História Almas ao Destino - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags Anjos, Baek, Baekhyun, Baekyeol, Chan, Chanbaek, Chanyeol, Destinos, Hanhun, Hunhan, Jongin, Kai, Kyungsoo, Lobos, Luhan, Sehun, Sookai, Vampiros
Visualizações 361
Palavras 2.556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá
Demorei sorry!!
Mas um cap!!
Capítulo revisado!
Tenham uma boa leitura!!

Capítulo 10 - Extintos!!


Fanfic / Fanfiction Almas ao Destino - Capítulo 10 - Extintos!!

Aplaudimos e logo um outro homem entrou e ao encará-lo senti um arrepio em meu corpo, minha respiração acelerou, junto com as pulsações do meu coração, ele olhou para toda plateia se curvando e passou seu olhar em todos, e quando nossos olhares se cruzaram o mesmo me fitou um tanto quanto surpreso... E com isso eu senti algo diferente, algo como se o conhecesse a anos, senti uma falta de ar tremenda e minha cabeça começou a girar, depois disso me apaguei. Imerso em pensamentos

(Capítulo atual)

(Pov. Autora)

Baekhyun e Luhan ao verem o estado de KyungSoo o levaram para fora com a ajuda de algumas pessoas, Luhan desesperado ligou a Xiumin que os buscou e levou Kyung ao hospital. Enquanto isso na sala da palestra...

— Eu preciso ir – Disse Kai afobado ao representante da palestra.

 

— Você não pode sair no meio de uma palestra senhor Kim, por favor continue, as pessoas estão comentando, vamos...

Kai voltou a pegar o microfone e continuou a palestra ainda pensando no garoto que tinha visto, ele se encontrava em um estado deplorável de angústia, seu lobo rosnava em sua mente pedindo para sair o mais rápido dali, mas não poderia abandonar o palco não assim de forma impulsiva, com o máximo de esforço e ignorando sua mente continuou com suas falas.

(Hospital)

— Kyung você está bem? – Perguntou Baek ainda sim preocupado.

KyungSoo depois de vinte minutos deitado em uma cama e recebendo apoio dos amigos, se pôs a acordar, aliviando a tensão dos que estavam por perto.

Com um pouco de dificuldades para sentar, olhou a todos meio zonzo e com dor de cabeça, ele se perguntava o porque do desmaio repentino, e ficou mais confuso ainda ao lembrar dos olhos daquele homem ao palco, foi como uma explosão de pensamento ter o  olhado, se recompôs olhado seus amigos e vendo neles um semblante de preocupação.

— S-sim eu estou bem. – respondeu simples.

 

— Que bom, ficamos preocupados você desmaiou do nada no auditório. – Respondeu Baek, suspirando aliviado.

 

— Acho melhor irmos para casa, já está tarde e cuidaremos melhor dele lá – Disse Luhan olhando o amigo com sorriso dócil.

 

— Sim vamos. – Disse ajudando Kyung a se levantar.

(Pov. Kai)

Terminei a palestra o mais rápido possível, sai daquele local como um louco, meu lobo estava frustrado, algo me dizia que aquele olhar era especial, estou me xingando mentalmente por não ter ido atrás daquele garoto, eu o vi desmaiar após me olhar e isso está me deixando muito confuso.

Dirigi pelas ruas o trânsito se encontrava calmo mas, minha mente estava prestes a explodir, parei em uma rua deserta e peguei meu celular e liguei para Chanyeol.

— “Diga.” – O mesmo falou.

 

— Chanyeol aonde você está? – Perguntei nervoso.

 

— “Na empresa com Sehun… Aconteceu alguma coisa Kai, você parece perturbado.”

 

— Eu não sei, é complicado.

 

— “Faz o seguinte venha para cá e me explica direito”

 

 — Ok – Desliguei.

Liguei meu carro e voltei a dirigir, cheguei a empresa batendo porta e ignorando todo mundo, peguei o elevador e andei pelos os corredores chegando a sala de Sehun, bati e ouvi um simples “entra” da parte de Chanyeol, adentrei ao local em um estado deplorável de angústia e nervosismo.

— Cara você tá péssimo, o que aconteceu? – Disse Sehun sentado em sua cadeira de frente para Chanyeol.

Caminhei sentado ao lado de Chanyeol e os olhando pensativo.

