História Alternative Bone 2 - Capítulo 2


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Visualizações 8
Palavras 1.625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Magia, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de MUITO tempo, voltei aqui. Devo lembrá-los que essa estória é continuação de outra e ocorre em paralelo com outra ainda (kkkkkkk). Além disso, Aayrine, uma personagem daqui, é de autoria de uma autora que considero Pakas. Os links estarão nas notas finais pra quem tiver interesse. Agora... Aproveitem ^^

Capítulo 2 - Origens


"Em passos apressados, o brilhante esqueleto ia de um lado a outro da sala. Junto a sua parceira de laboratório, alavancas eram puxadas, botões apertados e cabos plugados. Ambos estavam tensos. Eles teriam apenas uma chance para fazer aquilo dar certo. A lagarta amarela recebia ajuda de suas criações, que não pareciam mais tanto como erros, os chamados amálgamos.

-H-Hey, doutor Gaster... Os níveis estão ficando estáveis aqui... -A doutora digitava e observava os níveis demonstrados em sua tela com astúcia no olhar.

-Agradeço Alphys... -O esqueleto mexia em seus teclados, enquanto várias mãos flutuantes e esqueléticas ajeitavam o resto.- Aqui pode se dizer o mesmo...

-Anh... Doutor... Não acha que seria melhor darmos um tempo para eles poderem...

-Não há tempo. -O cientista respondeu, cortando-a e se voltando para uma outra área com vários botões e luzes- Sei que é arriscado trabalhar sem esperar se estabilizarem de forma eficaz, mas se esperarmos mais que isso podemos perdê-lo... Não vou deixar que isso ocorra.

-C-Certo... Tem razão... -Alphys foi até um lugar parecido com o de Gaster- Acha que vamos conseguir..?

-Mesmo se não, perderei muito mais se não tentar...

A doutora assentiu, olhando sua parte dá máquina. Alguns amálgamos a ajudavam, apertando os botões, e um deles até a ajudou a alcançar um lugar mais alto.

Numa tela mais a frente, os níveis mostrados pareciam estar se ajeitando e ficando cada vez mais estáveis. Gaster, deixando suas mãos e um Blaster para fazer o trabalho, foi para a frente de dois tubos, um vazio e um com um corpo que aparentava ser de um jovem humano, flutuando no líquido de recuperação. Acoplado ao tanque que estava preenchido, estavam uma alma de monstro, quase quebrada, e uma humana, dourada, cujo traço predominante era a justiça. O cientista pressionou um botão, que abriu a porta de vidro do tubo.

-Alphys, por favor. -Gaster pediu, deixando a pequena mesinha de lado e indo até o tanque.

- O-Ok... -Alphys deixou os amálgamos terminarem o trabalho com as máquinas e correu para a mesinha, logo olhando o esqueleto- Doutor Gaster... Tome cuidado...

Gaster a olhou e sorriu, por mais que achasse que não poderia pensar em cuidado nesse momento. O cientista entrou no tanque e fechou os olhos. Alphys pressionou o botão que encheu o tubo com o mesmo líquido do outro, e logo cabos se grudaram a Gaster. Com mais um apertar de botões, os cabos que ligavam os dois tanques se plugaram de forma estável e funcional.

Estava tudo pronto.

Com um hesitante apertar de um botão que tinha escrito em baixo "Extração de Determinação" os cabos em Gaster soltaram choques e começaram a captar a determinação de sua alma humana. Ele queria gritar de dor, mas precisava aparentar que era só um pouco incômodo. Ainda assim, mesmo se quisesse, o líquido não deixaria seus berros de dor ecoar.

Qualquer alma mais fraca e menos determinada que a de Gaster teria se quebrado e o corpo cairia sem força, antes de se transformar em poeira. Mas não Gaster. Ele olhava para o tubo a sua frente com o corpo e logo olhava a alma de monstro. Seus dentes rangiam com a dor, mas não iria se render de forma alguma.

