História Alone Together - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Luke Hemmings, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, Avery Spencer, Luke Hemmings, Msmahone1d_ju
Visualizações 260
Palavras 2.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


THREE THOUSEND MILES AWAY FEELS LIKE ITS FOREVER SEEMS LIKE YESTERDAY WE WERE RUNNING AROUND TOWN TOGETHER (nostalgia <3)
Alo aloooooooo pessoal liamdo do spirittttttt, como vão?
Ain gente to triste, hoje a tpm tá atacada e eu tbm jfdklajf, e hoje é o show do Alok que eu queria muito ir mas não consegui :c Mas só se entrar na página de postagem de AT eu animei, acreditam? Bom, é a verdade.
Ok, preciso muito agradecer aos meus leitores vivos (porque fantasminhas não faltam né gzuis) que comentam sempre coisas tão lindas, a reação de vocês foi tão fofa que eu destaquei vários comentários no ultimo cap. Se pudesse destacava todos porque vocês me fazem sentir tão bem, cara é como se eu soubesse fazer alguma coisa nessa vida fjdkslajf que ilusão; Eu amo tanto os comentários de vocês aaaaaaaaaa
Bom, esse capítulo tem surpresinhaaaaa yaaaaaay. Não me matem se estiver meio lixoso, eu me esforcei ao menos ><
Entooooooon, ai que triste, é sexta e não sextou *suspiro*
Esses dias foi o niver da Bruna (MrsGeek) e eu não sabia, então esse cap é pra você como presentinho atrasado, tá lindona? Obrigada pelo carinho!
E boa leituraaaaaaaaaa xx

Capítulo 43 - Perdição


Capítulo 42 – Perdição

Avery Spencer:

Acordei mais uma vez no meio da madrugada, com Luke sobre mim. A cada instante eu acordava com um barulho diferente: ou algum animal, ou o vento balançando as árvores, ou o ronco baixinho do Luke — eu percebi que estava em encrenca quando considerei seu ronco como algo muito fofo. Nunca acampei na vida então dormir ao ar livre não estava sendo muito fácil pra mim, e mesmo com Luke me transmitindo certa segurança, ainda não era o suficiente.

Respirei fundo enquanto observava seu rosto sobre o meu peito, a boca entre aberta, a testa sem nenhuma ruguinha ou indício de tensão — o que era raro de se ver —, tão sereno, tão lindinho. Seria pecado encarar aquela bola enquanto ele dormia?

A sensação de seus beijos no meu pescoço ainda estavam ali, o formigamento, o calor, o molhado... ah, meu Deus.

Queria me levantar dali, não estava nada fácil conter meus pensamentos e olha que não era normal eu ter um fogo desse jeito. Luke tinha mais efeito sobre mim e meu corpo a cada dia que se passava.

Infelizmente a criatura era pesada e grande, e eu não teria chance nenhuma de escapar sem acordá-lo. Suspirei e deixei meu corpo relaxar pra trás, encarando o céu. Imaginei que horas seriam e todo o interrogatório que eu iria enfrentar ao chegar em casa de manhã, não apenas de Travor mas também da minha mãe. Merda.

— Avery? — ele sussurrou, a voz tão rouca que bastou para despertar o meu pior lado mais uma vez.

— Oi.

— Tudo bem? — ele levanta a cabeça do meu peito, me encarando com os olhos quase fechando de sono.

— Aham, só não consigo dormir. É estranho estar no meio do nada, ao ar livre.

— Hum, você quer ir embora?

Balanço a cabeça em negativa e me sento, finalmente, ainda segurando o cobertor contra mim. Estava ainda mais frio agora. Luke imitou meu movimento, me abraçando quando eu estremeci de frio.

— Está com medo?

— Não é medo, só é estranho. Mas tudo bem, você pode dormir, logo eu pego no sono de novo.

— Não, tudo bem. Quer que eu te conte uma história? — ele provoca e eu mostro a língua pra ele, rindo. — O que acha que darmos um mergulho?

— Aqui? Agora? Enlouqueceu?

Ele sorri. — Quando amanhecer, então. O que quer fazer então, já que resolveu virar uma morcega?