— E se eu dissesse que encontrei a minha alma, o que vocês diriam? – Os vi arregalar os olhos e me olharem surpresos.

 

— Eu diria que você se drogou – Falou Sehun levando minhas palavras em brincadeira.

 

— Eu diria que você tá imaginando coisas e tá falando coisa sem sentido. – Respondeu Chanyeol.

 

— Eu estou falando sério. – Respondi ainda nervoso.

 

— Kai pensa comigo e o Sehun, vivemos a eternidade procurando nossas almas, ai do nada você encontra a sua em apenas um olhar? – Falou calmo.

 

— Lembram da Miryan a demônia que nós contou tudo, pois bem ela nos disse que quando encontrássemos nossas almas saberíamos, e outra coisa, meu lobo simplesmente tá implorando pra eu sair correndo daqui a procura dele, agora me digam se isso não soa estranho. – Disse tentando ficar calmo.

 

— Chanyeol, creio que devemos tentar isso novamente. – Disse Sehun, depois de algum tempo.

 

— Sim você está certo, vamos dar início a uma nova procura, se Kai encontrou sua alma, as nossas devem estar por perto. – Acenei concordando e me sentindo aliviado.

 

(Pov. Luhan)

 

Já se passaram vários dias, eu e meus amigos estamos a procura de emprego, eu me encontro no centro de Seul, talvez eu ache alguma vaga de emprego hoje, as aulas na minha faculdade vão começar essa semana estou correndo muito e tentando deixar tudo pronto, quero me formar logo e exercer minha profissão.

Andei alguns quarteirões e vi uma placa pendurada do lado de fora em uma floricultura, adentrei ao local e logo um senhor de idade veio me receber.

— Olá meu jovem, deseja alguma coisa? – Me perguntou sorrindo dócil.

 

— Bem eu vim em busca de um emprego. – Seu sorriso aumentou.

 

— Ah sim claro, preciso de um ajudante para organizar as coisas e cuidar do caixa, você está disposto?

 

— Sim, quando posso começar?

 

— Hoje mesmo, que tal?

 

— Está ótimo – Respondi.

 

(Pov. Baekhyun)

 

Estava caminhando pelas ruas de Seul, tinha acabado de sair de uma casa de shows onde irei trabalhar como cantor.

Luhan e eu saímos cedo hoje a procura de emprego,e espero que ele tenha conseguido, pois nossas aulas irão começar essa semana na faculdade.

Senti meu celular vibrar no bolso e o atendi.

— Oi – Respondi.

— Amor... – Fez uma pausa - Bem como vou lhe explicar, tem como a gente cancelar nosso encontro hoje a noite?

 

— Como assim Kris? – Perguntei curioso.

 

— Bem eu preciso fazer algumas coisas, tem como?

 

— Está bem, mas depois você vai me explicar o que houve. – Respondi desligando, meio irritado, não estou gostando disso.

 

Meu namoro com Kris não anda dando certo, não é de hoje que ele vem cancelando encontros que eu marco, não sei se nosso relacionamento irá continuar, só o tempo dirá.

Caminhei mais algumas quadras e cheguei a um enorme prédio, o observei e vi que estava escrito Noodly, senti um arrepio ao ler o nome, meu corpo se paralisou sem motivos, me veio uma sensação esquisita de querer entrar no local, mas é claro que meu consciente não me deixava fazer isso, olhei para cima e vi varias nuvens negras taparem o sol, caminhei saindo o mais rápido dali, não estava afim de pegar uma chuva, corri até uma esquina e peguei um taxi.

Não se passaram minutos e uma chuva forte começou a cair, fiquei com a imagem da empresa em minha mente e fiquei a pensar em quem trabalhava naquele local, me perguntava o motivo por estar fazendo essas perguntas, mas algo me dizia para voltar para lá, como se fosse um instinto.

O táxi parou na frente do meu apartamento e eu subi, cheguei ao meu andar e caminhei até a minha porta, procurei as chaves em meu bolso e não as achei, não é possível que eu as perdi, Kyung ira me matar. Droga.

Revirei todo meu bolso e nada, era só o que me faltava, desistindo da procura toquei a campainha, rezei para o Kyung estar em casa, logo ouvi o barulho da porta sendo aberta e ele me encarar confuso.

— Cadê suas chaves? – Fudeo.