"Sans..." Gaster pensava. "Eu vou te salvar... Não importa o quanto custe..."

A alma de Gaster atingia seu máximo e depois voltava a ter muita determinação sugada. Os cabos que ligavam os tanques obtiveram um brilho vermelho. Logo, os recipientes das almas também receberam o brilho. Não tardando, todo o tanque estava brilhando com a forte luz extravagante rubra. Mesmo sem perceber, o líquido em que o doutor estava também brilhava a vermelho. Os olhos de Gaster brilharam, com suas íris heterocromáticas.

"Não posso apenas perder aqui... SANS VAI VIVER!"

Alphys, assustada, deu alguns passos pra trás, pouco antes dos tubos brilharem ainda mais, mas diferente de antes, o tubo de Gaster estava rubro, laranja e azul, enquanto o das almas estava apenas branco e dourado.

O brilho foi se intensificando. Os amálgamos começaram a ficar agitados. Os vidros começaram a se rachar, quase quebrando. Foi tempo suficiente para Alphys sair do lugar onde estava e se esconder em qualquer lugar, antes dos tanques simplesmente explodirem e quase quebrarem todo o laboratório.

-Ah... Meu... Deus... -Alphys, saindo do seu esconderijo, encarava o estrago, logo vendo Gaster com os olhos pouco mais rachados e a roupa de cientista toda rasgada- Doutor!

Alphys correu até Gaster e o ajudou a se pôr de pé. Ele encarou o outro tanque, quebrado, sem as almas e sem o corpo. Gaster serrou os punhos e parecia estar lutando para não cair em prantos, quando um barulho assustou ele e Alphys. Quando se viraram não conseguiram crer: Um corpo jovem aparentemente humano, loiro, estava caído no outro lado dá sala, tentando se pôr de pé. Sua pele era branca como um esqueleto e seus olhos negros como uma caveira oca.

Quando o cientista se aproximou, ele não conseguiu segurar o sorriso de alegria ao notar que o corpo tinha a alma híbrida que ele tanto desejava: A alma justiceira com a de um monstro. Era oficial, foi um sucesso.

Gaster começou a falar em uma língua estranha. Alphys pôde entender apenas parte do que ele dizia, por ainda estar estudando o "Wingdings". Por mais que eles não acreditassem, o jovem pareceu ficar mais calmo e seus olhos brilharam como os de Gaster, heterocromáticos, um com uma íris dourada e o outro azul claro. O cientista se ajoelhou e o jovem foi cambaleando, aparentando não saber andar direito, até o esqueleto, caindo em seus braços para um abraço.

-Prazer te conhecer... Filho...

Alphys, que via a cena, sorriu, satisfeita e alegre em ver como Gaster estava. Ela se retirou e logo retornou, estalando os dedos para chamar a atenção.

-Olha... Sei que não é muita coisa... M-Mas... Eu tive umas aulas com a senhorita Toriel, e... Bem, ele não pode sair nú assim... -Alphys entregou um punhado de roupas e Gaster sorriu.

-Agradeço Alphys... -logo, ele olhou Alphys com um olhar misto de piada e malícia- Agora pode chamar a Undyne aqui embaixo para fazer o que quiser... -Ele deu ênfase na parte do "o que quiser", e Alphys corou, escondendo o rosto, fazendo Gaster rir.

Após a Alphys voltar a sua cor natural, deixar Undyne sabendo que agora elas são tias e que Sam foi vestido pelas roupas de Alphys (Uma jaqueta dourada com o símbolo dá Delta Rune nas costas e na frente, perto dá onde seria o coração, uma blusa branca e uma calça de moletom preta arroxeada), o jovem foi apresentado a Asgore, que deu a ideia de o chamar de "Sam", porque essa derivação de Sans nem é sem criatividade. Apenas para incrementar, Gaster decidiu que seu nome seria WingDings Sammy. Papyrus, quando soube, ficou louco e não o largava nem por um segundo.

