História Alone - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias G-Dragon, Got7
Personagens G-Dragon, JB, Personagens Originais
Tags Bigbang, Got7, Jiyong
Exibições 68
Palavras 3.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esse capitulo tinha ficado GIGANTE, mas eu acabei de corta-lo. Ao perceber que a segunda parte era o Jiyong contando, e tipo tava maior confusão - já que acabei de escrever.
Então cortei mesmo, e se reclamar corto de novo - hehe brincadeirinha.
Ta meio sem noção, mas com a parte do Jiyong, tava mais ainda. Relevem os erros, e aproveitem!
Boa leitura.

Capítulo 5 - V


Fanfic / Fanfiction Alone - Capítulo 5 - V

 

E com o grito ensurdecedor do garoto maluco, Jiyong solta um longo suspiro se afastando de mim, e passando por ele sem ao menos olhar em sua cara.

Eu continuo dentro do elevador, cogitando a possibilidade de deixar a porta se fechar, e voltar ao apartamento – não meu. Onde provavelmente, é um lugar seguro, comparado ao que esta prestes a acontecer.

- Não vai me responder seu filho de uma puta? – o garoto berra novamente indo em direção do amigo que já chegou ao carro e o destravava. Aperto os dedos das mãos, e resmungo arrependida ao sair da caixa de ferro e seguir em direção dos dois. – Jiyong eu estou falando com você!

- Eu sei... – por incrível que pareça, Jiyong responde o amigo calmamente, se virando para o mesmo e sorrindo. Como se nada estivesse acontecido... ué. – Eu posso explicar... nós estávamos ensaiando o beijo que vamos fazer na frente da minha família, não é mesmo Mel? – escuto a fala do idiota que acabou de me beijar por livre e espontânea vontade, abrindo um largo sorriso.

Talvez por ter me livrado de um encosto, ou por ter perdido a única pessoa que poderia me lembrar do jeito dele... aquele jeito que ás vezes ele demonstrava quando estava comigo.

- Claro! – chego ao lado de Jiyong e seguro seu braço ainda sorrindo. – Estávamos ensaiando... seu amigo me ofereceu dinheiro por ser a namorada dele por três meses.

- O que? – o garoto a nossa frente leva as mãos a cintura e nos encara completamente confuso. É amigo, não é só você, viu? – Dá para explicarem direito...

- Ela vai ser minha namorada de mentirinha Seungri... pelo menos até meu pai voltar para a China. – Jiyong fala fitando suposto amigo - que se chama Seungri. E após alguns segundos, escutamos um longo “aaah” e por fim, solto todo o ar dos pulmões me soltando de Jiyong e me afastando alguns centímetros. Só assim... por precaução. – Entendeu agora?

- Sim. Aliás, é uma ótima ideia! – Seungri levanta a mão e os dois fazem um toque esquisito, e completamente imaturo. Só reviro os olhos e limpo a garganta para eles perceberem que ainda estou aqui. – Assim... depois que os três meses se passarem, você também pode ser minha-

- Não. – respondo sua pergunta, antes mesmo que ele pudesse terminá-la e escuto Jiyong gargalhar. Reviro os olhos novamente, e começo a andar em direção da porta do passageiro. – Você não disso que estávamos atrasados? – comento indiferente abrindo a mesma, e após ver os olhos arregalados de Jiyong, solto um sorrisinho malvado. – Quem mandou me atacar no elevador... – comento em português enquanto ele entra no carro apressado.

- Ei seu bastardo! – Seungri enfia a cabeça dentro do carro, no lado do motorista e quase a centímetros do rosto de Jiyong, berra. – Você sumiu lá no café, imaginei que tinha vindo para a casa, então deixei Hana na casa de uma amiga e vim de taxi para cá. Como vou parar em Cheongdam agora?

- Se vira... – seguro o riso ao ver a cara de Seungri, assim que Jiyong liga o carro.

- Mas hyung... eu estou sem carro. – o garoto choraminga ainda dentro do veículo de Jiyong, enquanto o mesmo rosna de antipatia.

