História Alma Gêmea - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Aikimsoo, Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Kaisooabo, Kristao, Romance, Xiuchen, Yaoi
Exibições 1.949
Palavras 3.631
Terminada Sim
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AiKimSoo, por onde esteve esses dias? Por muitos lugares.
Meu pai teve problema de coluna na segunda e eu nem fui pra faculdade, na terça eu fiquei o dia todo lá e ontem eu fui pra minha madrinha.
Enfim. Como desculpas, lhes trago o penúltimo capítulo da antiga Kaisoo Abo.
A capa é por Babee.
Boa leitura.

Capítulo 34 - Minnie e estúdio de dança


Fanfic / Fanfiction Alma Gêmea - Capítulo 34 - Minnie e estúdio de dança

   Do Kyungsoo

Acordar com Jongin dormindo era a coisa mais linda do mundo. Nós já estávamos juntos há mais de dois anos – mesmo que fossem dois anos e meio ou três – era muito satisfatório poder dizer que estávamos juntos há alguns anos.

Levei minha mão até seu rosto adormecido e acariciei seu maxilar marcado. Eu nunca pensei que pudesse achar o maxilar de alguém sexy, mas o de Jongin despertava arrepios pelo meu corpo. Na verdade, Kim Jongin, meu alfa, despertava tantas coisas dentro de mim. Mesmo dormindo, ele conseguia me fazer sentir cada célula do meu ser gritando “EU AMO KIM JONGIN!”

-Já acordado, carinho? – a voz rouca de Jongin quebrou o silêncio e ele levou sua mão para cima da minha. Nossas alianças, no dedo mindinho, ficaram bem visíveis.

-Acho que já me acostumei a acordar cedo. – expliquei e me apressei em me encolher em seus braços. – Dormiu bem?

-Sempre vou dormir bem, se você estiver ao meu lado. – ele respondeu e eu corei. Nini sempre tinha o poder de me fazer corar. – E você?

-Tem como dormir mal em seus braços? – retruquei e olhei para cima. Eu adorava ver que eu não era o único que corava. – Eu não quero levantar.

-Então vamos ficar abraçados. – ele falou me apertando em seus braços.

-Mas o Minnie vai acordar daqui a pouco.

-Daqui a pouco a gente vira pai, por enquanto vamos ser apenas nós mesmos. – ele pediu e eu concordei.

Eu sentia saudades de quando éramos nós dois apenas, só que eu não podia dizer que não gostava de ter um filho. Minseok era a preciosidade de nossas vidas e a cereja do nosso bolo. Sempre largaríamos tudo pelo nosso bebê, mesmo que eu achasse que ele não fosse precisar tanto da gente. Jongdae era bem protetor.

 

                                                                                                           -x-

 

-Mas você é chato hein?! – ouvi Jongin sussurrar e abri os olhos. Eu tinha adormecido sem nem perceber. – Eu estava dormindo. Tá, Sehun, tá... Tchau.

-Eu adormeci? – perguntei com a voz sonolenta.

-Eu também. Desculpe ter te acordado, Sehun é um chato. – ele resmungou e eu ri.

-O que ele queria?

-Eu esqueci de te contar. – e com isso ele se ajeitou todo. – Você conhece a história do Lay-hyung né?

-Sim. Por quê? – indaguei e me sentei na cama, enquanto Jongin deitou a cabeça em meu colo.

-Então... Sehun descobriu o nome do alfa misterioso. – ele deu uma pausa e eu o cutuquei, fazendo com que ele risse. – Kim Junmyeon.

-QUÊ?! – gritei surpreso e ele teve que me conter, porque senão eu teria o machucado com minha reação bruta.

-Isso mesmo, carinho. Lay-hyung era o amigo chinês que o Suho foi encontrar. – ele confirmou e eu continuei surpreso. – Eu vou perguntar, embora eu já saiba a resposta: você tem contato com o Suho?

