História Always by your side - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Hentai, Incesto, Irmãos
Exibições 23
Palavras 2.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sinto muito por não postar no domingo passado! Sinto muito mesmo, mas não tinha conseguido terminar o capitulo.
Bom, como vocês devem ter visto, esse capitulo tem um asterisco, toda vez que eu marcar um capitulo, quer dizer que vai rolar alguma coisa safadenha, só para vocês ficarem atentos.
E um pequeno aviso, o dia que eu vou postar sempre será domingo, mas eu vou postar com um intervalo de duas semanas.
Bjs e valeu.

Capítulo 3 - Capítulo II


— Kaal! — o garoto acordou de seus devaneios com a doce voz de Katherine o chamando — Ka, já chegamos em casa.
Piscou lentamente e olhou em volta. Realmente o ônibus já tinha parado, ele estava em frente a sua pequena casa apenas esperando que os últimos passageiros descessem.
— O que estava pensando, irmão?
Kaal a olhou de relance. Apesar de estar com uma expressão calma e serena sabia que estava tão nervosa quanto ele. 
— Nada de mais — deu de ombros e pegou seus materiais para ir para casa — Apenas me lembrando da garota que esbarrei na hora do intervalo.
O rosto de Kate se contorceu em uma careta. 
— Elizabeth... daria tudo para que você nunca tivesse falado com aquela cadela.
Ele abriu um sorriso e depositou um beijo em seu queixo, bem próximo dos seus lábios. 
— Ei, sei que está nervosa, mas não precisa falar assim, ela não sabe de nada sobre nós. Você sabe que ficaremos sempre juntos, você sendo minha e eu sendo somente seu.
Katherine enrubesceu e deu um sorriso satisfeita. "Tão linda..." pensou Kaal consigo mesmo, "Tão doce e perfeita".
Começou a pensar na possibilidade de beija-la. Não havia mais ninguém no ônibus e o motorista não os conhecia. Fechou os olhos e começou a se aproximar dos lábios de sua irmã, quando estava a poucos centímetros de satisfazerem seus desejos, o motorista do ônibus buzinou:
— Ei, pombinhos! Se quiserem namorar façam fora do meu ônibus, tenho coisas melhores para fazer!
Apesar de tudo em seus corpos disserem para ficarem juntos, tiveram que se separar. Pegaram seus materiais e entraram em casa.
— Bom dia, mãe! — gritaram em uníssono assim que abriram a porta.
A casa onde moravam era bem modesta, bem menor que uma casa normal, havia apenas dois quartos: um para a mãe e outro para eles, um banheiro e uma sala-cozinha, que era basicamente uma televisão, um sofá e uma geladeira espremidos em um pequeno cômodo apertado e escuro. 
Mas apesar de ser pequena, era um dos poucos lugares que os gêmeos se sentiam seguros.
Foram entrando pela casa até chegarem ao quarto de sua mãe, que cantarolava uma canção enquanto procurava algo em sua bolsa. 
— Mãe? — Kate a chamou mais uma vez para chamar sua atenção. 
Imediatamente a mulher se virou e sorriu:
— Oh, bom dia queridos! Não havia visto que tinham chegado. Como foi a escola?
Sarah era a mãe adotiva dos dois. Uma jovem de vinte e quatro anos de olhos azuis brilhantes, tinha os adotado há dois anos por sempre ter vontade de ter filhos mas nunca tinha tido um homem para isso.
— Er... bem... — Kaal disse com cuidado, tentando não transparecer seu nervosismo. Resolveu mudar de assunto — Mãe, onde está James?
— Ah, deixei o irmão de vocês na casa de um amiguinho dele.
Os gêmeos se entreolharam e lançaram um olhar de raiva para a matriarca.
— Mãe! Jame só tem dois anos! Como pode deixar ele sozinho na casa de um estranho?!
— Não precisam se preocupar, ele está na vizinha, ela é uma boa pessoa. — se aproximou deles e beijou suas testas — Tem comida na geladeira, tudo bem? Façam suas tarefas, tomem banho e busquem seu irmão às 6:00 pm. Vou chegar mais tarde hoje e quando chegar quero ver todo mundo dormindo. Ah, e por favor, não esqueçam de tomar o remédio de vocês. — o tom dela se tornou muito mais sério — Vocês não podem esquecer, entenderam?
— Vai sair com seu "amigo" de novo? — Kaal perguntou mudando de assunto, mas a mãe não respondeu — Tá, tanto faz, pode ficar tranquila. Somos muito responsáveis.
Sarah sorriu, e com um último beijo, saiu de casa, trancando as portas e os deixando sozinhos.