— Hã, ainda tem Coca Cola? — ele confirma, abandonando o cobertor para pegar a térmica e logo se colocando no mesmo lugar novamente, e me entregando o objeto. Agradeço e tomo longos goles, até que acaba. — Nem perguntei se você queria, foi mal — digo, me dando conta só depois.

— Sua sorte é que eu não quero.

Ele me abraça, me fazendo ficar entre suas pernas, e eu encosto a cabeça em seu peito enquanto seu queixo fica apoiado sobre a minha.

— Sabe, eu acho que você é a garota que mais pirou minha cabeça até hoje. O pior é que não levou nem três meses pra eu enlouquecer totalmente. E você só tem quinze anos.

Dou risada. — Você precisa parar de subestimar minha idade, Hemmings. Você é ainda mais criança do que eu, quando quer.

— Não diga isso, soa muito excitante quando você se compara a algo tão frágil e inocente.

— Que horror, Luke! — grito, horrorizada. Isso é coisa que se diga, ou pense? Credo!

— Mas eu sei que de inocente você não tem nada. Além do cabaço, é claro.

— Eu vou te bater — ameaço.

— Não vai. Mas caso queira me beijar, não vou me opor.

Ele sempre brinca com essas coisas, imagino que esteja esperando o dia em que realmente vou matar sua vontade, mas sabendo que ele não chegaria tão cedo, então me viro, me ajoelhando entre suas pernas, e o beijo enquanto agarro sua nuca.

A surpresa é bem clara quando ele demora a corresponder e me agarrar de volta, suas mãos firmes na minha cintura e quadril, me empurrando contra ele.

Suas mãos me incentivam a passar as pernas pelo seu corpo, de modo que fico sentada em seu colo. É uma posição estranha pra mim, mas ele parece gostar. Suas mãos vão para o meu bumbum, continuando a pressionar nossos corpos e, consequentemente, nossas ‘partes’.

Também foi estranho sentir seu volume aumentando cada vez mais, e pior foi sentir contra o que ele estava se chocando. Era tudo novo pra mim e, bom, eu estava gostando.

Nosso beijo estava desesperado, ele parecia querer me engolir, ou provar o máximo do meu gosto. Quando eu lia romances, achava os beijos rápidos uma coisa muito superficial, bruta demais, e digna apenas de desejo e luxuria; admirava os mais lentos, mas, nossa! Luke sabia deixar qualquer beijo, independente de seu ritmo, perfeito e sincero. Eu estava sentindo coisas que jamais pensei que poderia sentir.

— Você corresponde tão bem a tudo que eu faço que tal reação deveria ser um crime — ele diz, ofegante. Seu nariz roçou pelo meu pescoço, inalando meu cheiro. Merda, eu nem havia passado perfume. — Se você tivesse ao menos uma ideia do que me causa.

Ah, eu tinha.

— Luke...

— Sinta isso, Avery — ele agarra minha mão, que estava em seu ombro e a tira dali —, sinta o que você desperta em mim.

Mal acredito quando ele me guia para o meio de suas pernas, onde estávamos quase colados e afastados por algumas peças de roupa. Eu sabia que o volume era grande, mas me assustei ao sentir tanta firmeza.

— Vê? Você é enlouquecedora — ele solta um suspiro por entre os dentes.

Mordo meu lábio sem conseguir afastar minha mão dali, estava tão quente.

— Me diz que está molhada por mim também.

— O-O quê? — arregalo os olhos. Ainda soa estranho como tantas sujeiras saem de sua boca. Mas não é ruim, de jeito nenhum, só preciso me acostumar com isso.

Eu esperava mesmo que pudesse me acostumar, ao invés dele me chutar cedo demais.

— Eu sei que está.

Ele beija minha boca enquanto afasta uma mão do meu quadril para levar entre nossos corpos, lá embaixo. Afasto a minha de onde estava, achando que era isso que ele iria fazer, e só então percebo que seu rumo é pouco a frente de onde eu estava tocando. Fico assustada quando seus dedos pressionam meu ponto íntimo.

— Ah, eu sinto seu calor e umidade, mesmo através de suas roupas. Tire pra mim, Avery.

Cacetada!

— Tirar minha roupa? Mas...

