História Almas escravisadas - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Almas, Anjos, Demônio, Luta
Exibições 5
Palavras 868
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Uma boa leitura a todos e informem se gostam. Se aprofundem neste novo mundo.

Capítulo 1 - Estou morta?


Fanfic / Fanfiction Almas escravisadas - Capítulo 1 - Estou morta?


Abri os olhos e me encontrei sentada em uma cadeira no meio de tantas outras enfileiradas, olhei para os lados confusa e sonolenta até que um homem com um saco preto  no rosto mandou todos os que estavam em minha fileira se alevantar e seguir em fila unica para uma mesa onde uma mulher de pele marrom, gorda e baixa estava sentada fazendo anotações sobre cada um da fila. Perguntava aos outros da fila o que estava acontecendo, mas ninguém respondia, até que minha vez chegou e a mulher de pele marrom.
- Seu nome completo? Pergunta ela sem nem me olhar.
-Desculpa, mas eu não sei o que está acontecendo. O que é tudo isso?
-Olha só querida meu dia já está bem cheio então diga logo seu nome.
Vejo ao seu lado dois homens altos  com cicatrizes nos braços e sacos na cabeça assim como o que nos conduziu, não sei o que está acontecendo , mas não me sinto confortável e minto meu nome:
-Joana costa silva.
-ok! podem leva-lá.
-Me levar pra onde?
Mal termino de formular a pergunta e sou arrastada pelo braço até um barco velho e grande como daqueles de piratas e sou arremessada ao chão, levanto com a ajuda de uma garota de pele pálida e magra mas com a mesma idade que eu. Ela me leva até a borda do barco e sentamos no chão.
-O que é tudo isso? E com um sorriso triste no rosto ela me responde.
-Este é o barco que nós levará para a ilha dos desesperados.
-Ilha dos desesperados? Que lugar é esse?
-É onde as almas mais pecadoras e crués ficam aprisionadas.
-Espera ai, Almas? Isso é uma brincadeira.
-Ha! você não sabe. 
-Não sei o quê?
-Desculpa, mas não tem outro jeito de falar. Você não está mais viva, você agora está no mundo dos mortos.
-Você tá querendo me dizer, que eu estou morta? É isso?
Ela balança a cabeça seria e me parece não está mentindo, olho ao meu redor e tem mais ou menos dez pessoas a bordo como eu, que acabam de chegar.
-É verdade? pergunto sem querer acreditar.
-Infelizmente sim...Seu que está confusa com isso, mas logo você aceitará. E aliás me chamo Sara.
-Sou Cristina, mas pode me chamar de Cris. Me diz uma coisa se essa ilha é o lugar onde almas crués ficam, então por que estou indo para lá? Eu nunca machuquei ninguém ou matei ou roubei.
-Você está sendo contrabandeada, é ... sua alma deveria ir para outro lugar bem melhor assim como a minha, mas fomos trazidas para cá para termos nossos espíritos consumidos.
-Se não devíamos está aqui então por que não vamos embora.
Me ergo para saltar do barco que já está em alto mar, mas Sara me puxa e faz sentar.
-Não é tão simples assim. A ilha é cercada por estás mesmas águas e elas não permitem quem espirito nenhum sobreviva eu entra nela ao toca-lá, entende?
Reluto mentalmente para encontra um jeito de sair dali, mas antes que eu consiga pensar em algo chegamos a ilha e fico incrédula do que vejo. São pessoas com cabeça de animais e outros seres que não existe no mundo dos vivos e tudo aqui é cinza, sem luz do sol e com nevoas. Somos empurrados para fora do barco por uma prancha até a pria e orientados para não tocar na água.
 Vinte homens com sacos pretos na cabeça nós conduzem em fila única para um grande kazebre feito pedras empilhadas, todo o trajetória eramos desejados e assustados por aquelas criaturas feias. De repente sou arrancada da fila pelo braço por uma das criaturas, ele era alto, usava uma armadura de ferro e sua face era assustadora, seus olhos eram fundos e não tinha nariz e seus dentes de baixo saltavam para fora como se quisessem me devora. Fiquei paralisada olhando para seus olhos brancos e quase sem conseguir respirar.
-Solte-á Braw. Se a quer vai ter que compra-lá; Você sabe como funciona. Fala a senhora marrom que me trouxe para cá.
-Guarde está para mim Márgera.
-Então de o valor mais alto.
A criatura me larga e vai embora e sou empurrada de volta para fila, chegando no kazebre somos levados até um quarto onde já estão outros pessoas. A Sara me apresente todos e me conduz a minha nova cama que é pequena e feita de madeira forrada por palha e coberta com um pano branco, observando todos aqui uns parecem doentes e fracos mais que outros.
-Eles estão doentes?
-Não, estão sumindo. Me responde uma garota alta e bem bonita e com aparência um pouco fraca, não havia a cumprimentado ainda. - Sou Ana e você?
-Cristina, mas me chama de Cris.
-Prazer em conhece-lá, e sinto muito por você está aqui.
-Você falou que eles estão sumindo, como assim?
-Somos entregues a esses monstros aí fora a quem pegar mais em um leilão, mas isso apenas até eles consumirem a energia necessária e depois somos devolvidos, só que mais fracos e quanto mais eles nos consomem mais fracos ficamos até que sumimos. Deixamos de existir.
-Mas por que eles precisam consumir as nossas energias?


Notas Finais


see you!


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