História Always And Forever. - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 139
Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Quem é você?


Entrei de novo na torre, meus pés não paravam num só lugar, tranquei a porta e arrumei todas as minhas coisas, iria sair não só do castelo mas do reino. Esperei o relógio de bolso que meu pai me deu apontar meia noite. Abri lentamente a porta do quarto, olhei para trás, o vento fazia a cortina quase que transparente que cobria a janela tilintar no ar, as muralhas do castelo em puro silencio e apenas passos sorrateiros de oficiais caminhando por elas era ouvido.

Dei e costas e sorrateiramente sai pelos corredores do castelo ainda disfarçada como Ravena, provavelmente a Rainha e sua filha deveriam pensar que desisti pela hora. Coloquei meu capuz e então sai ao ar livre, me espreitando pelas ruas estreitas e por detrás das casas que produziam coisas para o castelo, a neblina cobria todo meu rosto e a fumaça que saia da minha boca denunciava minha impaciencia. Meus passos eram leves, eu já podia avistar o portão por qual seria minha saída, os guardas calmamente dividiam um cigarro enquanto um olhava para trás dos portões até que de trás de mim uma voz surgiu, nem tão alta e nem em sussurros.

- Ravena. – virei-me, Era Park Jimin.

Droga

Ele se aproximou, os passos lentos, as mãos para trás, olho para o portão e aperto os lábios, minhas mãos se cerram e me viro novamente para ele suportando o peso de minha mala na mão esquerda.

- o que faz esta hora aqui? – ele se aproxima até termos contato visual. – vai embora? – ele refaz a pergunta.

- vou. – respondo quase que choramingando por estar ali.

‘’Eu não podia simplesmente ir e não ser incomodada?’’ penso.

Ele fica em silencio, seu olhar atrelado aos meus me deixavam assustada, ele de repente estende seu braço para me tocar e eu recuo visivelmente assustada.

- Quem é você? – ele indaga ainda sem abaixar o braço, mas depois o abaixa. Minha mão vai até o coração e lá repousa sentindo os batimentos que mais pareciam que meu peito ia explodir.

- você sabe quem eu sou. Ravena. Nunca nos vimos antes. – tento convence-lo mas ele se achega mais.

- você tem família ou amigos, Ravena? – ele me pega pelo pulso e rapidamente vira nossas posições deixando seu braço ao meu pescoço e sua mão tampando minha boca. – venha comigo, preciso confirmar algo.

 silenciosamente e ainda carregando minha mala ele me empurra para um corredor escuro.

- me responda. O nome do seu pai, de que família é e de que reino pertence.

- sou de longe, muito longe  e não tenho família ou amigos, sirvo apenas a rainha Ula. – meus dentes cerram ao falar esse nome. Ele tenta tocar-me de novo e eu me afasto.

- mostre seu rosto, - respondo que não largando minha mala ao chão e colocando as mãos em meu rosto. -qual o mal nisso?  Se é alguma cicatriz em seu rosto acredite, não vou rir.

- por que quer ver meu rosto? – pergunto ainda fingindo e falando formalmente.

- por que você é diferente, todas as servas das minhas pretendentes rejeitadas anteriormente quiseram deitar-se comigo pelas costas de suas senhoras. Você foge de mim. Quem é você? – ele indaga novamente. -Você fica assustada quando ao menos ouso te tocar, você foge de mim como se fosse te matar, diz que não tem família ou amigos mas conversa tanto com um oficial do castelo como seja fossem amigos de anos – ele parecia mais irritado a cada palavra que dizia -não pode mostrar o rosto e está na cara que finge essa voz fina, quem é você Ravena? Por que sei que esse não é seu nome.

Ele me olhou sério, em um impulso suas mãos fizeram as minhas saírem do rosto e ele fez meu corpo bater de costas na parede gélida enquanto suas mãos prendiam as minhas na parede quase que prendendo minha pulsação. Não pude sibilar nada, evitei olhar em seus olhos fixando o olhar para o lado.

– OLHE PARA MIM!! – ele me chacoalhou irritado.

- O QUE QUER? – gritei-lhe informalmente, ele me olhou estático, não tinha sequer usado minha voz falsa, nem o tivera chamado de príncipe.

- eu vou enlouquecer.

