História Always in my heart - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles
Tags Charlie Bennett, Harry Styles, One Direction
Visualizações 37
Palavras 2.688
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oláaaa!
Eu disse que voltaria antes do que vocês esperavam hein!
Booom voltei com essa shortfic. Eu sei que é de drama, mas, por favor, leiam com o coração aberto.
Tive inspiração de escrevê-la quando ouvi a música “Impressionando os Anjos”, vale a pena ler ouvindo ela ou Moments da One Direction.
Dedico essa fic a minha linda sis @JackieStyles por ser a minha beta reader e a pessoa que mais acredita no meu potencial como escritora. Sis, sonhos viram realidade, obrigada por acreditar nos meus <3.

Espero que vocês gostem e, por favor, para me animar a continuar escrevendo mais fanfics comentem me incentivando.

XoXo
Pah <3

Redes Sociais:
Twitter: _Palomitcha
Instagram: _Palomitcha
snapchat: Palomitcha22

Capítulo 1 - You will are always in my heart


Fanfic / Fanfiction Always in my heart - Capítulo 1 - You will are always in my heart

Entrei desesperado naquele hospital perguntando onde ela estava.

Minhas pernas mal conseguiam me manter em pé, quando meu celular tocou e me informaram que ela estava naquele hospital, foi como se tivessem arrancado uma parte de mim. Meu coração me dizia algo que eu não queria acreditar, era como se uma parte de mim estivesse morrendo.

“Por favor, podem e dizer onde fica o pronto socorro?” Perguntei a enfermeira que me apontou o corredor a minha esquerda.

Corri até lá perguntando na recepção sobre ela. A recepcionista pediu que eu aguardasse enquanto ela chamava o médico responsável.

Meu coração bateu mais lento naquele momento, olhei nos olhos tristes da recepcionista e meu coração parecia pressentir que eu estava prestes a receber a pior noticia de toda a minha vida.

Menos de 2 minutos e o médico estava na minha frente me olhando.

- O senhor é familiar da Srta. Charlotte Bennett?

- Sim, sou namorado da Charlie. O que aconteceu com ela doutor?

Levantei-me encarando o médico, ele desviou os olhos dos meus como se fosse muito difícil para ele encarar os meus olhos vermelhos pelo choro.

- Infelizmente ela sofreu um atropelamento na Westbourne Grove o carro estava em alta velocidade e ela foi arremessada a muitos metros de distância e sofreu uma grave pancada na cabeça. Os paramédicos a socorreram rapidamente, mas infelizmente ela não resistiu. E faleceu ao chegar ao pronto socorro.  Levantamos a ficha dela e vimos que ela é americana. E o senhor era o único contato de emergência do seguro dela em Londres. Meus sentimentos.

Senti meu coração ir parando de bater lentamente. Parei de ouvir qualquer coisa depois da frase “Ela não resistiu”.  Eles haviam arrancado meu chão.  As lágrimas tomavam conta e eu mal podia me manter em pé. Sentei-me em uma das cadeiras e deixei com que as lágrimas e o desespero tomassem conta de mim.

- Senhor, sabemos que é muito difícil esse momento. Mas precisamos tomar as medidas para liberação do corpo. Vou lhe dar alguns momentos e assim que puder peça que a recepcionista lhe leve até o setor responsável para tomar as medidas. Mais uma vez meus sentimentos. A Srta. Bennett era uma linda jovem.

Eu não vi quando o médico saiu do meu lado. As lágrimas tomaram conta de mim. Era um choro de desespero, eu queria gritar. Gritar a todos que ela não era linda, ela é. E para mim sempre seria linda. A mulher mais linda que eu já havia conhecido em toda a minha vida.

Naquele momento eu não me importava sobre o que os jornais diriam, ou que alguém poderia tirar uma foto minha chorando em meio a um corredor de hospital. Tudo que eu podia fazer era sentar e chorar.

Encostei a minha cabeça na parede e lembrei-me de quando nos conhecemos. Eu havia acabado de entrar em pausa da One Direction. Havia decidido usar o meu tempo para viajar. Entre centenas de lugares que eu poderia ir, decidi ir para a Jamaica. Certamente um lugar que ninguém imaginaria que eu pudesse escolher. Providenciei tudo que era necessário e decidi ficar por longos meses lá.

Alguns amigos meus me acompanharam nessa decisão louca de sumir por algum tempo da mídia e foi exatamente na Jamaica que conheci Charlotte Bennett.

Ela era uma garçonete de um café que eu costumava frequentar todos os dias durante as minhas férias. Uma garota que estava sempre sorrindo e conversando com todos os clientes. Para ela eu não era o Harry Styles ex-integrante da 1D, eu era apenas Harry. O carinha que ia todos os dias e pedia panquecas com Blueberry e uma xícara enorme de café.