-Não. – respondi e suspirei pesadamente. – Sabe que eu queria encontrá-lo pra agradecer.

-Eu sei, carinho. – ele acariciou minha cintura e enfiou o rosto na minha barriga, respirando o meu cheiro. – Carinho?

-Hum?

-Sehun e eu resolvemos ir procurar o Suho. – ele contou e tirou o rosto da minha barriga, para poder olhar em meus olhos. – O Sehun ligou pra dizer que tinha conseguido um ótimo detetive.

-O Lay-hyung sabe disso? – questionei e o vi negar. – Será que ele vai gostar de vocês estarem se metendo na vida dele?

-Mas é pra felicidade dele. É melhor ele encontrar o Suho e se ajeitarem, seja bem ou mal, do que continuar pensando em como o companheiro está. – ele explicou e eu concordei. – Além do...

-Appas... – uma voz manhosa se fez presente na porta do quarto e eu olhei. Minseok estava parado na porta, enquanto segurava seu ursinho de dinossauro e coçava os olhinhos. Aquela imagem era tão fofa. – Minnie cum fomi.

-Awn, que neném mais fofo! – Jongin murmurou e me largou para que pudesse pegar nosso filho e o trazer para cama. – Está com muita fominha?

-Sim. – ele concordou e se aconchegou no colo do pai.

-Parece que está com muito soninho também. – observei e fiz carinho no nosso filhotinho. – Viu, Nini? Ele que era soninho!

-Eu sei, agora eu tenho o meu carinho e o meu soninho. – ele concordou e passou o braço ao redor de mim. – Eita, parece que o sono de alguém foi mais forte que a fome. – Jongin comentou olhando para nosso ômega, que estava agarrado ao ursinho, presente de Jongdae, e dormindo.

-Eu vou levantar pra preparar o café, olha ele...

-Eu vou com você. – ele avisou e se levantou, enquanto segurava Minseok no colo. – Nosso filho parece que vai dormir bastante e só acordar quando tiver o café pronto.

-Ele é tão fofinho, né? Ele adora esse ursinho do Jongdae.

-Jongdae não larga o gatinho que o Minnie deu pra ele. – Jongin ressaltou enquanto descíamos as escadas. – Isso me lembra ao PinguinSoo e o Nini-urso.

-Será que nós teríamos sido iguais a eles, Nini? Eu acho tão fofinho esse romance puro. Ainda não entendem que são almas gêmeas, mas se gostam tanto. – falei de forma sonhadora. Eu queria tanto ter conhecido o Nini mais novo.

-Eu acho que teríamos sido piores que eles. – Jongin comentou rindo baixinho. Ele sentou-se em uma cadeira da cozinha e eu comecei a preparar as coisas. – Eu já te contei que o Jongdae rosnou pra mim? Porque eu derrubei o Minnie?

-Contou não. – falei e Jongin começou a contar.

Existia uma coisa que eu ficava pensando o tempo todo. Depois que Jongin tinha terminado de contar a história, meus pensamentos começaram a vagar. Essa história de alma gêmea nunca foi levada tão a sério – por mim – até conhecer Jongdae e Minseok, eu e Jongin.

Gyeon era apaixonado por Hyerina, mas não ficaram juntos, porém, o filho dele e o filho dela se apaixonaram e casaram. Será que era parte do destino, tudo o que tinha acontecido? Era necessário que eles nunca ficassem juntos, para que Jongin e eu nos conhecêssemos e gerássemos Minseok, para conhecer Jongdae?

-Está tão pensativo, carinho. – Jongin quebrou o silêncio e eu senti sua respiração em minha nuca. – O que houve?

E então eu contei sobre o que tinha acontecido. Expliquei o que eu pensava e Nini ouvia tudo atentamente, como tudo o que eu fazia. Jongin sempre me dava atenção demais e eu gostava disso. No meio da nossa conversa, um bocejar manhoso foi ouvido. Olhamos para Minseok – que estava nos braços de Jongin – e o menino começava a despertar.

