História Amar-te - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Steven Universe
Exibições 26
Palavras 848
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Enfim, consegui igualar as postagens nos dois sites. A partir daqui é conteúdo inédito hahahah
Já estou bem avançada na história, e estou próxima do fim, mas tenho muuuuuitos projetos jaspis para o futuro (risada maléfica hahahahaha)
Sério, eu amo essas duas hahahaha
Esse ficou meio curto, mas é muito importante para elas
Obrigara por lerem <3

Capítulo 16 - 16


   

            Eu estava embaixo da água quente do chuveiro.

            Todos os meus músculos haviam se transformado em pedra, e um bolo estava em minha garganta.

            Senti as lágrimas se misturarem a água quente. Meu cabelo molhado colava em meu pescoço e enrolava na corrente do meu colar.

            Exclamei de dor quando abri o fecho prateado e alguns fios foram arrancados da raiz, abri o box e coloquei o colar sobre o pia, voltando rapidamente para água.

            Na sala, as gems se reuniam. Uma das melhores equipes táticas de guerra estava se reunindo e tramando complexas estratégias.

            Conheci algumas gems novas, que haviam se juntado às legiões de Steven logo após minha partida da última guerra, como Almadita e Crisocola. Reencontrei outras, como Obsidiana e Pérola Lilás.

            O choque delas fora algo engraçado, mas não tivemos tempo para conversarmos. O templo se transformara na principal base de comando, e todas as ofensivas e defensivas estavam sendo comandadas da Terra.

            A guerra já havia estourado no hiper espaço, e Homeworld havia se tornado um campo de batalha horrivelmente violento, com várias gems traidoras apoiando as Diamantes.

            Eu fora banida do meio da organização, com certeza por manipulação de Jasper, então eu me retirara para o único lugar onde eu me acalmava.

            Embaixo da água.

            Graças a algum Deus, meus pais haviam saído da cidade em uma excursão organizada por uma cigana muito esquisitona, segundo as palavras de Ametista, que havia ido pessoalmente despachar meus pais de volta para Jersey.

            Perguntei-me se não seria a mesma mulher estranha que me alertara sobre minha verdadeira identidade.

            Senti que a porta do box estava sendo aberta e Jasper se espremera no pequeno espaço onde eu tomava banho.

            Ela era muito grande, então estávamos com os corpos colados, minha pele fria em contato com a pele quente dela.

            - Oi – ela disse.

            - Oi – respondi com um sorriso triste – Como vão as coisas lá?

            Ela passara os braços pela minha cintura e me abraçara debaixo do chuveiro.

            - Iguais – ela me encarara – Nada que você tenha que se preocupar.

            Ela acariciara meu rosto e eu inclinei meu rosto para sua mão, fechando os olhos.

            - Lápis?

            - Sim? – abri os olhos e vi o olhar em chamas que saia de seus olhos.

            - Eu preciso de você.

            Encaramo-nos por um milésimo de segundo antes de eu beija-la com toda a minha paixão.

            Agarrei seus cabelos compridos e a prensei na parede de azulejos, pressionando meu pequeno corpo sobre o dela.

            Eu sabia o que ela precisava, porque eu tinha a mesma necessidade.

            Jasper segurou meus quadris e me erguera do chão, e eu circundei sua cintura com minhas pernas.

            Senti os lábios dela sobre meus seios e arqueei a cabeça para trás, gemendo.

            Eu precisava sentir-me viva, e somente junto dela eu sentia aquela fagulha que incendiava todo o meu ser.

            Eu desci de seu colo e a toquei, ouvindo seu gemido gutural e sentindo seu corpo se arquear.

            Meu sangue parecia lava correndo em minhas veias, e os vidros do box já estavam embaçados.

            Ela gemera alto e desfalecera brevemente e eu a beijara profundamente. A pedra dela estava quente sobre o meu rosto, e eu estremeci quando a senti em meu pescoço. Subitamente, Jasper me pegara com força e me virara de frente para o vidro, pressionando meu corpo contra a superfície fria.

            Eu gritara de prazer quando ela me tocou em minha flor, rápida e bruta. Ela nunca era delicada. E eu a amava mais ainda por isso.

            Não me importei que as outras gems ouvissem.

            Não me importei com nada.

            Estava na véspera de um confronto de vida ou morte, e precisava daquilo. Eu precisava de Jasper.

            Gritei seu nome quando atingi o orgasmo.

 

 

 

 

 

            Estávamos sentadas no chão do banheiro há algum tempo.

            Desligamos o chuveiro, mas nossas peles ainda estavam molhadas com algumas gotas de água.

            Eu estava sentada entre as pernas dela, envolvida protetoramente por seus braços musculosos, e com a cabeça apoiada em seu ombro.

            - Eu sei que não irá adiantar nada, mas eu preciso tentar do mesmo jeito – Jasper falara, deslizando as mãos por meus seios e arrancando um suspiro meu – Mas eu preciso pedir para que vá para bem longe daqui amanhã. Por favor.

            Eu envolvera seu pescoço com meus braços e me virei para ela, sentando em seu colo com minhas pernas abertas.

            - Não adianta Jasper, não vou deixa-la. – eu dissera e a beijei levemente, um rápido roçar de lábios.

            - Lápis, é extremamente perigoso. – ela insistira, segurando em meu quadril e me encarando com intensidade – Você precisa ficar segura...

            - Jasper – eu a interrompera – Eu preciso ficar com você!

            As lágrimas se acumularam em meus olhos e transbordaram em grossas gotas salgadas.

            Ela me abraçou tão apertado que por um momento achei que iriamos nos fundir, mas infelizmente eu ainda era humana, e só o que pude fazer fora aperta-la fortemente contra mim.

            - Eu a amo Jasper, para sempre. – eu dissera contra seu pescoço.

            - Eu sei, Lápis, e eu sempre serei sua. – ela apertara minha cintura e me beijara novamente.

 

 

 



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