História Alma Soberana - Capítulo 19


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber, Odeya Rush
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amber, Barbara Palvin, Destruição, Drama, Justin Bieber, Mundo Novo, Obsessão, Odeya Rush, Poderes, Possessividade, Revelaçoes
Visualizações 103
Palavras 879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente, eu amo vocês HSUAHSUA AQUELAS
GENTE eu sei que ta super, hiper mega atrasado mas ta aqui JESOIS AMADOOO
Me perdoem pela demora, cara. Eu demoro pra escrever e o capitulo passa pela betagem da Paty que também ta super cheia de coisa, então tem q respeitar os tempo né HUSHSUASH AI DEOS
MAS TA AQUI
E eu não quero dizer nada mas já falando, o capítulo TA CHEIO de explicações, spoilers que podem ajudar vocês a matar a charada.
Boa leitura gente linda, obrigada por acompanharem até aqui <3
VAMOS LÁ

Capítulo 19 - Continuação - Lembranças roubadas


Antiga Rússia;

Mausoléu Lutwidge;

Cinco da manhã.

A coroação não seria apenas um evento para Justin. Muito pelo contrário, seria o início de uma nova fase e, a cada vez que o dia se aproximava, ele sentia seu estomago embrulhar. Não por medo, por ansiedade.

Ao colocar a coroa na cabeça, teria toda a Antiga Rússia para governar e seu pai talvez nunca mais olharia na sua cara. Ele teria a coroa em sua cabeça, o ódio de seu pai mas... Algo muito mais importante aconteceria.

Justin inspecionava os papéis em cima da mesa de uma das aprendizes do Mausoléu, a famosa garota dos cabelos ruivos que entregou a caixa de remédios à Justin quando faltava duas semanas para sua coroação. Mas, desta vez ele não veio atrás dos remédios. As folhas na mesa de Meredith estavam gastas, quase não se via mais as linhas no papel. Entretanto, as palavras e o conteúdo estavam intactos: tudo para o plano.

- Tudo está aqui, certo? – foi a primeira coisa que ele perguntou após reformular todo o plano em sua mente. O que ele faria seria loucura, mas tudo tinha seu motivo para acontecer.

- Sim. Todas as páginas do seu diário estão aí, imagens e as cartas nunca enviadas. Tudo está pronto, Justin. – ela disse com a certeza escancarada em sua voz – Espero que dê certo.

- Vai dar. – ele disse de imediato, como se o “desespero” de Meredith pudesse estragar tudo – Leve tudo de volta. Sabe aonde esconder.

Palácio do Soberano;

Sete horas da manhã.

 Estava de volta ao palácio, deitado em sua cama mas o sono não vinha. Lá embaixo, a cozinha estava a todo vapor para servir o café da manhã. Justin só conseguia pensar nas palavras escritas na folha de seu diário que escrevia quando era pequeno. O diário era a única maneira de relatar a saudade que sentia daquela sua amiga da fotografia guardada em sua gaveta já que, depois daquele dia, Justin nunca mais pôde chegar perto dela e ela não lembrava mais dele.

Justin a quer de volta.

Ela era a única que entendia seu amor por livros, por mundos imaginários; ela o compreendia. O filho do Senhor traria suas lembranças de volta porque, mesmo que nunca tenha admito, ele guardava um sentimento por ela: amor.

[...]

    A biblioteca era seu lugar preferido no palácio e, por isso, seu quarto ficava bem ao lado dela. Quando Justin percorre o olhar pelo lugar, encontra a silhueta de Amber sentada à mesa de leitura, com o livro da capa amarela em mãos. Justin já perdera a conta de quantas vezes ela lia e relia o conto de Lewis Carroll.

- Creio que este seja o seu livro preferido. – ele disse, a única voz pairando no ambiente. Amber continuou encarando a página do livro porém seu olhar não acompanhava mais as letras.

- Acertou em cheio. – ela disse, o encarando pela primeira vez no dia. De aparência, Justin parecia mais cansado mas o brilho em seus olhos nunca desaparecia. Pelo menos não perto dela.

- E por que ele é seu preferido? – Justin sentou-se ao seu lado.

Amber parou pra pensar um pouco. Alice no país das maravilhas era, definitivamente, o melhor livro que já lera e que pertencia ao Velho Mundo. Mas, pensar no porque parecia difícil.

- Eu... não sei. – foi a primeira coisa que disse – Gosto do mundo que o escritor criou, da maneira como ele deixa evidente que ninguém é igual a ninguém no País das Maravilhas e que serve para o nosso mundo de hoje... e que a loucura nem sempre é ruim. – enquanto dizia, seu olhar em Justin permanecia fixo – Muito pelo contrário, a loucura, as nossas diferenças e nossos sonhos e imaginações nos torna quem somos – Ela faz uma pausa para encarar o livro – Somos uma imensa tela branca sendo pintada. Algumas vezes o pincel escorre para os lados e, quando nos damos conta e arrumamos, a tinta já está ali mas pode ser substituída por outra cor: uma maneira de dizer que aprendemos com os nossos erros. Temos que ser pintados de olhos fechados para não sofrermos influência de outros quadros já pintados. – Amber parou para pensar no que havia acabado de dizer. Ela ri fraco e fecha o livro – Eu nem sei porque disse isto.

- Você... Disse coisas magníficas, pequena Amber. – Justin disse, um tanto perplexo e com um sorrisinho nascendo de seus lábios.

- Eu...disse? – Ela se perguntou, com as palavras ainda rodeando sua mente. Justin mexeu a cabeça, positivamente e levantou o queixo da garota com seu dedo indicador repleto de anéis. Quando Amber sustentou seu olhar, Justin aproximou seus lábios dos dela e a beijou, segurando seu rosto com a outra mão. A garota não hesitou em retribuir e Justin sentiu seu coração disparar com isso. Puxando a garota mais para perto, ele desceu os beijos quentes pela pele de seu pescoço, terminando o que tinha começado com um selinho demorado. Amber deu um suspiro com os beijos. Seu sangue fervia enquanto todo seu corpo se arrepiava.

Os rostos dos dois estavam próximos, a respiração quente de Amber aquecia o corpo de Justin. Pela primeira vez, ele podia admitir para si mesmo que amava aquela garota; que amava a garota das lembranças roubadas.


Notas Finais


Chama o coveiro.mp4
Gostaram? Espero que simmmm <3
Obrigada <3
XoXo,
Biersackness


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