História Amar é um crime pt 2 - CHANGE MY LIFE (Jimin) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Rosé, V
Tags Bts, Jimin
Exibições 84
Palavras 1.539
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Como prometido, ta aí.
Jimin ta mt gostoso nessa foto só queria falar isso mesmo
bjao
boa leitura 💘

Capítulo 9 - VIII - True story


Fanfic / Fanfiction Amar é um crime pt 2 - CHANGE MY LIFE (Jimin) - Capítulo 9 - VIII - True story

Amor. Uma simples palavra de quatro letras, mas quando interpretada como sentimento traz consigo inúmeros outros conflitos para se lidar. Minha cabeça, por exemplo, com a entrada desse “simples” amor, virou um quebra-cabeças de muitas peças, que a cada dia resolvo uma parte com as dicas que Jimin me dá. Sinto-me também num jogo de caça-palavras da realidade, buscando as palavras certas para encaixar numa nova palavra-cruzada chamada vida. Porém essa vida seria a nova que estava passando depois de conhecer Jimin. Ou então... reencontrar?

~~

Abri meus olhos lentamente, como se fosse difícil realizar aquele ato. Estava ainda um pouco desnorteada dos pensamentos que tive antes de apagar completa e inesperadamente em plena manhã, além do sonho que acabara de ter. Acordei, sobretudo, com um leve sorriso no rosto, talvez pelas ideias, acreditava eu, falsas presentes no sonho. Por alguns segundos pensei ainda estar sonhando, porém ao esfregar meus olhos, desembaçando a vista, percebi que de fato havia alguém encostado na porta fechada. Meu sorriso desapareceu por meio segundo, devido ao susto, porém logo reapareceu só por identificar a pessoa parada ali.

- Isso já está virando perseguição. Posso te denunciar, sabia? – disse, em tom de brincadeira, sem fazer contato visual direto com o rapaz que estava começando a se aproximar. Não demorou para que Jimin estivesse sentado ao meu lado.

- É uma pena você não poder fazer isso aqui de dentro. – Jimin disse, também, em tom de brincadeira, logo envolvendo um de seus braços por meus ombros e depositando um beijo tranquilo em minha bochecha. Nós dois já fazíamos até piadas de nossa situação. Eu, aprisionada ali, e ele aprisionado ao trabalho. Já que era tudo que tínhamos, deveríamos aproveitar aquilo de alguma forma. – Mas não pense em sair daqui sem mim. – virei minha cabeça ao ouvir aquelas palavras, fazendo com que nossos olhares fossem conectados. Por algum reflexo ou algo do tipo, acabei desviando meu olhar para seus lábios. Não era minha intenção, admito, apesar de minha vontade ser grande. Nossos rostos estavam realmente muito próximos, e estava sendo difícil segurar. Antes mesmo que eu pudesse tentar me controlar, Jimin pousou sua mão livre em meu pescoço e puxou minha cabeça para um beijo calmo e apaixonante. Não foi demorado, mas foi o suficiente. – Você estava demorando. Tive que fazer algo. – disse sorrindo. Abaixei minha cabeça, envergonhada, porém automaticamente mordendo meu lábio inferior.

- Mas então... ex-alguma-coisa... – ele logo soltou um riso nasal ao ouvir essas palavras. – O que te trouxe aqui dessa vez? – voltei meu olhar para ele, agora um pouco mais dominante de minhas vontades. Pude ver seu sorriso intenso se formar.

- Digamos que fiquei preocupado. – olhei-o agora com uma feição curiosa, confusa.- Você não respondeu meu bilhete. – arregalei meus olhos ao me lembrar daquilo. Fiquei tão ocupada perdida em meus pensamentos que acabei não respondendo. Jimin riu. – Não pensei que você voltaria a dormir. Foi tão entediante assim meu bilhete? – fez um pequeno bico. Desviei o olhar automaticamente, segurando o riso.

- Para com isso. – disse, sentindo-me provocada, porém sorrindo por dentro.

- Parar com o que? Isso? – estendeu sua cabeça para que eu pudesse ver novamente seu bico. Claramente ele estava se divertindo com meu sofrimento devido à sua provocação.

- Ah, Jimin! – rindo, levantei, numa tentativa de fugir daquela criança grande que me dava vontade não só de apertar as bochechas ou brincar, mas de fazer algo a mais. Antes que pudesse sequer dar um passo de pé ele se levantou também, movimentando rapidamente sua mão e pousando-a em minha cintura, me puxando bruscamente para perto de si e arrancando uma risada de mim, como se aquilo fosse um pega-pega de gente adulta.

- Você não vai escapar de mim.  – disse com um olhar e sorriso sedutores, com seu rosto a alguns centímetros de distância do meu. – Nem disso. – fez o bico de novo.

- Ah, quer saber? – disse, já totalmente vencida pelas provocações dele. – Não quero fugir mesmo. – sorri e então pousei minhas mãos em seu pescoço, roubando dele um beijo intenso.

Confesso que tudo estava acontecendo muito rápido, e eu mal conseguia acompanhar a situação. De uma hora para outra me transformei de fria para apaixonada. Transformei o rapaz da porta no garoto por quem estou apaixonada. Transformei uma cela em um lugar que eu não quero sair. Pelo menos não sem ele vir junto.

