História Always - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Isabella Santoni, Rafael Vitti
Tags A Lei Do Amor, Léo Régis, Letícia Bezerra, Rock Story
Exibições 111
Palavras 1.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa tarde! Aqui vai mais um capitulo que eu acabei de escrever hahaha espero que vocês curtam!

Capítulo 3 - Eu acredito em você


Fanfic / Fanfiction Always - Capítulo 3 - Eu acredito em você

Pov Letícia

Não era como se eu tivesse conseguido dormir de fato, além dos espasmos do meu corpo durante a madrugada eu estava preocupada. Preocupada com o rumo que minha vida tomaria assim que o dia amanhecesse. E ele amanheceu.

Resolvi agradecer o Leonardo com um café da manhã, mesmo não me dando bem com a cozinha, devido ao fato de nunca ter precisado fazer tarefas domésticas, eu me esforcei e até que saiu alguma coisa. Sobre a mesa coloquei uma toalha amarela, xícaras, copos e talheres. Café, suco, frutas e tudo que tinha na casa que desse pra comer no café da manhã. Eu já estava impaciente, passava das 11 e nada do Léo acordar, então resolvi ir chama-lo.

- Léo, já ta acordado? – Perguntei após dar uma leve batidinha na porta

- Já vai! – Ele gritou e eu esperei. A porta se abriu e provavelmente eu fiquei sem ar com a bela visão que tive naquele momento – Bom dia Leti, eu tava no banho – se explicou, como se fosse preciso. Coberto apenas da cintura para baixo com uma toalha branca e com diversas gotículas espalhadas pelo tronco ele abriu um sorriso, um lindo sorriso.

- É.. bom dia – Eu disse retribuindo o sorriso – eu fiz café

-  Ah que bom, eu to com mó fome – Disse e foi andando em direção a cozinha

- Você vai tomar café da manhã vestido assim?

- Porque? Muito irresistível pra você? Se quiser posso tirar a toalha – Segurou na barra do pano com um sorriso debochado nos lábios e eu neguei rindo também 

- Por favor não faça isso! – Me acomodei na mesa e ele me seguiu, sentando de frente para mim

- Só to brincando com você, já entendi que não quer nada comigo – Ele disse se lamentando – Aliás, parece que ninguém mais quer o Léozinho aqui – Fez cara de triste me arrancando uma risada que quase me fez cuspir o suco que tomava

- Você não está sozinho nessa.. – Afirmei me lembrando de Tiago. Não conseguia entender o porquê dele ter me traído. Custava terminar antes?

- É? E porque não me conta um pouquinho de você? Eu já te contei quase tudo sobre a minha vida, já falei da Diana, da minha família....

- É, acho que você merece saber – Suspirei antes de começar a contar a confusão que minha vida havia se tornado.

A cada novo fato o Léo arregalava os olhos assustado, seria engraçado se não fosse trágico.

- Então quer dizer que o mané do teu namorado te traiu?

- É, e o meu melhor amigo sabia e não me contou nada!

- Eu não tenho um melhor amigo – Ficou pensativo de repente e eu o encarei – eu não tenho amigos... sabe Letícia, a fama é muito legal, mas acaba nos afastando das pessoas

- Imagino, a maioria das pessoas devem se aproximar de você em busca de holofotes né? – Lamentei e ele concordou

- Mas eu encontrei você! – Sorriu e eu sorri de volta um pouco confusa com a empolgação dele – já que você não quer voltar a morar com seus pais, por que não vem pro Rio comigo?

- Ah Léo, não é tão simples...

- É sim, eu posso te ajudar

- Como? – Desafiei

- Você não disse que fez faculdade de economia? Então, você pode ajudar a minha mãe nisso

- Mas eu só fiz dois semestres, depois eu tive leucemia e parei, lembra que te falei?

- Não importa, com certeza você entende muito mais disso do que minha mãe

- É, mas você disse que sua mãe é difícil, vai achar que eu sou uma oportunista

- Deixa que da minha mãe eu cuido! Aceita vai

- Porque você quer tanto me ajudar Léo? Olha, se é por pena eu não quero que.. – Fui interrompida pelo toque do seu celular e ele fez sinal para que eu esperasse. Assenti e juntei as coisas da mesa, levando-as para a pia, enquanto Léo falava no celular.