-O soninho acordou de novo? – Nini perguntou e o bebê concordou.

-Então trate de não dormir, pra encher a barriguinha. – falei e meu alfa voltou para a cadeira.

Coloquei o mingau do Minnie e fui me sentar perto deles. Jongin segurava nosso adormecido filho e eu dava o mingau. Eu gostava tanto dessa rotina, dessa nova vida que tínhamos construído. Eu não conseguia me ver sendo um ômega e marcado se não fosse para ter Jongin como meu alfa.

Terminamos o café da manhã e Minseok estava desperto. Nós o colocamos no chão para que pudéssemos comer e ele brincar. Depois de estar com a barriga cheia, Nini e eu levantamos para buscar Minseok.

Peguei nosso filho no colo e subimos para o quarto. Era um pouco de tradição nossa tomar o primeiro banho do dia juntos. Economizava água, tempo, estresse e ainda rendia um momento maravilhoso. Se só dessemos banho no Minnie – por mais calmo que ele seja – nós sairíamos molhados. Dar banho em criança nunca dá certo.

Eu não iria para a empresa do meu sogro naquele dia e poderia até ficar em casa se Jongin não tivesse me pedido para ir assistir suas aulas de dança. Eu não me importava nem um pouco, na verdade gostava muito de vê-lo ensinando o que ele tanto amava.

Saímos do banho e fomos nos vestir. Colocamos um roupão para que não ficássemos expostos ao frio e nem demorássemos a vestir nosso filho. Jongin quem escolheu a roupa e eu acabei sorrindo. Minnie ficava lindo com a bermuda jeans – que mais parecia uma calça na criança –, blusa de manga longa azul listrada, miniatura de um all star preto e sua jaquetinha preta se o tempo esfriasse.

Deixamos nosso bebê na cama, brincando com sua inseparável pelúcia de dinossauro para nos vestirmos. Jongin colocou uma calça larga e blusa larga preta para que seus movimentos pudessem ser mais soltos. Eu coloquei uma roupa qualquer, só iria assistir mesmo.

Depois de arrumados, separamos a bolsa de bebê e descemos, para que assim pudéssemos ir ao carro e partir para o trabalho. Minseok estava bem animado em ir ver o pai dançar e sua animação era totalmente compartilhada por mim e pelo Nini.

A viagem de carro não foi demorada e logo me vi sentado em um canto da sala de dança, enquanto os alunos do Nini entravam. Todos eles me conheciam e me cumprimentavam, além de fazerem brincadeirinha para arrancar uma risadinha do meu bebê, que estava agarrado fielmente à sua pelúcia de dinossauro.

Toda vez que eu ia assistir as aulas do Nini, ficava ao lado do som para poder pausar a música, voltar e dar play. Eu estava sentado e fitando atentamente o meu alfa ensinando. Minseok fazia o mesmo.

-Agora vocês levantam o braço assim e a outra perna se mexe também. - ele instruía e os outros repetiam. - Agora combinem esse passo com o anterior. - pediu e todos começaram a fazer.

-Com licença. - a aula foi interrompida por uma batida tímida na porta. - Aqui é a aula com o professor Kim Jongin?

-Sou eu. - Jongin respondeu sorrindo admiravelmente.

-Ah! - a menina suspirou aliviada. - Eu sou Jang Ha Na. Desculpe o atraso, professor, é que eu me perdi.

-Não tem problema, entre. - Jongin foi cordial e a mesma fechou a porta atrás de si, para andar ao encontro do professor dela. - Pessoal, um momento. Como todos acabaram de ouvir, nós temos uma nova colega. Jang Ha Na, seja bem vinda. - Nini saudou e todos sorriram simpáticos. - Como você acabou de chegar, vou lhe ensinar os passos novamente. Quem quiser ficar, pode. Quem quiser sair pra beber água ou simplesmente ficar sentado, pode também. - Jongin comunicou e assim cada um seguiu um caminho.

