Night


Acordo um pouco assustada quando ouço meu celular tocar, pego o mesmo no criado mudo e atendo sem nem me dar ao trabalho de olhar o visor. Era Lauren Jauregui, minha parceira no trabalho e também uma de minhas melhores amigas, com certeza tinha novidades sobre o caso dos misteriosos assassinatos, que estavam ocorrendo desde o último verão.

- Pronto!
- Normani, não tenho boas notícias. Mais um corpo foi encontrado.
- Do mesmo jeito que os outros?
- Sim.
- Chego aí em vinte minutos.
- OK, não corra muito, a estrada ainda está molhada por causa da neve.
- Pode deixar, Sra. Jauregui, tomarei cuidado - respondi em tom de deboche e encerrei a ligação.

Saí de meu apartamento, portando apenas o essencial, meu celular, o distintivo e claro, meu revólver. Entrei em meu carro, um belo Impala, um clássico de 1962 que devo afirmar estava em ótima forma. E não era pra menos já que eu havia investido tanto dinheiro naquele carro, Ally, minha irmã mais velha, disse que eu era doida, e não posso negar, já que sou completamente apaixonada por carros antigos e não meço esforços quando o assunto é esse.

Corri pelas ruas encharcadas da cidade de Southampton que já estava sem sua bela luz diurna, desconsiderando totalmente o que Lauren havia me dito, mas eu tinha pressa. Mais um corpo estava a minha espera, com esse era o 4°, e eu me sentia uma inútil por não ter descobrido quem era o tal assassino, já estávamos nesse caso à 4 longos meses, meses de insônia e dores de cabeça, por causa desse caso eu já havia perdido até minha namorada, que alegava não conseguir namorar alguém tão ausente, mas agora eu não tinha tempo para correr atrás dela e nem fazia questão, descobrir quem era o assassino, tornou-se meu maior objetivo. Os assassinatos tinham algo em comum, todas as vítimas haviam sido mortas com tiros na cabeça, e os corpos eram encontrados sempre com um limão enterrado na boca, o que me faz ter certeza de que é obra de um psicopata, uma pessoa inteligente o bastante para me enganar e enganar toda minha equipe que é uma das mais bem preparadas do país, e graças à ele eu teria que olhar pra mais um corpo, de um cara chamado John, talvez um pai de família que não voltará para casa, ou mais um jovem que deixará uma mãe destruída. Era sempre assim, John's, não havia nada em comum entre eles, nem idade, tipo físico, parentesco, somente o fato de todos se chamarem John e isso me intrigava mais que a história dos limões.

Diminuí a velocidade de meu automóvel, quando avistei ao longe as luzes dos carros de polícia, a movimentação no lugar já era grande, a maioria curiosos, gente esquisita que gosta de ver tragédia, pessoas que nunca vou entender, já que só passo por esse tipo de situação porque é meu trabalho. Estacionei meu carro de qualquer jeito e saí apressada ao encontro de Lauren que já me aguardava, visivelmente impaciente.

- Chegou rápido - semicerrou os olhos - deve ter corrido que nem uma louca, tentando se matar... Só um aviso "Sra. Investigadora", o corpo não vai fugir daqui.
- Não enche Jauregui, eu nem corri tanto.
- Imagino, fazendo um percurso que não faço nem em vinte minutos, em cinco.
- Me poupe Lauren, você dirige como uma idosa... Mas vamos logo, onde está o corpo?
- Me acompanhe - segui seus passos, passando por uma barreira de mais de dez polícias, que nos olhavam com desdém, não sabiam que se tratava da melhor dupla de investigadoras do sudeste da Inglaterra. Ok, talvez nem sejamos tudo isso, mas trabalhamos muito para ser - é aqui.