- Comovente, mas só tem dois lugares... e não sei se você percebeu, eles estão ocupados. – Jiyong responde seco, e assim que coloca a mão na marcha, escutamos outra fala de Seungri.

- Eu posso ir no banco do motorista... – o que? E eu vou onde? Mesmo antes de abrir a boca para falar, me assusto ao ver a porta ser aberta, e Seungri me puxar para fora rapidamente. – E ela vem no meu colo. – o mesmo solta um sorriso com puro duplo sentido no rosto. E eu não consigo conter a gargalhada.

- Você é maluco, mas bem esperto... – comento sendo, agora, puxada delicadamente para voltar ao carro ainda gargalhando. Não vai ser a primeira e nem a ultima vez que vou me sentar no colo de um homem. Então, por mim tudo bem.

- O que? Não mesmo, vocês estão loucos... – Jiyong começa a falar, mas Seungri com uma mão, pega o cinto de segurança e por incrível que pareça, conseguiu passar por nós dois, e o prender. – Vocês acham mesmo que eu vou concordar com isso?

- É só pisar fundo, ninguém vai ver ela no meu colo. É domingo! – Seungri berra intrigado, e eu solto um suspiro de puro tédio. Esse carro não foi feito para suportar uma pessoa no colo da outra, e eles ainda querem discutir? Sério?

- Não estou falando disso... – olho de lado para Jiyong, intrigada, e o vejo sair do carro um tanto nervoso. – Sai. – ele abre a porta que eu acabei de fechar e faz um gesto com a cabeça, me pedindo para sair. O mesmo quando fui obrigada a sentar na cadeira, e olha... isso dá muito certo.

- Ah, não acredito que você vai fazer isso... – Seungri parecendo entender tudo, exclama hílare saindo do carro e indo em direção do banco do motorista. Eu sou a única perdida aqui? – Que ridículo você hyung... – Seungri entra no carro e coloca o cinto. – Não vai continuar com o surto de ciúmes? – me espanto ao entender o que ele dizer, e olho surpresa para Jiyong que só passa por mim e se senta no banco do passageiro.

- Vem. – ele nem sequer me encara para pedir que eu sentasse em seu colo. E assim que eu fecho a porta um tanto nervosa, ele passa a mão descontraidamente por meu vestido o arrumando em suas pernas. – Me desculpe por isso... – ele sussurra no meu ouvido, quase me causando um arrepio involuntário.

- Pensei que estivessem namorando de mentira... – Seungri ainda sorrindo liga o rádio, dando partida no carro.

- É... eu também. – arqueio as sobrancelhas e faço um bico ao falar a frase em português.

 

 

[...]

 

 

- E se seu pai perguntar onde nos conhecemos? O que eu digo? – nem bem saio do carro, e já faço outra pergunta completamente apavorada, ao perceber que paramos em frente a enorme casa de Jiyong. – Eu acho que vou vomitar.

- Tem certeza que isso vai dar certo? – Seung, que, aliás, teve uma conversa muito agradável comigo, após fazer milhares de perguntas. A qual maioria delas eu ignorei. Diz ao jogar a chave para Jiyong de longe, parando ao meu lado com as mãos no bolso da bermuda. – Se você quiser desistir, eu posso te levar em casa...

- Para de tentar persuadir minha namorada, seu idiota... – tomo um susto ao ver o braço de Jiyong passando por meus ombros. – Dá para você parar de se assustar assim? É só deixar tudo comigo... ele não vai te perguntar nada, e sim a mim. – ele revira os olhos e começa a forçar alguns passos em direção da porta de entrada.  

- Eu não vou conseguir... sério. – paro de súbito em frente aos dois que me olham atentamente. – Nem sei como aceitei isso Jiyong, você parece ser uma pessoa legal, poderíamos até tentar ser amigos, mas nesses instante você tentar forçar uma ligação que não temos... não vai dar certo. – ele tenta falar, ou me impedir, mas só consegue sorrir de canto e afirmar com a cabeça. Espera eu consegui mesmo me livrar dessa?

