História Amarantha - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxaria, Bruxos, Lobisomens, Magia, Mistério, Segredos, Vampiros
Exibições 20
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Capítulo quatro : humilhada.


Os olhos de Amarantha se abriram  assim que barulhos foram ouvidos no andar de baixo da casa, a castanha achou estranho, pois pelos seus cálculos seus pais ainda estavam dormindo e não avia mais ninguém na casa, já que a mesma era filha única.

Amarantha levantou da sua aconchegante cama e foi em direção a porta do quarto, a abrindo cuidadosamente para que, o que estivesse lá em baixo não há escutasse.

Em Paços leves a garota desceu as escadas e foi em direção a cozinha, de onde os barulhos vinham.

- ela não vai, NÓS somos os pais dela, e NÓS decidimos que não.

Amarantha reconheceu a voz sendo a de seu pai, Matt. Percebendo que não poderia atrapalhar a conversa a castanha levou sua cabeça a porta a encostando na mesma para poder ouvir melhor.

- Matt se acalma, vai acabar acordando a nossa filha.

Essa voz Amarantha reconhecia sendo a de sua mãe, Paula.

- vocês não compreendem é para o bem dela, a torre é o melhor lugar pra ela agora, lá ela vai estar protegida.


Amarantha não reconhecia a voz, mas tinha quase certeza que que já a escutara em algum lugar. a  voz era masculina firme e autoritária.

- o melhor lugar pra ela? O melhor lugar pra ela é aqui conosco, os pais dela.

Matt voltara a falar.

- lá ela vai vai estar protegida, proteção esta que vocês nunca poderão lhe proporcionar.

- proteção? Você vem me falar de proteção? Não sei se você se recorda mais foram vocês que a trouxeram  para cá, porque aqui era um lugar seguro para ela, e agora você vem me dizer que aqui não é um lugar seguro?

- sim eu sei que a trouxe pra cá, mas entenda que são tempos obsuros e não vai demorar muito tempo que eles a achem, o único lugar seguro para ela nesse momento é a torre.

Amarantha não estava intendendo nada, porém continuou  com a cabeça encostada na porta para tentar entender o que se passada ali dentro.

- você está tentado proteger ela a colocando perto dos que a querem morta? Mais que esperteza não?  A minha resposta é essa, não ela não vai.

- Não é você que escolhe se ela vai ou não,  e sim ela.

Amarantha acho que já tinha escutado muito, e que seus pais não estavam falando coisa com  coisa.

A castanha voltou para o quarto e dormiu alguns minutos depois se perguntando quem seria a tal garota que seus pais e o misterioso homem discutiam sobre.


Na manhã seguinte Amarantha acordou com uma leve pontada na cabeça, afinal a garota não tinha nem dormido cinco horas seguidas e acordar as seis da manhã para ir a escola era quase uma tortura.

- Obrigado alexia - resmungou a garota em voz alta se levantando da cama e indo em direção a sua mesinha de quarto, onde se encontrava a sua escova de cabelo.

Em cima da mesinha, repousada sobre seu livro de matemática avia uma rosa, uma linda rosa branca.

A garota a pegou a levando até seu nariz, não tinha um cheiro comum de rosas, mas sim um cheiro de sabonete dove misturado com lírios.

 A dúvida que ocorria no momento não era por que a rosa cheirava assim, mas quem a via deichada no quarto da castanha?  Amarantha não lembrava-se de que avia deichando ali. Seus pais não poderiam ser, já que os dois não eram de deixar presentes assim, muito menos Alex que era uma ogra. Poderia ser Gaspare mas o moreno a  conhecia a apenas algumas horas.

A castanha desceu as escadas e foi até a cozinha em busca de um vaso pequeno que a garota ganhara de sua avó  quando chegou a família.

Seus pais já se encontravam na cozinha. Seu pai lia o jornal em quanto bebia seu café matinal e sua mãe fazia panquecas na fogão da cozinha.

- bom dia pai, bom dia mãe - falou a castanha em quanto revirava as prateleiras em busca do mini vaso.

- bom dia filha, oque você está procurando querida? - a mãe de Amarantha tirou os olhos das panquecas e olhava para a filha com um olhar interrogativo.

- o vaso que a vovó me deu.

- está no sótão, depois que eu terminar aqui eu pego pra você.

-Não precisa mamãe eu pego- a castanha já andava em direção ao corredor do andar de baixo da casa que tinha uma Porta que levava ao sótão.

