História Amantes da dor (Chanbaek - Oneshot) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Personagens Originais
Tags Baekyeol, Chanbaek, Oneshot, Sadomasoquismo, Yaoi
Visualizações 426
Palavras 3.004
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii
Eu espero que gostem
Desculpe qualquer erro
Boa leitura

Capítulo 1 - Novas sensações


Fanfic / Fanfiction Amantes da dor (Chanbaek - Oneshot) - Capítulo 1 - Novas sensações


Somos todos amantes dessa dor, eu poderia simplesmente andar na sua direção, mas não vou fazer isso, quero o caminho mais difícil.

Afinal o seu corpo combina tanto com essas marcas roxas.

Vamos nos queimar enquanto dançamos nessa chuva barulhenta.

Voltando ao início, estamos nos torturando aos poucos, mas já nos apaixonamos por essa sensação, não reclame quando sua pele sangrar.

Largue aquilo que lhe impede, voltando para casa enquanto todos dormem. Sentindo a adrenalina tão excitante em nossos corpos.

Fazendo baixinho para não acordar quem dorme esperando o outro dia enquanto só aproveitamos o momento.

Se um dia lhe falaram que isso errado, saiba que o errado é sempre mais atraente.

Andando pela noite como se não tivéssemos responsabilidades. Eu sei que você não experimentou isso antes, mas apenas venha comigo e vamos ser amantes.

Essas marcas só ficam mais roxas, é difícil segurar a vontade de ter. Se já não estamos em um necrotério é para lá que iremos, eles não entendem a arte da dor.

Sinta o prazer lhe consumir enquanto eu seguro o meu chicote, você pediu tanto para que não fizesse e agora implora por mais. Eu acho que estamos apaixonados pela mesma causa.

Você está implorando por mais e eu não consigo recusar. Pode gritar, essa noite nos pertence, sem preocupações com o que você irá sofrer depois disso, pois todos os dias você só ficará mais marcado por mim.

Porque somos amantes daquilo que nos apaixonamos.

Eu só quero sentir seus lábios.

Por favor vamos para outro lugar, sentir longe dessas pessoas fadadas ao dinheiro.

Vou te ensinar a apreciar.

                         ∆¶∆¶

Pov Chanyeol

Eu estava enlouquecendo, aquela festa inteira ouvindo conversas desinteressantes, e apreciando a beleza do filho do anfitrião.

Aquele menino, de apenas 16 anos sentado ao lado de sua mãe e apenas cumprimentando as pessoas por educação.

Baekhyun é tão oprimido que mal conhece o mundo, poderia rouba-lo e mostrar o quanto tem para conhecer.

Faço negócios com os Byun desde que o seu filho tem 14 anos, e na primeira trocas de olhar com aquele garoto tão frágil quis toca-lo e toma-lo para mim.

- Park Chanyeol! - sou tirado de meus devaneios pelo senhor Byun, que só notara agora minha presença.

- Senhor. - Me curvo educadamente. Ainda estava na entrada daquela grande casa, juntamente com os meus sócios.

- Vamos! Sentem-se e fiquem a vontade, hoje está um ótimo dia para negociar. - Comentou com um sorriso tão falso, quando a peruca que usava.

Sorriu com a mesma animação e volto a encarar Baekhyun, que só sabia me atrair a cada segundo. Aqueles lábios vermelhos, cabelos totalmente escuros, corpo magro, mas tão atraente. Como um garoto de 16 anos faz isso comigo?

Pov Baekhyun

Me encontrava em mais uma festa de negócios do meu pai, eu não odiava aquelas festas, pois era o único momento em que meu pai não brigava comigo de alguma forma.

Sorria para as pessoas, mas meus olhos só queriam se fechar e cair em sono profundo na minha amada cama.

Aquele ambiente cercado de falsidade só me fazia querer ir embora para longe de todos. Mas eu não posso nem dizer que estou com sono.

Decido sair para tomar um ar na varanda, mas meu pai me olha feio e eu acabo me sentando novamente.