Com o tempo fomos nos aproximando, ela me contava sobre sua vida. Eu sabia que ela era americana, que havia decidido se mudar para a Jamaica para fazer trabalho voluntário. Ela não se dava bem com os pais, que acreditavam que ela deveria se casar com um cara rico que pudesse lhe dar uma vida de rainha. Mas, no fundo tudo que Charlie queria era uma vida tranquila e ajudar as pessoas que realmente precisavam. Charlie sempre me dizia que dinheiro era apenas um pedaço de papel responsável pelas maiores desgraças da humanidade.

E foi assim que me apaixonei por Charlie, com seu jeito lindo e sua risada contagiante.  Quando decidi voltar para Londres para gravar o meu primeiro projeto solo – este ao qual Charlie foi a maior incentivadora – a trouxe comigo. Com todo o cuidado do mundo para que ninguém soubesse quem ela era ou o que ela representava para mim.

Eu conhecia a mídia o suficiente para saber que o que eles tocavam por mais lindo e belo que fosse se tornava podre. Por isso eu protegeria Charlie com a minha vida.

A 2 anos Charlie morava no apartamento ao meu lado e cuidava de um orfanato de crianças imigrantes que foram abandonadas. Ela era meu motivo e felicidade e todos os dias acordar ao seu lado era o meu combustível para continuar.

As lágrimas se intensificaram quando me lembrei de Pedro e Júlia. Eu e Charlie tínhamos planos de adotá-los em breve. Eles eram duas crianças que moravam no orfanato ao qual Charlie trabalhava. Eles nos conquistaram desde primeira vez que os vimos.

O que eu faria agora? Como seria a minha vida sem Charlie? Respirei fundo e me lembrei de como ela era forte, decidida e sempre me dizia que coisas ruins sempre vão acontecer. E que somos apenas passageiros nessa longa estrada. Sequei minhas lágrimas e me dirigi à recepção.

- Boa noite, o doutor me disse que deveria te procurar para falar sobre o seguro de Charlie Bennett.

A recepcionista me olhou e me deu um sorriso triste.

- Sim, enquanto preparo a papelada de liberação o senhor gostaria de falar com o legista e vê-la?

Respirei fundo e assenti.

Ela foi a minha frente me guiando em meio aqueles corredores frios. Chegamos a um corredor vazio, algumas pessoas estavam sentadas em algumas cadeiras da sala de espera chorando.  Eu sabia que ali era o necrotério. Todos ali sentiam o mesmo que eu, mas será que algum deles havia perdido sua alma gêmea como eu? Ouvi a recepcionista me informando que deveria aguardar.

Alguns minutos depois ela saiu de uma das salas acompanhada de um senhor de jaleco branco.

- Senhor esse é o Dr.Terrence e ele vai te acompanhar até ela.

Assenti agradecendo e acompanhei o médico. Entramos numa sala fria cheia de portas e gavetas. Eu sabia que em uma daquelas gavetas estava o corpo dela.

- Senhor gostaria que eu falasse um pouco sobre o que ocorreu com ela?

Apenas assenti sentindo as lágrimas molhando meu rosto.

- Pelo relatório dos paramédicos ela estava ao celular enquanto atravessava a rua, mas um carro em alta velocidade a atropelou. A pancada na cabeça e a velocidade ao qual ela foi arremessada fez com que ela tivesse uma hemorragia intracraniana, os médicos do pronto socorro prepararam a sala de cirurgia, mas quando ela chegou ao hospital já estava em óbito. Eu sinto muito.  Vou lhe dar alguns minutos com ela.

E então ele abriu a gaveta ao qual o corpo dela descansava. Estourei em um choro desesperado. Não é possível que Deus havia me dado um anjo e arrancado de mim em tão pouco tempo. Não era justo, com tantas pessoas más que mereciam morrer. Ele foi tirar a minha Charlie. Uma pessoa tão boa, que amava a todos e que só queria que o mundo se tornasse um lugar melhor.

Acariciei o rosto gelado dela. Eu não podia acreditar que eu não havia tido tempo de dizer que amava. Eu não tive tempo de gritar ao mundo que ela era a mulher da minha vida. Ela havia partido e me deixado para trás apenas com a dor das lembranças.

Depois de alguns minutos ali, decidi que precisava tomar as providencias. Sai daquela maldita sala agradecendo o médico que me olhava com pesar.

Liguei para Mitch, que correu para o hospital. Logo depois liguei para minha mãe, Gemma. E alguns amigos mais próximos. Eu precisava de ajuda para lidar com tudo.