Somente cerca de cinco alunos ficaram para repassar a coreografia. Jongin ensinava a dança para a aluna nova e eu prestava atenção em tudo. Ela era desengonçada e ele tinha que colocar a mão na perna, braços e cintura dela. Aquilo estava me incomodando, mas fiquei me controlando para não causar confusão. Aquela era uma aula de dança, meu alfa era um professor e estava ensinando uma aluna ômega. Eu não podia ficar querendo dar crise de ciúmes naquele momento.

Depois de um tempo, todos voltaram a dançar e eu percebi que a menina dançava bem. Se ela dançava bem, então por que demônios ela estava se fazendo de desengonçada anteriormente? Resolvi deixar para lá e só me focar em Jongin dançando. Olhei para Minnie, que prestava atenção em tudo e sorri. Meu bebê era uma gracinha.

-Pessoal, terminamos a primeira parte. Vamos começar a segunda. Essa nós temos que ter par. Formem par, por favor. - ele pediu e cada um foi se juntando com um.

O número de alunos na sala era ímpar, o que fez com que a aluna nova ficasse sem par. Jongin a chamou e disse que dançarina junto com ela. Respirei fundo e fiquei apenas olhando o desempenho de ambos. Antes, a ômega tinha mostrado dificuldade e depois um ótimo desempenho, agora ela mostrava dificuldade de novo. Aquilo era uma profunda falsidade! Os passos nem eram complicados e eu já tinha pegado todos.

Soltei um rosnado baixinho quando vi a mesma fingir que iria cair, fazendo Jongin a segurar pela cintura e colar ambos os corpos. Minseok se sobressaltou em meu colo e eu sorri, pedindo desculpas discretamente. Somente meu bebê tinha ouvido o rosnado baixo e eu fiquei feliz com isso. Não queria arrumar confusão, mesmo que minha vontade fosse de ir em cima de Jongin e o beijar para marcar território.

Meu alfa – alheio ao meu ciúme – olhou para mim e fez uma expressão confusa. Eu sabia que ele tinha sentido um desconforto da minha parte, só não sabia que era ciúme. Ele aproveitou que nossos olhares tinham se encontrado e fez um pedido silencioso. Eu entendi que era para dar o play na música.

Estiquei-me para apertar o botão e Minseok levantou do meu colo. A música preencheu a sala e cada um começou a fazer seu determinado movimento. Vi meu bebê se balançar – com a pelúcia de dinossauro – e ir para o meio da pista de dança. Não pude evitar sorrir. Minnie era a coisinha mais fofinha que eu tinha.

-Awnnn! - um coro dos alunos foi ouvido e todos deram espaço, parando de dançar, para ver o pequenino ômega se mover.

Jongin soltou a aluna e olhou para nosso filho. Sorriu como um perfeito appa babão que era e foi se aproximando do nosso bebê, enquanto dançava no ritmo da criança. A ômega fitou a situação de forma confusa e eu queria ver sua reação quando soubesse de quem era a criança. Ela me fitou e amarrou a cara, como se brigasse comigo por não controlar meu filho. Ela devia pensar que eu era algum aluno ou parente de aluno.

-Meu Minnie quer dançar? - ouvi a voz do Nini e olhei. - Vem dançar com o Nini-appa. - ele chamou e pegou nosso baby no colo.

-Nini-appa? - a ômega perguntou e Jongin virou-se em direção a ela. Ele tinha um sorriso lindo no rosto, denotando sua inocência perante as intenções da ômega.

-Nini-appa! Soo-appa! - Minnie respondeu e apontou de Jongin para mim. - Nini-appa é do meu Soo-appa!

-Quê? - ela perguntou.

-É meu filhotinho. - Jongin explicou. - Meu primogênito.

-Então você tem um ômega? - ela indagou, ainda indignada.

