História Alone Together||Shinsou x OC - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Escolar, Ficção, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola....?
*pedras voam*

Capítulo 5 - Chapter five


Os ombros caídos ainda continuavam lá, enquanto as amigas falavam completamente animadas. O brilho de seus olhos se apagou por poucos segundos, seus músculos enrijeceram, passou a mão esquerda pelos cabelos alaranjados. - Vou ao banheiro, Não demoro. - A garota sorriu, se levantou e seguiu ao banheiro.

Vazio como em poucas vezes, ao fechar a porta soltou o ar preso e abaixou as sobrancelhas, se dirigindo a uma das cabines, se aliviou e foi limpar as mãos.

Encarou a água que escorria entre os dedos com curiosidade, a sensação fria que o líquido trazia paz a sua mente fervente, resolveu pensar em tudo que lhe ocorria em poucos dias.

Pensou em como seu coração ficou agitado de modo estranho em relação a rivalidade que sabia haver nascido entre si e a Akuma. Pensou na inquietação que atingiria o cérebro entorpecido pela preocupação com a mãe.

Pensou tanto que sua única conclusão sobre todo o assunto, foi que a Yuuei era mais agitada do que imaginava. Passou as mãos molhadas pelo rosto e nuca, esperando amenizar o calor.

Ao lembrar dessa mesma palavra...- Shinsou.... - Pôs o queixo entre o polegar e o indicador, dedicando alguns poucos segundos ao assunto, mas algumas meninas que entraram no local.

Se dirigiu a porta imediatamente, procurando voltar a se sentar a sua mesa, infelizmente o sinal que bateu lhe impediu, fazendo com que retorna-se a sala de aula.

A próxima aula seria uma longa e entediante leitura de kanjis, Fuyu se conformou em relação ao fato e se dedicou as aulas.

Ao tocar do sinal foi rápida, retirou os headphones da bolsa e os pôs sobre os ouvidos, tocando músicas agitadas e barulhentas, pegou a mochila e se dirigiu logo a saída.

O ar pôde sair por seus pulmões, sabia que sua mãe estava em casa e poderia conversar mais friamente com ela, ou caso não estivesse, teria um grande problema.

Os passos apressados da mesma evoluíram pra uma desesperada corrida, não se deu tempo de sequer se despedir de suas colegas, queria pegar o metrô o mais rápido que pudesse.

Ao conseguir entrar no transporte limpou o suor inexistente da testa e deu um suspiro aliviado. Se apoiou em uma das barras e passou a olhar da janela.

Ao chegar em casa, deu mais uma corrida, acelerada porém curta, jogou a mochila para a mão direita enquanto abriu a porta com a esquerda.

- OKAA-SAN! - Gritou em sinal de sua chegada, jogou a mochila de cor escura sobre o sofá e se dirigiu até a cozinha.

- Fuyu! Não precisa gritar! - A mãe tapou imediatamente os ouvidos, estava lendo algo quando a menina gritou.

- ...OK, me desculpe... - A ruiva franziu o cenho, se sentando na cadeira à frente da mais velha.

- O que foi? - A mãe questionou, olhando a filha de relance, enquanto virava a página do livro.

- To só esperando. - A menina fez uma expressão totalmente tranquila, esperando as explicações da mãe.

- Seu pai quer voltar. E eu é que não vou deixar esse otário chegar perto de você, depois que te criei. Ah não vou mesmo. - Akiko abriu o jogo, cruzando os braços no peito.

A mais nova observou o rosto da outra. Era uma das poucas vezes que a mulher falava realmente sério, e ainda sobre o pai de Fuyu.

Pelo pouco que sabia, este se chamava Higure, sua mãe o conheceu por acaso, na época da faculdade, e quando ela engravidou, o homem sumiu do mapa. Desde então, criou a criança sozinha.

- E se ele mudou?

- Não. Yamamoto Higure jamais muda Fuyu. Esse cara deve ter deixado uns vinte filhos, e fazendo o mesmo que fez comigo. - a ruiva suspirou, deixando o livro na mesa ao seu lado. - Tudo de bom que ele pode ter feito, são as crianças. Estive procurando seus meio-irmãos querida. Já localizei sete. Sete. Todos boas pessoas, suas mães ralaram tanto quanto eu para criá-los, estão espalhados por aí.

O ar da garota parecia ter sumido. Irmãos? Sua mãe havia os procurado? Por quê?

- ......Sete irmãos... - O ar voltava a preencher suas narinas, em compensação sua cabeça doía como se fosse pisoteada.

- Sim.... - A mãe também estava em ar de perplexidade, olhando para a a mesa.

- .....Eu tenho lição de casa... - A menor negou com a cabeça, se dirigindo imediatamente ao próprio quarto.

A cama parecia lhe aguardar, se sentou sobre ela anciosamente, na espera de esfriar a própria mente.

A mente ocupava as poucas memórias que tinha daquele homem horrível a qual chamava de "pai", um homem mesquinho, que cumpriu metade da vida na cadeia cumprindo penas.

– Idiota... – Era todo o rancor que tinha armazenado, toda a raiva lhe trazia o cume de suas forças.

Seu estômago se embrulhou, pensando em tudo aquilo, se lembrando de tudo aquilo.

-REGIÃO DE KANTO, 10 ANOS ATRÁS-

– Mamãe! Olha só o que eu consigo fazer!! – A garotinha mostrava um sorriso de orelha a orelha.

– Hm? Vamos! Me mostre Fuyu! – A mãe, relativamente mais jovem se curvava para mais perto da filha, que tocava duas pedras, se afastando e fazendo com que se chocasem.

– Waaa! Minha garotinha tem a melhor peculiaridade de todas! – Falava a mãe, jogando a menininha que ria no ar.

Não se passaram muitos segundos e a mesma teve que atender o celular, deixando a filha sozinha com outras crianças.

Destraidamente, Fuyu cambaleou até uma área afastada de caixa de areia, caindo sobre as moitas.

– Folha! – A menina catalogava com dificuldade, falando ainda entre risos, até ser incoberta por uma sombra grande.

-TEMPO ATUAL-

– ...... – Fuyu apertava o celular em mãos, com um ar nervoso e raivoso, deixando um pequeno trinco na tela. – ! – Deixou que o celular cai-se sobre seu colo.

Soou um pequeno vibrar do aparelho, era uma mensagem. – Número desconhecido...? – Abriu a caixa de diálogo e leu.

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"Soteshon-chan, sou eu, Shinsou"- Enviado 4:37 P.M

      "Ah! Shinsou-kun, é bom saber que é você"- Enviado 4:38 P.M

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A ruiva jogou o celular para o canto da cama abraçando o travesseiro em sinal de nervoso, mordendo o objeto, pensar que estava surtando por algo como aquilo era patético.

Do outro lado da tela, e à alguns bairros de distância, Shinsou encarava o celular batucando a tela, com os olhos fixos encostado na cabiceira da cama.

Estava juntando forças desde o final das aulas pra chamar a garota no aplicativo de mensagem, a garganta seca e olhos duvidosos a respeito do que dizer a seguir.


Notas Finais


KKKKK EAE MEN
*curativos na cabeça*
Realmente desculpem;h;

MAAAS, BOA NOTÍCIA!

Temos uma co-autora <3 Chap-channn! De as caras.

Ja nee:D


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