História Always With You - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story, Evan Peters, Taissa Farmiga
Personagens Adelaide "Addie" Langdon, Constance Langdon, Michael Langdon, Personagens Originais, Tate Langdon, Violet Harmon
Tags Violate
Exibições 43
Palavras 2.499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey amores!
Quase um mês sem postar não?
Mas vocês já sabem aquela mesma ladainha...
MEU DEUS EU NUNCA VIVI EM UM MÊS TÃO APERTADO E AGITADO QUANTO NOVEMBRO!
VEM LOGO 2017 EU NÃO AGUENTO MAIS!
Gente, sem mentira nenhuma, eu tentei fazer várias vezes um capítulo bom, mas não vinha NENHUMA ideia. Sério! de tão cansada mentalmente que eu tava.
Hoje e amanhã são meus dias de "folga". E eu quero aproveitar bastante (dormir e comer) enquanto tenho tempo...
Bom, AWI não vai ter muitos capítulos. Ainda não sei quantos terão, mas creio eu de que trinta não passa.
Enjoy:)

Capítulo 14 - Chapter XIII: Stranger things


 

— Você sabe que eu odeio despedidas, não? — Violet disse tentando afrouxar o aperto do abraço de Sam.

— Larga de ser chata, Violet! — Sam disse a soltando. — Boa viagem e divirta-se nas festas por mim!  Prometo que manterei os olhos nos rapazes da sua vida. — ela completou olhando para Alex, Tate e Michael que conversavam entre si.

— Fico até mais tranquilizada depois disso. — Violet brincou, rindo em seguida. Ela suspirou, escutando a voz da aeromoça chamando pela última vez. — Melhor eu ir indo.

Ela levantou a alça da mala, e respirou fundo antes de partir. Observou os três vindo em sua direção calmamente e o nervosismo voltou.  Ela odiava despedidas por causa disso. Ela sentia como se fosse ver a pessoa pela última vez. E não era um adeus, era apenas um até logo.

— Boa sorte, Vi! — Alex desejou a abraçando carinhosamente. 

Ela sentiu um furacão no estômago, ao ver quem seria a próxima pessoa. Ela sabia que ele estava triste por ir embora por algum tempo, mas não a deixou de apoiar em nenhum momento. Ela deu sorriso fraco e abriu os braços, o apertando com força.

— Sei que está triste, não adianta negar. — ela riu fracamente, ao notar que ele negaria prontamente. — Mas prometo que nesses dois meses, eu irei manter contato.

— Tudo bem. — ele assentiu.  — Mas não é comigo que deve se preocupar. — Tate olhou para baixo, e Violet seguiu seu olhar, o pousando em Michael que observava a cena tristemente.

Violet se aproximou do loirinho e se agachou, tentando ficar do mesmo que ele. Ela o olhou fixamente e após cinco segundos, ele se jogou nos braços da mesma apertando o mais forte possível. Violet sorriu e afagou os cachos dourados de Michael e o abraçou na mesma intensidade.

— Desculpa. — ele murmurou contra seu pescoço, abafadamente.

— Tudo bem, Mike. — ela se afastou lentamente do filho. — Dois meses irão passar rapidinho! Eu prometo! E irei trazer muitos presentes pra você! Que tal?

— Sério? — ele perguntou com o olhar brilhando. Violet assentiu. — Está bom! Quando chegar a casa, eu vou fazer a lista!

Violet sorriu e assentiu, beijando sua bochecha e se levantando rapidamente. Ela pegou sua mala e sorriu para os quatro antes de entrar no portão de embarque.

(...)

— Senhorita?

Violet sentiu uma mão em seu ombro, a sacodindo constantemente. Ela abriu os olhos lentamente, focando na aeromoça com uma expressão impaciente.

— Senhorita, já pousamos. — ela avisou indo embora. 

Violet bocejou e olhou pela janela os raios solares, e ela olhou para o relógio em seu pulso esquerdo e já eram sete horas da manhã. Ela levantou rapidamente, se sentindo tonta logo em seguida. A cabeça começava a latejar aos poucos e ela suspirou se recompondo. Que beleza! Primeiro dia em Londres, com uma dor de cabeça desnecessária! Ela pensou, saindo do avião com as malas em mãos.