-Sou casado. - Nini respondeu e ergueu sua mão, mostrando a aliança no dedo mindinho. Não pude deixar de sorrir para a ação.

-O esposo dele está aqui. - um alfa jovem apontou para mim. - Quero encontrar um amor igual dos dois.

-Minnie, deixa o Nini-appa trabalhar. - chamei e bati palmas, esticando os braços para que meu filho viesse para mim.

-Vai lá com o Soo-appa, depois a gente dança, tá? - Jongin falou.

-Tá. - Minnie concordou animado e Jongin o colocou no chão.

Minnie veio correndo para meus braços e com um sorriso enorme. Não pude deixar de sorrir e apertar meu filhote. Ele tinha percebido que eu estava incomodado e foi lá atrás do appa. Meu filhotinho era o melhor.

-Awn! - novamente os alunos fizeram um coro e eu ri, enquanto corava.

-Carinho, pode dar play? - Jongin pediu e eu concordei, apertando o play.

Os alunos voltaram a dançar e dessa vez a ômega não fingiu ser desengonçada. Senti olhares vindo dela o tempo todo, mas pouco me importava. Jongin era meu alfa e nós dois éramos marcados, não tinha como ela tentar nos separar ou qualquer coisa parecida.

Minseok ficou se mexendo em meu colo e eu percebi que ele queria minha atenção, queria que eu brincasse com ele. Assim eu fiz, o sentei de frente para mim e comecei a brincar de estar me escondendo. Minnie gargalhava e eu não conseguia achar som mais lindinho que o dele. Meu bebê era uma coisa tão gostosinha, que eu adorava ouvir a melodia de sua risada fofa.

Depois de mais duas vezes repassando a dança, Jongin encerrou a aula. Os alunos passavam para me dar tchau e brincar com Minseok de última hora. Alguns alunos até conseguiam pegar meu filhote no colo, mas logo o colocavam no chão para que ele pudesse vir para mim. Minseok era tímido e estranhava pessoas estranhas. Ele só gostava de ficar no meu colo, do Nini, Baek, Chanyeol, Tao, Kris, Luhan e Sehun. Ah, o colo vovô Kim também.

-Hyung, você tá aí! - Sehun falou e adentrou a sala com Hansu em suas costas. Eu estava olhando para Jongin e a nova ômega, quando Sehun me chamou. - Hannie pediu pro Hansu ficar comigo hoje, porque ele tinha que ir pra faculdade mais cedo e eu lembrei que o Kai tinha comentado que você iria vir assistir ele trabalhando, então pensei: Por que não deixar Hansu brincar com o Minseok?

-Correção: Por que não fazer meu hyung preferido de babá? - o corrigi e ele riu sem jeito. - Não vejo problemas. Hansu e Minnie se dão muito bem.

-E o Hansu é muito hiperativo. O Minnie tem você, mas o Hansu tem que ficar sozinho na sala. - ele insistiu e eu ri.

-Já disse que vou ficar com ele, pra quê ficar se justificando? - questionei rindo.

-Sehun? - Jongin chamou e se aproximou. Ele estava com a ômega ao seu lado e a mesma mirava Sehun de baixo para cima. - Deixe-me te apresentar a aluna nova. - Jongin falou e apresentou os dois, enquanto Sehun colocava Hansu no chão e ele corria para brincar com Minseok.

-Espero que goste da forma como trabalhamos. - Sehun foi simpático. Era um costume dos dois alfas sempre apresentarem um ao outro a um novo aluno, porque eles queriam que os alunos soubessem que podiam trocar de turma se precisassem.

-Ah, obrigada. - a ômega sorriu timidamente e eu fiquei de pé. Cambaleei um pouco.

-Soo, o que houve? - Nini questionou e veio me amparar.

-Câimbra. - respondi e comecei a bater o pé, para ver se passava. Nini passou o braço ao redor da minha cintura, para que eu tivesse apoio.