Kaal esperou mais alguns segundos para garantir que sua mãe realmente tinha saído antes de segurar o rosto de sua irmã e beijar seus lábios como tinha tido vontade durante o dia todo.
— Kaal... — sussurrou Kate no ouvido de seu irmão quando teve que parar em buscar ar — Faz quanto tempo que não transamos?
— Algumas semanas? — sussurrou ele de volta, o rosto de sua irmã começou a ficar vermelho.
Ele sorriu entendo o que ela tinha em mente e começou a beijar seu pescoço deixando uma trilha de beijos pela pele pálida de sua garota.
"Somente minha" pensou e a mordeu, deixando sua marca.
— Kaal! — ela reclamou baixinho, sem ter coragem de aumentar o tom de voz. — No pescoço não, nós temos aula amanhã...
— Desse jeito todos vão ver que você é minha.
— Desse jeito todos vão ver que durmo com meu irmão! Ka, por favor, você... sabe que eu quero, mas... se controle.
Seu irmão suspirou, mas continuou com os beijos em sua pele. 
— Ok, me desculpe. — a virou de costas para si e a abraçou por trás, Kaal costumava exagerar quando ficava excitado.
— Ka, — Katherine disse a contra gosto — já são 5:30pm. Mamãe disse que temos que buscar o Jame e nos preparar para dormir. Se ela chegar e nos ver assim...
— Não tem problema. É só sermos rápidos dessa vez.
Tentando dessa vez não se empolgar, deslizou a mão fria por dentro da blusa lilás que sua irmã usava e começou a massagear seus seios, Kate abriu os lábios para soltar pequenos gemidos de prazer. 
— Ah, irmã... você tem seios tão pequenos... mas eu gosto tanto deles...
Usando sua mão livre, a deslizou para dentro da saia dela e sorriu quando percebeu que já estava ensopada.
— Sei que era para ser rápido, mas... isso foi rápido demais, irmã... — sussurrou no ouvido dela enquanto massageava sua intimidade molhada.
Katherine não conseguiu esconder a vergonha.
— Me desculpe... —sussurrou de volta — Não consegui segurar...
Katherine conseguiu sentir a ereção de seu irmão em suas costas. 
— Não precisa se desculpar, maninha. — seu sorriso se desfez e uma expressão de preocupação tomou seu rosto. — Se prepare que vai doer. — tentando fazer da forma mais calma possível, penetrou um de seus dedos em sua irmã. Kate soltou um gemido alto e caiu de joelhos no chão, meio amparada pelas mãos de Kaal que caiu de joelhos com ela.
O dedo ágil do garoto fazia movimentos de vai e vem e quando viu que sua irmã já havia se acostumado e seus gemidos eram apenas de prazer, colocou mais dois dentro dela, Katherine se segurou para não gritar.
Depois de alguns movimentos, percebeu que ela estava a ponto de ter um orgasmo, então se apressou a retirar seus dedos de dentro dela. Kate gemeu em protesto, mas ela sabia que não podia fazer nada quanto a isso. Apesar de seu irmão ser muito gentil e dar muito prazer a ela durante o sexo, ele gostava quando ambos gozavam juntos. "Nascemos ao mesmo tempo, então devemos gozar ao mesmo tempo" era o lema dele, mas era um fetiche que a irritava muito, ainda mais por sempre se satisfazer muito fácil. 
Kaal analisou sua mão completamente suja de sua irmãzinha, não resistiu e lambeu.
— Você é deliciosa. Eu quero mais.
Ainda meio envergonhada, Katherine ficou de quatro da forma que sempre ficava para o irmão possui-lá e esperou paciente.
Escutou o barulho do zíper da calça de Kaal ser aberta e sentiu as mãos doces e gentis dele retirando sua calcinha.
— Irmã, — ele sussurrou de forma reconfortante, acariciando a pele pálida de Kate — eu vou começar. Se doer peça para parar, tá bom? Não quero que se machuque.
Aproveitando sua mão suja com os líquidos da sua irmã, a usou para penetrar um de seus dedos devagar pela parte traseira dela, a qual correspondeu com um gemido alto.
Apesar de já transar com seu irmão há dois anos e sempre ser possuída por aquele lugar - dessa vez um fetiche seu, não gostava quando era penetrada pela frente, tinha lembranças muito ruins  - Katherine nunca se acostumava com a dor, claro que sentia prazeres, Kaal sempre garantia isso, mas aquele dor inicial nunca ia embora.
Ele começou e mexer seu dedo e ela a movimentar seu corpo quando tinha se acostumado, dando a deixa para seu irmão colocar mais um de seus dedos longos dentro dela. 