- que flor é essa que está na sua mão querida? Espero que não Seja de nenhum namoradinho - seu pai abaixou o jornal e olhou a filha com um sobrancelhas arqueada.

 - Não sei, a encontrei no meu quarto hoje, foram vocês? - Amarantha perguntou para seus pais, os dois balançaram a cabeça em sinal de não.

A castanha voltou seu caminho até o sótão subindo as escadas com cuidado já que as mesmas estavam velhas e a qualquer momento poderiam quebrar e a garota se machucar.

Amarantha tateou o ar em busca da cordinha que acendia a luz do sótão, depois de achado a puxou. A luz era fraca  e vez ou outra piscava.

O sótão era um ambiente empoeirado e cheio de objetos velhos ou quebrados que a família não usava mais.

Amarantha começou a procurar o mini vaso o achando em cima de um amontoado de panos velhos  e em baixo de um livro grande.

Ao puxar o vaso a castanha derrubou o livro que caio aberto no chão.

A castanha abaixou-se  para recolher o livro, mas sua atenção foi tirada ao perceber que se tratava de um álbum de fotos antigas.


As fotos eram do tempo em que a castanha tinha cinco anos de idade logo depois que foi adotada.

A castanha se sentou no chão empoeirado com o álbum no colo não se importando de sujar o seu pijama rosa com bolinhas.

A primeira foto era quando a mesma tinha cinco anos. Estava sentada no sofá da sua antiga casa, com os seus pais adotivos ao lado.

A segunda era de Amarantha com um casal que não eram seus pais. A mulher tinha pele parda, cabelo castanho amarrados em uma traça delicada, o homem era forte e tinha os cabelos quase raspados.
 A garota não se recordava dos dois, afinal quando a foto foi tirada a garota tinha apenas seis anos.

A terceira foto era em um bosque, Amarantha encontrava-se sentada em um pano xadrez que repousava na grama.

Amarantha lembrava-se bem desse dia, ela avia ido com seus pais em um piquenique em um bosque.





Amarantha encontrava-se no refeitório da escola, alexia devorava uma torta de limão em quanto  a outra terminava seu trabalho de história.

- você ainda não me contou porque eu a  não encontrei na festa depois que eu sai - a loira estava com a boca cheia de torta.

- eu fui pra casa - a castanha preferiu não contar sobre Gaspare.

- beleza - falou antes de por mais um pedaço de torta na boca.

Ao fundo Mary Harris cochichava e ria com suas amigas ou seguidoras em quanto saia do refeitório.

- eu vou comprar mais um pedaço de torta, você quer?

- quero - falou Amarantha vendo sua amiga saindo saltitante pelo refeitório.

A castanha voltou a escrever no seu caderno quando foi interrompida por alguém sentando a sua frente.

- Alex....É ...Oi? - nada mais nada menos que Simon Lewis .

- então eu tava vendo você aqui e pensei porque não vi falar com com você não é mesmo?

A garota olhava debilmente o loiro a sua frente. A mesma pigarreou tentando parecer um pouco melhor.

- é ...... E o que seria? - a garota esfregava a mão compulsivamente, era uma mania que a castanha tinha quando estava nervosa.

- eu queria te mostrar algo, vem - Simon esticou a mão para que Amarantha a pegasse.

- me mostrar? Oque - falou a jovem ignorando a mão de Simon.

- só você vendo, vem? - a castanha pegou a mão de Simon mesmo algo dentro da mesma a dizendo para não ir.

Amarantha acompanhou Simon até uma sala de aula que estava vaga a alguns anos. A sala estava repleta de caixas. Fazendo assim um pequeno labirinto.

- então o que você queria me mostrar? - Amarantha perguntou.

- Isso - Simon foi caminhado em direção a garota, a empresando contra a parede e a beijando. Amarantha tentou o empurrar mas o loiro era mais Forte que ele.

Simon rasgou a blusa da castanha a deichando apenas de sutiã. Amarantha desesperada chutou as partes íntimas de Simon com o pé.

Palmas foram escutadas atrás de Amarantha a castanha assustada se virou e se deparou com Mary e suas seguidoras.

Avia em cerca de seis garotas ali - fora mary - a mesma a olhava com desprezo e ao mesmo tempo deboche. Uma das garotas segurava uma câmera há apontando para Amarantha que se encontrava apenas de sutiã.

Amarantha saio da sala correndo, desesperada por ter
se Deichado ser humilhada desse jeito. 

 


Notas Finais


Comentários construtivos seram sempre aceitos.


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