História Amar sem onde - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Visualizações 222
Palavras 2.520
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


E aí galera, desculpem o horário mas vocês sabem como tudo é corrido depois que se começa a ter responsabilidades, não é mesmo?!

Vou responder os comentários do capítulo passado hoje e fixar alguns passados. Me desculpem pelo descuido de não responder vocês, quero que vocês saibam que eu estou lendo tudo. E estou eternamente grata!

Finalmente iremos descobrir o motivo deles não ficarem juntos.

Capítulo 26 - Casamento?


Fanfic / Fanfiction Amar sem onde - Capítulo 26 - Casamento?

Capítulo 25 – Casamento?

Maryann Jacob POV

Não estava muito concentrada. Depois que Justin e Ryan foram embora me senti super estranha. Muita coisa estava rodando na minha cabeça. Não conseguia esquecer tudo que aconteceu. Eram tantas decepções, vindas de uma pessoa que eu diria amar incondicionalmente. 

Eu não culpava Justin por tudo que aconteceu, simplesmente não conseguia. A culpa era minha, quem ultrapassou o sinal foi eu, dirigi acima da velocidade permitida. Descontei minha raiva na velocidade, meu pé apertava cada vez mais o acelerador. Então, a culpa era toda a minha. Fui irresponsável demais. Poderia ter matado um inocente... Eu fiz isso. Matei meu bebê. 

Terminei de guardar minhas coisas e me levantei, colocando minha bolsa nos ombros. Peguei a pasta do notebook e o iPad, indo em direção ao elevador. Estava começando a me sentir nervosa. Quando me sentei no banco do carro, liguei o motor e o rádio, comecei a repensar se estava fazendo o certo. 

Nunca gostei do trânsito nova-iorquino, mas estava agradecendo por estar bem movimentada a avenida. Não iria mais reclamar por isso. 

Estacionei o carro numa vaga na frente do hotel que Justin disse estar hospedado. Naquele momento desejei que ele estivesse mentindo, não queria conversar. Não tínhamos nada para conversar. 

Parei no saguão do hotel. Era luxuoso, muito luxuoso para Justin Bieber que não queria viver a vida dos nossos pais. Tudo parecia ter mudado agora. 

— Olá, posso lhe ajudar? — uma mulher, de estatura alta e loira, me abordou com um sorriso superficial no rosto. 

— Pode me indicar o bar? Vim encontrar uma pessoa que está hospedada aqui. 

— Claro!

Ela me guiou até a entrada do bar e depois sumiu dizendo "aproveite". Se ela soubesse a tensão que eu estava sentindo não falaria isso, me daria um calmamente no mínimo. 

Procurei Justin e o encontrei sentado numa mesa, com o rosto enterrado nas mãos. Eu poderia fugir, ele não tinha me visto. Mas agora já estava ali, seria estranho sair correndo como se nada tivesse acontecido. Sem contar que, agora Justin sabe onde eu trabalho, então ele me procuraria lá. 

Entre angústias e frustrações, caminhei em passos curtos até a mesa onde ele estava sentado. Chamei sua atenção ao me sentar. Seus olhos me fitaram e Justin parecia aliviado. 

— Está aqui a muito tempo? — era um pedido de desculpas informal, em forma de pergunta. Eu estava meio atrasada. 

— Não muito. — claro que ele estava mentindo — Você demorou, achei que não vinha. 

— Pensei em não vir, mas seria muita besteira. Você me procuraria de novo. 

— Exato! — afirmou. Ele chamou o garçom com um movimento banal com os dedos e em menos de dois minutos o cara estava parado ao nosso lado — Um Martini com pimenta e uma água com gás para a dama e uma cerveja com vodka para mim, por favor. — pediu. 

Abaixei o olhar. Ele estava fazendo algum tipo de jogo comigo? Estava fazendo o mesmo pedido que fazíamos sempre. Não que meus gostos tivessem mudado muito em cinco anos. 

— Espero que tenha acertado. — ele me encarou, esperançoso. Assenti, o tranquilizando — Você está linda, bem diferente. 

— Obrigada, Justin. — respondi, tensa — Você também mudou... Bastante. 