Olhei para o corpo do homem que estava de bruços no chão, havia uma mancha enorme de sangue à sua volta, os cabelos estavam desgrenhados, a camiseta e a calça estavam molhadas por conta da neve derretida, os pés estavam descalços e eu me perguntei porque ele estaria apenas com uma camiseta em uma noite tão fria e o que havia acontecido com seus sapatos. Será que ele estava fugindo de alguém?

- Podemos virar ele?
- Claro, vou pedir para, que alguém faça isso, espere só...
- Você já foi melhor Jauregui, tem medo de encostar em um cara morto? - perguntei sarcástica, e já virando o corpo para que eu pudesse ver seu rosto, é claro que eu só queria implicar com ela, já que tenho certeza que ela é uma das mulheres mais corajosas que já conheci, a mais linda e uma agente exemplar também, eu não posso negar, eu amo e admiro Lauren Jauregui, mas é claro que não contaria isso à ela.

Analisei o corpo e concluí que o caso era idêntico aos outros. Um tiro no centro da testa, o limão na boca, e nenhuma nova pista.

•••

Quando voltamos à delegacia, já passavam das três da manhã. Antes de irmos pra lá, Lauren havia passado na casa da família de John Cooper, sim, era esse o sobrenome do nosso "John da vez", para avisar que ele jamais retornaria. Juntei todas as minhas forças para entrar na casa e tentar dizer alguma palavra de conforto para à esposa dele, mas só consegui me calar e deixar a voz de Lauren ecoar por minha mente. Vi quando uma garotinha, que não aparentava ter mais de oito anos entrou na sala, ela olhou no rosto de cada uma de nós e por último correu para abraçar a mãe. De alguma forma naquele momento ela soube o que aconteceu, imagino que seja algum tipo de intuição. Não sei. Só sei que ver aquela garota, foi a gota d'agua pra mim, não aguentei ficar naquele ambiente que exalava dor, então corri para fora, sem aviso prévio, deixando a bomba nas mãos de Lauren, como a covarde que eu estava sendo ultimamente.
O caminho de volta foi silencioso, eu não queria falar sobre o ocorrido, e Lauren sabia disso, então só se dirigiu à mim, quando já estávamos no prédio da delegacia.

- Como você está? - a bela mulher me encarou. Estava com as duas mãos apoiadas em minha mesa.
- Estou bem... E me desculpe por aquilo, é só que... Esse caso está me deixando louca, eu não aguento mais ter que encarar essas pessoas.
- Calma Kordei, eu sei o quanto é complicado pra você, ter que lidar com isso, mas precisamos estar focadas. Infelizmente esse caso está longe de ter fim.
- Não pode Lauren, não podemos ficar vendo pessoas serem mortas e não fazer nada, precisamos deter esse assassino.
- Eu sei disso Normani, mas quanto mais desesperadas estivermos, pior será, estamos lidando com uma pessoa inteligente e para detê-la, precisamos ser mais inteligentes ainda, e isso vai exigir calma e concentração - ela rodeou a mesa e pegou em meus braços, fazendo um carinho leve. Naquele momento ela deixou de ser minha parceira no trabalho. Ela estava sendo apenas a minha amiga de infância - Venha, você tem que ir pra casa, dormir no mínimo umas 5 horas, a quanto tempo você não faz isso, hein?
- Nossa, eu nem me lembro o que é dormir, eu vivo só de cochilos à 4 meses.
- Então venha Mani, eu te levo pra casa... Onde está a chave do seu carro?
- Você acha mesmo, que eu estou doida o suficiente, pra deixar você dirigir meu carro? - arqueei uma sobrancelha e ela riu.
- Sinceramente, eu tento ajudar, mas com você não dá, não é?

Saímos do prédio da delegacia e fomos direto para casa de Lauren, já que eu vivia mais lá, do que em meu próprio apartamento. Nós éramos melhores amigas e consequentemente inseparáveis. Lucy, a esposa de Lauren, não parecia se incomodar nenhum pouco. Ela era uma mulher muito inteligente, amável e bela, e o principal, fazia Lauren feliz, isso já era o suficiente para que eu gostasse dela.