- Acho que vocês estão um pouco atrasados. – escuto uma voz grossa atrás de mim, e temo em me virar. Na verdade temo em começar a correr e cair de cara no chão. Porque a única coisa que eu quero nesse exato momento... é fugir. – Acho que não conheço...

- Ah... Olá. – me viro de súbito (novamente) e me curvo, cumprimentando o senhor a minha frente, que parece me analisar de baixo para cima.

- Você... – ele espera que eu fale, porém sinto uma mão se entrelaçando na minha. E sinto por um segundo, um alívio no coração.

- Minha namorada, pai... minha namorada. – Jiyong aperta minha mão com força, enquanto eu volto a ficar ereta, e sorrindo falsamente. É claro. – Estou feliz em ver senhor... – Jiyong agora se curva, brevemente, ainda segurando minha mão. – Como foi a viajem? – ele começa a dar alguns passos para frente e eu o acompanho, calada.

- Eu acho que ninguém mais se importa comigo nessa família... – Seungri comenta alto o suficiente para fazer o pai de Jiyong gargalhar. – Não ganho nem um ‘oi’ mais... – ele brinca rindo, ao entrarmos na casa. E enquanto trocamos os sapatos por pantufas, ele sussurra. – Vou trocar de blusa, rapidinho ok? – o mesmo bate no ombro de Jiyong, o avisando que provavelmente irá usar uma roupa sua. E só vejo meu “namorado” revirar os olhos como resposta.

- Quer ver que ele vai descer com a blusa de botões branca... – Jiyong comenta baixo em meu ouvido, enquanto seguimos até a cozinha - eu acho. Todos em silêncio.

Sinto um frio na barrida ao andar ainda de mãos dadas com Jiyong e quando ele para de súbito e se curva, eu somente faço o mesmo, sem mesmo saber o porquê.

- Mãe... essa é Yoon-mi, minha namorada. – agora você me chama pelo nome não é mesmo? Seu cachorro. O encaro irritada, antes de abrir novamente o sorriso falso para sua mãe. E pude o escutar segurando o riso.

- Oh que bonita! – a senhora segura meu queixo com as duas mãos, que para constar estavam muito quentes. E sorri. – Venham, vamos nos sentar para comer... – ela abre a mão e aponta a enorme mesa para nós. Nos sentamos em silêncio e assim que a empregada coloca os pratos, já com comida, eu tomo um susto ao escutar alguém falar.

- Para comer... – o pai de Jiyong aparece do nada, e debocha da frase dita pela mulher, ou ex, ainda não entendi muito bem a relação dos dois. – Nós comemos há uns 40 minutos atrás, já que você Jiyong, decidiu trocar a família por... sei lá porque você nos trocou.

- Não vá começar com isso Young Hwan... – a voz firme e cansada da mãe de Jiyong se manifesta mais alta da que seu pai, fazendo todos na cozinha se encararem. Engulo o pouco de comida que coloquei na boca, e me preparo para falar no ouvido de Jiyong, mas sou interrompida pela mãe dele. – Temos visita, por favor... – ela me olha de ressalto e sorri sem graça. Todos escutam Seungri descer as escadas correndo, para se sentar ao meu lado. E sim, ele estava com a camisa que Jiyong descreveu.

O clima está um pouco pesado, ne.

- O que eu perdi? – ele sussurra para mim, me fazendo negar com a cabeça e cutucar sua perna com a minha. – Ah já entendi...

- Eu sou a visita aqui, não é? Só porque não fico muito nessa casa, não significa que você tem poder algum sobre ela... sabe bem que eu só te deixo morar aqui, para poupar outros gastos...

- Ah... poupar outros gastos? – a senhora Kwon se irrita o bastante, para se levantar da mesa e ir em direção das escadas, gritando. – Você deveria falar isso quando parar de pagar caro por prostitutas de luxo em cada viajem que faz... – ela sobe as escadas quase trotando, e eu encaro Jiyong ao meu lado. Que está calado, somente mastigando lentamente. – Já estou me cansando disso! – e a ultima frase escutada por todos, foi o cumulo para o pai de Jiyong, que se levantou também e deixou a mesa sem ao menos falar um “a”.

