História Alucinations - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ufa!
Eu espero que a fanfic evolua, esse capítulo foi trabalhoso.
Minha mente tava demorando a funcionar e eu sem ideia nenhuma comecei a escrever
Espero q gostem!!

Capítulo 4 - She is my nightmare


Fanfic / Fanfiction Alucinations - Capítulo 4 - She is my nightmare

                                                                               Atlanta - 7:23 a.m, segunda-feira 

Serena's P.O.V 

Os dias estavam passando rápido demais. Era segunda, a rotina voltava ao normal, mais uma vez a mesma escola, as mesmas pessoas e as mesmas aulas.  

East Lake School – Atlanta, GA, segunda-feira, 9:00 a.m 

O sinal tocou, a multidão de pessoas andava pelo corredor em direção ás suas salas e você não precisaria nem se mexer, eles simplesmente te levam.  

- Bom dia – o Sr. Layton disse á turma. Ele notou que poucos prestaram atenção pois a guerra de bolinhas de papel parecia mais interessante – BOM DIA, ALUNOS – ele aumentou o tom de voz e todos viraram sua atenção á ele – Por favor, abram o livro na página 30.  

Estava sentada na última cadeira da primeira fileira. Acho que minha escola era um tanto estranha, não haviam aqueles grupinhos de pessoas inúteis que acreditam viver em um filme de Hollywood. As pessoas eram comuns, claro que tem os que andam juntos, mas não existe os mais ou menos populares, todos se respeitam.  

- Você pode me emprestar uma caneta? A minha estourou. - ouvi alguém falar comigo. Virei para o lado, ele me mostrava a mancha em sua mão e ria sem graça, sorri e estendi minha mão com uma caneta. 

- Acho que esta funciona - disse.  

(...) 

Definitivamente a aula de Biologia era a que mais parecia demorar. O sinal tocou novamente. Esperei os apressados saírem primeiro enquanto arrumava meu material. O menino havia se aproximado de mim.  

- Aqui – me mostrava a caneta em sua mão estendendo-a para mim.

- Ah, obrigada – sorri – Posso saber seu nome?  

- Sim, me chamo Cameron... É, sou novo – passou a mão pelo cabelo bagunçando-o  

- Prazer, Cameron. É... - ri – Eu também sou, acho que temos algo em comum. Me chamo Serena. - estendi minha mão. 

Ele apertou-a e me cumprimentou. 

- É um prazer, Serena. Você mora por perto? - ajeitou a mochila em suas costas. 

- Sim... Um pouco... - sorri fraco. - E você? 

- Moro perto do parque, não conheço muito bem a cidade ainda, é complicado explicar – disse. 

- O Piedmont? Minha casa é logo depois! - falei um pouco entusiasmada, até demais.  

- Que coincidência... - sorriu – Bom, eu vou indo... Nos vemos depois – saiu da sala depressa.

(...) 

Precisava conhecer a cidade. Eu morava ali á quase 2 semanas e não sabia nem se existia  e onde era um banco. Decidi correr. Vesti um moletom, uma legging e um tênis de corrida. Desci as escadas colocando o fone, percebi a presença do meu pai na sala.  

- Vou dar uma volta – abri a porta. 

- Só não volte tarde – ele disse. 

(...) 

A noite começou a esfriar, continuei a correr. Logo depois o cansaço me venceu, decidir me sentar. Ainda tinham pessoas andando por ali com suas famílias, com seus cachorros e até mesmo sozinhos.  

Me levantei e caminhei até um food truck, pedi uma água e paguei. Voltei a me sentar. Inspirei e expirei diversas vezes tentando controlar minha respiração. Eu estava realmente cansada.  

- Não sabia que praticava exercício - ouvi uma voz conhecida e logo me virei.  

- Cameron!- sorri – O que faz aqui? 

- Estou apenas andando, precisava esfriar a cabeça - cruzou os braços e se sentou ao meu lado. 

- É, eu te entendo – dei um gole na água. 

- Você parece exausta! - riu sem graça. 

- Passei a mão pela minha testa tentando "enxugar" o suor. Ri. 

- Já está ficando tarde... Quer uma carona? - perguntou. 

- Carona? Você está a pé! - ri 

- Você entendeu... - se levantou e estendeu a mão. 

Segurei em sua mão e me levantei, soltei-a, fomos caminhando em direção á minha casa. 

- É aqui – apontei para uma casa com luzinhas de natal. Nós costumávamos enfeitar a casa um pouco antes. 

- Então, acho que é um "boa noite" - se aproximou. 

- E-é... - dei um passo para trás - Boa noite  

- Boa... Até amanhã? - disse 

Sim, nos vemos amanhã - sorri e dei um beijo em sua bochecha, me virei e entrei em casa, pude ouvir seus passos indo embora.  

(...) 

A água batia em meu rosto. Passei as mãos pelo cabelo molhado e desliguei o chuveiro. Me enrolei na toalha e segui em direção ao quarto, coloquei uma roupa quentinha. Ultimamente fazia frio.  

- Eu não quero jantar nada, mãe - falei enquanto passava os canais da televisão freneticamente.  

- Você precisa comer algo, Serena. Fez exercício de barriga vazia, vai passar mal... - parou em frente á televisão e cruzou os braços. 

- Tudo bem! Você venceu – me levantei e fui até a cozinha.  

(...)                                          

                                                                                   Atlanta - 2:00 a.m, terça-feira 

  Meu corpo suava frio, me contorcia para todos os lados da cama tentando me livrar daquele pesadelo. Ouvia ao fundo do meu terrível sonho barulhos de vidro quebrando, aquela era a pior sensação. Um estouro me fez acordar. 

Eu sentia meu coração palpitar e minha respiração acelerada era quase uma alucinação. 

- Serena... - ouvia um sussurro – Serena... 

Justin's P.O.V 

O corpo dela se mexia sem parar. Eu não estava entendendo nada. O suor escorregava e as gotas ensopavam o travesseiro. Eu me aproximei tentando acalmá-la. 

Mas eu não tinha o que fazer. Meu toque não era perceptível, ela não sentiria nada. Acho que minha presença a irritava. Ela estava tendo um pesadelo e meu pesadelo era observa-la. 

- Serena... - chamei-a – Serena... 

Ela olhava procurando por quem a chamava. Eu estava ao seu lado. Como ela não me sentia?  

Toquei seu ombro. Seu corpo se arrepiou, pude sentir a sensação de medo tomar conta dela. Me afastei.  

- Eu não quero lhe causar mal algum... - abaixei a cabeça. 


Notas Finais


ESPERO REALMENTE QUE TENHAM GOSTADO!!!!!!1111
eu amei escrever esse capítulo <3
tt: @himproblems
NÃO ESQUEÇA DE DEIXAR UM COMENTÁRIO, me incentiva mt


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