Ela entrou no aeroporto, procurando alguém com alguma plaquinha com seu nome. Mas não tinha ninguém. A dor de cabeça começou a aumentar, e com as vozes constantes das pessoas que passavam por ela, apenas pioravam. Ela sentiu o celular tremer no bolso direito de sua calça, e respirou aliviada por ver que a mensagem era de Jeff, seu chefe.

“Violet, seu companheiro de trabalho irá lhe buscar. Não se apavore. Se não o achar, não entre em pânico. Ele costuma se atrasar. Boa sorte”.

Ela bufou, revirando os olhos. Ótimo! Terei um companheiro atrasado para facilitar minha vida. Ela pensou enquanto guardava seu celular novamente no bolso da calça.

— Violet? — ela escutou uma voz extremamente conhecida, porém um pouco mais grave.

Não podia ser.

Ela virou-se receosa e quando viu quem era, abriu a boca surpresa por ter acertado e engoliu em seco.

— Noah?

×××

Tate colocou o travesseiro em sua cabeça para abafar o som irritante do celular e se acomodou confortavelmente na cama. Por dez segundos a paz reinou em sua cabeça e ele pôde dormir novamente, quando o celular começou a tocar novamente. Ele abriu os olhos irritado, e caçou o celular em cima do criado mudo.

— Posso saber quem atrapalha meu sono ás sete da manhã de um sábado?! — ele perguntou indignado após atender a ligação sem nem saber ao menos quem era.

Tate? — perguntou uma voz chorosa.

— Quem é que está falando? — ele perguntou preocupado, rezando para que não fosse Violet no outro lado da linha. Se fosse ela, ele iria em um piscar de olhos direto para Londres.  

Sou eu, Beatrice. — ela fungou. — Só queria avisar que não irei trabalhar hoje. Tem algum problema? Não tem muita coisa para você fazer hoje. Só tem apenas uma reunião hoje a tarde e...

— Não, não. — Tate a interrompeu. — Aconteceu alguma coisa, Bea? Sua voz está estranha.

Não é nada para se preocupar, Tate. — ela disse voltando a chorar. — Até segunda.

Beatrice! Não desligue! Onde você está?

A ligação ficou muda por um instante. Deveria ser Beatrice decidindo se falaria onde estava ou não.

Estou na praia. Venice. Porque quer saber, hein? 

— Estou indo para aí. Até mais.

Tate finalizou a ligação, antes mesmo de Beatrice recusar a companhia. Ele levantou rapidamente e tomou um banho rápido, vestindo uma bermuda e uma camisa azul já que o calor na Califórnia estava escaldante. Ele saiu de seu quarto e foi até o quarto de Michael verificando se estava tudo bem. Desceu as escadas, encontrando Moira chegando.

— Bom dia, senhor Langdon. Já está de saída?

— Já, Moira. Mas já já volto. Uma amiga precisa de mim.

O caminho não era tão longe. Eram apenas dez minutos até a praia. E foi fácil achar Beatrice. Ela era a única sentada na areia da praia, enquanto alguns se divertiam e outros caminhavam. Seus cabelos negros balançavam violentamente por conta do vento e sem dizer nada, Tate sentou ao seu lado observando a maré.

— Então... Quer me dizer o que está havendo? — Tate perguntou após alguns minutos em silencio.

— Eu terminei meu namoro de seis anos ontem. Peguei meu namorando me traindo com minha amiga, acredita? — ela soltou uma risada sem humor. Ela negou com a cabeça antes de voltar a falar. — E a parte mais cômica da história é que ele me pediu em casamento há uma semana.

Tate ficou calado ao ouvir Beatrice desabafar. Ele não sabia o que falar já que nunca tinha presenciado uma situação dessas na vida.

— Uau. — ele disse após um tempo, fazendo Beatrice rir. — Desculpa, mas eu não sei nem por onde começar para te consolar.

— Não precisa, Tate. Isso passa com o tempo. — ela deu um sorriso forçado, virando pela primeira vez para Tate. Seus olhos esverdeados estavam vermelhos e inchados por conta do choro. — Eu espero.

— Vai passar. Tem muitos caras por aí, Bea. Só precisa achar um que te aceite como você é. E de preferencia que te faça feliz. Apenas. — Tate disse dando um sorriso fraco.

— Obrigada, Tate. — Beatrice agradeceu, soltando pela primeira vez, seu belo sorriso sincero. — Melhor amigo que se pode ter. Tirando a parte dos conselhos, mas tudo bem. — ela completou gargalhando.

