História Amar é um crime pt 2 - CHANGE MY LIFE (Jimin) - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Rosé, V
Tags Bts, Jimin
Exibições 33
Palavras 1.537
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltamosssssss
Agora continua mesmo, prometooo
Boa leitura <3

Capítulo 12 - XI - Stuck


Fanfic / Fanfiction Amar é um crime pt 2 - CHANGE MY LIFE (Jimin) - Capítulo 12 - XI - Stuck

[CHAE]

Nunca imaginei quantos quartos haviam em apenas um andar daquele reformatório. As imagens eram tão monótonas que parecia que eu e Kim estávamos andando em círculos, porém os números nas portas indicavam que eram apenas celas novas. O silêncio que se instalou entre nós quando começamos a ir em direção à sala preta estava me incomodando, confesso, mas foi de me surpreender pelo fato de que havia tantas perguntas em minha cabeça e eu não soltei nenhuma.

- Você está aqui há muito tempo? – a voz do rapaz interrompeu meus pensamentos.

- Ah, han? Digo, não. Uns dois meses acho... – respondi, confusa. Kim assentiu com a cabeça. – Acredito que você esteja há bem mais.

- 4 anos. 2 como soldado, 2 como prisioneiro. – disse ele, direto, e após mais alguns passos parou repentinamente, virando sua cabeça para mim. – Espere, Lee Min é sua amiga, certo?

- S-sim... por que?

- Você é a Rosé? – ouvir esse nome sempre desperta algo em minha espinha, fazendo-me prender a respiração.

- Sou... como sabe? – sua expressão ficou um pouco dura.

- Então... foi você que colocou ela aqui dentro. – disse baixo, mas o suficiente para eu ouvir.

- Foi isso que ela disse? – perguntei, fria. – Escuta, a culpa não foi totalmente minha, mas mesmo assim me arrependo. Agora, se durante todos esses anos ela ainda pensa isso de mim, então com licença, vou voltar para minha cela. Parece que ela não quer me v... – comecei a andar, porém Kim segurou meu pulso, com a cabeça baixa.

- Por favor. Ajude-me. – disse, tímido. – Ela não te odeia. Isso foi nos primeiros dias que começamos a conversar. Depois de um tempo ela começou a falar coisas boas de você, e como queria que você estivesse lá com ela. – senti meus olhos repentinamente começarem a lacrimejar. – Teve um dia que... – Kim apertou seus olhos, tentando apagar alguma lembrança. – quando a sala foi ativada, ela gritou. Ela gritou por você, Rosé. – uma lágrima finalmente caiu sem minha permissão. – Então por favor, me ajude a salvá-la. Não tenho nenhuma relação com você, não precisamos ser amigos, só me ajude. Eu a amo mais que tudo. – com isso, soltou meu pulso e, cabisbaixo, voltou a andar.

- Espere. Eu vou. – ele se virou pra mim e deu um leve sorriso triste, e então continuamos nosso percurso.  

~~

Após bons trinta minutos de caminhada até o último andar, no caso o oitavo, chegamos em um lugar com apenas 4 portas. Duas pareciam portas comuns, como a de minha cela, e uma era pintada de dourado, com a palavra “Tenente” escrita nela. Já a última, era de dar arrepios. Não basta o nome ser “Sala preta”, a porta também era preta. Continuei a andar em direção a porta, até perceber que não estava mais acompanhada. Virei-me para trás e avistei Taehyung parado, com os olhos cheios de medo encarando a porta.

- Você... está bem? – Perguntei, baixo, mas Kim não movia um músculo. – Ei... – me aproximei dele e peguei sua mão.

- Eu... eu sai dessa sala há quarenta minutos, depois de dois anos. E já estou voltando para ela. – disse enquanto continuava encarando a porta.

- Mas estamos indo salvar Lee Min, você não será um prisioneiro de novo. – ofereci um sorriso amigável quando Kim finalmente olhou para mim, e sorriu de volta.

Paramos em frente a porta que, igualmente a todas as outras, não tinha maçaneta, apenas um leitor de digitais. Olhei para Taehyung confusa, me perguntando como entraríamos, até que ele tirou algo do bolso. Era aquele adesivo com a digital de Jimin que, por sorte, ainda estava intacto. O rapaz colocou o adesivo no leitor e em poucos segundos a porta estava aberta. Kim respirou profundamente, e então entramos.

A sala era algo que eu nunca imaginei que seria. Todas as paredes eram realmente pretas, e dentro dessa sala havia mais 4 portas, num espaço vazio e grande. Uma das portas estava um pouco aberta, e pude perceber Kim suspirar ao olhar para ela. Era onde ele estava, pensei.

- Lee Min está naquela. – disse o rapaz, duramente, apontando para a última porta, ao lado daquela que estava aberta.

- Colocaram vocês um do lado do outro... por que? – perguntei baixo, pensando alto. Kim escutou.

- Para que pudéssemos ouvir o sofrimento do outro. – virei-me para ele, para tentar confortá-lo, porém algo chamou minha atenção. Um papel colado na porta. Aproximei-me dele sem Kim perceber, perdido nos pensamentos, e um frio em minha barriga logo me atingiu.