- Tenho novidades, mãe! – Ele disse e olhou para mim sorrindo – Então, é que eu achei alguém pra ajudar a senhora com os assuntos financeiros – Eu o olhei negando. Como ele podia dizer aquilo se eu nem tinha aceitado ainda? – eu sei que a senhora não quer ajuda, mas é uma pessoa que fez faculdade pra isso, mãe... pensa comigo, você vai aprender a administrar melhor nosso dinheiro – Eu não sabia se batia no Leonardo ou se agradecia por toda ajuda que ele vinha me dando – prometo que a senhora vai gostar dela! – Olhou para mim novamente e sorriu – claro que não, não é nenhuma piriguete, eu juro – Ficou um tempo em silêncio apenas ouvindo a mãe falar do outro lado da linha e vez ou outra revirava os olhos – ta bom, tchau mãe – desligou o celular e veio correndo me abraçar.

- Adivinha quem é a mais nova ajudante da dona Néia? – Tirou meus pés do chão ao me rodopiar no ar e eu não pude deixar de rir daquilo, ele parecia uma criança muito contente por ganhar um presente

- Você é louco, sabia? – Eu disse e ele me colocou no chão novamente, mas sem tirar as mãos da minha cintura – obrigada por me ajudar, mas eu ainda quero saber o porquê disso tudo...

- Ah Léti – Me soltou e passou as mãos pelo próprio cabelo – eu não vou mentir, tá ligado? – Se escorou na pia ao meu lado e continuou a falar – quando eu te vi andando na rua, eu só queria uma gatinha pra me divertir... já tinha sido rejeitado por duas, você me pareceu uma boa

- Mas eu te rejeitei também, porque insistiu? – Questionei olhando em seu rosto e ele deu de ombros

- Porque eu não gosto de ser rejeitado – Disse simplesmente e por mais que aquela afirmação fosse egocêntrica eu não podia julga-lo, afinal também odiava me sentir dessa maneira – mas depois que eu te vi chorando, alguma coisa mudou

- Ah eu sabia! Você ta me ajudando porque sente pena, não é? Olha, Leonardo eu já to cansada que as pessoas me vejam dessa maneira, a menina que teve câncer, a coitadinha... então acho melhor eu dar um rumo pra minha vida

- Ei para! – Segurou meus braços sem aplicar muita força, apenas o suficiente para chamar minha atenção – não foi pena, eu não sei explicar... é como se eu já te conhecesse, eu sei que é estranho, mas to falando a verdade gatinha

- Como se já me conhecesse? – Um arrepio percorreu o meu corpo, pois eu também sentia que já o conhecia – eu acredito – afirmei e ele suspirou aliviado

- Pô, eu só quero te ajudar, não to pedindo nada em troca

- Eu sei, desculpa... – Senti meus olhos lacrimejarem e ele me encarou preocupado – ta tudo tão confuso, eu só não quero que você sinta pena de mim, ta?

- Eu não sinto, pelo contrário... eu te admiro muito por tudo que passou. Eu já passei por situações difíceis, mas nada comparado ao que você passou – Alisou meu rosto e deu um sorrisinho de lado – você é forte, Letícia e eu acredito em você

- Obrigada, Léo – o abracei forte sentindo seu corpo quente contra o meu gélido – obrigada por tudo

- De nada – Ele me apertou mais forte e eu suspirei – é... não querendo quebrar esse momento, mas eu acho que minha toalha caiu – Arregalei meus olhos sem me afastar dele

- Ok, eu vou me afastar com os olhos fechados então e você vai pro quarto se vestir!

- A gatinha é mandona hein? – Disse enquanto eu me virava para não o ver pelado, a situação era constrangedora, mas eu tava me segurando para não rir – pronto, pode virar! Já coloquei de volta

- Sério, você podia se vestir né?

- To indo e você pega suas coisas que nós vamos pro Rio!

- Que coisas? Esqueceu que eu vim sem nada?

- É verdade, então teremos que passar na sua casa pra pegar seus documentos

- É... – Concordei preocupada, não queria encontrar ninguém

- Ei, eu vou estar com você, relaxa! – Beijou minha bochecha e foi para o quarto.

Com tanta coisa ruim acontecendo, encontrar o Léo tinha sido uma luz no fim do túnel. Ele era exibido, convencido e tinha mais um monte de defeitos, mas foi a única pessoa que me ajudou. Eu estava feliz por tê-lo na minha vida de agora em diante, esperava que a vida não tirasse isso de mim também. 


Notas Finais


Me digam se estão gostando do rumo dessa história, se estão curtindo a escrita. Sugestões e criticas construtivas são sempre bem vindas!


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