— Bom, eu preciso ir. Tenho que ajeitar minhas coisas para a reunião. Qualquer coisa me ligue, Bea! — ele disse levantando, vendo a garota assentir como resposta. — Até mais!

×××

— Então... O que faz por aqui, Violet? — Noah perguntou tentando quebrar o gelo entre eles dentro do carro.

— Olha Noah, não vai adiantar você ficar fazendo perguntas bobas, sabendo que eu não irei responder! — Violet retrucou irritada. — Só quero que você me leve para o hotel em que irei ficar.

— Ainda tem rancor de mim, por que eu fui embora? Violet, a culpa não foi minha! Meus pais não gostavam das pessoas com que eu andava e me proibiu de te ver, juntamente com Sam e Chad. — ele disse parando em frente ao hotel. — E olha que Chad era meu melhor amigo. Eu fiz de tudo para ficar aqui na Califórnia com vocês, principalmente com você...

Ele pegou a mão de Violet e a mesma olhou o gesto, puxando a mão bruscamente. Ela pigarreou e saiu do carro, com Noah no encalço. Ela pegou todas as suas malas, evitando para o jovem de cabelos castanhos.

— Agora não importa mais. — ela sorriu forçadamente. — Eu estou casada, tenho um filho de cinco anos e estou feliz com eles. Até mais, Noah.

Ela puxou a mala consigo e entrou no hotel. Pegou as chaves de seu quarto e subiu até o terceiro andar. Noah foi seu primeiro amor, primeiro namorado, primeira vez e primeiro beijo. E quando ele foi embora, foi como mil tapas na cara de Violet. As palavras duras que ele mencionou antes de embora sem virar para trás, foram mais mil tapas com direto a dez facadas no coração. Se ele a amasse de verdade, teria passado por tudo para ficar com ela. Talvez ela estivesse sendo egoísta. Não, Violet! Você está certa! Se ele te deixou, foi porque quis. Agora você tem uma família de verdade! Ela pensava enquanto se jogava na cama. Não foi fácil esquecer Noah, mas assim que Violet conheceu o verdadeiro Tate Langdon, talvez ela pudesse dar uma nova chance a si mesma para amar novamente.

Ela pegou o celular, verificando a caixa de e-mails para ver o que teria para hoje. Duas reuniões seguidas e uma festa de comemoração da Tribune Tower, uma das empresas em que ela vendeu seus quadros. Seu celular tremeu, aparecendo uma notificação de uma mensagem de Sam.

“Hey Vi. Chegou bem? Encontrou muitos gatos europeus? Eles são lindos mesmo ou é só calúnia?”

A segunda parte da mensagem fez Violet gargalhar, esquecendo de todo o estresse que passara há minutos atrás. Ela então resolveu responder rapidamente ao ver as horas no relógio, apontando que chegaria atrasada na primeira reunião do dia.

“Cheguei com uma dor de cabeça, mas nada que um café não resolva. O único gato europeu que, reencontrei na verdade, foi o Noah. Nem me pergunte o que ele faz aqui, eu também não sei.”

Noah, como Sam, também é britânico. Porém, Sam nasceu na França, enquanto que Noah nasceu em Londres. Porém aos sete anos veio morar com seus pais nos Estados Unidos. Violet tropeçou em uma de suas malas, caindo com tudo no chão.

— Autch! — ela gemeu de dor, massageando o nariz de tinha batido no chão na hora da queda.

Ela escutou batidas na porta, mas antes que pudesse permitir a entrada, a porta foi aberta revelando Noah. Ele arregalou os olhos e comprimiu os lábios numa tentativa falha de não rir de Violet e a ajudou a levantar do chão.

— O que faz aqui? — ela perguntou fechando a mala e pegando um par de sapatos para a reunião.

— Vim te avisar sobre a reunião que teremos, mas acho que você já sabe.

— Sim. Jeff me avisou sobre a reunião. Agora que já verificou se eu já estava por dentro, será que dá para sair do meu quarto? — ela perguntou fechando os olhos, tentando não se irritar com a presença dele em seu quarto.