Ele largou meus pulsos e virou-se de costas para mim suspirando profundamente, olhei atenta para sua cicatriz no pescoço, minha vontade era dizer quem eu era, de onde vinha, qual era meu pai, e quem eu fui pra ele.

- Deixe-me provar algo. –ele se vira novamente e tenta colocar suas mãos em meu véu mas eu as seguro olhando tristemente para ele.

- Case-se com minha senhora príncipe. Ela é boa moça e prendada, você não sentirá falta de nada, deixe essa serva ir em paz. – uma lágrima escorrega.

- o que quer que eu faça? Por que está derramando essa lágrima? Uh? Está com saudades de casa?

- sim.

- mas você disse que não tinha uma casa. –ele me olha nos olhos. Por um  momento paro de respirar. – te peguei. – ele suspira sério.

- não me impeça. – em um momento aproveitando seu descuido deixo minha mala lá mesmo e corro em direção ao portão, os guardas em espreita se levantam rápido  de seus assentos e alguns miram seus arcos para mim. Por trás, antes que pudesse parar o príncipe me agarra e me coloca novamente na posição de refém.

- Parem! – ele grita impedindo que os guardas atirem em mim. – você está louca? – ele sussurra ao meu ouvido e me leva novamente ao mesmo lugar de antes.

- me deixe ir príncipe.

- me responda apenas uma pergunta. – ele se aproxima novamente.

- o que?

- você é a Yuna? – ele sibila chegando seu rosto mais perto do meu.

- não. Já disse. - fujo de seu ponto de visão.

Ele então se agacha no chão encostando suas costas na parede e abaixa sua cabeça, olho para baixo e lágrimas caem de seu rosto caindo sob suas mãos e desarrolando até o chão gélido.

- vá. – ele sibila, mas por algum motivo não queria ir, e eu sei por que não queria.

Me agacho ao seu lado fazendo o mesmo que ele.

- por que está aqui? – ele pergunta me olhando com os olhos vermelhos e o rosto molhado assim como o meu.

-estou cansada Jimin. – falo com minha voz verdadeira.

- Yuna? – ele levanta-se e caminha até minha frente, em seguida ajoelha-se. – é você?           

Suas mãos carregadas de sentimento flutuam até meu rosto enquanto entre lágrimas eu fecho os olhos, suas mãos retiram  véu que cai silenciosamente no chão. Eu abro os olhos.

- Sou eu. – coloco as mãos na minha peruca e a deslizo para baixo provocando ainda mais o espanto dele que tapa sua boca com as mãos.

- cadê seu cabelo? – ele leva uma de suas mãos aos meus cabelos lisos e curtos. Eu choro.

- foram embora. – ele se achega mais, ajoelhado a minha frente, na mesma altura que eu.

- eu senti tanto sua falta. – ele me abraça forte.

- eu vim por isso mas não tem jeito. – eu choro.

- vamos fugir, hoje. Agora.

- não... – coloco minhas mãos em seu rosto olhando sues olhos em conflito, seu peito arfando perigosamente.- breve você vai ser rei, e vai ser feliz.

- eu não vou ser feliz enquanto não te tiver.

- mas já está decidido. Me deixe ir Jimin. – eu choro.

- não. – ele sussurra quase que num fio sua voz caminha até mim. – não posso, não quero, não vou. Você é minha. – ele derrama uma lágrima.

- eu não...

- Shii. – ele me interrompe e então caminha seus lábios vagarosamente para os meus, então um encontro entre nossos corpos trêmulos é feito. Ele sente devagar meus lábios nos seus.

- eu tenho medo de te perder. – sinto a respiração dele tocar meu lábio então ele me puxa para mais perto de mim.

- eu te esperei todos estes dias. Contei cada um deles até que no dia 192 voce apareceu, e agora, no dia 194 descobri quem você era. E eu esperaria mais mil desses pra que pudesse te tocar de novo Yuna.

- não posso ficar. – sibilo.

- por que? – ele questiona. – você não me amam mais?

- não é isso. – entrelaço meus dedos nos fios de cabelo dele e suspiro olhando para baixo.

- então o que é? – ele levanta meu queixo devagar.

- quem vai se casar com você é minha meia irmã. – ele se afasta tirando suas mãos de mim.

- o que?

- eu sou filha de Ula. 



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