História Almas Gémeas - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Remo Lupin, Ronald Weasley, Sirius Black
Tags Draco, Drarry, Harry, Lupin, Malfoy, Potter, Sirius
Visualizações 160
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁÁ AMORES!
Olhem quem voltou com um capítulo novo que demorou horrores a escrever devido à falta de criatividade que me atingiu nas últimas semanas?
Bem... voltei para ficar pois o meu lugar é aqui e tals.
Enjoy :D

Capítulo 8 - A carta mistério e Hermione Granger em alerta


Fanfic / Fanfiction Almas Gémeas - Capítulo 8 - A carta mistério e Hermione Granger em alerta

Capítulo 8 – A carta mistério e Hermione Granger em alerta

O frio tinha chegado a Hogwarts. Era sinal que o inverno se aproximava e, como ele, vinham as férias de Natal e, por lá fora estar demasiado frio, Harry e Draco, aproveitando o facto de ser sábado e de Ron e Hermione estarem algures a estudar, decidiram deitar-se na cama do louro, abraçados de lado. Harry com a cabeça no peito de Draco e Draco enrolado contra o corpo de Harry.

- Onde vais passar o Natal? – Harry perguntou-lhe ao ouvido e Draco ficou tenso. Ficou tenso não por ter feito algo mau, mas por que tinha recebido uma carta de Sirius para que passeasse o Natal com ele e Harry e não queria estragar a surpresa.

- Não sei. – Draco respondeu-lhe e Harry levantou-se da cama e começou a vasculhar na sua mochila.

- O que estás a fazer? – Draco inquiriu com uma expressão confusa e o rapaz de cabelos negros limitou-se a mandá-lo aproximar-se.

- Abre e lê. – Harry retorquiu-lhe e estendeu-lhe um pequeno envelope.

- Quando chegou? Não me lembro de ter recebido correio. – Draco esboçou confusão no seu rosto e aproximou-se.

- Chegou hoje mesmo, aliás, quando cheguei aqui de manhã já estava cá. – Harry respondeu-lhe e sentou-se em cima da cama.

- Até tenho medo! – Draco respondeu ao amado e pegou no envelope, abriu-o e começou a ler:

“Para ti, querido sobrinho Draco, que nunca desistas do que te faz feliz,

Esta carta é algo que deves guardar para sempre, mas apenas se quiseres. Não te obrigo a nada (até por que seria muito estranho), mas espero que a guardes com muito amor e carinho.

Eu sei que não nos conhecemos tão bem quanto deveríamos, mas a tua mãe pediu-me para te acolher. Com isto, ela não quis dizer que não se verão mais ou que ela não gosta de ti, porém o teu pai proibiu-a de te ver, pelo menos por enquanto e ela fica bem mais descansada se estiveres a salvo na casa de alguém que ela conheça.

Portanto, o teu quarto aqui em Grimmauld Place está pronto a receber-te para as férias de Natal e para sempre.

Sucesso Draco,

Sirius

PS: Cuida do Harry, por favor.”

- O que é que diz essa carta? – Harry questionou-lhe com uma expressão curiosa e Draco abanou a cabeça negativamente.

- Não necessitas de saber. – respondeu-lhe e voltou a dobrar a carta – Quando chegar a hora de o saberes, eu contar-te-ei.

Harry bufou e encarou carinhosamente o amado. Odiava que as pessoas, em especial Draco e os seus amigos, lhe escondessem coisas. Fazia-o sentir-se destroçado por não confiarem nele (ou, pelo menos, era assim que pensava).

- Draco. – suplicou-lhe Harry, abraçando-o por trás e encostando a sua cabeça no pescoço do louro – Por favor, conta-me o que diz essa carta. – pediu-lhe, mas Draco continuou a recusar dizer qualquer coisa em relação àquele pedaço de pergaminho e ao seu conteúdo, para ser mais específico.

- Cansas-me a beleza, Harry! – Draco reclamou com o menino de cabelos pretos – Não te vou dizer nada. – concluiu e Harry assentiu.

- Eu vou esperar calmamente, pacientemente, lentamente por respostas, Malfoy. Não te livras de mim. – advertiu-lhe e voltou a sentar-se em cima da sua cama.

- Livrar-me de ti não está nos meus planos, amorzinho. – Draco respondeu e beijou a testa de Harry.

[…]

- Hermione? Onde vamos? – perguntou Harry quando a amiga lhe pegou no braço e o começou a arrastar pelo castelo.

Hermione estava esquisita. Trazia, agarrado com força suficiente para o desfazer, um livro debaixo do braço e assim que avistou Harry no Salão dos Gryffindor agarrou nele e conduziu-o para fora daquela divisão.

- Hermione! – Harry voltou a chamar impacientemente – Onde vamos? – questionou com a mesma impaciência de antes e usou parte da sua força para colar os seus pés ao chão.

- Harry, há algo que precisas de ler. – Hermione disse, depois de se ter sentado à frente do menino de cabelos pretos, e estendeu-lhe o livro que trazia.

Harry pegou-lhe com cuidado e analisou cuidadosamente a capa do livro. Era uma capa bonita, bem decorada, e isso Harry não podia e nem devia negar. Havia algumas linhas douradas que cruzavam a capa e elas tiveram um efeito hipnotizante sobre Harry, ele tocou nas três linhas e o livro levitou-lhes à frente e abriu-se numa página ligeiramente amarelecida pelo tempo.

 - Hermione, não estou a gostar do rumo disto. – Harry murmurou para a amiga de cabelos castanhos assim que recuperou o controlo do seu corpo.

- Harry, lê o que está escrito, por favor. – Hermione pediu-lhe e a sua solicitação foi imediatamente atendida.

Harry, ainda que estivesse um pouco receoso com o que poderia acontecer, pegou no livro, munindo-se com a coragem mais Gryffindor que conseguiu arranjar, e encarou a página em que o livro se tinha aberto.

Os seus olhos verdíssimos encararam a página, de uma vez por todas, e a sua boca silabou aquilo que a página exibia ou, pelo menos, apenas aquilo que Harry conseguia ler:

“Esperem mais um pouco. Aguardem, pacientemente, o florescer da vossa relação, pequenos pupilos. Só quando a felicidade pura vos atingir é que deverão vir aqui e, juntos, lerem esta mensagem. Só quando os dois se tornarem um só é que entenderão verdadeiramente o valor destas palavras. Deixem que os vossos fios se vão entrelaçando de forma calma, doce e singela. Jamais apressem o florescimento de um amor que há muito está destinado a acontecer. Nunca acelerem o encontro de Almas Gémeas porque o que o destino há muito uniu, nenhum Homem conseguirá separar”

E assim que estas palavras foram lidas e guardadas na memória de Harry, o livro começou a desfragmentar-se. Palavra a palavra, linha a linha, parágrafo a parágrafo, página a página, capítulo a capítulo, até que nada mais sobrou naquele ambiente.

A não ser a lua, que já brilhava no céu escuro, onde não havia qualquer vestígio de uma estrela, e uma chuva fraca que caía sobre os corpos de dois pré-adolescentes completamente arrasados, esbaforidos, atónitos pela dimensão que aquelas palavras tinham causado no seu íntimo.

E assim seguiram para o Castelo, lado a lado, com os braços entrelaçados e aquelas palavras a rodopiarem-lhes na cabeça, no coração.


Notas Finais


TAN TAN TAN
O que acontecerá daqui para a frente?
Deixem todas as vossas teorias aí em baixo, na secção de comentários.
Beijinhos
Sérgio :D


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