- Bom saber que não sou só eu que tenho atitude. – Jimin disse com um sorriso de lado, após nosso beijo ser separado, novamente. Tenho certeza de que corei, porém estava confiante de minhas ações.

Jimin ficou alguns segundos admirando o teto, naquele silêncio estranho de se ouvir. Nos separamos, então, depois de ambos voltarmos para a realidade, e então por algum motivo não identificado sentamos no chão, e não na cama.

- Ahn... você não respondeu minha pergunta. – ele disse, enfim quebrando o estranho silêncio causado por minha descrença de que aquilo tudo estava realmente acontecendo.

- Que pergunta? – perguntei, realmente tentando me lembrar do que estávamos falando antes do beijo, porém sem sucesso.

- Meu bilhete estava tão entediante assim? – sorriu. Revirei os olhos e dei um leve tapa em seu ombro, sabendo que ele estava falando em tom de deboche.

- Tão entediante que não tirei da cabeça até agora, Sr. Ex-alguma-coisa. – provoquei-o, respondendo seriamente à sua pergunta. Ele pareceu um pouco surpreso, porém antes que pudesse falar algo interrompi-o. – Aliás... você também não terminou de responder a minha. – ele me olhou confuso. – Se você só estava preocupado, por que após ver que eu estava bem você não saiu? – ele sorriu, um tanto quanto tímido.

- Não consegui sair. – pousou seus olhos direta e fixamente nos meus. – Você estava com um sorriso tão sincero que fiquei alguns minutos tentando decifrá-lo, e não consegui desviar a atenção para nada mais além daquilo. – sorri, dessa vez sendo eu a tímida. – Posso... saber o motivo do sorriso? Não que eu já não saiba que eu estou envolvido, mas só pra conferir... –  dei outro tapa e ele riu.

- Exibido. – ele sorriu e me roubou um selinho rápido. - Foi de uma coisa que a irmã da minha antiga melhor amiga me contou...

Flashback

"- Rosé, você sabe que a minha irmã foi pro reformatório, né? – disse a irmã.

- Lee? Lee Min? A minha Lee? Mas... o que aconteceu? – perguntou Chae, incrédula.

- Poxa... achei que soubesse. Ela foi pega em alguma das besteiras que você incentivou ela a fazer. – disse a irmã num tom irônico, botando a culpa exclusivamente em Chae. – Desde então ela está enjaulada em algum lugar que nem a gente sabe onde é

- Por isso ela sumiu... – Chae disse baixo, tentando raciocinar. – Mas.. você sabe se ela está bem?

- Pois bem... é disso que eu quero falar. Ela me mandou uma carta, não sei como conseguiu, mas mandou. Ela está perdida lá dentro. Talvez mais encrencada do que estava aqui fora. – fez uma pausa, como de não quisesse se lembrar do que estava na carta. – A princípio eu não acreditei, mas ela contou que se apaixonou pelo soldado que vigiava sua porta, apenas por conversas diárias. Bom... até ai estava tudo bem. Até o Tenente descobrir e... os dois se encrencaram, Rosé. Ela me disse que não sabia para onde os levariam, ou o que aconteceria, mas ela sabia que era perigoso. Não sei nem se... nem se ela ainda está viva. – Chae fechou os olhos, tentando não acreditar naquilo tudo. – Quer saber mais? Isso tudo é sua culpa.

Flashback off

Ao terminar de contar o sonho estava um tanto quanto tensa por lembrar das duras palavras da irmã de Lee Min, porém ainda sorria assim como estava enquanto dormia, pois ainda acreditava ter sido uma farsa para tentar me incriminar de alguma forma.

- Eu achava absurdo isso de se apaixonar por um soldado mas... veja bem, aconteceu comigo, não é mesmo? – sorri, enquanto Jimin sorria um pouco menos. – Bom... mas aposto que a segunda parte já é loucura. Apenas para me colocar medo ou culpa.  – Jimin agora estava quase completamente sério.

- Chae... a irmã dessa sua amiga falou o nome do soldado? – perguntou, como se pensasse em algo sério.

- Não. Minto, falou! Droga, não consigo me lembrar... – fechei meus olhos para tentar me lembrar. – Ah... era Ta... Te...

- Taehyung... – Jimin falou baixo, porém o suficiente para eu ouvir.

- Isso... como você sabe? – ele voltou seu olhar para mim, agora serio e preocupado.

- Chae eu... eu sinto dizer. Taehyung era um amigo meu aqui dentro e... creio que sua amiga esteja com ele na sala preta há dois anos.

- Sala... preta? Não estou entendendo...

- A história é real, Chae. Sua amiga está viva. E agora que me lembrei disso, nós temos duas opções.

- Diga logo, Jimin. – disse, tensa.

- Ou corremos grande perigo. Ou tentamos salva-los e fugimos daqui.

   


Notas Finais


começou as treta tudo
enfim espero que estejam gostando, posto essa semana ainda só n sei quando.
não esqueçam da minha meta, favoritem pra me ajudar por favor 💘
até o proximo capítulo, saranghae 🌈


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