Meu pai não confiava em mim nem para sair por 10 minutos sem sua companhia. Tinham as regras, e tenho que segui-las fielmente, se não sou castigado.

1° regra: Nunca sair de casa sem sua permissão, ou acompanhante.

2° regra: Não questionar meu pai.

3° regra: Não se envolver com ninguém, meu destino já está traçado, irei me casar com a filha de alguém rico quando completar 18 anos.

4° regra: Não interagir com ninguém na escola para não correr o risco de paixão.

5° regra: Nunca se tornar gay ou amigo de alguém gay.

Meu pai era totalmente preconceituoso, e eu apenas o obedecia, não tinha escolha, não tinha saída, não tinha felicidade.

Será tão ruim assim sentir atração por um homem?

Sinto alguém olhando para mim e acabo cruzando meu olhar com um homem, que aparentava ter uns 25 anos com cabelo vermelho, ele era extremamente bonito, ainda mais com aquele terno.

Seus olhos negros pareciam me devorar por inteiro, mas não conseguia desviar, algo tão desconhecido estava me chamando a atenção. Ele parecia cheio de desconhecido.

Meu rosto obviamente já estava corado, só de saber que aquela pessoa estava com o olhar sobre mim, me encarando com tanto... Desejo?

Meu pai chama por meu nome e o meu corpo clama para voltar a prestar atenção em quem me encarava.

- Por favor, meu filho, responda quando eu falar com você. - Pediu com um sorriso ameaçador. Seus convidados bebiam e conversavam tão tediosamente.

- E-eu sinto muito. - Abaixo a cabeça. Observo de canto de olho, mas aquele homem não estava mais lá.

Me pergunto aonde ele foi, a festa estava tão lotada que nem se eu levantasse conseguiria acha-lo naquela multidão.

Mas por que eu estava tão interessado naquela pessoa? Ele era só mais um convidado certo? Nada a mais que isso.

Sinto uma mão em meu ombro e logo me preparo para pedir desculpas caso não prestei atenção no que disse.

- Perda... - Aquele homem estava ao meu lado sorrindo falsamente para o meu pai que retribuiu.

- O que deseja senhor Park? - Perguntou fitando o contado do maior com meu ombro.

- Quero apenas conversar com o seu filho, ele parece tão inteligente, queria alguém assim na minha empresa. - Engasgo com a minha própria saliva ao ouvir sua fala. Não aguentaria ficar no mesmo ambiente que ele. Meu corpo tremia com seu simples toque.

- Perdoe-me senhor, mas não posso ir agora. - Falo com dificuldade, mesmo sentindo algo me empurrando para seguir o de cabelos vermelhos.

- Vá Baekhyun, sem mas! - Brigou meu pai, fechando o rosto, com aquele olhar de "me aguarde", como se eu tivesse culpa de ser chamado por alguém.

- E-esta bem. - Me amaldiçoei por dentro pelo fato de ter gaguejado. Por que sou estou fraco perto de um estranho? - O que deseja comigo senhor? - Pergunto assim que chegamos na parte da frente da casa, onde só havia vários carros.

- Sempre tão ingênuo, Baekhyun. - Respondeu se apoiando em um carro, a qual eu não tinha ideia do nome.

- P-por que diz isso? - Abaixo a cabeça, sentindo braços envolverem meu corpo. Paraliso, sem conseguir me mexer.

- Por que você não conhece a vida. - Sussurrava tão perto dos meus lábios, quase se tocando. Tão errado, mas não conseguia desviar ou pedir para parar. - Você está tremendo, está com medo? - Meu corpo se arrepiou com aquela voz. Por que eu estava assim? Ele é um homem! Não posso sentir coisas por ele.

- P-por favor, me solte. - Peço colocando minhas mãos em seu abdômen, tentando impedir que se aproxime mais.

- Seu corpo não diz isso, é apenas o seu sentido de certo ou errado. - Seu hálito quente bate contra a pele sensível de meu pescoço. Eu não poderia fazer isso, mas eu estava entrando em colapso.

