História Allehop - Capítulo 3


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Categorias Isabelle Drummond, Rodrigo Caio
Personagens Isabelle Drummond, Rodrigo Caio
Tags Catarina, Lyanco, Rodrigo Caio, São Paulo, Triângulo Amoroso
Exibições 62
Palavras 1.151
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Juro que não vou tentar nenhuma gracinha.


Fanfic / Fanfiction Allehop - Capítulo 3 - Juro que não vou tentar nenhuma gracinha.

Catarina

Hoje é o meu primeiro dia de trabalho na casa da senhora Vojnovic- fiquei em casa ensaiando para falar o nome dessa família-. Como cheguei com uns vinte minutos de antecedência, porque não sabia onde ficava a casa, então, aproveito para andar pelo o bairro. Um chique bairro inclusive.

Acho que nunca tinha visto um bairro tão lindo como esse. Cheio de árvores, flores e um pequeno parque onde algumas crianças brincavam no momento.

Sento-me num banco perto das flores. As flores lembravam a minha mãe, ela as ama. Sempre que podia pedia para meu primo comprar para ela em meu nome e escrevia uma longa carta para ela. A saudade que tinha dela era enorme, mas por algumas complicações tive que deixa-la em Mato Grosso.

Quando tinha dez anos peguei uma anemia muito grave e onde morávamos não tinha tratamento e o dinheiro que minha mãe ganhava não dava nem para sustentar a casa direito. Então, minha irmã veio para São Paulo arranjou  estudar, arranjou um emprego e poucos tempo depois me trouxe para cá com ela. E só voltei poucas vezes para ver a minha mãe.

Eu ainda iria trazer ela para perto de mim.

Agora eu tinha que trabalhar para poder realizar meu sonho. Vou em direção a casa para trocar de roupa e começar mais um dia de batalha na minha vida.

XXX

- Olha querida, primeiro quero que você arrume os quartos lá em cima e depois só da uma limpada na cozinha. - A senhora loira me dava às primeiras instruções. - Amanhã você começa com a faxina.

- Certo senhora Ana. - A casa era muito grande. “Tô ferrada”

- Eu recomendo que você comece pelo quarto do meu filho Lyanco. Ele não é a pessoa mais organizada do mundo.

- Claro. Vou começar logo.

O segundo andar tinha cinco grandes quartos e dois banheiros também grande. Eu teria que ficar um dia todo para poder arrumar tudo aqui em cima.

Alguém lá em cima deve estar de implicância comigo, só pode.

Entro no quarto do tal de Lyanco, que eu acho que já tinha ouvido falar dele em algum lugar, e meu Deus. Isso não era um quarto, era um lixão dentro de uma casa luxuosa. Roupas jogadas por todo lado, comida em cima da cama e do criado mudo, latinhas de bebidas em cima do vídeo game e incrivelmente tinha ali um gato perdido em meio à bagunça do que deveria ser um quarto.

- Meu Deus.

Respiro fundo e começo arrumar aquilo. - porque um quarto não era- Pego as roupas jogadas no chão e separo as que estão limpas das sujas para poder lavar. Ele tinha um bom gosto para roupa e um bom perfume também. Lyanco tinha mais roupas que eu, nunca vi um cara que necessitasse de tanta roupa.

Separada as roupas eu começo a juntar todos os lixos para assim passar um pano nos móveis, varrer e terminar logo de arrumar esse quarto porque eu ainda tinha mais quatros e dois banheiros para arrumar.

Para um jogador de futebol ele comia muita besteira. Embalagens de chocolate e salgadinho eram o que mais tinha. Eu já estou até começando a ficar com pena da futura mulher desse cara.

- No llores por um bobo, si el te deje solo yo te robô. Te llevo a um lugar escondido. Donde podremos estar solo.

Já que não podia colocar uma música para tocar, cantarolo algumas para ver se consigo sair daqui ainda com vontade viver.

Nunca vi tanta bagunça assim.

- Mami no más lágrimas. Que amores en la calle siempre hay de más.

- Além de bonita também canta bem. - Todo um grande susto quando uma voz soa atrás de mim.

- Não pode dar susto assim nas pessoas. - Viro e encontro o tal de Lyanco, que eu sabia que conhecia apenas de toalha. - Quanta coincidência. Sabia que te conhecia de algum lugar quando sua mãe falou seu nome. - Digo tentando me desviar daquela visão tentadora.

- Não acredito que você não se lembrou de mim. Porque é meio difícil me esquecer, sabe. - Ele diz a última parte num tom malicioso.

- Eu nunca tive uma boa memória.

- Acredito que sim. Você tá com algum problema? E que não para de olhar para o meu guarda roupa.

- Eu.. Eu estou bem. - Meu rosto já devia estar todo vermelho. Não estava acostumada a ver caras apenas de toalha na minha frente. - Você pode se vestir, por favor?

- Eu até gostaria, mas eu não sei onde a pessoa que arrumou o meu quarto colocou as minhas roupas.

- Eu coloquei... Ali... É. – Viro e prendo minha respiração. Aquele corpo e aquelas tatuagens fariam qualquer uma delirar. Ele havia acabado de sair do banho e ainda estava molhado. – Licença.

Pego uma muda de roupa que eu não tinha guardado ainda e entrego a ele.

- Achei que tinha perdido essa blusa há uns dias. Ainda bem que um lindo anjo achou para mim.

- Estava no meio da sua bagunça do seu quarto. - Agora o seu corpo estava bem pertinho de mim. Dava para ver detalhes de sua tatuagem.

- Agora eu terei motivos para nunca mais arrumar o meu quarto. - Ele conseguia ser bem sexy.

-Quer-me mantar prisioneira aqui. - Inocentemente digo.

- Com umas algemas e uma roupa sexy de presidiária.

Eu fico sem palavras diante do que ele diz.

Viro-me novamente para que ele se vista. Era só o que me faltava ter um patrão totalmente sexy como aquele galã de novela e, ainda por cima ser amigo do meu melhor amigo. Íamos nos ver muitas vezes ainda. Não que eu vá ser uma coisa ruim, mas também poder ser.

“No primeiro dia e ele já desestabiliza os meus pensamentos”

- Já terminei, pode virar agora.

- Obrigada. Agora licença que eu preciso terminar de arrumar o seu quarto.

- Mas eu quero ficar no meu quarto. – Ele se joga na cama a qual eu nem tinha arrumado ainda.

- Você não pode ficar aqui.

- Por que não?

“Porque você tiraria minha concentração com essa blusa branca grudada no seu corpo musculoso e com as tatuagens amostra me fazendo delirar. Sem contar que os seus olhos também são algo lindo de ser admirados.”

- Porque... Porque não. - Respondo.

- Só que eu não vou sair gata. – Ele era meu patrão não podia falar para ele que eu não o queria ali. Até porque ainda era o meu primeiro dia nessa casa. - Juro que vou ficar quieto no meu canto.

 - Quieto mesmo?

- Aham

- E sem nenhuma gracinha.

Ele não responde. E eu o encaro.

- Juro que não vou tentar nenhuma gracinha. – Volto a limpar os móveis. - Pelo menos não hoje. - Tento não ligar para o que ele disse.


Notas Finais


OI, MEUS AMORES. DESCULPEM PELA DEMORA.
Eu estou com uns probleminhas pessoais, por isso que demorei. Prometo que vou tentar não demorar tanto.
O que acharam do capítulo? Lyanco muito ousado???
https://www.youtube.com/watch?v=MGd0H7dJNkw Música do capítulo de hoje.
Beijo suas linas, até a próxima <333


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