Quando minha mãe chegou ao St Mary's eu apenas me joguei em seus braços e chorei como uma criança. Minha mãe acariciava meu cabelo e não dizia nada, ela sabia que nenhuma palavra seria o suficiente para sanar aquela dor.

Gemma e Mitch ligaram para os pais de Charlie para lhes dar a noticia e para alguns amigos dela na Jamaica.

- Filho nós precisamos ir até o apartamento dela para buscar roupas para ela.  Sei que é difícil, mas você precisa ser forte.

Sequei as lágrimas e apenas segui com minha mãe.  Eu não derrubaria uma lágrima saindo do hospital. Eu não daria este prazer aos paparazzi de sujar tudo que eu e Charlie havíamos construído.

Dirigimos até o meu condomínio e ao chegarmos pedi que a minha mãe fosse até o apartamento dela enquanto eu tomava um banho, não suportaria entrar naquele lugar e lidar com todas as lembranças de nós dois juntos.

Disse a minha mãe onde estaria cada uma das coisas dela e falei quais eram suas peças favoritas. E entrei em casa e fui direto para o chuveiro.  Enquanto a agua caia sobre o meu corpo eu sentia o desespero tomar conta. Eu não tinha mais Charlie. Eu não tinha mais um motivo para seguir em frente.

Depois de quase 2 horas seguimos para o hospital. Deixamos as coisas com as pessoas responsáveis do seguro que aprontariam tudo para o funeral no dia seguinte.

Depois de sair do hospital, decidi ir para a casa da minha mãe. Eu não queria dormir sozinho. Ao chegarmos mamãe fez chocolate quente e deitou ao meu lado até que eu pegasse no sono. Não que eu quisesse dormir, mas o cansaço havia tomado conta do meu corpo.

Quando cai no sono sonhei com que estava sentado em uma pedra em Blue Hole (Ocho Rios), numa das cachoeiras que Charlie havia me levado assim que começamos a sair.  Senti alguém sentando ao meu lado e sorri ao ouvir sua risada.

- Eu sempre gostei desse lugar Styles. Aqui demos nosso primeiro beijo. Aqui você se declarou pra mim pela primeira vez. Vivemos coisas lindas aqui.

Eu sentia meus olhos marejarem e meu coração disparar. Ela estava ali na minha frente linda e sorridente.

- Como você está aqui... Como eu?

Ela sorriu colocando os dedos sobre os meus lábios.

- Lembre-se do que eu sempre te disse... Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode explicar a nossa vã filosofia. Pois então. Estou aqui para te dizer uma coisa, eu sei que está doendo Styles. Sei que vai doer por muito tempo.  Mas quando viemos a terra viemos com um plano traçado. Com dia e hora para retorno. Infelizmente quando partimos deste plano deixamos pessoas para trás, mas o que eu quero de você é que você continue. Continue por mim Styles, continue seguindo seus sonhos.  Continue fazendo aquilo que você ama e tocando o coração das pessoas. Você vai conhecer outras pessoas e elas não serão eu, mas elas lhe trarão felicidade.  Adote o Pedro e a Júlia, cuide deles por mim. Cuide de você por mim. E um dia a gente vai se encontrar eu prometo.

Ela então me beijou e acariciou meus cabelos como ela sempre fazia. Ela amava fazer isso, fechei os olhos sentindo seu carinho e quando os abri ela já não estava ali.

Abri os olhos e eu estava na minha cama no meu quarto na casa da minha mãe, mas ainda sentia suas mãos passando pelos meus cabelos. Peguei o meu celular na cabeceira e vi algumas das nossas ultimas fotos. O choro novamente tomou conta de mim.

Liguei para o seu numero e pude ouvir sua voz “Oi aqui é Charlie Bennett, por favor, deixe seu recado que retorno assim que possível”.  Chorei até cair no sono novamente. Eu sabia que aquele sonho havia sido real, eu ainda podia sentir o perfume doce dela no meu nariz e o toque dos seus dedos finos e macios no meu rosto. Ela era o meu anjo da guarda e continuaria sendo, porém agora em outro plano.

3 anos depois.

Eram 6 da manhã, eu acordei para mais um dia na rotina de gravação. Precisava levar Julia e Pedro para escola antes de ir para o estúdio.

Quando vi a data no visor do celular meu coração se apertou, era aniversário de Charlie. Se ela ainda estivesse conosco faria 30 anos. Levantei-me fiz minha higiene matinal e fui acordar os pequenos.