Quando percebeu que ela já estava pronta, retirou seus dedos e se posicionou atrás de Katherine, acariciando suas costas ainda cobertas.
Foi então que se súbito a penetrou com seu membro.
Kate gemeu de prazer e de dor, se sentindo grata por seu irmão esperá-la se acostumar antes de começar a realmente se movimentar.
Kaal dava impulsos fortes dentro dela, fazendo seu membro ir bem fundo para depois voltar e fazer esse movimento mais uma vez, os dois gemiam ao mesmo tempo, já não se importavam mais com nada. Esse era o momento em que ambos se sentiam mais unidos, sentiam que a ligação deles ficava mais forte e nada podia interrompê-los.
— Ka... — disse a garota ofegante, uma voz entrecortada por conta do prazer. — Eu... não consigo mais segurar...
— Eu... estou quase... aguente mais um pouco.
Com uma última estocada, os dois finalmente se desfizeram. Katherine perdeu as forças nas pernas e praticamente se jogou no chão quando seu irmão se retirou de dentro dela, Kaal se jogou ao lado dela é assim ficaram: dois irmãos seminus, suados e sujos de sémen, com a respiram acelerada e grandes sorrisos em seus rostos.
Aquilo - apesar de ter sido rápido - tinha sido realmente bom.
Kate se virou para seu irmão e o abraçou contente, fazia um bom tempo que não faziam algo assim. Olharam para o relógio e viram contentes que não haviam perdido o horário.
Agora era só tomar um bom banho e buscar James. 
•••
Katherine bateu na porta da casa da vizinha mais uma vez, começando a ficar preocupada.
"Ah, meu Deus, por que será que estão demorando tanto?"
Bateu mais uma vez, sua preocupação começando a virar pânico. Essa era a quinta vez que batia na porta e nada de alguém aparecer.
Estava pensando seriamente em chamar Kaal para resolver o problema quando a porta se abriu.
— Ah, você deve ser a irmã de James, certo? — uma mulher um pouco mais velha que sua mãe atendeu a porta, tinha um largo sorriso no rosto, mas não conseguiu acalmar o pânico de Katherine. 
— Isso mesmo. Onde está meu irmão?!
— Ah, ele acabou ficando cansado. Ele e meu filho brincaram bastante e acabaram dormindo...
Sem deixar o mulher terminar de falar, a garota entrou na casa a procura de Jame.
— Ei! O que está fazendo?! — ignorou os gritos da dona da casa e entrou em todos os quartos, só parou quando encontrou o garotinho dormindo tranquilamente em um quarto ao lado de seu coleguinha.
Katherine não conseguiu esconder o alívio.
A dono da casa apareceu ao seu lado e com um tom baixo para não acordar às crianças, mas ainda assim muito irritado falou:
— Você é doida?! Como pode entrar na casa dos outros assim?! 
— Me desculpe, senhora, eu só fiquei preocupada com ele. Eu...
— Achou que eu seria maluca de fazer alguma coisa com um filho que nem é meu?!
Katherine deu de ombros e com delicadeza, pegou o menino para que ele não acordasse. Porem, por menor que fossem os movimentos, o pequeno acordou.
— Mamãe? — ele perguntou sonolento, a vozinha infantil embargada de sono.
— Shh, sou eu, Jame, volte a dormir querido.  — o bebê bocejou, virou para o outro lado e dormiu. Kate sorriu e se virou para a dona da casa — Obrigada por cuidar dele essa tarde, senhora, espero não ter incomodado. 
— Não, claro que não, imagina. — ela disse com ironia — É um prazer ter você invadindo minha casa e me acusando de psicopata.
— Ah, que bom que eu não a ofendi. Até mais.
Katherine saiu da casa dela, a deixando indignada e irritada e foi para a sua, onde encontrou Kaal na sala-cozinha, esquentando a pouca comida que eles tinham para se alimentar.
— Oi.  — Kaal desligou o fogão e tirou a pequena travessa de lá — Tudo bem com o baixinho?
— Sim, ele dormiu. Sei que ele ainda precisa tomar banho, mas ele está tão cansado...
Seu irmão sorriu e pegou James em seus braços. 
— Pode deixar comigo, eu dou banho nele, será que poderia terminar de esquentar essas coisas?
Katherine assentiu, mas ela agarrou seu braço antes que ele pudesse sair para o banheiro. 
— Irmão, você... tomou o comprimido?
— Não e nem vou tomar. Você sabe que odeio aquela coisa. E quanto a você?
Ela balançou a cabeça. 
— Não, eu também não.
Seu irmão sorriu. 
— A mamãe não precisa saber. Esse vai ser nosso segredinho. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Sei que não ficou tão bom, mas na proxima tento melhorar.


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