 

— Eu acho que esqueci elas aqui – Respondi tentando ser verdadeiro.

 

— Entra. – Me deu passagem.

 

— O Luhan já chegou? – Perguntei enquanto andava até meu quarto.

 

— Ele ligou me dizendo que conseguiu um emprego em uma floricultura, e que o dono pediu para que começasse hoje, creio que ele voltará só de tarde... – Respondeu parado na porta do meu quarto – Troque logo de roupa e vem me ajudar no almoço. – Disse autoritário.

 

— Ok, estou indo – Respondi e o vi fechar a porta.

Troquei de roupa e sai do quarto, caminhando até a cozinha vi Kyung já cortando alguns legumes e resolvi o ajudar.

~~~&~~~&~~~&~~~

(Pov Chanyeol)

 

Estava em casa, Kai e Sehun saíram cedo para empresa os avisei que iria me atrasar um pouco, tinha que resolver alguns pendentes sobre a empresa, liguei para vários sócios e conversei com todos sobre as ações e as tabelas de economia.

Depois de tudo sai do meu escritório e caminhei para meu quarto. O dia estava frio, lá fora caia uma chuva intensa, quem me dera poder sentir as emoções de uma simples chuva como antes, hoje para mim ela é algo inútil que só serve para atrapalhar as pessoas, mas convenhamos que um ser frio declara tudo ao seu redor como coisas fúteis, talvez um dia eu volte a sentir as emoções como antes. Porém o talvez se torne impossível.

Adentrei ao meu quarto logo pegando uma toalha e entrando no banheiro, tomei um banho rápido e logo fui a procura de uma roupa, andei até meu closet e peguei um terno preto e uma camisa social branca, uma calça preta e uma cueca boxer branca e um sapato social, vesti todas as peças e arrumei alguns papéis e os guardei em minha bolsa.

Sai do quarto e desci até o porão, abri o freezer e peguei uma bolsa de sangue, como sou um vampiro não posso me dar o luxo de atacar alguém a luz do dia, seria algo ridículo de se fazer, então me contento com bolsas de sangue para saciar minha sede até o anoitecer chegar, abri o plástico e pude sentir o cheiro, não era dos melhores eu raro achar cheiros doces, o sabor era algo possível de se tomar, era como tofu, mas me alimentava, logo após eu ter bebido tudo limpei os resquícios que estavam em minha boca e caminhei até a garagem, peguei meu carro e dirigi até a empresa.

Depois de vinte minutos cheguei a ela, olhei ao redor e estava cheio de pessoas proibindo minha entrada até o estacionamento, abri a porta do meu automóvel preto e peguei minha bolsa, com um acenar de mãos chamei uns dos seguranças da empresa.

— Sim senhor, em que posso ajuda-lo? – Perguntou.

 

— Porque há tantas pessoas na frente da Noodly? – Perguntei frio e sem paciência.

 

— As lojas ao redor anunciaram liquidação algo assim – Respondeu e eu bufei sem paciência.

 

— Tome as chaves do carro e o coloque o no estacionamento da empresa, estou sem paciência para dirigir em torno dessa multidão. – Respondi lhe entregando o objeto, o mesmo acenou em concordância.

Caminhei até a entrada da empresa e pisei em algo, olhei para baixo e vi objetos metálicos, me curvei e ao pegar em minhas mãos constatei serem chaves, que pessoa deixaria suas chaves perdidas no local, o mais estranho foi o choque em minha pele ao ter tocado o objeto, senti um arrepio em meu corpo e me paralisei, fiquei ao observar as chaves e vários pensamentos vieram a minha mente.

— Porque um simples objeto está mexendo tanto comigo? – Sussurrei.

 

O coloquei em meu bolso e caminhei até a entrada logo adentrando a empresa, peguei o elevador até a minha sala e encontrei Sehun pelos corredores.

 

— Cara você demorou. – Vi seu sorriso implicante adornar seu rosto e bufei.

 

— Para de reclamar seu pirralho – Dei um tapa em sua cabeça e me pus a andar e ele veio me seguindo.

 

— Saiba você que eu sou um anjo muito mau, e posso te punir vampirinho raivoso. – Respondeu ainda com um sorriso estampado sobre a face.

 

— Saiba também, que eu consigo me torna ainda mais frio do que você, e posso muito bem cortar suas asinhas com uma foice meu caro amigo. – Respondi com sorriso vitorioso ao ver o seu morrer e se tornar em um bico emburrado.

 

— Você é um chato mesmo. – Respondeu.

 

— Mesmo assim ainda continua me adorando. – Respondi e comecei a rir quando vi sua cara de indignação.

 

Adentramos a minha sala e eu me sentei em minha cadeira e ele se sentou à minha frente, retirei as chaves desconhecida do bolso e as joguei sobre a mesa.

 

— De quem são essas chaves? – Perguntou as olhando.

 

— Eu as encontrei perto da entrada da empresa. – Respondi simples.

 

— E porque as não jogou fora? – Me congelei com a pergunta.

Olhei para ele e logo voltei a encarar as chaves em sua mão, tá e ai, porque eu as não deixei no chão? Porque eu as trouxe comigo?

Vários pensamentos vieram a minha mente e novamente aquele arrepio passou em meu corpo, me deixando ainda mais pensativo, e naquele momento só uma questão vinha em minha cabeça, eu precisa encontrar o dono daquelas chaves, algo me dizia para sair o mais rápido dali e o procura-lo, mas eu não entendia esse motivo, porque meu lado vampiro está se agitando tanto?  Preciso achar o dono, e eu vou fazer isso.

— Preciso achar a pessoa, dona dessas chaves – Respondi ainda pensativo.

 

— E porque disso agora? Tá querendo dar uma de piedoso agora Park Chanyeol, “ajudando o próximo”? – Fez aspas com as mãos sorrindo travesso.

 

— Meu lado vampiro quer que eu procure o dono, mas eu não sei o motivo – Falei.

 

Sehun parou de sorrir e me encarou serio, o vi colocar as chaves em cima da mesa e me encarar confuso.

 

— Será que você não está sentindo o mesmo que o Kai? – Perguntou esperando minha resposta, eu o olhei surpreso.

 

— Você diz que talvez eu esteja sentido que minha alma esteja por perto, é isso? ...– O vi acenar – Bem eu não sei, mas isso é muito estranho – Respondi.

 

— Bem, só tem uma maneira de você provar, é indo atrás da pessoa, se você a encontrar e sentir que talvez seja ela, parabéns. – Disse com semblante sério.

 

— Eu vou fazer isso, não custa nada tentar, não é mesmo? – O vi assentir.

Passaram-se alguns minutos e Sehun saiu da minha sala, me deixando sozinho afundado em pensamentos.