- Taehyung que dia é hoje? – ao não obter respostas, me virei para o soldado e percebi que ainda estava perdido. – KIM. – gritei, dando um leve empurrão nele, fazendo-o acordar. – Que dia é hoje?

- 20, por quê? – respondeu, confuso. Uma leve dor em meu coração me atingiu.

- Que... que horas... que horas são? – perguntei, triste.

- Eu... não tenho certeza se meu relógio ainda está certo mas... – ele olhou para algo fora da sala e logo voltou-se para mim. – São 16h. Insisto em perguntar o motivo. – ao ouvir as horas endireitei-me rapidamente e comecei a andar.

- Não temos tempo, vamos! – Kim logo me segurou pelo pulso novamente.

- Espere Chae! – ele me puxou bruscamente para perto dele. Tirou algo do bolso, parecido com uma pedra, e jogou no centro da sala. Não demorou nem 5 segundos para que a pedra tivesse sumido, destruída por alguns lasers.

- O que...

- Lasers invisíveis. Tome cuidado. Pise onde eu pisar, conheço o caminho. – meu coração estava batendo rápido demais ao pensar que há um minuto atrás eu estaria no lugar daquela pedra. Respirei fundo e comecei a seguir Kim. – Mas por que... aquelas perguntas? – pisquei algumas vezes tentando organizar meus pensamentos.

- “Dia 20: às 16h15, sala 4, última ativação. Bombas de gás. Fim do confinamento.” – disse, triste, as palavras que estavam naquele papel. Kim parou no mesmo instante.

- F-fim!? Céus... Vamos logo! – a tensão de termos 15 minutos para tirar Lee Min daquela sala, antes que as bombas de gás fossem jogadas ali dentro, tomou nós dois.

Começamos a apertar nossos passos, com cuidado, até que por algum descuido pisei fora do lugar, e um laser fez um corte em meu braço. Kim logo agarrou-me para que eu não caísse, e em poucos segundos estava amarrando sua camiseta em torno de meu braço, para parar de sangrar. Kim estava mais desprotegido que eu naquele momento, sem camiseta.

- Tome mais cuidado. – disse, apreensivo.

- Kim você não pode ficar s...

- Não se preocupe comigo. Nada é pior do que estar naquela sala.

- Mas está congelando aqui.

- Nada. Nada é pior. – disse duro, dessa vez.

Continuamos nosso caminho, um pouco preocupados com o tempo passando, até que finalmente chegamos em frente à porta de Nº4. Um frio na barriga atingiu nós dois, porém dessa vez foi causado por uma brisa real. Tão forte que fechou a porta de entrada. Kim entregou-me o adesivo para que eu libertasse Lee Min, e voltou para a porta de entrada, para vigiar o lado de fora e tentar desativar os lasers. Jogou um olhar de confiança à mim, e sumiu de minha vista.  

Coloquei, cuidadosamente, o adesivo no leitor e em poucos segundos a porta estava aberta. Havia uma certa neblina dentro da sala, coisa que Kim havia me dito que teria, porem logo pude ver uma figura sentada no canto daquela sala. Havia vários compartimentos na sala, que me davam arrepios por saber o que saiam deles toda vez que a sala era “ativada”, como Kim havia me contado. Corri para dentro e alcancei a garota encolhida no chão. Abracei-a com toda a minha força, mesmo que ela ainda não me reconhecesse.

- R... Rosé? – perguntou, com a voz muito fraca.

- Eu vim te salvar Lee. Vamos sair daqui logo. – comecei a levantar, porém tudo que ela fez foi me puxar para um abraço mais forte.

- Obrigada. – disse em lágrimas. – Mesmo.

- Bem... a ajuda veio de outros também. Jimin... e Kim. – seu olhar arregalou logo que ouviu o segundo nome.

- Ele... ele esta aqui? Ele conseguiu escapar?

- Sim. E está esperando lá f...

- O laser está desativado! Mas eu tenho que ficar segurando, então venham logo! – fui interrompida pelas palavras de Kim vindas do lado de fora.

- É Tae? – perguntou Lee, com os olhos brilhando. Assenti com a cabeça e ela logo sorriu enormemente. Ajudei-a a levantar, e ela logo saiu correndo para o lado de fora. Fui atrás dela, porém antes de sair da sala 4 o cadarço de meu tênis ficou preso em algo no chão. Um dos compartimentos. De onde eu estava podia ver a porta de entrada, e consegui ver os dois se abraçando. Por alguns segundos me preocupei, visto que Kim havia soltado aquilo que fazia os lasers desativarem. Mas foi aí que a preocupação virou desespero. Aquela brisa retornou. Fechou a porta de entrada, trancando os dois para fora da sala. Fechou a porta da sala 4, trancando-me dentro dela.

Foi aí que pude ouvir um alarme diferente dos que eu estava acostumada. Apenas duas coisas vieram em minha cabeça.

Agora são 16h15.

E o adesivo está do lado de fora.


Notas Finais


ou seja, fodeu bruxao.
Já voltei com as treta uheheuhehue parei
adoro
Booom espero que tenham gostado, e que tenha recompensado o mês sem fic.
Beijinhos, amo voxeis


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