— Eu disse que não tiraria sua inocência de você e não farei isso — eu esperava que ele só estivesse se referindo ao momento porque se eu queria fazer isso com alguém, esse alguém era Luke Hemmings —, mas tire sua roupa pra mim. Por favor — ele implora.

Há uma grande luta interna sendo travada na minha mente, entre a razão e a emoção, que no momento era muito forte, mas como sempre, acabei seguindo meu coração — ou qualquer outro órgão que palpitasse mais alto que minha consciência. Me afastei um pouco dele para desabotoar minha calça. Não conseguia encará-lo e eu estava um frio do caramba, mas eu ainda estava fervendo.

Quando eu já havia me livrado da peça, com insegurança e vergonha, e toda atrapalhada, eu voltei a minha antiga posição e mal acreditei quando vi que ele havia se livrado de sua calça também.

Agora a barreira era ainda menor.

— Eu não preciso que tire toda sua roupa para ver o quão perfeita você é.

Eu sorri. Ele estava levando parte daquela insegurança embora com o modo de me encarar, como se eu realmente fosse linda.

Ele me beija mais uma vez, dessa vez lentamente, apaixonadamente. E eu amei tanto quanto os outros ritmos. Ou talvez um pouco mais.

Ele me abraçou e isso só melhorou o momento.

Até que ele não se aguentou e acelerou os movimentos mais uma vez, revezando entre meu rosto, meu pescoço e minha boca. Sua língua, lábios e dentes atuando com precisão e eu estava sendo levada a insanidade passo a passo.

— É tão difícil me segurar com você.

Sua mão novamente vai em direção ao meio entre minhas coxas, e sinto ele pressionar sobre o tecido fino demais da minha calcinha. Me arqueio pra ele, suspirando.

— Eu sabia; você tá encharcada pra mim. Tão pronta... ah, se eu pudesse... — ele continua pressionando e eu estava a ponto de revirar os olhos sem ter o controle do meu próprio corpo.

— Você pode — sussurro.

— Não me tente, Avery.

Num momento irracional eu apenas me joguei contra ele, rebolando e me empurrando em direção ao seu membro grande. Ele mordeu forte meu pescoço quando fiz isso, e eu gemi, não sei por dor ou por prazer, ou talvez um pouco de cada. Merda! Ficaria uma bela marca ali amanhã.

— Porra, Spencer.

Ele me tira do seu colo e eu fico perplexa e decepcionada achando que ele iria parar, mas antes do arrependimento tomar conta de mim, ele me deita no cobertor e fica por cima de mim, seu corpo me cobrindo e bloqueando o vento frio e a visão de qualquer coisa que não seja ele.

— Eu quero fazer algo pra você.

— Faça — digo antes mesmo de perceber, eu sentia que estava agindo como uma vadia, sendo tão fácil assim, mas eu estava totalmente doida por ele, ainda mais nesse momento. Eu não pensava, apenas me deixava levar pelas emoções que ele me proporcionava.

— Fica bem quietinha.

Era impossível me manter quieta enquanto ele me beijava e sussurrava besteiras no meu ouvido, e ficou ainda pior, ou melhor, quando seus dedos empurraram a calcinha para baixo, deixando-a nas minhas coxas. Eu estava morrendo de vergonha, mas resolvi me concentrar no seu toque ao invés disso.

Seus olhos não se desfocaram do meu rosto, o que tornou as coisas bem mais fáceis pra mim.

Quando senti seus dedos lá... foi o fim. Ou achei que era, porque na verdade foi só o começo. No primeiro toque eu já resmungava alto.

— Shhh, fica quietinha, senão não vai durar.

Como ele podia me pedir algo assim?

Ele massageava meu clitóris de uma forma que eu mal conseguia pensar quantas vezes ele já havia feito isso, para saber tão bem o que fazer, melhor do que eu mesma poderia sonhar em fazer no meu próprio corpo, ao mesmo tempo me tirar a capacidade de pensar em qualquer coisa além do quanto eu desejava e gostava desse homem. Ele estava me levando do céu ao inferno e eu gostaria de ficar por lá pelo resto da vida, se ele me desse essa sensação pra sempre. E ele mal havia começado.