~~~&~~~&~~~&~~~

(Pov. Sehun)

 

(Três dias depois)

 

Hoje é o aniversário da minha mãe, eu Chanyeol e Kai fizemos os túmulos dos nossos pais aqui no cemitério de Seul, costumo a levar rosas a ela, sempre que me sinto só, e como hoje é seu aniversário, levarei suas prediletas…

Sai mais cedo hoje da empresa por esse motivo, pedi para minha secretária ligar para o senhor Li, para que ele preparasse as rosas que eu sempre comparava em sua loja, mas o mesmo não estava trabalhando no local, terei eu mesmo que ir as escolhê-la.

Peguei meu carro no estacionamento e dirigi até a floricultura, só faltava mais um quarteirão para chegar ao local, quando meu corpo se pós a se arrepiar sem motivos.

(Pov. Luhan)

Estou adorando trabalhar aqui na loja, o senhor Li sempre me ajuda, mas hoje ele não pode vir, então trouxe sua filha para me ajudar, o movimento é enorme ainda mais no final de ano, estava arrumando as rosas brancas, e só me dei conta quando elas tinha acabado, suspirei indo até Sun.

— Sun? – A chamei.

 

— Diga Luhan? – Perguntou enquanto atendia uma cliente.

 

— As rosas brancas acabaram, eu vou pegar mais na dispensa, ok? – Vi ela assentir.

A dispensa ficava do outro lado da rua, sai da loja e caminhei até o outro cômodo, ao chegar na calçada senti algo estranho em meu corpo, não dei muita moral e entrei no local, logo depois um arrepio forte passou sobre meu peito e meu coração se pós a pulsar mais rápido, o que está acontecendo?

 

Continua...


Notas Finais


É ISSO!!

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Deixando avisado, capas e banners apenas para kpop!!

Beijinhos!!
comentemm!
Até!
<3!


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