— Amadureci, eu diria. Pensei muito em tudo que você me falou, sobre a faculdade e em ser um homem sério. Lembro que me disse que isso não mudaria em nada meus hobbys e eu poderia continuar a fazer tudo que fazia normalmente. 

Assenti, sorrindo ao garçom que colocava as coisas na mesa. Balancei a taça com Martini e beberiquei. Não podia beber muito, tinha que estudar e bebida alcoólica me dava sono. 

— Fico feliz que tenha me ouvido. Fez faculdade?

— Sim. Administração e ciências contábeis. Fiz ciências contábeis a distância. 

Tentei esconder a minha surpresa, mas acho que não deu muito certo pela risada que Justin soltou. Ele não só tinha cursado uma faculdade, como tinha cursado duas. 

— Uau. — expressei — Fico feliz por isso. Que bom que meu ouviu, pelo menos alguma coisa eu fiz certo. 

— Tudo que você fez foi certo, Marie. Eu que errei o tempo todo. 

— Justin, na boa, não gosto de lembrar daquela porra toda que aconteceu. Não esperava te ver, não estava pronta para isso. Sujeito a dizer que nem queria, me desculpa mas é a verdade. — desabei. Ainda tinha muito a falar, mas seguraria até o final. 

— Nunca me arrependi tanto de uma coisa como de ter te deixado sair da minha casa daquele jeito. — ele suspirou — Receber a notícia do seu acidente me fodeu todo. Fiquei sem chão. Estava com medo de te perder, sempre tive medo de perder meu amor. 

— Você não estava do meu lado, Justin! — retruquei — Me contaram tudo. — uma lágrima escorreu pelo canto dos meus olhos e ele pareceu surpreso — Eles me falaram que você foi apenas nas primeiras semanas, depois desapareceu. Eu precisava de você. Podíamos ter brigado, mas você ainda era meu amor. E eu queria acordar e saber que você segurou a minha mão, conversou comigo mesmo sem ter resposta, penteou meus cabelos e me manteve informada sobre as fofocas do colégio e o placar de pontos do meu time de futebol. Provavelmente, eu não me lembraria de nada disso quando acordasse. Mas saberia que você esteve lá. Que meus cabelos estavam macios por sua causa, que minha mão fora segurada pela pessoa que me fez ter sentimentos super... Sei lá, eu tinha uma coisa muito forte por você! 

— Quando você falou do bebê, muitas coisas passaram na minha cabeça. Eu fiquei perdido, irritado e fui um idiota. Falei demais, ainda me lembro das minhas palavras. Doeram em mim, não gosto de imaginar como doeram em você. — queria gritar que uma facada doeria menos, mas ele não estava se sentindo a melhor pessoa do mundo naquele momento. Não queria piorar sua situação — Então você saiu da minha casa. Eu quis ir atras de você, mas fui fraco e estava com medo de encarar a minha nova realidade. Mas, depois de processar tudo, fui atras de você. Sabia que você ou estaria na praia, ou estaria no bar. Mas eu nem precisei procurar muito, você é uma pessoa conhecida por lá e a notícia chegou muito rápido nos ouvidos de todos. — ele pausou, como se estivesse lembrando das coisas — Me senti culpado, só queria estar no seu lugar. Quando cheguei no hospital, estava desesperado. Sei que a culpa é minha. Lembro do Marcos entrando na sala de espera, ele estava desolado por dar mais uma notícia triste para o seu pai e a Tia Jenna. Mas ele deu, disse que não sabia o que esperar de você mas acreditava que você era forte. Eu também queria acreditar nisso, como eu acredito nisso agora. Duas semanas depois você teve sua segunda parada cardíaca... — Justin limpou o rosto, naquele momento percebi que ele chorava baixo — Eu doei meu sangue, era o único que estava se jejum. Não conseguia comer sabendo que você corria risco de vida. Marcos voltou, duas horas depois, comunicou que você estava bem... Mas o bebê não tinha resistido. — ele deu um sorriso triste, repleto de mágoa — Eu sabia que você amava aquela criança, fui um idiota. Me senti culpado, precisava de um tempo para mim... Fui até sua casa, pulei a sua sacada e olhei sua quarto. Ele me lembrava você. Óbvio, era ali que sempre tínhamos nossas brigas, nossas trocas de carinho. Imaginei você deitada na cama, com o bebê nos braços... Era um futuro que você queria. E, para me redimir e provar que te amava, eu daria esse futuro para você. — ele respirou fundo — Eu estava tentando passar na faculdade em Londres, fiz algumas provas, a viagem foi produtiva; consegui colocar tudo em ordem. Quando voltei, você estava acordada. Era como se tudo fosse se encaixar, mas tudo desandou. Você me odiava, eu não podia suportar isso. Não queria o amor da minha vida me odiando. Decidi deixar você pensar, mas, quando dei por mim, deixei você pensar demais, porque você não estava mais na sacada quando fui lhe procurar. 