— Violet, olha, sei que me odeia, mas dá para parar com a infantilidade? Iremos trabalhar por dois meses juntos e você terá de se acostumar com minha presença! — ele disse em um tom irritado. — Sei que te magoei, mas saiba que não foi intencional. Já que está feliz casada e com um filho, porque diabos não esquece o passado? Espero que não se atrase. Passar bem.

Noah fechou a porta em um estrondo, fazendo Violet revirar os olhos e bufar indo em direção ao banheiro. Seriam dois longos meses...

2 dois meses depois...

— Merda, Violet! Abre essa porta! — a voz de Noah junto com as batidas constantes na porta, faziam a ressaca de Violet piorar. — Se você não abrir essa porta, eu vou arrombar!

Ela revirou os olhos e levantou preguiçosamente, abrindo a porta e se deparando com um Noah impaciente.

— Só porque eu te desculpei, isso não te dá o direito de querer quebrar minha porta. — ela disse mal-humorada. — O que foi agora?

— Ahhh, Violet e seu bom humor! — ele sorriu sarcasticamente. — Se você não se lembra, mas hoje um dos chefes da Tribune Tower vem fechar um contrato com você. — ele disse fazendo Violet arregalar os olhos. — Sabia! O que você bebeu ontem à noite? Eu fui embora cedo da festa. Não estava me sentindo muito bem. 

— Não sei. Muitas bebidas misturadas. Merda! — ela gemeu com a mão na cabeça. — Tem remédio para ressaca aí, Noah?

— Não. Não tenho e se eu fosse você, eu me arrumaria logo. Ele chega as dez. — Noah disse saindo do quarto.

Violet focalizou o relógio que tinha na escrivaninha, observando que já eram nove e meia da manhã. Ela tentou se levantar rapidamente, mas a tontura veio rapidamente e ela se segurou na parede mais próxima. Violet caminhou até sua mala, tirando a roupa que iria vestir, quando ela escutou novamente batidas na porta. Ela caminhou até a porta, sendo recebida pela camareira que tinha trago um remédio para dor de cabeça. Ela agradeceu à senhora e caminhou em direção ao banheiro. Deve ter sido Noah a pedir um remédio para mim. Ela pensou enquanto entrava no box para tomar um banho frio.

(...)

— Fico feliz de ter a senhorita em nossa empresa, senhora...?

— Harmon, Violet Harmon.

— Sim. Sim. Quando começamos, senhorita Harmon? — Charles, um dos gerentes da Tribune Tower, perguntou. — Fico animado em saber quando voltará a fazer suas pinturas. Aquela 12x12 foi genial! Rendeu muito dinheiro. E contamos com você em nossa equipe de designe.

— Quando o senhor quiser. — ela apertou a mão de Charles, em forma de cumprimento.

— A conversa está muito boa, mas preciso voltar para minha filial. Até logo, Violet Harmon!

Ela deu um aceno e se sentou no sofá da sala de estar do hotel e respirou aliviada por ter tudo dado certo. Ela sentiu uma movimentação próxima a ela, a fazendo abrir os olhos e se deparar com Noah a olhando com expectativa.

— E aí? Deu certo?

— Eu... — ela fez uma cara de decepção, a abaixando logo em seguida. Noah olhou para a feição da garota desfazendo o sorriso do rosto, logo sabendo interpretar o que havia acontecido. — Fui contratada! — ela completou levantando a cabeça novamente com um sorriso radiante no rosto.

— Quer me matar do coração garota? — ele riu. — Parabéns!

Ele a abraçou fortemente, a tirando do chão. Ela riu também, logo desfazendo o sorriso quando notou a aproximação de seu rosto com a de seu ex-namorado. Seu celular começou a tremer constantemente no bolso de sua calça e ela pigarreou, se afastando de Noah. Ela verificou a chamada perdida, e haviam mais sete chamadas perdidas. Todas de Tate. O coração de Violet começou a bater violentamente e ela retornou a ligação o mais rápido possível.

Violet? — a voz de Tate era chorosa do outro lado da linha.

— Sim, sou eu Tate. O que houve? Está chorando? — ela perguntou já se preocupando.

Desculpa lhe atrapalhar aí, mas você precisa voltar para a Califónia. — ele fungou. —Rápido.

Tate, desembuche. O que está havendo?

Tem algo estranho acontecendo com Michael.


Notas Finais


Nosso querido Noah é o Noah Centineo <3
Vejo vocês nos comentários amores :)
Até o próximo!


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