- M-me solte, é errado. - Insisto com a voz falha, um beijo foi deixado em minha pele, agora arrepiada, me controlei para não arfar.

- O errado é sempre mais atraente. - Marcas iriam ficar na minha cintura, que estava sendo apertada sem dó. Uma dor curiosamente gostosa. Se o meu corpo já não tivesse cicatrizes das diversas vezes que o meu pai me bateu.

- Eu tenho que voltar, se não o meu pai v-vai... Ele vai... Me bater. - Além dos beijos mordidas me atrapalhavam a falar. Eu sou tão fraco!

- Eu que deveria fazer isso. - Respondeu descendo suas mãos até minha bunda, então me afasto, mesmo que meu corpo não queira, isso era errado.

- A-acho melhor e-eu entrar, senhor Park. - Aviso corado, me direcionando até a porta rapidamente.

- Você não quer conhecer o mundo, Baekhyun? - Perguntou calmamente, me fazendo congelar. A coisa que eu mais queria era poder sair, sem meus pais. Conhecer o mundo, sem as grades que me prendiam.

- Claro que eu quero, mas eu não posso. - Respondo me virando novamente para o de cabelos vermelhos.

- Por que não? Afinal seu pai não vai descobrir, e se desconfiar, eu ponho a culpa em mim. Você não vai ser afetado. - Disse se aproximando de mim, e acariciando minha bochecha.

- Você me promete que voltaremos logo? - Pergunto com medo.

- Voltaremos enquanto todos dormem, nem vão ouvir. - Respondeu descendo a mão pelo pescoço alvo, ainda pouco marcado.

- Você é louco, mas primeiro qual o seu nome senhor Park? - Tratei-o como meu pai, recebendo um sorriso de lado em resposta.

- Park Chanyeol. - Respondeu pagando na minha mão e me levando ao seu carro.

- Para onde vamos? - Indago ainda receoso. Estava com medo do meu pai.

- Vamos amar. - Me questiono sobre a resposta que recebi, mas não me importei, apenas observei as ruas pouco movimentadas de Seul. Luzes e mais luzes atraentes e convidativas.

Tudo tão chamativo, a noite lhe chamava para viver como se fosse fácil simplesmente deixar o mundo e se entregar a luxúria. Mas será tão errado assim viver no prazer?

Aquelas luzes mais atraentes que o próprio sol, tão erradas, aquelas risadas tomadas pela bebida. O carro se movimentava rápido em direção a um lugar mais afastado do centro.

Por que eu estou seguindo um estranho? Não faz sentido, mas tudo é tão agradável. Como se me consumisse aos poucos.

- É lindo não é? - Perguntou o maior parando em um prédio incrivelmente alto, dava para ver todo pecado que Seul era a noite. Te chamando para o errado.

- É perfeito. - Respondi suspirando, eu estava ciente de que aquilo estava sendo um mundo sem volta. Viciante.

- Você vai sentir o que é viver Baby. - Fui levado até o elevador e não deixei de notar de que Chanyeol clicou no último andar, ele morava na cobertura.

Braços me envolvem, e as minhas costas se encontram com a parede em uma dor agradável, os lábios do maior se encontraram com os meus, uma sensação estava me consumindo, algo simplesmente maravilhoso.

Nossas línguas travavam uma guerra dentro de nossas bocas, puxava seus cabelos com força, e minha cintura já estava marcada.

O elevador para e a porta é aberta por uma senha.

A sala tinha uma janela que dava a vista para toda Seul, não eu não podia, aquilo era errado.

- C-Chanyeol, isso é errado. - Falo, mordendo os lábios que já estavam inchados.

- E quem se importa com o errado, pequeno? É tudo questão de sentir, você vai implorar por mais, você vai amar, vai se apaixonar. - Seu jogado contra parede vidro enquanto aquelas palavras eram profonadas.