Processei, sem conseguir tirar os olhos dele. Ele estava planejando o nosso futuro? Justin sentia-se culpado, mas a culpa era minha. 

— Você não precisa se sentir culpado por nada. — declarei. Não sabia como começar — Eu avancei o sinal, não vi o caminhão e a merda aconteceu. A culpa foi minha, já me acostumei com isso. E eu espero que você se acostume também, coloque a culpa em mim, não em si. 

— Não vamos falar do bebê, por favor. Não quero ver você sofrendo, sofro junto. — ele respirou fundo — Não vou mentir para você, não queria um filho. Mas saber que ele morreu, me matou também. Sabia que seria difícil para você. 

— Superei. — declarei. Não queria ouvi-lo dizendo como meu bebê era indesejado — Olha, isso já passou. Não gosto de lembrar dessa época, então, chega desse assunto. 

— Me desculpa, por favor. — pediu — Me desculpa por ter falado com você daquela maneira; me desculpa por ter pedido para você tirar seu bebê, foi da boca para fora; me desculpa por ter ficado longe, eu não queria, só queria melhorar para você; me desculpa não ter voltado, por não ter corrido pelo nosso amor. Você é a única mulher que eu amo, sempre será. 

— Você também foi o homem da minha vida. Mas a vida é longa, Justin. 

— Nada mudará 

Me levantei de onde eu estava sentada e parei a sua frente, virando-me para beija-lo. Eu precisava daquilo. Justin se levantou, agarrando a minha cintura com força e enfiando a língua na minha boca. Ele lambeu meus lábios, cravando as mãos em meus cabelos. 

Me afastei, recuperando o fôlego. 

— Sobe comigo? — pediu. 

Assenti. Eu queria aquilo, estava com saudades do seu corpo e do seu beijo. Cinco anos se passaram e eu ainda era a mesma tola apaixonada. Justin tinha meu coração para ele, sempre que quisesse. Já não existia mais mágoas ali. 

Subi doze andares de elevador o beijando, sabia que tinha câmera mas não estava me sentindo tímida com isso. O quarto dele era chique, pensei em perguntar o que tinha acontecido com sua percepção de vida. Era chique demais para Justin Bieber. 

Beijei seus lábios novamente, abrindo os botões da camisa social que ele usava. Nunca tinha parado para pensar em como ele ficava lindo vestido assim, era a segunda vez que o via com esses trajes, mas sou a favor dele usar para sempre. Desabotoei sua calça e a desci pelo seu corpo. Justin soltou um gemido na minha boca, me arrepiando toda. 

Justin me guiou até a cama, atravessando a sala de estar com a boca colada na minha. Tirou minha camisa e abriu o zíper da minha saia, a descendo junto da calcinha. 

— Eu estava com saudades. — ele disse, empurrando-me na cama — Você está mais linda. Pensei que não fosse possível, mas esta. 

Abri um sorriso. Sempre amei ser elogiada por ele, saber que a chama ainda estava acesa ajudava. Me senti feliz. 

Com um sorriso de rasgar o rosto, o chamei com o dedo e ele deitou em cima de mim, beijando meus lábios e afastando os longos fios de cabelo do meu rosto. Seu corpo colado no meu me deu uma sensação boa, um alívio que eu não conhecia. Estava me sentindo em casa. Justin desceu uma trilha de beijos da minha bochecha até meu queixo, do meu queixo até meu pescoço e só parou em meu seio direito. 

— Por que está me olhando assim? — perguntei. 