- Achei que eu seria o motivo da briga dessa vez... – Seungri fala descontraidamente e pega um prato para comer. – Se não se importam, eu estou morrendo de fome. E Mel... não liga, isso sempre acontece. – reviro os olhos por Seung também ter pegado a liberdade de me chamar de Mel, e enquanto ele sussurra em meu ouvido e eu encaro Jiyong calada. Era por isso que ele queria trazer uma namorada.

Ele queria parecer adulto para o pai, talvez passar uma imagem limpa. E por causa de mim nos atrasamos, e causamos isso tudo... que droga.

- Jiyong... – depois de alguns segundos, e escutando somente o bater de hashis de Seungri, não consegui segurar minha aflição, em ter presenciado aquilo tudo. – Você está bem?

- Hum? – ele parece se surpreender com meu toque em seu braço, e se vira para me encarar. – O que você disse? Não escutei muito bem... – ele parecia em outro mundo, e realmente descontraído. Será que ele está fingindo? – É sobre a discussão? – e agora quem se surpreende sou eu. Arregalo os olhos e o vejo sorri. – Tudo bem, eu estou acostumado... Seung também...

- Sim, acontece sempre... – Seungri se intromete, falando de boca cheia. Enquanto eu somente o ignorava, e me preparava para falar.

- Tudo bem mesmo... não preciso se preocupar, a culpa não foi sua... – Jiyong fala antes de mim, e eu arqueio uma sobrancelha.

- C-como você sabia que eu iria falar isso? – não contenho o sorriso, ao vê-lo negar com a cabeça, enquanto vai à procura de seu copo d’água. Seguro seu braço com as duas mãos e o sacudo levemente. – Heim? Como assim? E-eu nem tinha tido nada ainda! – pressiono-o a me contar, e quando ele se vira para me encarar novamente, paro de sacudir seu braço.

- Você não precisa dizer nada... seu olhar, o jeito que balança a perna, e suas expressões já dizem tudo... – ele sussurra a ultima frase me fazendo, sentir aquele maldito frio na barriga. Droga, droga, droga! Porque ele tem que se parecer tanto com ele?

- Jiyong você vai ficar aqui hoje? – Seungri corta o clima do nada, e eu vejo Jiyong se levantar um tanto impaciente.

- Não... vou somente subir para pegar mais alguns pares de roupas, e já vou ir para a casa. Estou com sono... – ele diz diretamente para o amigo, enquanto eu também me levanto sem entender nada. – Vem comigo, não quero deixar você sozinha perto dele... – Jiyong me puxa pela mão, e me arrasta em direção das escadas.

- Eu ouvi isso, seu safado! – Seung grita enquanto nos distanciamos dele. E mostra o dedo do meio ao ver Jiyong fazer careta. – Já vou indo para o carro, ok? – ele grita novamente, quase me assustando.

- Ignore o que ver, ou escutar aqui em cima, tudo bem? – Jiyong parece ignorar o amigo, e somente para se súbito, dois degraus acima do que eu estou, me fitando. – É sério... só ignora. – ele sorri de canto, e continua a me puxar.

E alguns passos dados, eu pude entender do que ele estava falando. Os gritos ficavam cada vez mais altos, ao nos aproximarmos de uma das portas do corredor. Era o quarto dos pais – eu acho.

Havia uma gretinha aberta, e por mais que eu me negasse a olhar, foi inevitável não ver a mãe de Jiyong apontando o dedo na cara do ex-marido, enquanto gritava “Ele é seu filho, seu desgraçado”.

Não entendi nada, e preferir ignorar tudo mesmo.

Assim que volto a olhar para frente, vejo Jiyong com a cara enfiada em uma das portas, e antes mesmo que eu pudesse tentar imaginar o que ele estava fazendo. O mesmo puxa minha mão e me obriga a quase entrar no quarto, junto dele.

- Oi Dami, essa é ela... – ela? Ela quem? Eu?

- A famosa namorada que eu nunca conheci? – a mulher agora em pé, e andando em minha direção. Sorri abertamente a apertar minha mão e fitar Jiyong ao meu lado. – Finalmente eu te conheci... Esse daqui sempre dizia que estava namorando, mas nunca trouxe ninguém parar comprovar. – Ah agora eu entendi! Jiyong seu mentiroso.