Meu corpo estava clamando por mais, mas meu senso ético dizia que era tão errado. Mas por que o errado é tão bom?

- Pelo simples fato de ser errado. - Respondeu rente ao meu ouvido, como se lesse os meus pensamentos só olhando em meus olhos.

Os olhos de Park eram tão indecifráveis que era difícil conter a vontade de ir a loucura.

- Vamos Byun, apenas enlouqueça comigo. - Pediu, passando a mão por meu corpo, queria gritar, gemer, e beija-lo de novo.

- Por que está fazendo isso? - Pergunto me contorcendo contra a parede de vidro, sentido a pele sensível do meu pescoço ficar marcada.

- Porque eu te desejo a tanto tempo, todas as festas, todos os lugares, eu só quero você, isso me levou a loucura, e você vai junto comigo. Não quer isso? - Dava pausas para me marcas de todas as formas possíveis. Já não ligava mais, deixei-me entregar, gemendo baixo.

A minha resposta foi arranhar seus ombros. Minha pele entrou em contado com a vidro gelado atrás de nós quando minha blusa foi rasgada e arrancada de meu corpo.

- Você é exatamente como eu imaginei, com a pele tão frágil que um simples aperto marca. Você não acha que você combina tão bem com roxos? - Perguntou me fazendo arregalar os olhos. O que ele quis dizer com isso?

- Você vai me b-bater? - Pergunto afastando um pouco nossos corpos que estavam quase se fundindo de tão próximos.

- Você vai gostar, eu prometo. - Os beijos e as sensações voltaram, eu estava me rendendo muito fácil, como se não me importa-se com as consequências.

Fui carregado e por reflexo coloquei minhas pernas em volta de sua cintura, fechando os olhos com o contado de nossos membros já despertos.

Ouvi um barulho de porta se abrindo, estava em um quarto totalmente preto com branco, e, assim como a sala, com uma grande janela.

- O que é isso? - Pergunto me referindo as amarras na cama que fui colocado.

- O que você vai usar hoje. - Sou deixado carinhosamente sobre a superfície fofa.

Já estávamos apenas de boxers quando percebo minhas mãos serem amarradas, os lábios que caminhavam por meu corpo não me permitiam advertir ou contradizer.

Estava viciando naquela sensação, e só perdi totalmente minha ética quando um beijo foi deixado em meu membro coberto pelo leve tecido, enxergado de pre-gozo.

- O-o que está fazendo? - Pergunto vendo o maior levantar e pegar um chicote.

- Te mostrando novas sensações. - Responde deixando uma chicotada na minha barriga, aquilo doía tanto, mas era tão bom. - Fale que é meu. - Manda e eu apenas grito com mais um golpe na parte interna da minha coxa. - Fale! - Mais forte, mais dor, mais prazer.

- Sou seu! - Respondo alto, ganhando um beijo no mesmo lugar, como forma desculpas.

- Está gostando? - Minha cueca é arrancada para fora, solto um gemido alto aliviado. Chanyeol começa com os movimentos de vai e vem com a mão, e depois põe em sua boca. Por que tão bom?

Solto palavras sem nexo em busca de não gritar ou acordar todos prédio.

- Olhe para cá! - Ordenou e eu volto meu olhar para o seu. Park me encarava enquanto me dava prazer, e meus olhos eram apenas uma fresta aberta, minha boca não fechava, deixando os gemidos sairem .

Finalmente sinto meu corpo contrair, jogo a cabeça para trás e grito, meu orgasmo havia chegado.

- Você quer apanhar mais? Quer? - Perguntou ficando por cima de mim, passando seus dedos levemente por mim cintura, agora já roxa, por entre as minhas coxas, e aquilo só me deixava mais ofegante. - Eu gosto tanto de ouvir sua voz, baby, me responda.

- Eu quero, me bate! - Respondo, arqueando as costas com o tapa desferido em minha bunda.

- É assim que eu gosto. - Comentou apertando o local, prolongando a ardência.

