História Almost perfect love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Almost Perfect Love, Drama, Justin Bieber, Romance, Sexo, Violencia
Visualizações 55
Palavras 1.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom... O que posso dizer né meninas?! Eu excluí os capítulos anteriores da história que eu postava e agora irei refazer certo, eu não estava gostando de como estava decorrendo.

É isso...

Espero que gostem do novo jeito dela, esse é apenas pra vcs entenderem a vida dela.

(Sobre a capa, eu gostei dessa foto, mas a personagem não é ela, ok? Mas tbm fica a seu critério imagina-lá)

Boa Leitura :-*

Capítulo 1 - Prólogo


             ~ Sophia Clark ~

Cá estou eu mais uma vez em Manhattan mas, dessa vez é pra ficar.

Morar com o meu pai e minha irmã não estava sendo mais a mesma coisa, ele passa a maior parte do tempo trabalhando, fica apenas 10:00 horas de relógio em casa mas, mesmo assim continua com o trabalho em casa no seu escritório. As vezes ele passa a noite no meu quarto e no quarto da Jennifer, só passa mesmo, faz isso quando não tem um jantar importante com acionistas ou pessoas de extrema importância para a sua empresa. Ele é dono da Car Design, a maior fábrica de carros de Washington, pode até ser um pouquinho perto de New York, porém é muito difícil meu pai deixar eu ou a Jennifer viajamos sozinhas toda semana para vermos mamãe, ficamos com ela finais de semana e vamos acompanhadas de nossa "babá", ele insistiu pra ela continuar cuidando da gente, desde de bebê ela cuida de nós. Eu gosto do meu pai, apenas ele coloca seu trabalho em primeiro lugar na vida.

Minha mãe conseguiu nossa guarda, após argumentar pro juiz que meu pai não estava tendo o tempo necessários para cuidar de nós. Eu já pensei em pedir os dois a minha emancipação mas, não vi mais necessidade depois que minha mãe comunicou que ia pedir nossa guarda.

- Nem acredito que está nós três aqui, pra sempre. - minha mãe dizia isso a cada 3 minutos. - Estava com tanta saudades filhas.

- Também mãe, muita! - disse a ela dando mais um abraço depois de vários que dei quando cheguei.

- Podemos ir pra casa agora? - perguntou Jennifer terminando de tomar seu milk sheik.

- Vamos então. - minha mãe falou olhando para a morena a nossa frente.

Jennifer sempre gostou de morar com papai mesmo sem ter sua atenção, ela apenas gosta de gastar seu dinheiro em roupas, joias ou até em spa, que não serve pra a mesma, pois já tem um corpo que qualquer garota de sua idade gostaria de ter. Suas personalidades e aparências são idênticas, não podem negar ser pai e filha. E eu puxei minha mãe tanto em aparência como personalidade.

- Chegamos crianças. - disse minha mãe parando o carro em frente a casa.

- Por que nos chama de crianças ainda? - indagou Jennifer saindo do carro fazendo o mesmo que eu e mamãe.

- Por que vocês são minhas crianças, e não é só por que você está quase fazendo dezoito que vai deixar de continuar sendo minha criança Jen. - dizia a loira esbelta entre eu e minha irmã,

A aparência da casa continuava a mesma de um mês atrás, tirando o fato de ser primavera e o jardim está florido, dando a casa de porte médio um ar de família feliz e alegre. Não que não fossemos, mas isso só transparência a realidade naquele lar.

Bom... Mamãe não tinha uma empresa de grande importância, mas tinha seu próprio negócio que começou a mais de 2 anos quando se separou de meu pai e resolveu mudar para recomeçar sua vida, deu certo e até hoje o Corner of Dreams, onde ela faz e vende seus doces e confeita, a confeitaria evoluiu muito, tanto que se expandiu para outras cidades e se tornou até ponto turístico de Manhattan.

Ajudamos minha mãe com as malas e entramos.

- Melhor vocês subirem, tomar um banho e descer pra comer.

- Sempre que eu venho pra sua casa eu engordo dez quilos mamãe. - Jen indagou, eu e mamãe rimos e reviramos os olhos por seu ato.

- Melhor mesmo mãe, por que ainda temos que arrumar as malas. - disse enquanto estava subindo as escadas ouvi minha irmã bufar de indignação por minha mãe não ter empregados para fazer este tipo de serviço.

- Não vai ser preciso Sophia. - minha mãe disse com um sorriso nos lábios e parei ao meio da escada.

- Por que nã... - fui interrompida pela campanhia que soou o tão conhecido "ding dong" pela casa.

- Isso irá responder sua pergunta querida. - foi até a porta abrindo e logo apareceu o semblante da doce e amável Filomena. - Seu pai insistiu que ela viesse ficar com nós, e eu aceitei a proposta é claro, por que... É... Eu sei que ela é como outra mãe pra vocês duas.

  Nos cumprimentamos e subi pra o meu quarto que continua sempre do mesmo jeito. Coloquei minhas malas no closet para arrumar depois, peguei apenas o que eu iria precisar pra fazer minhas higienes, mim despi, entrei no box e tomei meu banho, pensando na minha nova vida em New York e mim livrando daquela vida que vivia em Washington. Terminei, vesti meu baby doll roxo claro, fiz um coque no meu cabelo e desci para jantar.

- Hum... Lasanha, que delícia! - falei assim que cheguei a cozinha vendo todas sentadas a mesa, Filomena é como da família, não tratamos ela como uma empregada e sim como uma irmã mais velha.

- Sente-se meu amor. - puxou a cadeira e mim sentei ao seu lado. - Já arrumei o colégio onde você irá terminar de estudar esse final de ano.  - concluiu minha mãe.

- Quando eu vou começar?

- Amanhã se quiser.

- Poder ser. - disse com um sorriso de lado pra ela.

Terminamos a janta e fomos pra sala assistir filme, resolvi ir pro meu quarto descansar um pouco liguei meu notebook e logo em seguida recebi uma chamada via Skype.

- Oi pequena. tá linda assim com cara de sono. - apareceu sua imagem com os cabelos castanhos bagunçados e seu abdômen a mostra.

- Oi, você está lindo assim sem camisa. - rimos.

- Hum... Safada. - demos altas gargalhadas na mesma hora. - Como você está?

- Bem, acho que aqui vai ser  melhor.

- Vou sentir sua falta amanhã no colégio. - disse fazendo cara de triste.

- Só no colégio mesmo por causa da Carla no seu pé né?! - Mim fingi de ofendida e fiz bico.

- Own Sofi... Para, você sabe que não. - bufou. - Você não mim aceita de out...

- Lucca nós já falamos nisso, não quero perder a nossa amizade de anos. - disse interrompendo-o.

- Tudo bem. - falou como se tivesse derrotado pelo o que eu disse. - Então... Tá tarde né, você precisa descansar.

- É, um pouco, amanhã vou a nova escola.

- Boa sorte. - deu um sorriso de canto. - Juízo e inteligência pra você.

- Ok papai. - riu verdadeiramente. - Boa noite Lucc, beijos.

- Beijos pequena.

Desliguei a chamada, fechei o notebook e deixei o sono mim vencer.


Notas Finais


Falam o que acham gente, é importante ;) .... Se vocês preferem essa ou a outra...

Ansiosa aqui ' obrigada!

Até breve....

Bjs de chocolate :-*


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