— Pensei que nunca teria você tão perto de novo. — confessou. Justin passou o polegar pelo meu braço e parou a ponta do dedo em meu mamilo. Prendi o lábio com os dentes — Amo sua boca. Amo a sua pele. Amo seu cheiro. Marie, eu estou fodidamente apaixonado por você. 

Arfei. Não podia responder áquilo, tudo estava diferente agora. Eu não saberia agir quando tudo isso acabasse, só queria curtir o momento. 

— Toque em mim. — pedi — Toque no meu corpo. Quero lembrar como é o seu toque. 

Justin resmungou, antes de descer seus lábios ao encontro do meu mamilo. Revirei os olhos, arfando. Droga, eu amava quando ele fazia isso. Segurei seus cabelos, dobrando o joelho. Queria gritar, mas me controlei, ainda não estava na hora. Ele desceu com a língua passeando pelo meu corpo e parou na minha vagina. Olhou-me, queria me ver implorando. 

— O que você quer, Marie? — arfou, enfiando um dedo na humidade no meio das minhas pernas — Você já está pronta para mim. Quero entrar em você. 

Gemi, jogando a cabeça para trás. Ele era bom com palavras, e eu amava isso. Estava doida, o queria naquele momento. Não precisava de preliminares, como Justin tinha dito, eu estava pronta. Prontíssima. 

Mesmo pensando assim, delirei ao sentir o cantado da sua língua com a minha intimidade. Ele a sugou, mordeu e lambeu sem pressa alguma. Não sei se estava me provocando, ou matando a saudade. Ou os dois. Levei a mão até seus cabelos e gemi, prensando seu rosto na minha vagina. 

— Just... — resmunguei. 

Minha pernas fraquejaram e eu estava perto de um orgasmo. Justin levantou rapidamente, sem esperar muito, enfiou seu membro dentro de mim com força e parou. Resmunguei, sentindo uma necessidade que ele se movesse. 

— Por favor. — pedi, me contorcendo. 

Ele beijou meus lábios, começando a se movimentar dentro de mim. Mil coisas passaram em minha cabeça, era como se eu estivesse em casa. Estava me sentindo completa naquele momento. Nunca imaginei estar sentindo tanta falta de Justin. Cravei minha unha em suas costas, enquanto ele mordia meu pescoço com um pouco de força. 

Não demorou muito para que o ápice fosse atingido pelos dois. Justin caiu derrotado em cima de mim e respirou fundo, com o nariz grudado em meu pescoço. Olhei para o teto tentando entender como aquilo tudo tinha acontecido. Foi como um ímã que me puxou para Justin. Seria sempre assim?

Levei as duas mãos em seus cabelos e fiz carinho em seu couro cabeludo. Eles estavam grandes mas, diferente da adolescência, com um corte mais moderno. Antigamente Justin não gostava de cortar os cabelos, sempre andava com eles para trás ou presos atras das orelhas. Eu amava quando ele os colocava presos atras da orelha. 

Senti sua boca tocar meu pescoço e respirei fundo. Senti falta dessa intimidade. 

— Eu vou ao banheiro. — avisou. 

Assenti, dando um sorriso. Antes de levantar, ele me deu um beijo quente segurando meu rosto com as duas mãos. Observei seu corpo nu andando pelo quarto e sorri. Que homem. 

Me levantei da cama e vesti sua camisa social, deixando os botões abertos, e a minha calcinha. Andei até a janela, observando o trânsito e suspirei. Era apenas uma conversa e eu acabei na cama dele. Não que eu me arrependesse. Caminhei até a mesinha que tinha perto da janela. Estava cheia de documentos e anotações. Ele tinha realmente virado um cara sério. Peguei um envelope pequeno, com a testa franzida. Antes mesmo de abrir o envelope, já estava chorando. Sabia o que aquele queria dizer. 

Em letras desenhas e roxas, estava escrito claramente:

"Justin Drew Bieber & Eleonor South Luis 

É com muito carinho e alegria que o convidamos para o nosso casamento"!


Notas Finais


O PRÓXIMO SERÁ O ÚLTIMO CAPÍTULO DO PASSADO, VOCÊS ESTÃO PRONTAS PARA ISSO?


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