História Amar pode Doer - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigas, Brigas De Família, Casamento Arranjado, Drama, Gravidez, Irmãos, Romance
Visualizações 8
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Esse é o Miguel 😲😲😍😂😂

Capítulo 7 - Nada de mais...


Fanfic / Fanfiction Amar pode Doer - Capítulo 7 - Nada de mais...

Por um breve momento meu cérebro desliga, ele está aqui, perto dos meus amigos... ele vai acabar arruinando tudo. Calma, respira Daph.

- do que vocês tavam falando? - coloco a Dassa no chão.

Essa menina não tem mais idade para ficar no colo por muito tempo não. Estalo a coluna e encaro meus amigos.

- sobre o seu amigo maravilhoso que tem um carro enorme e se ofereceu pra levar a gente - Maria sorri animada.

Outra que detesta ônibus, por que todos detestam os ônibus?

- ahhh sim... oi Maurício - sorrio um tanto amarelo.

- oi Daph, oi Dassa - ele se abaixa e a Dassa corre para abraça-lo.

- tio Mau - ela passa seus braços pelo pescoço dele que retribui.

- bom, se a gente pretende sair hoje, então vamos logo né? - Miguel começa a ficar impaciente.

- certo, vamos. Fiquem a vontade - Maurício coloca a Dassa no chão e entra no banco do motorista.

- até que ele não disse nada comprometedor - Lana sussurra e depois rodopia até o carro.

Ficamos assim: Maria no colo do Miguel, Lana no colo do J.P, eu no banco do carona, o Maurício dirigindo e a Dassa em uma cadeirinha. Coisa que eu achei muito estranho, afinal não fui eu quem trouxe aquilo, a não ser que o Maurício tenha se preparado aquilo é bem esquisito. Mas não é nada que seja da minha conta.

Passamos o caminho todo cantando músicas em "inglês", e por aquele breve momento deixei tudo de lado e tentei começar a enxergar o Maurício como uma pessoa minimamente do bem. Coisa que não deu muito certo, mas não foi nada com o que eu não soubesse lidar.

Depois de 20 minutos na estrada chegamos no parque, o que foi um alívio, não aguentava mais ouvir as reclamações do J.P sobre como a Lana é pesada ou a briga entre o Miguel e a Maria sobre qual o nome do shipp do J.P e da Lana, sem falar nas diversas perguntas da Dassa para saber se já tínhamos chegado.

- pronto crianças, agora é só se divertirem - saio do carro com minha bolsa e vou tirar a Dassa da cadeirinha, já que os meus amigos maravilhosos saíram correndo quenem loucos pela trilha.

- seus amigos são divertidos - Maurício tira uma mochila de dentro do porta malas.

Seja educada Daphne, pelo menos hoje.

- é, eles são uns fofos - pego a Dassa no colo e seguimos para a trilha.

- então esse é o seu ocupada com a escola? - ele tenta puxar assunto enquanto caminhamos, já que a Dassa se entreteu com uma mecha do meu cabelo.

- ehh... na verdade tô pagando promessa pra uma certa loirinha - ajeito a Dassa no meu colo.

Essa menina deve pesar uns 18 quilos.

- e você não poderia jantar hoje? - ele ergue uma sobrancelha.

Pronto, começou a avacalhar tudo, não dava para você continuar o cara bonzinho que só quer falar sobre meus amigos e a minha irmã? Ou melhor, simplesmente não falar nada?

- Daph, Mau, vocês vem ou não? - Maria aparece um pouco mais acima na trilha.

O ruim de vir ao parque com meus amigos é que eles não vão até a minha cachoeira favorita, esses preguiçosos preferem ficar nas mais baixas. Bando de sedentários pff.

- se você tivesse carregando um serumaninho de 18 quilos você não tinha nem saído do carro - coloco a Dassa no chão - vamos apostar corrida?

- vamooo - ela sai correndo na frente e eu vou atrás.

Essa menina é bem rápida quando quer, tento alcança-la, mas meus esforços são em vão, já que ela chega muito antes de mim.

- que isso hein Daph, levou um pau da loirinha? - Miguel joga a Dassa para cima.

- não vou comentar sobre isso - sento na toalha que eles estenderam e pego minha pêra.

- vamo entrar na água primeiro né? - Lana sorri.

Essa menina parece uma sereia, não pode ver um rio que já se joga.

- vamos - todos concordam, menos eu.

- vão na frente e cuidem da Dassa, eu vou ficar por aqui mais um tmpinho - mordo minha pêra.

- ok. Vamo Dassa?- Maria tira o shorts de lycra e a blusa branca, revelando um biquíni de bojo todo colorido.

Depois ela tira o shorts da Dassa e as duas correm para a cachoeira, que fica a uns 4 metros de distância, porém com a mata um tanto densa é meio difícil ver alguém, só se prestar bastante atenção.

Depois delas foi a vez dos meninos, que estavam com calções pretos simples, depois foi Maurício com um calção branco e por fim a Lana com um biquíni roxo.

Fiquei um tempo observando eles de longe, até que uma ideia maluca me veio a mente, se a Dassa está segura com os meus amigos eu não preciso me preocupar com ela, e se eu não preciso me preocupar com ela eu posso dar uma volta pela mata. Levanto do pano e pego minha bolsa, caso eu precise de alguma coisa. Sem avisar nada a ninguém pego a trilha para ir até minha cachoeira favorita.

Pelo caminho encontro vários macacas, que acabaram se interessando pela banana que eu tinha pego hoje mais cedo e acabaram me seguindo até que eu entreguei para eles. Uma das coisas que eu mais amo nesse parque é o contato com a natureza e a paz que isso trás.

Dep.ois de 15 minutos cansativos de escalada, finalmente cheguei ao meu destino, o motivo para eu amar essa cachoeira é que ela parece um cenário de filme, sem falar que ela tem uma "caverna" por trás da cortina de água. Caminho até um amontoado de pedras e passo por algumas pessoas fazendo churrascos, por aqui isso é bem normal, então não olho muito para as pessoas. Quando chego até o lugar desejado, tiro minhas roupas até ficar de biquíni, guardo-as na bolsa e depois pulo na água.

A sensação da água gelada me deixa com muito frio, mas amo mesmo tempo refrescada. Nado tempo suficiente para me esquentar e decido ir para o "meu lugar secrero", onde sento em uma das pedras e esvazio minha mente. O barulho da água só me deixa mais tranquila ainda, até que ouço o som de alguém emergindo. Abro os olhos e me deparo com as safiras que me deixam desconcertada.

- você tá me seguindo? - sorrio enquanto vejo o moreno sair da água.

- eu que o dia dona Daphne - ele senta ao meu lado, porém um pouco distante - vi você entrando na água e como não lembrei que foi você quem passou o numero e nao eu, vim falar pessoalmente - ele coça a nuca.

- então quer dizer que o senhor esqueceu de mim né? - empurro ele com o braço e quando nossos corpos se tocam sinto uma corrente elétrica.

Deve ser choque térmico, nada de mais...


Notas Finais


Obrigada por lerem. Beijos

P.s: perdoem os erros de português, eu irei arruma-los depois


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