História Alucinations - Capítulo 3


Escrita por: ~

Exibições 16
Palavras 650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem.
Voltando a dizer que a fanfic é com capítulos curtos, eu tento me esforçar para aumentar mas continua sendo a minha intenção. Mesmo assim, continuem acompanhado.

Capítulo 3 - Cold wind


Fanfic / Fanfiction Alucinations - Capítulo 3 - Cold wind

 

                                                                                 Atlanta, 2009 - 8:35 p.m, quinta-feira

             Justin's P.O.V 

A vida era cansativa. Casa, escola, escola, casa. Eu não sei por quanto tempo mais vou aguentar isso. 

- Justin, achei que não viesse jantar em casa! - disse minha mãe enquanto descia as escadas. Ela me avaliou de cima a baixo. Acho que eram perceptíveis minhas olheiras.  

Sorri fraco. Não estava com o melhor humor para conversar agora. Tranquei a porta e joguei a mochila em cima do sofá, passei por minha mãe esbarrando levemente meu ombro no seu. Cheguei ao meu quarto, o ultimo do corredor. Aliás, graças a Deus, eu não era incomodado com frequência. Acho que as pessoas esqueciam que havia um quarto isolado. 

Deitei sobre a cama e senti o cobertor quentinho aquecer meu corpo. Tirei o suéter e o larguei pendurado na cadeira. Eu gostava desse quarto, ele tinha cheiro de inverno, sabe? Cheiro de aconchego, de lugar úmido... Mas não confunda isso com mofo, é bem diferente.  

                                                                                 Dia seguinte, 8:45 a.m, sexta-feira 

- Por acaso alguém viu minhas chaves? - ouvi a voz do meu pai quando passava pela cozinha. Eu ainda estava meio sonolento. 

- Ali – apontei para o balcão. Bocejei.  

- Obrigado, filho. - ele passou por mim e depositou um beijo em minha testa. Ele sempre fazia isso, era seu costume – Tenha um bom dia. - observei-o saindo pela porta.  

Meu pai era uma pessoa importante, pelo menos para mim. Ele tinha as melhores receitas de torta e fazia o melhor churrasco. Meu pai era incrível, ele se casou com minha mãe quando tinham apenas 22 anos, estão juntos desde então. Inseparáveis, ele era a minha inspiração, ele me faz ter motivo para dar orgulho, ele me criou com tudo que pôde e vou fazer questão de dar a mesma educação para os meus filhos.  

                                                                                 Dias atuais, 2016

A dor me consome, eu me sinto preso. A solidão deles não me deixa descansar e eu não consigo ao menos vê-los, eu não posso sentir o ar, não posso sentir o chão. Minha alma está devastada. O espelho... Bom, eu tentei me enxergar... Mas eu não me vi, eu não me senti. Eu o destruí.  

             Serena's P.O.V 

A escola me deixa deprimida. Ser obrigada a assistir várias aulas em um mesmo dia, comer aquela comida horrível que nos oferecem e conviver com pessoas desconhecidas é a pior experiência que alguém pode ter no colegial.  

Entrei no carro, novamente liguei o rádio, estava tocando a mesma música. Tentei passar, o botão parecia estar quebrado, apertei diversas vezes e... Nada! Soquei aquilo com tanta raiva que senti meu punho doer.  

(...) 

- Mãe... Por acaso, você sabe a história dessa casa? - perguntei. Estava sentada á mesa, meu pai comia e parecia estar me ignorando.  

- A casa pertencia á uma família, moraram aqui por anos. - me olhou – Por que da curiosidade? 

- Nada... Mas sabe por que se mudaram? - respirei fundo.  

- O filho sofreu um acidente, estava doente... Não sei ao certo, longa história. Sabe como é, os corretores não nos deixam saber muito com medo de acabarmos desistindo. - ela riu, forcei um sorriso para terminar o assunto enquanto ajudava-a com os pratos.  

- Vou subir – sequei as mãos. Ela assentiu com a cabeça. 

O ranger da escada ainda me incomodava. Fui ao banheiro, meu pai havia colocado outro espelho, me despi e abri o chuveiro, entrei na pequena banheira e fechei a cortina que tampava-a. Deixei a água quente cair sobre os meus ombros e aquilo me aliviou. 

Ouvi minha porta abrir. Desliguei o chuveiro e me enrolei na toalha, abri a cortina e saí. Andei em direção ao quarto, entrei. Não havia nada. Bufei.  

(...) 

Minha cama estava quente, mais do que o normal. Me sentei e senti uma brisa gelada passar pelos meus pés. Fechei os olhos. Eu sabia o que era aquilo, só não queria acreditar.  


Notas Finais


Comentem, não deixem de deixar sua opinião! Vai me ajudar muito.
Tt: @himproblems


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