Naquela madrugada, eu consegui dormir de verdade, naquela altura dos acontecimentos, acho que meu sono já estava acumulado, acordei pouco depois do meio dia, conferi a hora e a data. Um domingo. O dia estava bonito, ensolarado, ótimo para um passeio, mas com todos esses assassinatos, não havia descanso, eu iria para minha casa e passaria o dia todo estudando o caso, mais uma vez.
Depois de me vestir, pego minhas coisas no criado mudo e desço as escadas da casa devagar.

- Meu Deus! Sua cara continua horrível, Mani - uma Lauren animada vem ao meu encontro.
- Bom dia pra você também, Jauregui - falo e logo avisto Lucy que parece se divertir ao nos observar - Bom dia Lucy, e obrigada por ceder seu teto para essa pobre coitada, mais uma vez.
- Mas você já vai? - questiona Lauren.
- Sim Laur, tenho que estudar esse caso mais um pouco.
- Espera, então eu vou com você.
- Não precisa, aproveite que é domingo e leve Lucy para um passeio legal, seja mais romântica Jauregui - digo isso, e dou uma piscadela cúmplice, para Lucy e me retiro.

Não é porque o meu namoro havia acabado por conta desse caso, que eu deixaria o mesmo acontecer com casamento de Lauren, se bem que eu nem poderia culpar o caso pelo fim do meu relacionamento, a culpa era só minha e da minha incapacidade de dar valor e amar, alguém que merece tanto quanto Jilly merecia, eu simplesmente deixei ela ir, e não fiz nada para impedí-la talvez porque eu soubesse que era melhor ela ir, afinal eu só estava atrasando a vida dela, em um relacionamento que não tinha futuro. Não que eu não gostasse dela, pelo contrário, aquela mulher sempre teria a capacidade de me enlouquecer, mas o problema é que era só isso, só um "gostar", alguma convivência e muita atração física, mas amor? Nunca foi.

•••

Por volta das 17:00, volta a nevar fortemente, o que faz a minha preocupação aumentar, já que neve no caminho, só iria atrapalhar nossa investigação.
Vejo meu celular vibrar em cima da mesa, onde ele esteve o dia todo, já que eu passei o tempo todo relendo todas as informações do caso, olho o visor e vejo que é Niall Horan, meu colega de trabalho e também meu cunhado, ele era casado com Ally à pouco mais de três anos e tinham uma filha, a pequena Anne, que era uma das minhas principais razões de viver. Quando ela nasceu, eu descobri a minha vocação, eu nasci para ser tia. O fato de eu e Ally não sermos irmãs de sangue, nunca afetou em nada nossa relação. Fui adotada quando tinha apenas 3 meses de vida, Ally tinha 3 anos e pouco se lembra de minha chegada, então nós somos irmãs, simples assim, e nada no mundo seria capaz de mudar isso.

O que foi, Horan?
– Eu me lembro que antes de me casar com sua irmã, você era mais gentil - revirei os olhos impaciente.
Diga Nini, o que você deseja?
– Agora melhorou... Então, só liguei pra avisar que a análise da bala encontrada no corpo, já foi concluída, e mais uma vez, é uma arma diferente.
– Droga, isso só atrasa ainda mais o nosso lado.
– É, eu sei, por isso que já passei o caso pra você, não quero o problema só pra mim, ah e avisa a Jauregui também.
Horan, você é um péssimo colega, cunhado e amigo... E tchau, porque não quero mais falar com você - ouvi ele gargalhar do outro lado.
Tchau Mani, até amanhã, se cuida.

Logo após falar com Niall, eu cochilei sobre a mesa, ultimamente eu estava assim, se eu encostava em um lugar eu já dormia, o desgaste físico era evidente.

Na manhã seguinte retornei ao trabalho normalmente, o caso não saía do lugar e eu estava ficando louca, passaram-se uma semana, duas, três, até que recebo mais uma ligação de Lauren, pela madrugada.