Uma pequena dor me invadiu quando um de seus dedos entrou em mim, mas me foquei apenas na massagem, e logo eu havia esquecido qualquer sensação ruinzinha de novo.

— P-Porra, Luke. Isso é tão bom...

— Isso, me diz o que está pensando, Avery. Amo ver essa sua boca falar obscenidades.

Eu falava obscenidades? Então que saía de sua boca era o quê, uma nova língua do sexo?

— Eu sinto que vou explodir...

— E eu vou presenciar isso com todo o prazer.

Eu não tinha noção de nada do que estava falando e não entendia quase nada que saía de sua boca também, só sabia sentir e sentir tanto que não era capaz de descrever as sensações enlouquecedoras. Eu sentia que iria morrer da melhor forma possível a qualquer instante.

Um calor se acumulava no meu ventre e eu contorcia todo o meu corpo em busca de algum alívio. A boca do Luke foi a melhor saída que encontrei para lidar com aquilo tudo, apenas o agarrei pelos cabelos curtos e o puxei em minha direção, o beijando e procurando me saciar. A sensação só aumentava.

Dois de seus dedos bombeavam para dentro e fora de mim enquanto outro massageava meu clitóris e eu não sabia qual movimento estava me destruindo mais. Eu jamais imaginaria que existisse tamanha sensação de prazer. Ou Luke era um deus do sexo ou eu era fraca demais.

— Eu não aguento mais — soou quase como um grito mas ele voltou a me beijar, provavelmente tentando me controlar porque eu mesma já não conseguia mais fazer isso.

— Deixa vir, Avery. Me deixa te dar seu primeiro orgasmo.

Meu o quê?

Mas eu deixei, tentei relaxar e mordei com tanta força seu lábio que senti o gosto do ferro na minha boca enquanto me desmanchava sobre seus dedos inacreditavelmente talentosos.

— Caralho, você arrancou um pedaço do meu lábio — ele diz, levando o a mão até a boca, mas sorrindo sacana em seguida. — Valeu a pena.

Eu não compreendi quase nada a minha volta durante alguns minutos, mas vi bem quando ele levou os dedos molhados até a boca e os chupou enquanto olhava em meus olhos.

Eu poderia ter meu segundo orgasmo só olhando para aquilo.

— Você é maravilhosa.

— Você quase me matou.

— É uma boa forma de morrer, eu imagino.

Ele beijou minha coxa e puxou minha calcinha pra cima novamente. Era desconfortável, eu me sentia meia suja, mas tentei ignorar ao máximo, até porque nem teria forças pra levantar dali depois disso.

Se isso já foi bom, não imaginava o que seria o sexo com Luke Hemmings.

Ele vestiu sua calça, e foi impossível não notar naquela coisa enorme quase rasgando sua cueca, e me ajudou a vestir a minha também. Agora eu estava começando a sentir frio de novo.

— Você está bem? — pergunto.

— Não deveria ser eu a fazer essa pergunta? — ele sorri, beijando minha bochecha.

— Q-quer dizer, eu não fiz nada para você...

— Não precisa fazer nada, Ave. Fico feliz apenas por ter te tocado e te causado prazer.

Fico vermelha enquanto ela puxa as cobertas para cima de nós e me abraça mais uma vez.

— Acha que consegue dormir agora?

— Eu tô exausta.

Ele sorri. — Ótimo. Boa noite, linda.

Eu fecho os olhos com um beijo no cabelo, tentando não criar muita ilusão com o “linda”. Eu demorei a dormir porque na minha mente só repetiam as imagens de minutos atrás. Ele era minha perdição e eu estava com medo do que mais ele poderia fazer comigo, pois sabia que qualquer coisa que ele pedisse, eu não seria capaz de negar.


Notas Finais


AI MEU DEUS, EU TÔ COM TANTA VERGONHA HFJKSLAHFG Fazia muito tempo que eu não escrevia algo desse jeito, tipo não chega a ser um hot mas manooooo, eu tinha parado com isso há muito tempo, então sorry se eu perdi o jeito qqq
Bom, espero que tenham gostado! Comentem? pleaseeeee.
Amoooo vocês e todo o carinho que têm pela fic, e até logoooo xx Ju


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