-Soo, esta é Jang Ha Na e este é Do Kyungsoo, meu ômega e esposo. - Nini me apresentou e vi o olhar surpreso dela.

-Por que Do Kyungsoo? - ela perguntou.

-Sabe que não é necessário levar o sobrenome do alfa, né? Meu ômega não carrega meu sobrenome. - Sehun quem falou.

-Seu ômega? Vocês são casados? - ela indagou surpresa e Sehun respondeu que não. - Então... Quando se casa o nome...

-Nós somos casados, mas eu não quis por o nome dele, preferi ficar com o meu. - a interrompi.

-São por motivos pessoais. - Jongin completou e me fitou. Eu devo ter soado rude.

-Entendo. Bom, vou indo. Foi um prazer conhecê-los. - se curvou e correu para ir embora.

-Acho que alguém ficou com ciúmes. - Sehun provocou.

-Você não tinha que dar aula? - retruquei e Sehun ergueu os braços, como se estivesse sendo rendido e foi embora.

Jongin me fitou, porém seus outros alunos adentraram o lugar. Chamei Hansu e Minseok para perto e ambos vieram. Fiquei tomando conta deles e os dois se comportaram direitinho, mesmo que estivessem brincando e gargalhando muito. Eu gostava de vê-los sendo amiguinhos.

A aula correu sem mais problemas e Jongin dispensou os alunos, mas teve que ir até a sala de Sehun, porque um novo aluno tinha chegado. Hansu pediu para que eu brincasse de pique-pega, fingi não querer e comecei a correr atrás das duas crianças. A sala estava vazia, então corríamos para todos os lados e gargalhávamos. Eu estava quase pegando Hansu, quando me pegaram por trás.

-Ahá! Peguei você. - Nini sussurrou em meu ouvido e eu me arrepiei todo. - O que houve, carinho? Você tinha ficado incomodado.

-Não foi nada. - menti e o vi estreitar os olhos. - A aluna nova estava dando em cima de você. - contei com um suspiro.

-Estava? - questionou e eu concordei. - Não percebi.

-Eu sei que não, você é muito inocente. - resmunguei e fiz um bico nos lábios, que ele selou e sorriu.

-Você fica muito fofo cheio de ciúmes, carinho. - murmurou e sentimos as crianças se enroscarem em nossas pernas. -Opa! Estão com fome?

-SIM! - elas gritaram e nós dois rimos.

-Então vamos almoçar. - Jongin anunciou e as crianças começaram a comemorar.

Sehun apareceu na sala e pegou Hansu no colo, enquanto Jongin e eu demos as mãos para Minseok. O restaurante em que comeríamos era na rua do lado e por isso iríamos a pé. Minseok estava no meio de Jongin e eu, tornando a situação mais fofa o possível. Sehun reclamava que Luhan não estava com ele e que estava detestando ser feito de vela. Ele era um dramático.

Chegamos ao restaurante e eu vi que tinham reformado o lugar. Fazia uns 3 meses que nós não comíamos ali e por isso percebi a mudança do lugar. O gerente nos guiou até uma mesa – especial para adultos e crianças – e nós agradecemos pela gentileza. O gerente nos avisou que mandaria um garçom vir nos atender, deixando-nos com os menus em mãos.

Estávamos distraídos e vendo o que escolher, quando um garçom pigarreou e levantamos o olhar.

-Boa tarde, qual será o pedido? - ele questionou e levantou o olhar. Foi inevitável não arregalar os olhos.

-Você... - Sehun murmurou e nós vimos o quanto ele estava surpreso também.


Notas Finais


Que fofurinha o Minnie indo dançar no meio de todo mundo. E esse Soo com ciumes também? Bem fofulete hahaha
Enfim, vou postar o último capítulo.
Espero que tenham gostado deste.
E...
AIKIMSOO, EM PLENO PENÚLTIMO CAPÍTULO, VOCÊ TERMINA COM SUSPENSE?
Faz parte.. rs
Beijocas de tapioca doce.


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