Só me diga o endereço Jauregui, eu já sei do que se trata.
– É em um bairro afastado da cidade, perto do antigo posto de gasolina.
– Perto do lago?
– Sim, do lago.
– Mais um lugar de minha infância, destruído por um caso bizarro.
– Pois é Kordei, você quis brincar de ser polícial, agora tem que aguentar.
– Então vamos lá, daqui a pouco eu chego aí.
– OK, só não corre, por favor.
Ok Jauregui!

Lauren havia perdido seus pais ainda na adolescência, em um acidente de carro, por isso ela era assim, toda preocupada, com isso, eu não tinha o menor medo de me acidentar, afinal eu sempre achei que ia acabar morrendo com um tiro mesmo, mas eu me cuidava, para não preocupa-la.
•••

Cheguei ao antigo posto de gasolina e avistei o grande lago logo à frente, onde estavam refletidas as luzes dos carros, e toda a movimentação de policiais, eu não via razão pra ter tanta gente envolvida nesse caso, já que só quem realmente trabalhava com investigação eram eu, Niall e Lauren. O resto da equipe só estava lá pra marcar presença, pra dizer que estava em ação, resumindo: um bando de babacas incompetentes.

– Lauren?
– Oi Normani... Acho que nem preciso descrever como está o corpo, não é?
– Acho que não, mas eu preciso ver, não é?
– Vamos lá, então.

Nossa nova vítima era um garoto de 17 anos, John Williams, provavelmente estava no lago usando algum tipo de droga, já que apresentava pupilas dilatadas, mas só teríamos confirmação disso após uma série de exames. Porém, isso nos leva a mais um questionamento. Porque um garoto de 17 anos, estaria em um lago, às 2 horas da manhã, de uma quinta feira, de muito frio e neve, usando algum tipo de droga, sozinho?
Mais uma vez as nossas informações não estavam batendo, nada fazia sentido e estávamos voltando a estaca zero.
Me afasto um pouco de Lauren e de toda movimentação e vou até algumas árvores que haviam por ali, onde se dava início à uma pequena floresta de árvores muito altas, me encosto em um tronco enquanto repasso os acontecimentos na última meia hora  em minha mente. De repente vejo algo se mexer ao longe, dentro da floresta escura, podia se tratar de algum tipo de animal, mas ali era muito próximo à cidade para haver animais de grande porte, sendo assim, concluí que se tratava de uma pessoa.
Como eu estava um pouco mais afastada dos demais, não haveria tempo de avisar ninguém, senão eu perderia o possível suspeito, sendo assim eu corri mata à dentro, tentando ser o mais silenciosa possível, já que a "pessoa" não parecia ter percebido a minha presença.
Eu havia me afastado uns trezentos metros da entrada da pequena floresta, concluí então que estava em meio à ela, no escuro e sem sinal do meu suspeito. Andei mais um pouco sem nenhum rumo, quando ouvi o som de um galho se quebrando em meio ao silêncio da floresta.
O som vinha da minha direita, dei mais algum passos, já com meu revólver em mãos e logo avistei o suspeito, que estava com a roupa toda preta e com um capuz que lhe cobria o rosto e os cabelos, ele ainda não havia percebido à minha presença ali.

– Coloque as mãos na parte de trás da cabeça e vire devagar, faça qualquer movimento brusco e eu não hesitarei em atirar - ele se assustou ao ouvir minha voz e parecia ter congelado no lugar - Você não me ouviu?
– Claro que ouvi senhorita - não tive tempo de processar as informações quando ela, sim, pela voz era uma mulher, deu apenas um passo para a direita e sumiu do meu campo de visão, eu ainda tive tempo de disparar e atingir algumas árvores.
Corri até onde ela estava segundos antes e vi que ela havia pulado no lago. Eu havia me esquecido de que o lago era tão grande ao longo de rodear a pequena floresta.
Não pensei duas vezes e pulei no lago também, eu não deixaria o assassino, que à pouco descobri que era, uma assassina, fugir assim, nem que eu tivesse que pôr minha vida em risco por isso.
Dei braçadas fortes ao longo do lago, cortando às águas com toda minha força, logo avistei ela e dobrei minha velocidade, sorte que eu era uma ótima nadadora, devo agradecer à minha mãe por ter me obrigado a fazer aulas quando eu era criança.