Enquanto Maria nossa empregada preparava nosso café da manhã ouvia Júlia choramingar sobre os coleguinhas de sala que a importunavam por conta das “janelinhas”. Ela havia perdido os dentes da frente. E Pedro ria falando que logo nasceriam dentes novos. Pedro tinha 8 anos e Júlia 6. Eu os havia adotado a 3 anos. Assim que perdi Charlie consegui ganhar a guarda deles na justiça e eles eram o motivo da minha felicidade.

- Vamos vocês já estão atrasados.

- Ok papai, vou pegar a minha mochila.

Julia me abraçou e sorriu com aquelas aberturinhas lindas entre os dentes. E eu senti meu coração aquecer. Eles eram o meu tesouro mais precioso. 

Deixei Júlia e Pedro na escola e segui para o estúdio. Hoje finalizaríamos algumas canções. Mesmo em meio a um monte de mentiras sobre mim eu havia conquistado meu espaço na indústria. Mesmo com a imprensa questionando sobre a minha sexualidade, sobre minha decisão de adotar duas crianças órfãs e imigrantes sozinho. Eu continuava por Charlie. Ninguém jamais havia tirado ela do meu coração. E mesmo que nestes 3 anos eu tivesse alguns encontros, eu sabia que ninguém seria ela. Ninguém teria o meu coração, porque Charlie havia o levado com ela.

Enquanto escutava a mixagem das músicas rascunhei uma carta no meu caderno de composições. Quando os caras me chamaram para almoçar e eu inventei alguma desculpa.

Peguei meu carro e passei numa floricultura e comprei um buquê de copos de leite. Eram as flores favoritas dela. Fui até o cemitério e sentei ao lado de seu túmulo. Lendo a Frase “Amor é fogo que arde sem se ver”. Era a citação favorita dela de Camões.

Meus olhos lacrimejaram e eu comecei a ler a carta que havia escrito.

Oi eu amor feliz aniversário!

Faz tempo que não venho até aqui para conversar com você; pra contar o meu dia e como as coisas estão. Hoje foi tudo bem só um pouco cansativo, dia duro no estúdio.

A saudade de você é visita frequente, que nem a aquela nossa vizinha chata que irritava a gente.

Ah, saudade da gente... Tirando isso, do resto até que eu estou dando conta, a Julinha tá banguela e o Pedro só apronta.

Falando nisso, terminei o livro que você pediu pra eu ler, e só na página 70 entendi você naquela parte onde diz que o amor é fogo que arde sem se ver.

Como é que tá ai? De você faz tempo que não ouço nada, fala um pouco sua voz tá tão calada.

Sei que agora deve estar impressionado anjos com sua risada. Queria te dizer que eu continuo te amando. E vou te amar até o dia que eu morrer.

Vim aqui pra te dizer que eu amo você, me desculpe por não ter falado isso todos os dias enquanto acordávamos ou quando íamos dormir.

Eu só quero te dizer que está tudo bem e eu to dando conta. E que um dia eu sei, a gente se encontra.  Continue olhando por nós, que daqui eu vou tocando. Eu te amo e vou te amar, por toda a eternidade.

Com amor.

Para sempre seu.

Harry Styles.

Fechei os meus olhos sentindo o vento tocar o meu rosto.  O vento tocava o meu rosto como os dedos finos e macios de Charlie costumavam fazer.  Respirei fundo e sequei as lágrimas. Levantei e quando estava saindo do cemitério pude ouvir uma voz dizendo “Eu amo você pela eternidade”.

 

Fim.

 


Notas Finais


Eu confesso que chorei escrevendo essa história.
Espero que tenham gostado. Por favor, comentem e me incentivem a continuar postando mais histórias.

Não se esqueçam de ler essas fanfics MA RA VI LHO SAS:

Wonderwall - First Season by @JackieStyles (Harry Principal Finalizada)
https://spiritfanfics.com/historia/wonderwall--first-season-3019427

Wonderwall - Second Season by @JackieStyles (Harry Principal - Em andamento)
https://spiritfanfics.com/historia/wonderwall--second-season-6051110

Like Im Gonna Lose You - (Liam / Louis Principal - Em andamento)
https://spiritfanfics.com/historia/like-im-gonna-lose-you-4877101

Link da minha song fic já finalizada (Harry Styles como principal também):
https://spiritfanfics.com/historia/still-into-you-5662826

Voicemail - Primeira temporada - Finalizada (Short fic Harry como principal):
https://spiritfanfics.com/fanfics/historia/fanfiction-one-direction-voicemail--harry-styles-fanfic-5051345

Voicemail - Segunda Temporada – Finalizada (Long Fic Harry como principal):
https://spiritfanfics.com/historia/voicemail--harry-styles-fanfic--segunda-temporada-5116661

XoXo.
Pah <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...