- Também não entendi porque ele demorou tanto a querer me apresentar à família... – encaro Jiyong que sorrir sem graça, e passa a mão na nuca coçando à mesma.

- Bem, outro dia vocês conversam mais... eu preciso levar ela pra casa nonna. – Jiyong fala já começando a me arrastar, novamente. Mas sua irmã o impede segurando minha mão também.

- Espera aí, vocês chegarem tem quanto tempo? – e antes que Jiyong pudesse se explicar, escutamos um vidro se espatifar no chão, junto de alguns gritos. – Ah entendi... – ela tem a mesma feição de Seungri a agora pouco. E só solta a minha mão calmamente, sorrindo. – Volte mais vezes, ok? E você se acostuma com isso tudo.

- É... eu espero. – digo me referindo a TUDO isso que esta acontecendo. E só me deixo levar por Jiyong, que sai me arrastando pelo corredor. Até chegarmos a se quarto, que era bastante feminino por para o gosto. – Imagino que esse seja o antigo quarto de sua irmã... – Jiyong solta minha mão e vai em direção do closet ao meu lado. – Nossa, agora eu tenho certeza! – comento ao ver uma foto gigante de sua irmã pregada na parede.

- Ela não costuma ficar aqui por muito tempo também... mas preferiu ficar com meu quarto antigo. – Jiyong surge novamente com uma mochila de costas, e enfia trouxas de roupas nela sem dó. – Vamos? – ele diz apressado, e eu pareço entranhar sua atitude. – O que foi?

- Não sei... você parece meio estranho desde que entrou aqui. – quase me arrependo de ter falado o que eu achava, ao vê-lo se sentar na cama, e suspirar alto. – Tudo bem se não quiser ficar... mas eu só... A esquece.

- Não... pode falar. Você...? – ele me incentiva animado, e eu relaxo os ombros me preparando para falar.

- Você estava tão animado com isso tudo, ter uma namorada de mentira para mostrar para sua família... que no final, parece ter dado tudo errado. – Jiyong solta uma risadinha, e eu entranho sua reação. Achei que ele fosse negar, gritar, mentir como fez lá em baixo sobre estar “tudo bem”. Mas ele somente tirou a mochila das costas, e bateu na cama, me pedindo para sentar.

- Você me viu uma vez, e já percebeu isso? Boa garota. – ele faz uma pergunta retorica assim que me sento na cama de lado. – Não que eu estava animado, talvez eu imaginei uma coisa que nunca aconteceu e nunca irá acontecer.

- E o que era? – pergunto curiosa.

- Imaginei que meu pai ficaria feliz por mim. Feliz por eu ter arranjado uma namorada bonita, achei que ele ia me elogiar por ter passado esse semestre antes mesmo das provas finais. Mas ne... você viu o que aconteceu, ou melhor, viu como ele é. – Jiyong sorri sem graça, e eu pendo a cabeça de lado sentindo um pouco de dó.

Não que eu tivesse sofrido algo parecido, mas eu sempre tive o amor das pessoas ao meu redor. E ao o ouvir falar uma coisa que “nunca aconteceu” e “nunca iria acontecer”...

Talvez senti um pouco de sua dor.

- Pelo menos você ainda tem pais... – comento involuntariamente e percebo que ele esta me encarando. – Falei isso em coreano, não foi?

- Falou... – ele tenta segurar o riso, obviamente pela minha cara de arrependimento. – Você disse que somente sua mãe morreu... – olho para o lado não querendo entrar nesse assunto, mas respiro fundo o fitando.

- Se for para começar a soltar os podres das nossas vidas, acho melhor começar pela bebida!

 

 


Notas Finais


Muito merda ne?
Para quem não sabe o que é "gretinha" (meio difícil) é o espaço entre dois objetos, ou seja... aquele vácuo que fica na porta quando ela ta entre aberta.
Bem... eu volto. Ignorem os erros - e a capa horrorosa... estou morrendo de sono.
Até o próximo!


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