Mais alguns segundos e eu a alcanço, me jogo em cima dela, na tentativa vã de afogá-la, mas ela era forte e eu teria que ser muito habilidosa se quisesse ter chances em um combate corpo a corpo. Levo um golpe no rosto, que atinge minha sobrancelha esquerda, que começa a sangrar quase que imediatamente, mas eu revido e tenho tempo suficiente para lembrar do revólver em meu cinto, então eu só tenho tempo de pegá-lo e golpea-la na cabeça antes que ela tente algo contra mim. Ela fica um pouco tonta mas não perde os sentidos, o que pra mim é ótimo, já que não quero que ela morra afogada. Saio do lago e literalmente arrasto ela comigo até um barranco baixo. Recupero meu fôlego em partes e logo trato de algema-la, não que houvesse necessidade já que ela estava visivelmente cansada e perdida.
Analiso seu rosto por um instante e vejo que ela é uma bela mulher, seus cabelos são loiros, longos e ondulados, e pelo que a pouca luz me permite ver, seus olhos também são lindos.

– Você é muito agressiva.
– Ninguém mandou você fugir de mim, não sabe que não se deve fugir da polícia?
– E como eu saberia que você é uma policial, sendo que você está sem uniforme, achei que era alguma louca tentando me matar - falou irônica.
– Não posso te matar, não agora, que eu preciso de tantas respostas.

Percebo que ela está tremendo, me questiono por um segundo se ela está nervosa à esse ponto, mas percebo que eu também estou. Digamos que pular em um lago parcialmente congelado, à noite, não é uma idéia muito inteligente.

– Que tipos de respostas, você precisaria de mim?
– Nada de mais, só, porque você vem matado homens que se chamam John com um tiro na testa e enterrado limões em suas bocas, nos últimos 5 meses? - usei meu tom de voz mais irônico.
– Espera aí, você está me acusando do que exatamente? - vejo muitas coisas passarem por seus olhos nesse momento, mas a principal, confusão.

Não tenho tempo de responder sua pergunta, pois a voz de Lauren corta a noite silenciosa.

– Normani? Está tudo bem? - ela aparece ofegante em minha frente - você some do nada, sem dar nenhuma explicação.
– Agora está, Jauregui - aponto para a mulher ao meu lado e vejo Lauren se espantar ao entender o que eu queria dizer.
– Meu Deus Kordei, você é incrível.
– Menos né Lauren, ainda nem sabemos quem é ela, e se há realmente participação nos assassinatos.

Ela balança a cabeça em concordância, mas vejo o quanto ela está animada com o suposto fim do caso.
Agora que Lauren está comigo, decido revistar a suspeita e logo encontro uma pequena pistola, mas que faz grande estrago nas mãos de uma assassina, haviam também, um canivete e o mais revelador, um limão.

– Me diga, qual é o seu nome? - ela parece refletir por longos segundos, ainda estava um pouco lerda, por conta da pancada na cabeça.
– Dinah Jane - ela diz lentamente, perdendo o tom de sarcasmo que havia em sua voz, dois minutos atrás.
– Então, Dinah Jane... Você é suspeita de assassinar cinco homens nos últimos 5 meses, e por tanto, você está presa - Digo e vejo ela ficar sem reação.
Com a ajuda de Lauren coloco ela de pé começamos à voltar para a outra margem do lago, só que dessa vez, eu iria por terra.
A assassina finalmente estava detida.


Notas Finais


Olá pessoas espero que gostem, bjos no core ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...