Dois dedos são colocados em mim sem aviso, mordo o lábio saboreando o gosto ferroso em minha boca.

- Me chama de daddy, baby, chame por mim muito alto. Implore! - Pronunciava pausadamente entre as estocadas. A minha ereção já tinha voltado, só com aquelas palavras.

- Daddy! Me fode! - Grito quando mais um dedo foi colocado. A dor não era tão incomoda, era até reconfortante.

- Com prazer, bebê! - Respondeu retirando os dedos, deixando um aperto forte em minha bunda.

Posiciona seu membro em minha entrada e entra com tudo. Grito seu nome tão alto que até os vizinhos do outro andar devem ter escutado.

As estocadas começam, e eu clamava por mais, precisava de mais, o momento mais prazeroso da minha vida, nunca alguém me tocou assim, me sentia no paraíso mais pecador que já vi.

- Mais... rápido. - Pedi entre gemidos, o corpo de Chanyeol era invejável. Não tão malhado, mas também não era tão magro.

Os arfares roucos que o maior soltava só alimentava a ideia de eu nunca mais voltar para casa, aquele ambiente que me perdia ao que eles consideram certo.

- Geme mais alto, baby! - Pronunciou começando uma masturbação em meu membro na mesma velocidade rápida das estocadas.

Pouco tempo depois já tinha me desfeito nas mãos do maior. Em seguida sentindo o líquido quente dentro de mim.

Respiro ofegante atrás de ar, sinto a respiração de Park bater no meu pescoço, fazendo meu corpo se arrepiar.

As amarras foram retiradas e finalmente pude arranhar as costas alheias novamente.

- Você quer de novo? - Perguntou sorrindo malicioso, e eu apenas concordei, não conseguia pronunciar uma só palavra, estava entregue.

Sinto braços carinhosamente envolverem minha cintura, meu corpo estava ainda dolorido das chicotadas prazerosas que eu levara.

Me sento no colo de Chanyeol, suas mãos passeavam lentamente por meu corpo. Começando devagar novamente, e depois acelerando, nossos corpo esquentando aos poucos, o prazer sendo espalhados por mordidas e tapas.

A pouca luz vinha de trás do corpo Park, iluminando minimamente o quarto tão espaçoso.

Rebolei com os apertos deixados em minha coxa, levantando um pouco com a força usada. Sua língua quente deixava marcas em meu pescoço, que deixavam claro que eu o pertencia.

Assim como minhas unhas faziam o trabalhos de deixar sua pele vermelha e levantada.

Então me sento em seu membro já desperto novamente, meu interior se comprime com o prazer invadindo meu corpo novamente.

- Ah Baekhyun, eu te desejo a tanto tempo. - Falou entre gemidos, de olhos fechados e eu apenas apreciando aquele rosto tão consumido por sensações.

- E agora eu sou todo seu. - Respondo aumentando a velocidade por conta das mãos do maior ditando os movimentos.

Gozei pela terceira vez quando senti o ápice de Chanyeol chegar. Nós deitamos na cama, fecho os olhos tentando compassar minha respiração.

- Meu pai irá me matar amanhã. - Pronuncio depois de me acalmar, o medo voltara junto com a minha possível sanidade.

- E quem disse que você irá voltar? - Perguntou me puxando para perto de si.

- Eu não posso ficar aqui, Chanyeol. - Respondo olhando o maior que me fitava com aquele olhar tão dominador, me tirando do sério.

- Fique comigo, Baekhyun. Eu sei que você amou, em sua casa você só irá sofrer. - Adverte acariciando meu cabelo, nem pareciam os toques brutos de momentos atrás.

- Isso não é certo. - Sussurro abaixando o olhar.

- Não precisamos ser certo. - Levanta meu rosto com os dedos, me obrigando a encara-lo, mas então os rostos se aproximaram e os olhos se fecharam. Nos beijamos lentamente e estranhamente apaixonados.


Notas Finais


Obrigada por lerem
Tchau tchau


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