História Amagoi Uta - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Vocaloid
Personagens Gakupo Kamui, Kaito, Len Kagamine, Luka Megurine, Miku Hatsune, Rin Kagamine
Tags Lenxrin, Lukagakupo, Mikuxkaito
Exibições 26
Palavras 938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente me desculpa mas desta vez n teve culpa de vdd. O pen drive que fica minhas fanfics é o mesmo que uso na escola e por culpa do notebook de lá pegou vírus e tive que formatar perdendo tudo: capítulos, fanfics, imagens...enfim perdi tudo e levei uma semana pra conseguir repor tudo como estava menos uma fic minha que já estava com umas 10.000 escritas mais não adianta chorar pelo leite derramado e mesmo demorando estou de volta e agora com uns dias mais fixos de postagens e organizando tudo eu decide organizar assim:

Sábado
- Amagoi Uta - 2 capítulos

Domingo
- Um amor de loucos! - 2 capítulos


Isso só estará valendo a partir do próximo fim de semana e sem muita enrolação vamos encerrar logo este especial e dar continuidade na história

Capítulo 22 - Especial - Rin Kagamine


Rin on (12 anos)

 

Finalmente tinha chegado o melhor festival da primavera, tudo estava belíssimo o pessoal da vila tinha se empenhando bastante este ano e a melhor parte era que eu iria me apresentar para os Deuses pela primeira vez, eu tinha ensaiado bastante com minha avó, a atual sacerdotisa desta vila após a morte da minha mãe...sinto falta dela, ela morreu quando eu tinha 5 anos vítima de uma doença rara e sem tratamento mais eu não gosto de falar muito sobre a minha mãe, fizemos boas lembranças juntas e sei que ela me olha lá de cima com os Deuses  e me protege de todo o mal a minha volta.

Eu estava deslumbrante com um quimono branco, meu cabelo estava solto e muito bem arrumado, mas nada daquilo me importava naquele momento. Sem me importar com a sujeito me joguei no canto da parede e comecei a chorar. O medo de errar estava me dominando e sem perceber eu me afogava cada vez mais nas ondas do meu próprio desespero, parecia até que o ar estava começando a faltar nos meus pulmões pela respiração descompensada até que decide sair correndo dali, sabia que iria atrair vários olhares sobre mim mais não tinha outra escolha eu não iria conseguir...iria falhar e passar vergonha na frente de todos e dos Deuses e o pior viria quando eu olhasse o meu pai e enxergasse o seu olhar de decepção, eu simplesmente não podia fazer isso com ele mesmo tendo apenas doze anos.

Já tinha me decidido iria correr para longe disso tudo ou até o festival acabar, seria melhor do que passar vergonha. Estava saindo pelos fundos do palco sem ninguém perceber e quando já estava um pouco afastada, avisto a minha avó na entrada de uma trilha, que fazia parte da minha fuga, me deixando assustada, será que ela me seguiu? Impossível, todos estavam ocupados demais prestando atenção no festival e curtindo o mesmo, então como fui descoberta??

- Você se parece cada vez mais com a sua mãe – Fui tirada dos meus pensamentos quando minha avó começou a falar

- Vovó como sabia que estava aqui vovó?

- Na primeira apresentação da sua mãe como aprendiz de sacerdotisa ela também tentou fugir porque estava assustada assim como você está agora – Ela falou se aproximando de mim – Rin é normal se sentir assustada com alguma coisa mais não é certo fugirmos disso

Quando minha avó falou isso imediatamente abaixei a cabeça e todo o medo deu lugar agora a vergonha. Vergonha de mim mesma por ter tentado fugir e de ter conseguido falhar nisso.

- Vovó eu não queria fugir, eu estada assustada só em pensar em todas estas pessoas me olhando incluindo o papai – Falei mantendo minha cabeça baixa – Eu não quero decepcionar ele ou a mamãe e muitos menos as pessoas da vila, eu não tenho coragem para continuar com isso – Nesse momento lágrimas já começaram a se formar nos meus olhos, mais não permite que nenhuma delas saíssem

- Sua mãe disse a mesma coisa quando tentou fugir mais Rin quero que saiba que não irá decepcionar ninguém muito menos a sua mãe, você sabe como ela te ama e seu pai também e coragem minha neta você tem de sobra não se preocupe quanto a isso querida – Ela falou levantando meu rosto e passando a mão na minha bochecha limpando uma lágrima que saiu sem minha permissão

- A mamãe conseguiu se apresentar?

- Claro que sim, sua mãe estava tão linda quanto você naquela noite e quando começou a dançar todos ficaram hipnotizados de tanta beleza e graça nunca vista naquele palco até hoje, porque tenho certeza que você fará igual a ela, afinal vocês foram treinadas por mim – Comecei a rir nesta última parte e percebi que não estava mais assustada ou com medo, eu diria até que estou ansiosa por me apresentar e brilhar naquele palco igual a minha mãe

- Vamos vovó não quero me atrasar para a apresentação e logo o papai começará o seu discurso e será a minha vez – Um sorriso alegre já se encontrava no meu rosto e sem demora eu e vovó voltamos e ela estava certa naquela noite eu brilhei como a minha mãe na vez dela e segundo a vovó todos não tiravam os olhos da minha dança e eu fiquei feliz em saber que honrei os esforços deles na preparação do festival e tudo não podia ter sido melhor. Infelizmente foi o último festival que eu passei com a vovó....

 

Rin off (12 anos)

 

Rin on (15 anos)

 

- Este ano o festival foi ótimo, como sempre tudo estava muito bonito e eu dancei como todos os anos desde aquela vez que me impediu de fugir – Soltei uma risada lembrando da cena – Ainda bem que colocou juízo na minha cabeça naquele dia, eu me arrependeria o resto da minha vida se tivesse fugido de forma tão covarde. Você sempre teve razão sobre tudo, apesar de que ainda não acho que tenho tanta coragem assim mais quem sabe um dia eu consiga descobrir realmente aonde está toda a coragem que a senhora dizia ter em mim, agora tenho que ir vou ajudar algumas crianças a plantarem algumas flores na praça da vila, tchau vovó – Falei me levantando de frente do seu túmulo e aproveitei para me despedir na mamãe que estava logo ao lado e corri em direção a praça com  um enorme sorriso no rosto sabendo que não estava sozinha apesar de tudo. Vovó...mamãe eu prometo continuar encantando as pessoas assim como vocês fizeram um dia...

 

Rin off (15 anos)

 

Continua....

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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