Com mais ou menos 5 meses de vida, Sammy já falava, andava, corria, lutava e usava magia. Ele estudava no laboratório, com Alphys, treinava com Undyne e com seu próprio irmão, Papyrus, e praticava magia e ciência extremamente avançada com seu pai, Gaster. Ainda assim, no horário do intervalo dá escola que Toriel construira, ele ia lá e brincava com as crianças, acabando por se tornar melhor amigo de Monster Kid e convencer Undyne de o treiná-lo.

Com cerca de um ano e 2 meses, ele teve dores de cabeça e começou uma luta interna, e quando descobrimos, a alma de Sans conseguia se manifestar de forma a parte. Mais fraco, mas pode. Agora, os dois têm grande sincronia em batalhas e controlam o corpo em sinfonia.

E, bem..."

Gaster sorriu e apontou, pela visão que se tinha do buraco dá mão flutuadora, para Sammy.

-Essa é a história do meu filho. -Sammy sorriu após a frase do pai.

-Uou... Isso foi quase tão louco como a história do Temmie -Aayrine riu de leve, mas logo arqueando uma sobrancelha- Mas... Não era ele quem havia recrutado toda essa gente? Como conseguiu isso?

Sam olhou para o pai, que assentiu.

-Bem, meu pai tava experimentando uma máquina que o poderia mostrar as linhas do tempo alternativas, mas por causa de um negócio mal encaixado, a máquina deu erro e um raio me atingiu, me teleportando pra um lugar sem nada no Multiverso. Foi um sufoco pra sair de lá, mas agora é mais simples. E sim. -Acrescentou, vendo que Aayrine iria perguntar algo- Esse void em que estamos é onde eu vim parar.

-Ah, legal... Muita coisa pra absorver, mas legal -Aayrine riu, com Sam e MK acompanhando na risada. Logo, ela olhou Undyne, Papyrus e Asriel- E a história de vocês?

-Eu apenas aceitei vir... -Papyrus diz, claramente meio incomodado com a pergunta.

-Não é algo que necessite saber... -Asriel dizia, calmo e sereno como sempre.

-Nah, em uma das Timelines eu consegui ser mais determinada que a criança assassina, logo, eu pude controlar a timeline por um curto tempo. Foi suficiente pra eu resetar, matar ela antes que ela chegasse em Snowdin e destruí a alma dela. Mesmo se saíssemos, não vale o risco de ela conseguir pegar o controle e se tornar ainda mais determinada. -Undyning explica, cruzando os braços atrás dá cabeça- Mas agora tá tudo certo no meu mundinho.

-Que bom. Fico feliz -Aayrine sorria pra Undyning, enquanto pensava por que Asriel e Paps não falavam.

-Bem.. -Sammy se pôs de pé de repente- Pessoal, lembram-se o que íamos fazer hoje?

Quando Sammy pergunta, todos levantaram, menos Aayrine, que estava meio confusa.

-Anh... O que tem hoje? -Pergunta Aayrine, tentando lembrar de algo enquanto se levantava

-Opa, não avisamos? -Pergunta S!Sans (Spectral!Sans), enquanto ria de leve- Eu mereço em garoto...

-Não começa -Diz Sammy, revirando os olhos, mas logo sorrindo- Acho que esqueci de avisar, mas... Vamos visitar um amigo.

Sammy estala os dedos e um portal se abre, não dando para ver pelo interior dele.

-BORA! -Sammy grita e todos (Mesmo que alguns hesitantes), o seguem.


Notas Finais


Primeira "temporada": https://spiritfanfics.com/historia/alternative-bone-5745370

Estória em paralelo: https://spiritfanfics.com/historia/another-ghost-vs-the-underverse-6389415

Pag. Da criadora de Aayrine (Melhor autora :3): https://www.facebook.com/FireboltVioleta/

Comentem o que acharam do cap!
(E sim, esse é o Temmies da história do Another Ghost)


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